{"id":10598,"date":"2021-08-17T11:17:07","date_gmt":"2021-08-17T14:17:07","guid":{"rendered":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=10598"},"modified":"2021-08-17T19:06:19","modified_gmt":"2021-08-17T22:06:19","slug":"perguntas-sobre-a-luta-pela-terra-por-frei-gilvander","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/perguntas-sobre-a-luta-pela-terra-por-frei-gilvander\/","title":{"rendered":"Perguntas sobre a luta pela terra. Por Frei Gilvander"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Perguntas sobre a luta pela terra<\/strong>. Por Frei Gilvander Moreira<a href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Luta-pela-terra-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-10599\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Luta-pela-terra-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Luta-pela-terra-300x169.jpg 300w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Luta-pela-terra-768x432.jpg 768w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Luta-pela-terra.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Fonte da foto: V\u00eddeo &#8220;A luta pela terra&#8217;, no youtube, canal Projeto #Colabora<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Em Contexto de Brasil sob pol\u00edtica genocida, ecocida e hidrocida, sendo transformado em escombros, com devasta\u00e7\u00e3o ambiental absurda, com brutais cortes de direitos trabalhistas, previdenci\u00e1rios e sociais, com hipertrofia do bra\u00e7o armado do Estado e atrofia do bra\u00e7o social do Estado, \u00e9 necess\u00e1rio compreendermos a luta pela terra enquanto pedagogia de emancipa\u00e7\u00e3o humana. Para isso, temos que enfrentar v\u00e1rias quest\u00f5es, tais como: Como classes sociais diferentes, a classe trabalhadora e a classe camponesa, que est\u00e3o sempre mudando, precisam se emancipar de qu\u00ea, como e com quais armas\/instrumentos? Ser\u00e1 um processo longo e vi\u00e1vel dentro das atuais rela\u00e7\u00f5es contradit\u00f3rias do capital que devasta o trabalho emancipat\u00f3rio e as trabalhadoras e os trabalhadores? \u201c<em>Tomam de n\u00f3s com uma p\u00e1 aquilo que conquistamos suadamente com uma colher<\/em>\u201d, diz Gilmar Mauro, da coordena\u00e7\u00e3o nacional do MST<a href=\"#_ftn2\">[2]<\/a>. Que condi\u00e7\u00f5es concretas e objetivas precisam ser criadas, e como cri\u00e1-las, para se superarem as formas produtivas do capital e se instalarem culturalmente \u2018for\u00e7as produtivas\u2019 segundo os direitos sociais das trabalhadoras e dos trabalhadores da cidade e do campo? N\u00e3o ser\u00e1 a emancipa\u00e7\u00e3o humana uma utopia sem base realiz\u00e1vel? E, quais as media\u00e7\u00f5es (condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, a\u00e7\u00f5es concretas, t\u00e1ticas, estrat\u00e9gias etc.) para realizar a emancipa\u00e7\u00e3o humana, social, pol\u00edtica, econ\u00f4mica, cultural, religiosa e ecol\u00f3gica? Qual a for\u00e7a e a centralidade da luta pela terra no processo de transforma\u00e7\u00e3o social?<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o podemos buscar apenas a emancipa\u00e7\u00e3o das pessoas no sentido individual que, por exemplo, de sem-terra se tornam Sem Terra, mas urge conquistarmos emancipa\u00e7\u00e3o humana que inclui, mas supera a emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Constatar pequenos processos emancipat\u00f3rios na luta pela terra \u00e9 menos dif\u00edcil, conforme demonstra Darlan Faccin Weide: \u201c<em>As lutas sociais do campo trazem modifica\u00e7\u00f5es na estrutura social e nos pr\u00f3prios camponeses nelas envolvidos, facilitando o processo de emancipa\u00e7\u00e3o das \u201csitua\u00e7\u00f5es-limites\u201d em que se encontram, transformando-os em homens ativos e confiantes na for\u00e7a de seus trabalhos e no potencial de suas organiza\u00e7\u00f5es. Aquilo que parecia um sonho j\u00e1 come\u00e7a a tornar-se realidade na vida de v\u00e1rios camponeses que vivenciaram esse doloroso processo de emancipa\u00e7\u00e3o e hoje est\u00e3o nos assentamentos trabalhando em associa\u00e7\u00f5es, mutir\u00f5es e cooperativas<\/em>\u201d (WEIDE, 1998, p. 47).<\/p>\n\n\n\n<p>Ao pesquisar a luta pela terra, em Minas Gerais, evidenciamos que sob v\u00e1rios aspectos a luta pela terra, nas suas express\u00f5es concretas, est\u00e1 contaminada por concep\u00e7\u00f5es que teoricamente a deslegitimam. Isso acontece porque os Sem Terra est\u00e3o imersos em uma sociedade capitalista, e, por isso, s\u00e3o atravessados o tempo todo por concep\u00e7\u00f5es que desabonam a luta pela terra.