{"id":10731,"date":"2021-09-14T09:59:16","date_gmt":"2021-09-14T12:59:16","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=10731"},"modified":"2021-09-14T09:59:18","modified_gmt":"2021-09-14T12:59:18","slug":"brasil-opressor-e-autoritario-mas-sedutor-por-frei-gilvander","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/brasil-opressor-e-autoritario-mas-sedutor-por-frei-gilvander\/","title":{"rendered":"Brasil opressor e autorit\u00e1rio, mas sedutor. Por Frei Gilvander"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Brasil opressor e autorit\u00e1rio, mas sedutor<\/strong>. Por Frei Gilvander Moreira<a href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/latuff-tortura1-1200x630-1-1024x538.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-10732\" width=\"783\" height=\"411\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/latuff-tortura1-1200x630-1-1024x538.jpg 1024w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/latuff-tortura1-1200x630-1-300x158.jpg 300w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/latuff-tortura1-1200x630-1-768x403.jpg 768w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/latuff-tortura1-1200x630-1.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 783px) 100vw, 783px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do baixo custo da m\u00e3o de obra, as empresas transnacionais que se estabeleceram no Brasil sempre contaram com isen\u00e7\u00e3o ou redu\u00e7\u00e3o de impostos, mat\u00e9ria-prima por um custo menor, cess\u00e3o de terrenos para instala\u00e7\u00e3o, infraestrutura feita e mantida pelo Estado (estradas, portos, ferrovias, aeroportos etc.) e grande redu\u00e7\u00e3o em tarifas de \u00e1gua e energia. Para reproduzir uma sociedade injusta, desigual e autorit\u00e1ria de alguma forma desde o ano de 1500, a classe dominante brasileira defende a ferro e fogo a tr\u00edade \u201c<em>tradi\u00e7\u00e3o, fam\u00edlia e propriedade<\/em>\u201d, o que se exasperou na cria\u00e7\u00e3o da TFP \u2013 Tradi\u00e7\u00e3o, Fam\u00edlia e Propriedade \u2013, organiza\u00e7\u00e3o religiosa de extrema direita, que durante a ditadura militar-civil-empresarial, de 1964 a 1985, promoveu uma verdadeira ca\u00e7ada aos \u201ccomunistas\u201d, a quem lutava pela terra e a quem tinha a ousadia de subverter algum aspecto dos valores arcaicos da fam\u00edlia, da propriedade privada capitalista e da tradi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Observe-se que a TFP defendia e defende a fam\u00edlia nuclear monog\u00e2mica, a que produz o ser social como \u201cindiv\u00edduos\u201d. \u201c<em>A forma das rela\u00e7\u00f5es familiares de nossa sociedade atual caracteriza-se por uma estrutura que isola, inicialmente, o pr\u00f3prio n\u00facleo familiar, separa-o da atividade produtiva, rompe a rede de depend\u00eancia que unia antes os seres sociais<\/em>\u201d (IASI, 2006: 182), nas culturas camponesas, ind\u00edgenas ou afrodescendentes. Em outras formas de fam\u00edlia, a crian\u00e7a era\/\u00e9 cuidada por uma multiplicidade de adultos, de adolescentes e convivia\/convive com muitas outras crian\u00e7as, o que pode gerar uma identidade mais pr\u00f3xima do \u2018n\u00f3s\u2019 do que do \u2018eu\u2019 individual.<\/p>\n\n\n\n<p>A proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica dia 15 de novembro de 1889 n\u00e3o foi uma conquista dos advers\u00e1rios do poder centralizado na monarquia. Conforme pontua Marilena Chau\u00ed: \u201c<em>Hist\u00f3rica ou materialmente, a Rep\u00fablica exprime a realidade concreta de lutas socioecon\u00f4micas e os rearranjos de poder no interior da classe dominante, \u00e0s voltas com o fim da escravid\u00e3o, com o esgotamento dos engenhos, com os pedidos de subven\u00e7\u00e3o estatal para a imigra\u00e7\u00e3o promovida por uma parte dos cafeicultores, com a expans\u00e3o da urbaniza\u00e7\u00e3o e a percep\u00e7\u00e3o de que o pa\u00eds precisava ajustar-se \u00e0 conjuntura internacional da revolu\u00e7\u00e3o industrial<\/em>\u201d (CHAUI, 2000, p. 43). Uma das express\u00f5es da ideologia dominante que apregoa o Brasil como um \u201cpara\u00edso terrestre\u201d est\u00e1 na bandeira brasileira. A fil\u00f3sofa Marilena Chau\u00ed recorda que \u201c<em>desde a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, as bandeiras revolucion\u00e1rias tendem a ser tricolores e s\u00e3o ins\u00edgnias das lutas pol\u00edticas pela liberdade, igualdade e fraternidade. A bandeira brasileira \u00e9 quadricolor e n\u00e3o exprime o pol\u00edtico, n\u00e3o narra a hist\u00f3ria do pa\u00eds. \u00c9 um s\u00edmbolo da Natureza. \u00c9 o Brasil-jardim, o Brasil-para\u00edso<\/em>\u201d (CHAUI, 2000, p. 60).