{"id":11323,"date":"2022-06-27T21:50:05","date_gmt":"2022-06-28T00:50:05","guid":{"rendered":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=11323"},"modified":"2022-06-27T21:50:13","modified_gmt":"2022-06-28T00:50:13","slug":"ocupacao-de-terra-e-o-caminho-por-frei-gilvander","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/ocupacao-de-terra-e-o-caminho-por-frei-gilvander\/","title":{"rendered":"Ocupa\u00e7\u00e3o de terra \u00e9 o caminho. Por Frei Gilvander"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Ocupa\u00e7\u00e3o de terra \u00e9 o caminho<\/strong>. Por Frei Gilvander Moreira<a id=\"_ftnref1\" href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/2016-02-24_pat-tup-TiagoMiotto_103-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11324\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/2016-02-24_pat-tup-TiagoMiotto_103-1024x683.jpg 1024w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/2016-02-24_pat-tup-TiagoMiotto_103-300x200.jpg 300w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/2016-02-24_pat-tup-TiagoMiotto_103-768x512.jpg 768w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/2016-02-24_pat-tup-TiagoMiotto_103-420x280.jpg 420w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/2016-02-24_pat-tup-TiagoMiotto_103.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Foto: Tiago Miotto\/Cimi<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A nossa pesquisa de doutorado sobre a Luta pela Terra enquanto Pedagogia de Emancipa\u00e7\u00e3o Humana nos habilita a dizer: do latif\u00fandio foi gerado o agroneg\u00f3cio, sistema econ\u00f4mico do empresariado a\u00e7ambarcando tamb\u00e9m o campo, expropriando a terra do campesinato e explorando \u00e0 exaust\u00e3o os bens naturais \u2013 a terra, as \u00e1guas, o ar \u2013 intensificando, assim, a opress\u00e3o perpetrada pela estrutura latifundi\u00e1ria h\u00e1 s\u00e9culos. Outro tra\u00e7o emancipat\u00f3rio na atua\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT), do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e de outros Movimentos da luta camponesa diz respeito \u00e0 busca constante para construir e manter sempre a unidade leg\u00edtima do campesinato e da classe trabalhadora na luta por justi\u00e7a agr\u00e1ria e por todos os direitos sociais. Desde a cria\u00e7\u00e3o da CPT e do MST permanece uma seiva emancipat\u00f3ria no exerc\u00edcio permanente da solidariedade de classe entre Sem Terra e sem-terra, dentro do poss\u00edvel, com todos os injusti\u00e7ados pelo capital.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 algo de emancipat\u00f3rio tamb\u00e9m em uma das caracter\u00edsticas da Hist\u00f3ria do Brasil que \u00e9 a hist\u00f3ria de um campesinato progressivamente insubmisso, rebelde, resistente exigindo do Estado a realiza\u00e7\u00e3o de uma reforma agr\u00e1ria, que agora precisa ser popular. \u00c9 o que nos afirma Jos\u00e9 de Souza Martins, renomado soci\u00f3logo e pesquisador da quest\u00e3o agr\u00e1ria em nosso pa\u00eds: \u201c<em>A Hist\u00f3ria do Brasil \u00e9 a hist\u00f3ria de um campesinato progressivamente insubmisso \u2013 primeiramente, contra a domina\u00e7\u00e3o pessoal de fazendeiros e \u201ccoron\u00e9is\u201d; depois, contra a expropria\u00e7\u00e3o territorial efetuada por grandes propriet\u00e1rios, grileiros e empres\u00e1rios; e j\u00e1 agora, tamb\u00e9m contra a explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica que se concretiza na a\u00e7\u00e3o da grande empresa capitalista. Particularmente a partir dos anos 50, camponeses de v\u00e1rias regi\u00f5es do pa\u00eds come\u00e7aram a manifestar uma vontade pol\u00edtica pr\u00f3pria, rebelando-se de v\u00e1rios modos contra seus opressores, quebrando velhas cadeias, levando propriet\u00e1rios de terras aos tribunais, organizando-se em ligas e sindicatos; exigindo do Estado uma pol\u00edtica de reforma agr\u00e1ria; resistindo de v\u00e1rios modos a expuls\u00f5es e despejos; erguendo barreiras e fechando estradas para obter melhores pre\u00e7os para seus produtos<\/em>\u201d (MARTINS, 1983, p. 9-10).