<\/p>\n\n\n\n<p>O s\u00e9culo XX testemunhou a consolida\u00e7\u00e3o do campesinato brasileiro<a href=\"#_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a>, que n\u00e3o \u00e9 constitu\u00eddo de camponeses com terra, mas de camponeses essencialmente migrantes, desterrados, sem-terra na luta pela terra. A CPT e o MST surgem e se desenvolvem no interior dos conflitos e das viol\u00eancias na luta pela terra, conforme assevera Ariovaldo Umbelino de Oliveira (2007): \u201c<em>A luta pela terra desenvolvida pelos camponeses no Brasil \u00e9 uma luta espec\u00edfica, moderna, caracter\u00edstica particular do s\u00e9culo XX. Este s\u00e9culo passado, foi um s\u00e9culo por excel\u00eancia da forma\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o do campesinato brasileiro enquanto classe social. \u00c9, por isso, que este campon\u00eas n\u00e3o \u00e9 um campon\u00eas que, na terra, entrava o desenvolvimento das for\u00e7as produtivas impedindo, portanto, o desenvolvimento do capitalismo no campo. Ao contr\u00e1rio, ele praticamente nunca teve acesso \u00e0 terra, \u00e9, pois, um desterrado, um sem terra que luta para conseguir o acesso \u00e0 terra. \u00c9 no interior destas contradi\u00e7\u00f5es que t\u00eam surgidos os movimentos s\u00f3cio-territoriais de luta pela terra, e com ela os conflitos, a viol\u00eancia<\/em>\u201d (OLIVEIRA, 2007, p. 135).<\/p>\n\n\n\n<p>Assunto candente: a diversidade e a necessidade de evidenciar a complexidade adquirida pelos diferentes movimentos socioterritoriais nas suas diferentes formas de lutas. Importante levar a s\u00e9rio o alerta feito, h\u00e1 35 anos, por Jos\u00e9 de Souza Martins, cientista social e doutor em sociologia pela USP, ao dizer: \u201c<em>O campo de an\u00e1lise constitui-se das concep\u00e7\u00f5es do p\u00fablico da demanda, mas se constitui tamb\u00e9m de caracter\u00edsticas da realidade que n\u00e3o s\u00e3o imediatamente vis\u00edveis ao pr\u00f3prio p\u00fablico da demanda. Os dados da consci\u00eancia do p\u00fablico da demanda n\u00e3o abrangem necessariamente nem abertamente toda a verdade de sua situa\u00e7\u00e3o, pois muitos dos elementos desta \u00faltima podem permanecer ocultos ao homem comum por for\u00e7a mesmo da aliena\u00e7\u00e3o da perspectiva desse p\u00fablico \u00e0 perspectiva do p\u00fablico que exerce algum tipo de hegemonia<\/em>\u201d (MARTINS, 1986, p. 77-78).<\/p>\n\n\n\n<p>Eis sete quest\u00f5es centrais e fundamentais: 1) Qual a for\u00e7a e a centralidade da luta pela terra, como quest\u00e3o pedag\u00f3gica, na luta e no trabalho coletivo do MST e da CPT, em tempos temerosos e contempor\u00e2neos de mercantiliza\u00e7\u00e3o capitalista? 2) Em que medida as trilhas do trabalho coletivo do MST e da CPT est\u00e3o, de fato, alimentando pedagogia de emancipa\u00e7\u00e3o humana dos Movimentos Populares do Campo? 3) Quais s\u00e3o os fundamentos de pedagogia hist\u00f3rico-cr\u00edtica e emancipat\u00f3ria? 4) Como se constitui a quest\u00e3o da propriedade da terra no Brasil? 5) Em qual esquema conceitual de propriedade coletiva da terra se fundamentam as lutas da CPT e do MST? 6) Como a ideologia da mercantiliza\u00e7\u00e3o, do consumismo e do individualismo solapam o processo de emancipa\u00e7\u00e3o ao perpassar o universo de vida de homens e mulheres na vida social contempor\u00e2nea? 7) Qual o papel da luta pela terra na conforma\u00e7\u00e3o das identidades, das culturas e dos valores?<\/p>\n\n\n\n<p>Na \u201cnoite escura\u201d que atravessamos, \u00e9 imprescind\u00edvel pensarmos coletivamente as quest\u00f5es apresentadas acima e outras para que possamos alinhar os caminhos que podem nos levar \u00e0 supera\u00e7\u00e3o da brutal espiral de viol\u00eancia que se abate sobre a m\u00e3e terra, a irm\u00e3 \u00e1gua, os biomas, os povos do campo e da cidade e toda a biodiversidade. Pensar com \u201cm\u00e3os \u00e0 obra\u201d, na luta coletiva por tudo o que \u00e9 direito e justo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de. <strong>Modo de Produ\u00e7\u00e3o Capitalista, Agricultura e Reforma Agr\u00e1ria. <\/strong>S\u00e3o Paulo: Labur Edi\u00e7\u00f5es, 2007. Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www.geografia.fflch.usp.br\/graduacao\/apoio\/Apoio\/Apoio_Valeria\/Pdf\/Livro_ari.pdf\">http:\/\/www.geografia.fflch.usp.br\/graduacao\/apoio\/Apoio\/Apoio_Valeria\/Pdf\/Livro_ari.pdf<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>WEIDE, Darlan Faccin. <strong>Que fazer pedag\u00f3gico em acampamentos de Reforma Agr\u00e1ria no Rio Grande do Sul<\/strong>. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado em Educa\u00e7\u00e3o. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 1998.