{"id":11640,"date":"2022-12-20T11:25:43","date_gmt":"2022-12-20T14:25:43","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=11640"},"modified":"2022-12-20T11:26:36","modified_gmt":"2022-12-20T14:26:36","slug":"11640-2","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/11640-2\/","title":{"rendered":"Educa\u00e7\u00e3o para pr\u00e1tica de liberta\u00e7\u00e3o. Por frei Gilvander"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Educa\u00e7\u00e3o para pr\u00e1tica de liberta\u00e7\u00e3o<\/strong>. Por frei Gilvander Moreira<a id=\"_ftnref1\" href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Marcha-001.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11641\" width=\"781\" height=\"520\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Marcha-001.jpg 680w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Marcha-001-300x200.jpg 300w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Marcha-001-420x280.jpg 420w\" sizes=\"auto, (max-width: 781px) 100vw, 781px\" \/><figcaption>Legenda: Movimentos Sociais de luta pela terra de Alagoas realizam a Jornada de Luta em Defesa da Reforma Agr\u00e1ria, contra a fome e a mis\u00e9ria, em Macei\u00f3, dia 25\/07\/2022. Foto: Gustavo Marinho<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Em 1967, sob as agruras dos Anos de Chumbo da ditadura militar-civil-empresarial no Brasil, diante do terror do autoritarismo pol\u00edtico que exilava, reprimia, torturava e matava os \u201cc\u00e9rebros da sociedade\u201d, Paulo Freire escreve <em>Educa\u00e7\u00e3o como pr\u00e1tica da liberdade<\/em>. Apaixonado pelo potencial transformador do ser humano e indignado com todo e qualquer tipo de opress\u00e3o, Freire advoga que a educa\u00e7\u00e3o precisa ser pr\u00e1tica de liberdade e de liberta\u00e7\u00e3o. Passados cinquenta e cinco anos, a classe trabalhadora e o campesinato continuam sob uma brutal superexplora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, pol\u00edtica e social. A liberdade preconizada pelo sistema do capital \u00e9 palavra vazia, liberdade abstrata. H\u00e1 grades invis\u00edveis por todo lado nos transpassando, inclusive. Controle que beneficia quem est\u00e1 no poder econ\u00f4mico e pol\u00edtico \u00e9 o que n\u00e3o falta. A m\u00e3e terra continua em cativeiro. Os dados do Censo Agropecu\u00e1rio 2006 j\u00e1 demonstravam essa superexplora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica: 1% dos im\u00f3veis rurais com mais de mil hectares ocupando 43% do territ\u00f3rio brasileiro, enquanto 47% dos im\u00f3veis com menos de 10 hectares ocupando apenas 2,7% do territ\u00f3rio. As propriedades do agroneg\u00f3cio, 16% das propriedades, ocupando 76% de \u00e1rea e gerando apenas 26% de m\u00e3o de obra (trabalho), enquanto 84% das pequenas propriedades de at\u00e9 200 hectares da Agricultura Familiar em apenas 24% de \u00e1rea gerando 74% de m\u00e3o de obra (trabalho) e produzindo 70% dos alimentos que chegam \u00e0 mesa do povo brasileiro. Dados que demonstram que a agricultura familiar \u00e9 a que mais produz alimentos e a que mais gera emprego. O agroneg\u00f3cio em monoculturas com tecnologia de ponta gera desempregado. Estes dados mostram concentra\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria reproduzindo injusti\u00e7a agr\u00e1ria. Pior \u00e9 que nas \u00faltimas d\u00e9cadas tem acontecido crescimento da concentra\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria. Por exemplo, conforme o Cadastro do INCRA,entre 2003 a 2010, as pequenas propriedades foram reduzidas de 27% para 23,70%, as m\u00e9dias propriedades, de 21,10% para 19,9%, enquanto as grandes propriedades (latif\u00fandios) cresceram de 51,3% para 55,8%.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa injusti\u00e7a econ\u00f4mica tem sido sustentada e fomentada pelo Estado brasileiro atrav\u00e9s do financiamento ao agroneg\u00f3cio e sufocamento da agricultura familiar camponesa. \u201c<em>Segundo o Censo Agropecu\u00e1rio (2006), a agricultura familiar utiliza apenas 14% do cr\u00e9dito disponibilizado pelos bancos, embora, seja respons\u00e1vel por 70% dos alimentos que v\u00e3o para a mesa do brasileiro, enquanto que o agroneg\u00f3cio utiliza 86% do total desse cr\u00e9dito, e 70\/% do que produzem destinam-se \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o (<\/em><em>commodities<\/em><em>)<\/em>\u201d (LUCAS; VALE, 2014, p. 8).<strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto de brutal desigualdade socioecon\u00f4mica, uma educa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica emancipat\u00f3ria torna-se uma necessidade. Criada por Dermeval Saviani, \u201cno in\u00edcio dos anos de 1980\u201d, a pedagogia hist\u00f3rico-cr\u00edtica (SAVIANI: 2013, p. XV) parte do pressuposto de que \u00e9 vi\u00e1vel, mesmo em uma sociedade capitalista, \u201c<em>uma educa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o seja, necessariamente, reprodutora da situa\u00e7\u00e3o vigente, e sim adequada aos interesses da maioria, aos interesses daquele grande contingente da sociedade brasileira, explorado pela classe dominante<\/em>\u201d (SAVIANI, 1991, p. 94). Entretanto, educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o se d\u00e1 apenas no sentido restrito do que ocorre nas escolas que, em uma sociedade de classes antag\u00f4nicas, pode desvelar \u2013 provocar emancipa\u00e7\u00e3o &#8211; ou encobrir o sentido real \u2013 fetichizar a realidade &#8211; das rela\u00e7\u00f5es sociais capitalistas. Urge compreender o car\u00e1ter amplo da educa\u00e7\u00e3o \u201c<em>entendida como aprendizado pelo qual o ser social incorpora certos conhecimentos que lhe permitem compreender e agir sobre a realidade que o cerca, \u00e9 um ato que marca a pr\u00f3pria materialidade do homem<\/em>\u201d (SANTOS, 2008, p. 39) como uma \u201c<em>dimens\u00e3o inelimin\u00e1vel, indissoci\u00e1vel do ser<\/em>\u201d (SANTOS, 2008, p. 40). Para se reproduzir uma sociedade capitalista renova continuamente todos os meios de produ\u00e7\u00e3o e, com ele, todas as rela\u00e7\u00f5es sociais. \u201c<em>Se o capital precisa subordinar todas as for\u00e7as sociais existentes com o intuito de convert\u00ea-las em elementos propulsores da sociedade regida pela l\u00f3gica da produ\u00e7\u00e3o de mercadorias, emerge como desdobramento necess\u00e1rio que o complexo educativo deve, necessariamente, ser direcionado e potencializado por meio de mecanismos espec\u00edficos e dentro de espa\u00e7os que guardem suas especificidades<\/em>\u201d (SANTOS, 2008, p. 43).<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa engrenagem n\u00e3o h\u00e1 educa\u00e7\u00e3o neutra ou imparcial no capitalismo, pois o sistema educacional formal cumprir\u00e1, salvo exce\u00e7\u00f5es, a miss\u00e3o de disseminar e repassar os conhecimentos que viabilizam a reprodu\u00e7\u00e3o do sistema do capital. Para ser emancipat\u00f3ria a educa\u00e7\u00e3o precisa ser para al\u00e9m do capital, conforme defende Istv\u00e1n M\u00e9sz\u00e1ros (2007) no texto <em>A<\/em> <em>Educa\u00e7\u00e3o para al\u00e9m do capital<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>No livro <em>Pedagogia Hist\u00f3rico-Cr\u00edtica: Primeiras Aproxima\u00e7\u00f5es<\/em>, Dermeval Saviani evidencia uma grande divis\u00e3o: de um lado, as teorias pedag\u00f3gicas cr\u00edticas; de outro lado, as teorias pedag\u00f3gicas n\u00e3o cr\u00edticas. Para ele, uma teoria pedag\u00f3gica \u00e9 cr\u00edtica se \u201c<em>leva em conta os determinantes sociais da educa\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d (SAVIANI, 1991, p. 93); \u00e9 n\u00e3o cr\u00edtica se \u201c<em>acredita [\u2026] ter a educa\u00e7\u00e3o o poder de determinar as rela\u00e7\u00f5es sociais, gozando de uma autonomia plena em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estrutura social<\/em>\u201d (SAVIANI, 1991, p. 93). Saviani enfatiza que \u201c<em>faz-se necess\u00e1rio retomar o discurso cr\u00edtico que se empenha em explicitar as rela\u00e7\u00f5es entre a educa\u00e7\u00e3o e seus condicionamentos sociais, evidenciando a determina\u00e7\u00e3o rec\u00edproca entre a pr\u00e1tica social e a pr\u00e1tica educativa<\/em>\u201d (SAVIANI, 2013, p. XVI). Tendo como guia o conceito de \u201c<em>modo de produ\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d, Saviani, na pedagogia hist\u00f3rico-cr\u00edtica, busca \u201c<em>explicitar como as mudan\u00e7as das formas de produ\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia humana foram gerando historicamente novas formas de educa\u00e7\u00e3o, as quais, por sua vez, exerceram influxo sobre o processo de transforma\u00e7\u00e3o do modo de produ\u00e7\u00e3o correspondente<\/em>\u201d (SAVIANI, 2013, p. 2).