<\/p>\n\n\n\n<p>Da perspectiva pedag\u00f3gica emancipat\u00f3ria, as ocupa\u00e7\u00f5es de terra, enquanto forma de luta pela terra que incomoda o Estado e os grandes propriet\u00e1rios de terra, \u00e9 o que mais desencadeia processos emancipat\u00f3rios na forma\u00e7\u00e3o do sujeito Sem Terra, por v\u00e1rios motivos. Primeiro, porque rompe com a ideologia dominante, que diz que o caminho para se adquirir terra \u00e9 por meio do trabalho e da compra. Segundo, porque rompe com a resigna\u00e7\u00e3o cultural imposta secularmente pelo sistema do grande capital. Terceiro, porque tem f\u00f4lego para, ao ser tornar massiva, subverter a estrutura latifundi\u00e1ria. Nesse sentido, argumenta Rosely Caldart: \u201c<em>Do ponto de vista pedag\u00f3gico, a ocupa\u00e7\u00e3o de terras \u00e9 talvez a mais rica em significados socioculturais que formam o sujeito Sem Terra e projetam mudan\u00e7as lentas e profundas no modo das pessoas se posicionarem diante da realidade, do mundo. Ao provocar uma ruptura fundamental com determinados padr\u00f5es culturais hegem\u00f4nicos, prepara o terreno para os aprendizados desdobrados das demais viv\u00eancias. Talvez por isso seja tamb\u00e9m a forma de luta mais pol\u00eamica e a mais combatida pelos que defendem o atual estado de coisas\u201d<\/em> (CALDART, 2012, p. 170).<\/p>\n\n\n\n<p>A luta pela terra, tendo como matriz b\u00e1sica organizativa a ocupa\u00e7\u00e3o de latif\u00fandios que n\u00e3o cumprem a fun\u00e7\u00e3o social, pode ser pedagogia de emancipa\u00e7\u00e3o humana, porque desencadeia diversas transforma\u00e7\u00f5es nos seus sujeitos no sentido de ser pessoa humana, n\u00e3o opressora. Entre essas mudan\u00e7as, a ocupa\u00e7\u00e3o de terra efetiva na pr\u00e1tica uma esp\u00e9cie de segundo batismo para as pessoas que dela participa. Se no batismo e\/ou ao fazer uma certid\u00e3o de nascimento, a pessoa recebe um nome, a partir da ocupa\u00e7\u00e3o de terra a pessoa passa a ter um segundo nome: <em>Sem Terra<\/em>, que muitas vezes ganha ascend\u00eancia sobre o nome pr\u00f3prio recebido no batismo. Mais do que Jo\u00e3o, Maria ou &#8230;, um\/a ocupante de terra passa a ser reconhecido como <em>Sem Terra<\/em>. Assim cada Sem Terra se torna um pouco a \u2018bandeira\u2019 da luta pela terra circulando na sociedade para alegria dos oprimidos e \u2018\u00f3dio\u2019 dos capitalistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra dimens\u00e3o emancipat\u00f3ria est\u00e1 no fato de a luta pela terra ser feita de forma coletiva, o que rompe com o individualismo disseminado no tecido social pela ideologia dominante para reproduzir constantemente as rela\u00e7\u00f5es do capital, pois quanto mais individualismo houver, mais alguns &#8211; mas detentores de poder econ\u00f4mico e pol\u00edtico &#8211; dominar\u00e3o a maioria do povo, seja trabalhador na cidade ou campon\u00eas no campo. Uma ocupa\u00e7\u00e3o de terra, se feita de forma individual, imediatamente \u00e9 tratada como esbulho e turba\u00e7\u00e3o da posse e propriedade de outro. Entretanto, com o apoio da CPT e do MST, quando uma coletividade de camponeses sem-terra ocupa os latif\u00fandios fica muito mais dif\u00edcil a sociedade ignorar e injusti\u00e7a social e agr\u00e1ria que a a\u00e7\u00e3o coletiva de ocupar den\u00fancia. \u201c<em>Como se trata de uma rea\u00e7\u00e3o coletiva, organizada, exige que a sociedade tome uma posi\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d (CALDART, 2012, p. 170). Na mesma linha, assevera St\u00e9dile sobre ocupa\u00e7\u00e3o de terra: \u201c<em>\u00c9 uma forma de luta contundente, n\u00e3o deixa ningu\u00e9m ficar em cima do muro, obriga todos os setores da sociedade a dizerem se s\u00e3o a favor ou contra. [&#8230;] Ela desmascara a lei. Se n\u00e3o ocuparmos, n\u00e3o provamos que a lei est\u00e1 do nosso lado. \u00c9 por essa raz\u00e3o que s\u00f3 houve desapropria\u00e7\u00f5es quando houve ocupa\u00e7\u00e3o. \u00c9 s\u00f3 comparar. Onde n\u00e3o tem o MST, n\u00e3o tem desapropria\u00e7\u00e3o. Onde o movimento \u00e9 mais fraco, menor \u00e9 o n\u00famero de desapropria\u00e7\u00f5es, de fam\u00edlias beneficiadas. [&#8230;] N\u00e3o h\u00e1, enfim, oportunidade para escamotear o problema social<\/em>\u201d (ST\u00c9DILE; FERNANDES, 2005, p. 113 e 115).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>CALDART, Roseli Salete. <strong>Pedagogia do Movimento Sem Terra. <\/strong>4\u00aa Ed. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2012.<\/p>\n\n\n\n<p>MARTINS, Jos\u00e9 de Souza. <strong>Os Camponeses e a Pol\u00edtica no Brasil: as lutas sociais no campo e seu lugar no processo pol\u00edtico.<\/strong> 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Petr\u00f3polis: Vozes, 1983.<\/p>\n\n\n\n<p>ST\u00c9DILE, Jo\u00e3o Pedro; FERNANDES, Bernardo Man\u00e7ano. <strong>Brava gente. A trajet\u00f3ria do MST e a luta pela terra no Brasil. <\/strong>3\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Editora Funda\u00e7\u00e3o Perseu Abramo, 2005.