{"id":11349,"date":"2022-07-19T08:30:33","date_gmt":"2022-07-19T11:30:33","guid":{"rendered":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=11349"},"modified":"2022-07-19T08:30:40","modified_gmt":"2022-07-19T11:30:40","slug":"contexto-para-estudo-do-livro-de-josue-por-frei-gilvander","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/contexto-para-estudo-do-livro-de-josue-por-frei-gilvander\/","title":{"rendered":"Contexto para estudo do livro de Josu\u00e9. Por Frei Gilvander"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Contexto para estudo do livro de Josu\u00e9<\/strong>. Por Frei Gilvander Moreira<a id=\"_ftnref1\" href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"384\" src=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/image_processing20220714-24053-jxiyjt.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11350\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/image_processing20220714-24053-jxiyjt.jpeg 800w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/image_processing20220714-24053-jxiyjt-300x144.jpeg 300w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/image_processing20220714-24053-jxiyjt-768x369.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption>Objetivo desde a invas\u00e3o dos portugueses no Brasil<br>foi explorar e sugar os bens naturais &#8211; Foto: Geraldo Magela \/ Ag\u00eancia<br>Senado<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Em setembro, M\u00eas da B\u00edblia, em 2022, somos convidados\/as a estudar, refletir e a inspirar-nos no livro de Josu\u00e9, o 6\u00ba livro da B\u00edblia, com o lema:&nbsp;\u201cSeja firme e corajoso porque Jav\u00e9 teu Deus estar\u00e1 contigo, onde quer que v\u00e1s\u201d&nbsp;(Js 1,9). O CEBI<a href=\"#_ftn2\" id=\"_ftnref2\">[2]<\/a>-MG publicou um livrinho texto-base &#8211; <strong><em>LIVRO DE JOSU\u00c9: luta pela terra, dom e conquista:<\/em><\/strong> <em>Uma leitura do livro de Josu\u00e9 feita pelo CEBI-MG. <\/em>Quero partilhar aqui mais um pouco do nosso artigo que integra o livrinho referido acima: \u201cTERRA DE DEUS, TERRA DO POVO: DOM E CONQUISTA\u201d, com o subt\u00edtulo \u201cA luta para conquistar e partilhar a terra no livro de Josu\u00e9 e nos dias de hoje\u201d. Ainda sobre a luta pela terra no nosso querido Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) j\u00e1 realizou seis congressos. No seu III Congresso, realizado de 24 a 27 de julho de 1995, como lema de luta para os anos de 1995 a 1999, o MST cunhou: \u201c<em>Reforma Agr\u00e1ria, uma luta de todos!<\/em>\u201d Duas semanas ap\u00f3s, dia 09 de agosto, ocorreu o massacre de Corumbiara, na Fazenda Santa Elina, em Rond\u00f4nia, pela pol\u00edcia militar que assassinou nove trabalhadores Sem Terra, inclusive com tiros pelas costas a curta dist\u00e2ncia. Vanessa dos Santos Silva, crian\u00e7a de sete anos, foi assassinada enquanto fugia de m\u00e3os dadas com sua m\u00e3e. Dois policiais tamb\u00e9m morreram no conflito em Corumbiara.<\/p>\n\n\n\n<p>Compreender a luta pela reforma agr\u00e1ria tornou-se pertinente e necess\u00e1rio diante do crescimento do \u00eaxodo rural e, consequentemente, da popula\u00e7\u00e3o urbana. Era preciso infundir a ideia de que a luta pela terra e a reforma agr\u00e1ria como pol\u00edtica p\u00fablica interessam n\u00e3o apenas aos camponeses, mas diretamente tamb\u00e9m ao povo da cidade. Por isso, um dos gritos de luta foi: \u201c<em>Se o campo n\u00e3o planta, a cidade n\u00e3o janta!<\/em>\u201d Trabalhadores do campo e da cidade, juntos em unidade na luta!