<\/p>\n\n\n\n<p>Em 16 de julho de 1969, Theodor Adorno esteve pela \u00faltima vez na R\u00e1dio de Frankfurt e concedeu sua 8\u00aa e \u00faltima confer\u00eancia naquela r\u00e1dio, intitulada \u201cEduca\u00e7\u00e3o e emancipa\u00e7\u00e3o\u201d, que passou a ser o t\u00edtulo do livro que cont\u00e9m as oito confer\u00eancias apresentadas na r\u00e1dio (ADORNO, 1995). Adorno se esfor\u00e7ava teoricamente para fortalecer uma educa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica para a contesta\u00e7\u00e3o e a resist\u00eancia, buscando a constru\u00e7\u00e3o de uma democracia como uma sociedade em processo constante de emancipa\u00e7\u00e3o. \u201c<em>A exig\u00eancia de emancipa\u00e7\u00e3o parece ser evidente numa democracia<\/em>\u201d (ADORNO, 1995, p. 169).<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, \u00e9 fundamental que a educa\u00e7\u00e3o seja trabalhada como instrumento de liberta\u00e7\u00e3o dos seres humanos da condi\u00e7\u00e3o de oprimidos e contribua para sua emancipa\u00e7\u00e3o na sociedade como for\u00e7as transformadoras, cr\u00edticas, politizadas e respons\u00e1veis por todas as pessoas que a integram, com respeito aos seus direitos fundamentais, \u00e0 sua dignidade, construindo o bem comum na nossa \u00fanica Casa Comum, o planeta Terra.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>ADORNO, Theodor Wiesengrund. <strong>Educa\u00e7\u00e3o e emancipa\u00e7\u00e3o<\/strong>. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.<\/p>\n\n\n\n<p>LUCAS, Kelson Serafini; VALE, Ana Rute do. Assentamento Primeiro do Sul: passado de luta, presente de resist\u00eancia e futuro de incertezas, p. 7-22. In: <strong>Geografia Ensino &amp; Pesquisa<\/strong>, v. 18, n.1, jan.\/abr.\/2014. Dispon\u00edvel em <a href=\"file:\/\/\/E:\\GILVANDER\\Downloads\\7417-64941-1-PB%20(2).pdf\">file:\/\/\/C:\/Users\/GILVANDER\/Downloads\/7417-64941-1-PB%20(2).pdf<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>M\u00c9SZ\u00c1ROS, Istv\u00e1n. A educa\u00e7\u00e3o para al\u00e9m do capital. In: M\u00c9SZ\u00c1ROS, Istv\u00e1n. <strong>O desafio e o fardo do tempo hist\u00f3rico: <\/strong>o socialismo do s\u00e9culo XXI. S\u00e3o Paulo: Boitempo, p. 195-223, 2007.<\/p>\n\n\n\n<p>SANTOS, Ariovaldo. Mundializa\u00e7\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o e emancipa\u00e7\u00e3o humana. In: ORSO, Paulino Jos\u00e9; GON\u00c7ALVES, Sebasti\u00e3o Rodrigues; MATTOS, Valci Maria (Orgs.). <strong>Educa\u00e7\u00e3o e lutas de classes<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, p. 39-47, 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>SAVIANI, Dermeval. <strong>Pedagogia Hist\u00f3rico-Cr\u00edtica: primeiras aproxima\u00e7\u00f5es<\/strong>. 11\u00aa edi\u00e7\u00e3o revista. Campinas, SP: Autores Associados, 2013.<\/p>\n\n\n\n<p>_____<strong>Pedagogia Hist\u00f3rico-Cr\u00edtica: primeiras aproxima\u00e7\u00f5es<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Cortez Editora e Editora Autores Associados, 1991.<\/p>\n\n\n\n<p>20\/12\/2022<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: As videorreportagens nos links, abaixo, versam sobre o assunto tratado, acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 &#8211; Frei Carlos Mesters: CF\/22 -Fraternidade e Educa\u00e7\u00e3o. \u201cFala com sabedoria, ensina com amor\u201d(Pr 31,26)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_99967\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/N_wRFXst35M?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>2 &#8211; \u201cArborizemos nosso ambiente! Educa\u00e7\u00e3o ambiental e pr\u00e1xis ecol\u00f3gica\u201d (Rosimeire Maria, de Arinos, MG)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_96678\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/CXaN3j6PuCY?