<\/p>\n\n\n\n<p>28\/6\/2022<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: As videorreportagens nos links, abaixo, versam sobre o assunto tratado, acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 &#8211; \u201cA gente s\u00f3 quer um pedacinho de terra\u201d: 120 fam\u00edlias da Ocupa\u00e7\u00e3o Vila Maria, em BH, MG &#8211; V\u00eddeo 3<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_61132\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/q7GHeZdB_7k?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>2 &#8211; (2a parte) Culto Ecum\u00eanico na Ocupa\u00e7\u00e3o Dom Tom\u00e1s Baldu\u00edno\/Betim\/MG. &#8220;A terra \u00e9 de Deus para todos.&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_18172\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Kz4us6x8S_0?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3 &#8211; Ocupa\u00e7\u00e3o do MST\/Campo do Meio\/MG: despejo, N\u00c3O! ALMG\/Dr. Afonso Henrique\/V\u00eddeo 2. 22\/11\/18<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_45553\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/u-z1d6q0P8g?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>4 &#8211; Ocupa\u00e7\u00e3o Prof. Edson Prieto, do MSTB\/Uberl\u00e2ndia: 2,200 fam\u00edlias\/casas de alvenaria. 20\/11\/2012<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_20271\"  width=\"810\" height=\"608\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/_q2kfhsJR8E?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>5 &#8211; Cativeiro da Terra no Brasil. A luta pela supera\u00e7\u00e3o do Racismo, com Frei Gilvander Moreira<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_19360\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/yAM1GsGSGHg?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>6 &#8211; Dom Tom\u00e1s Baldu\u00edno, da CPT, no Cen\u00e1rios, da TVC\/BH: Romarias da terra e Luta pela Reforma Agr\u00e1ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_96364\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ZEQY8kUZAyM?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP\/SP; mestre em Exegese B\u00edblica pelo Pontif\u00edcio Instituto B\u00edblico, em Roma, It\u00e1lia; agente e assessor da CPT\/MG, assessor do CEBI e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de Teologia b\u00edblica no SAB (Servi\u00e7o de Anima\u00e7\u00e3o B\u00edblica), em Belo Horizonte, MG; colunista dos sites <a href=\"http:\/\/www.domtotal.com\">www.domtotal.com<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.brasildefatomg.com.br\">www.brasildefatomg.com.br<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.revistaconsciencia.com\">www.revistaconsciencia.com<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.racismoambiental.net.br\">www.racismoambiental.net.br<\/a> e outros. E-mail:&nbsp;<a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;Facebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ocupa\u00e7\u00e3o de terra \u00e9 o caminho. Por Frei Gilvander Moreira[1] A nossa pesquisa de doutorado sobre a Luta pela Terra enquanto Pedagogia de Emancipa\u00e7\u00e3o Humana nos habilita a dizer: do latif\u00fandio foi gerado o agroneg\u00f3cio,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11324,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,22,46,44,38,49,48,37,39,35,27,30,28,25,29,23,43,26,18],"tags":[],"class_list":["post-11323","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-cebs-comunidades-eclesiais-de-base","category-direito-a-cultura-popular","category-direito-a-memoria","category-direito-a-saude","category-direito-a-terra","category-direitos-das-mulheres","category-direitos-dos-ciganos","category-direitos-dos-povos-indigenas","category-direitos-dos-quilombolas","category-direitos-humanos","category-fe-e-politica","category-luta-pela-moradia","category-luta-pela-terra-e-reforma-agraria","category-movimentos-sociais-populares","category-ocupacao-urbana","category-pedagogia-emancipatoria","category-teologia-da-libertacao","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11323","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11323"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11323\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11325,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11323\/revisions\/11325"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11324"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11323"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11323"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11323"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}