<\/p>\n\n\n\n<p>O massacre de Eldorado dos Caraj\u00e1s, acontecido no final de tarde do dia 17 de abril de 1996, foi um divisor de \u00e1guas na luta pela terra no Brasil. Por isso, 17 de abril tornou-se o Dia Internacional de Luta Camponesa. Ap\u00f3s o massacre de Eldorado dos Caraj\u00e1s, o MST deu um salto de qualidade e cresceu muito, pois o sangue dos 21 camponeses tombados na curva do S irrigou a semente da luta pela terra, em uma infinidade de outros territ\u00f3rios no campo brasileiro. Em 18 de dezembro de 1996, o Congresso Nacional aprovou nova lei, prescrevendo o aumento do valor do Imposto Territorial Rural (ITR) para as propriedades rurais improdutivas, bem como o rito sum\u00e1rio que encurta os prazos da lei de desapropria\u00e7\u00e3o de terras para fins de reforma agr\u00e1ria. Beneficiou, por\u00e9m, os latifundi\u00e1rios, que ganharam o direito de receber o pagamento da terra no momento em que o INCRA iniciasse a a\u00e7\u00e3o de desapropria\u00e7\u00e3o na Justi\u00e7a e ainda o direito de avalia\u00e7\u00e3o do \u2018pre\u00e7o justo\u2019 do im\u00f3vel. Foi aprovado, ainda, o projeto que autoriza a intermedia\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico nos conflitos agr\u00e1rios. A principal arma de atua\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do MST durante esse governo foi a press\u00e3o exercida por meio das ocupa\u00e7\u00f5es de terra. No ano, 2000, Bernardo Man\u00e7ano defendia a tese segundo a qual a luta pela terra s\u00f3 se torna exitosa pela ocupa\u00e7\u00e3o de terras. Apertado, o governo federal \u00e9 for\u00e7ado a promover pelo menos pol\u00edtica de assentamento em \u00e1reas de conflitos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo da hist\u00f3ria, tem acontecido tamb\u00e9m o aprisionamento da terra, bem como lutas populares pela conquista da terra. Em pleno s\u00e9culo XXI, o projeto neocolonial-imperial capitalista- extrativista concentra(dor), em nome do lucro desenfreado e da acumula\u00e7\u00e3o de capital continua expropriando e superexplorando os camponeses e as camponesas e todos os ecossistemas e biomas. Documentos da FAO-ONU para a Am\u00e9rica Latina mostram que mais da metade das terras agr\u00edcolas cultiv\u00e1veis est\u00e1 sequestrada nas m\u00e3os de 1% de empres\u00e1rios do campo, que compreendem a terra como mercadoria e, por isso, implementam unidades produtivas de <em>commodities<\/em> para o mercado de exporta\u00e7\u00e3o. \u00c9 impressionante constatar que 80% das pequenas propriedades &#8211; de agricultores familiares &#8211; ocupam menos de 13% do territ\u00f3rio, sendo que produz cerca de 70% dos alimentos que chegam ao prato do povo brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Assim, posseiros, assentados a partir da m\u00ednima reforma agr\u00e1ria j\u00e1 realizada, agricultores familiares e os Povos e Comunidades Tradicionais compreendem a terra como espa\u00e7o de sustento da vida humana e de todos os seres vivos. Os povos ind\u00edgenas de <em>Abya Yala<\/em> t\u00eam uma rela\u00e7\u00e3o horizontal com a terra por compreend\u00ea-la como <em>Pacha Mama<\/em>. Para a m\u00edstica e espiritualidade libertadora, a terra \u00e9 Gaia, um grande ser vivo, e n\u00e3o pode continuar sendo objeto de explora\u00e7\u00e3o, pois \u00e9 fonte de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste contexto, tornou-se imprescind\u00edvel buscarmos luzes e for\u00e7as divinas no livro de Josu\u00e9, como inspira\u00e7\u00e3o b\u00edblica para seguirmos na luta pela terra e pela boa e saud\u00e1vel administra\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios j\u00e1 conquistados. Como a luta pela terra aconteceu sob o protagonismo dos povos da B\u00edblia, segundo o livro de Josu\u00e9? Eis o que exporemos no pr\u00f3ximo artigo.<\/p>\n\n\n\n<p>(Obs.: No pr\u00f3ximo artigo, seguiremos a reflex\u00e3o sobre o livro de Josu\u00e9).<\/p>\n\n\n\n<p>19\/7\/2022<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: As videorreportagens nos links, abaixo, versam sobre o assunto tratado, acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 \u2013 Chaves de leitura do livro de Josu\u00e9: Partilha da terra &#8211; M\u00eas da B\u00edblia 2022. Por Ildo Bohn e CEBI\/MG<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_95856\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dJp3SYP8elc?