<\/p>\n\n\n\n<p>Para compreendermos a import\u00e2ncia e a necessidade da luta pela terra enquanto pedagogia de emancipa\u00e7\u00e3o humana, temos tamb\u00e9m que compreender a ideologia dominante, que (o)corre no mais profundo das rela\u00e7\u00f5es sociais, gerando fetichismo e coisifica\u00e7\u00e3o, galhos que circulam a \u2018seiva\u2019 do capital. Desde a invas\u00e3o do Brasil pelos brancos portugueses, em 1500, tens\u00f5es, conflitos, contradi\u00e7\u00f5es e viol\u00eancia permeiam e perpassam a nossa hist\u00f3ria. Hist\u00f3ria, enquanto ci\u00eancia, envolve contexto, processo e movimento (Cf. THOMPSON, 2001, p. 243). No Brasil, um mito fundador sustenta uma sociedade autorit\u00e1ria, em uma opera\u00e7\u00e3o de permanente ocultamento das contradi\u00e7\u00f5es, injusti\u00e7as e viol\u00eancias. Como a tradu\u00e7\u00e3o da palavra da l\u00edngua grega <em>mythos,<\/em> mito, no sentido antropol\u00f3gico, refere-se a uma narrativa que apresenta uma \u201c<em>solu\u00e7\u00e3o imagin\u00e1ria para tens\u00f5es, conflitos e contradi\u00e7\u00f5es que n\u00e3o encontram caminhos para serem resolvidos no n\u00edvel da realidade<\/em>\u201d (CHAUI, 2000, p. 9), a percep\u00e7\u00e3o da realidade \u00e9 bloqueada sob um impulso que estimula a repeti\u00e7\u00e3o de algo imagin\u00e1rio. Um mito fundador para o Brasil foi criado e \u00e9 recriado todos os dias. \u201c<em>Um mito fundador \u00e9 aquele que n\u00e3o cessa de encontrar novos meios para exprimir-se, novas linguagens, novos valores e ideias, de tal modo que, quanto mais parece ser outra coisa, tanto mais \u00e9 a repeti\u00e7\u00e3o de si mesmo<\/em>\u201d (CHAUI, 2000, p. 9). De forma disfar\u00e7ada, o mito fundador se repete indefinidamente; muda-se a apar\u00eancia, sob novas roupagens, para manter em outros moldes a mesma engrenagem de uma sociedade autorit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>No modo de reprodu\u00e7\u00e3o capitalista, no capitalismo, n\u00e3o h\u00e1 coisa alguma e pessoa alguma que escape da condi\u00e7\u00e3o de mercadoria<\/em>\u201d (CHAUI, 2000, p. 12). O capitalismo \u00e9 o mundo desencantado, segundo Max Weber, mundo em que desapareceram as representa\u00e7\u00f5es m\u00e1gicas; um mundo que perdeu a aura, conforme Walter Benjamin. \u201c<em>No mundo da mercadoria, coisas heterog\u00eaneas perdem a singularidade e a raridade, tornam-se homog\u00eaneas porque s\u00e3o troc\u00e1veis umas pelas outras e todas elas s\u00e3o troc\u00e1veis pelo equivalente universal e homogeneizador universal, o dinheiro<\/em>\u201d (CHAUI, 2000, p. 13).<\/p>\n\n\n\n<p>O soci\u00f3logo Jos\u00e9 de Souza Martins pondera: \u201c<em>Na medida em que, atrav\u00e9s da aliena\u00e7\u00e3o do produto do trabalho, cada sujeito s\u00f3 pode relacionar-se com os outros atrav\u00e9s da mercadoria, de fato, relaciona-se com os outros como se fosse destitu\u00eddo de condi\u00e7\u00e3o humana, como se fosse coisa. Enquanto isso, a mercadoria \u00e9 que estabelece rela\u00e7\u00f5es sociais, como se ela fosse dotada de humanidade. Em decorr\u00eancia os homens \u2013 e as mulheres (acr\u00e9scimo nosso) &#8211; ao se relacionarem uns com os outros atrav\u00e9s das coisas, atrav\u00e9s das mercadorias, estabelecem rela\u00e7\u00f5es que s\u00e3o coisificadas<\/em>\u201d (MARTINS, 1986, p. 57).<\/p>\n\n\n\n<p>A no\u00e7\u00e3o de encantamento exige tamb\u00e9m a no\u00e7\u00e3o de desencantamento. Max Weber se refere a qu\u00ea quando fala que o mundo capitalista est\u00e1 desencantado? Uma sociedade capitalista desencanta pelo verso, mas encanta pelo reverso. As mercadorias passam a ser consideradas objetos \u2018vivos\/humanos\u2019 e os seres humanos, os trabalhadores, s\u00e3o reificados, isto \u00e9, coisificados, isso em um processo sutil de fetichiza\u00e7\u00e3o. Assim, reifica\u00e7\u00e3o complementa o processo da fetichiza\u00e7\u00e3o. Enquanto a fetichiza\u00e7\u00e3o atribui poderes e caracter\u00edsticas humanas \u00e0s coisas, a reifica\u00e7\u00e3o