<\/p>\n\n\n\n<p>17\/08\/2021<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs.: Os v\u00eddeos nos links, abaixo, ilustram o assunto tratado acima.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 &#8211; Luta pela terra e pela moradia, com justi\u00e7a agr\u00e1ria e urbana (Frei Gilvander no Dom Debate) \u201321\/7\/21<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_76168\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xbheNIHS7UQ?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>2 &#8211; Povo Ind\u00edgena Kiriri, de Caldas, sul de MG: um exemplo a ser seguido na luta pela terra \u2013 12\/12\/2020<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_56536\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/smt4QgNVuG0?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3 &#8211; Povo Kiriri e a luta ind\u00edgena pela terra em Minas Gerais &#8211; Por CPT, CEDEFES e Povo Kiriri<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_22723\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/osLgRbgH-yc?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>4 &#8211; Luta pela terra e por moradia na pandemia. Frei Gilvander em Entrevista ao Canal SEM EMBARGOS-7\/8\/20<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_33810\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zITvEA1WHNQ?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>5 &#8211; Acampamento D\u00eanis Gon\u00e7alves, do MST, em Goian\u00e1, MG &#8211; luta pela terra. Frei Gilvander &#8211; 26\/8\/2010.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_71359\"  width=\"810\" height=\"608\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/vKJpT-dC5fo?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>6 &#8211; Palavra \u00c9tica: Luta pela terra e por moradia em Pirapora e em Santa Luzia, MG. E L. Boff &#8211; 29\/02\/20<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_39557\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/8xIZIw_-m3I?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>7 &#8211; MST luta pela terra em Campo do Meio\/MG desde 1998: Palavra \u00c9tica\/TVC\/BH c\/ frei Gilvander. 17\/11\/18<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_39865\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YixJpJvnmTE?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP\/SP; mestre em Exegese B\u00edblica pelo Pontif\u00edcio Instituto B\u00edblico, em Roma, It\u00e1lia; agente e assessor da CPT\/MG, assessor do CEBI e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de Teologia b\u00edblica no SAB (Servi\u00e7o de Anima\u00e7\u00e3o B\u00edblica), em Belo Horizonte, MG. E-mail:&nbsp;<a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;Facebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\">[2]<\/a> Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref3\">[3]<\/a> O campesinato brasileiro \u00e9 constitu\u00eddo por uma grande diversidade, discutida teoricamente por v\u00e1rios autores, entre os quais ABRAMOVAY, Ricardo. <strong>Paradigmas do Capitalismo Agr\u00e1rio em Quest\u00e3o<\/strong>. 3\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: EDUSP, 2007.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Perguntas sobre a luta pela terra. Por Frei Gilvander Moreira[1] Em Contexto de Brasil sob pol\u00edtica genocida, ecocida e hidrocida, sendo transformado em escombros, com devasta\u00e7\u00e3o ambiental absurda, com brutais cortes de direitos trabalhistas, previdenci\u00e1rios<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":10599,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,44,49,39,35,27,25,56,29,43,18],"tags":[],"class_list":["post-10598","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-direito-a-memoria","category-direito-a-terra","category-direitos-dos-povos-indigenas","category-direitos-dos-quilombolas","category-direitos-humanos","category-luta-pela-terra-e-reforma-agraria","category-meio-ambiente","category-movimentos-sociais-populares","category-pedagogia-emancipatoria","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10598","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10598"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10598\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10600,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10598\/revisions\/10600"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10599"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10598"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10598"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10598"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}