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>2 &#8211; B\u00edblia, Palavra que Ilumina e Liberta. Dia da B\u00edblia, 30\/9\/21. Por Frei Gilvander, Irm\u00e3 Ivan\u00eas etc<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_15198\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zzh8q5rpIMw?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3 &#8211; Deram-nos a B\u00edblia. \u201cFechem os olhos!\u201d Roubaram nossa terra. Xukuru-Kariri, Brumadinho\/MG. V\u00eddeo 5<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_25818\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/8ACp7JOtRb8?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>4 &#8211; Filme PEDRA EM FLOR, de Argemiro Almeida, 1992. CEBs e Leitura Popular da B\u00edblia. Frei Carlos Mesters<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_86806\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/tHvxdfiX1hs?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>5 &#8211; Frei Carlos Mesters entrevistado por frei Gilvander: Inspira\u00e7\u00f5es da B\u00edblia para sermos humanos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_59576\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/UKuYszWj3nA?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>6 &#8211; COMUNIDADE, F\u00c9 E B\u00cdBLIA, Carmo V\u00eddeo, 1995. Roteiro: Frei Carlos Mesters, Frei Gilvander e Argemiro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_80008\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/iCBmQJ3Z26E?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP\/SP; mestre em Exegese B\u00edblica pelo Pontif\u00edcio Instituto B\u00edblico, em Roma, It\u00e1lia; agente e assessor da CPT\/MG, assessor do CEBI e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de Teologia b\u00edblica no SAB (Servi\u00e7o de Anima\u00e7\u00e3o B\u00edblica), em Belo Horizonte, MG; colunista dos sites <a href=\"http:\/\/www.domtotal.com\">www.domtotal.com<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.brasildefatomg.com.br\">www.brasildefatomg.com.br<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.revistaconsciencia.com\">www.revistaconsciencia.com<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.racismoambiental.net.br\">www.racismoambiental.net.br<\/a> e outros. E-mail:&nbsp;<a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;Facebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\" id=\"_ftn2\">[2]<\/a> Centro Ecum\u00eanico de Estudos B\u00edblicos \u2013 <a href=\"http:\/\/www.cebimg.org.br\">www.cebimg.org.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Contexto para estudo do livro de Josu\u00e9. Por Frei Gilvander Moreira[1] Em setembro, M\u00eas da B\u00edblia, em 2022, somos convidados\/as a estudar, refletir e a inspirar-nos no livro de Josu\u00e9, o 6\u00ba livro da B\u00edblia,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11350,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,46,44,38,49,48,39,35,27,30,28,25,29,43,26,18],"tags":[],"class_list":["post-11349","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-direito-a-cultura-popular","category-direito-a-memoria","category-direito-a-saude","category-direito-a-terra","category-direitos-das-mulheres","category-direitos-dos-povos-indigenas","category-direitos-dos-quilombolas","category-direitos-humanos","category-fe-e-politica","category-luta-pela-moradia","category-luta-pela-terra-e-reforma-agraria","category-movimentos-sociais-populares","category-pedagogia-emancipatoria","category-teologia-da-libertacao","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11349","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11349"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11349\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11351,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11349\/revisions\/11351"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11350"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11349"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11349"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11349"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}