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3 &#8211; Frei Gilvander no Ato Interreligioso da Educa\u00e7\u00e3o. Educa\u00e7\u00e3o que liberta. Sindute-MG, BH\/MG &#8211; V\u00eddeo 2<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_34079\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Z4LYEHKx9eY?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>4 &#8211; Ato Interreligioso da Educa\u00e7\u00e3o: Valoriza\u00e7\u00e3o e Educa\u00e7\u00e3o que liberta e humaniza. Sindute-MG, BH<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_42198\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/tGW2kI3kpCM?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>5 &#8211; Frei Gilvander X Seguran\u00e7as da Vale S\/A e Educa\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena Xukuru-Kariri, em Brumadinho\/MG. V\u00eddeo 7<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_99272\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/UQVHnJ9B0CA?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>6 &#8211; P.A Terra Prometida do MST em Felisburgo\/MG produz alimentos saud\u00e1veis e Educa\u00e7\u00e3o do Campo. V\u00eddeo 3<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_36811\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dNgXp9d1TDk?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>7 &#8211; Frei Gilvander apoia greve dos trabalhadores e trabalhadoras em Educa\u00e7\u00e3o de Betim, MG 12 2 2020<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_99779\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/EBkXJRFdwt0?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP\/SP; mestre em Exegese B\u00edblica pelo Pontif\u00edcio Instituto B\u00edblico, em Roma, It\u00e1lia; agente e assessor da CPT\/MG, assessor do CEBI e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de Teologia b\u00edblica no SAB (Servi\u00e7o de Anima\u00e7\u00e3o B\u00edblica), em Belo Horizonte, MG; colunista dos sites <a href=\"http:\/\/www.domtotal.com\">www.domtotal.com<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.brasildefatomg.com.br\">www.brasildefatomg.com.br<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.revistaconsciencia.com\">www.revistaconsciencia.com<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.racismoambiental.net.br\">www.racismoambiental.net.br<\/a> e outros. E-mail:&nbsp;<a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;Facebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Educa\u00e7\u00e3o para pr\u00e1tica de liberta\u00e7\u00e3o. Por frei Gilvander Moreira[1] Em 1967, sob as agruras dos Anos de Chumbo da ditadura militar-civil-empresarial no Brasil, diante do terror do autoritarismo pol\u00edtico que exilava, reprimia, torturava e matava<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11641,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,40,46,44,38,49,48,39,35,27,28,25,56,29,43,18],"tags":[],"class_list":["post-11640","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-direito-a-cidade","category-direito-a-cultura-popular","category-direito-a-memoria","category-direito-a-saude","category-direito-a-terra","category-direitos-das-mulheres","category-direitos-dos-povos-indigenas","category-direitos-dos-quilombolas","category-direitos-humanos","category-luta-pela-moradia","category-luta-pela-terra-e-reforma-agraria","category-meio-ambiente","category-movimentos-sociais-populares","category-pedagogia-emancipatoria","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11640","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11640"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11640\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11643,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11640\/revisions\/11643"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11641"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11640"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11640"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11640"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}