coisifica os seres humanos, que, inevitavelmente se colocam sob o controle daquilo que produzem. Assim, o que \u00e9 humano se torna crime e o que \u00e9 reificado e fetichizado se torna o \u2018real\u2019, o aceit\u00e1vel, o normal, a regra que normatiza as rela\u00e7\u00f5es sociais na sociedade capitalista. Ajuda a compreender os processos de fetichiza\u00e7\u00e3o e de reifica\u00e7\u00e3o a an\u00e1lise que Marx tece sobre a rela\u00e7\u00e3o \u00edntima existente entre produ\u00e7\u00e3o e consumo, que afirma: produ\u00e7\u00e3o \u00e9 consumo tamb\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p>Enfim, tudo isso produz e reproduz cotidianamente no Brasil uma sociedade opressora e autorit\u00e1ria, mas sedutora e, por isso, dif\u00edcil de ser transformada em uma sociedade justa economicamente, solid\u00e1ria socialmente, sustent\u00e1vel ecologicamente, democr\u00e1tica politicamente, respons\u00e1vel geracionalmente e respeitosa culturalmente e religiosamente.<\/p>\n\n\n\n<p>14\/09\/2021<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>CHAUI, Marilena. <strong>Brasil: mito fundador e sociedade autorit\u00e1ria<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Funda\u00e7\u00e3o Perseu Abramo, 2000.<\/p>\n\n\n\n<p>IASI, Mauro Luis.<strong> As metamorfoses da consci\u00eancia de classe: o PT entre a nega\u00e7\u00e3o e o consentimento<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2006.<\/p>\n\n\n\n<p>MARTINS, Jos\u00e9 de Souza. <strong>Sobre o modo capitalista de pensar<\/strong>. 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: HUCITEC, 1986.<\/p>\n\n\n\n<p>THOMPSON, Edward Palmer. <strong>As peculiaridades dos ingleses e outros artigos<\/strong>. NEGRO, Antonio Luigi; SILVA, Sergio (org.). Campinas, S\u00e3o Paulo: Unicamp, 2001.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: Os v\u00eddeos nos links, abaixo, ilustram o assunto tratado acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 &#8211; Aula magna de vida emocionante: COZINHA SOLID\u00c1RIA do MTST, Belo Horizonte, resgate de vidas-V\u00eddeo 3<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_26433\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/8BPhhZQTy_E?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>2 &#8211; MTST com 12 COZINHAS SOLID\u00c1RIAS EM MG. Em BH, no bairro Floresta, \u00e0 Rua Mucuri, 271\u2013V\u00eddeo 1 \u2013 11\/9\/21<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_78594\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/PEe-SuCp-xk?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3 &#8211; \u201cSolid\u00e1rio e lutando por justi\u00e7a, mas amea\u00e7ado\u201d: COZINHA SOLID\u00c1RIA, MTST em BH, MG. V\u00eddeo 5 \u201313\/9\/21<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_74430\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TlpHHoSc7lQ?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>4 &#8211; Padre Josimo Tavares: Testemunho Espiritual Prof\u00e9tico, TV Pai Eterno. Por Frei Gilvander &#8211; 10\/9\/2021<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_24342\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/OCO4N1zG1aU?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>5 &#8211; Deslocamentos for\u00e7ados atuais: a fuga para o Egito em escala global. Frei Gilvander, Jana\u00edna, Angor\u00f3<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_98184\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/MoQ19F4JMiQ?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>6 &#8211; Brasil, col\u00f4nia de superexplora\u00e7\u00e3o? &#8211; Por frei Gilvander &#8211; 09\/9\/2021<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_74424\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/rPcByK6j5tI?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP\/SP; mestre em Exegese B\u00edblica pelo Pontif\u00edcio Instituto B\u00edblico, em Roma, It\u00e1lia; agente e assessor da CPT\/MG, assessor do CEBI e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de Teologia b\u00edblica no SAB (Servi\u00e7o de Anima\u00e7\u00e3o B\u00edblica), em Belo Horizonte, MG. E-mail:&nbsp;<a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;Facebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Brasil opressor e autorit\u00e1rio, mas sedutor. 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