{"id":13562,"date":"2024-09-15T21:42:24","date_gmt":"2024-09-16T00:42:24","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=13562"},"modified":"2024-09-23T10:24:09","modified_gmt":"2024-09-23T13:24:09","slug":"carta-aberta-de-repudio-ao-decreto-no-48-893-2024-e-em-defesa-dos-direitos-dos-povos-e-comunidades-tradicionais-do-estado-de-minas-gerais","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/carta-aberta-de-repudio-ao-decreto-no-48-893-2024-e-em-defesa-dos-direitos-dos-povos-e-comunidades-tradicionais-do-estado-de-minas-gerais\/","title":{"rendered":"CARTA ABERTA DE REP\u00daDIO AO DECRETO N\u00ba 48.893\/2024 E EM DEFESA DOS DIREITOS DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DO ESTADO DE MINAS GERAIS"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>CARTA ABERTA DE REP\u00daDIO AO DECRETO N\u00ba 48.893\/2024, DO ZEMA, E EM DEFESA DOS DIREITOS DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DO ESTADO DE MINAS GERAIS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/caa.nm_1726446911571-1024x576.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-13563\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/caa.nm_1726446911571-1024x576.jpeg 1024w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/caa.nm_1726446911571-300x169.jpeg 300w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/caa.nm_1726446911571-768x432.jpeg 768w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/caa.nm_1726446911571.jpeg 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>VII Col\u00f3quio Internacional Povos e Comunidades Tradicionais na Comunidade Quilombola da Lapinha, em Matias Cardoso, no norte de MG. Foto reprodu\u00e7\u00e3o CAA.NM<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Belo Horizonte, 15 de setembro de 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>Em meio \u00e0 seca hist\u00f3rica e \u00e0s fuma\u00e7as que cobrem os c\u00e9us do Brasil, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, em mais um ato perverso de ataque aos direitos dos Povos e Comunidades Tradicionais e da Natureza, publicou, no dia 11 de setembro de 2024, o Decreto n\u00ba 48.893\/2024, que viola o direito dos Povos e Comunidades Tradicionais \u00e0 Consulta Livre, Pr\u00e9via, Informada e de Boa-f\u00e9, e, favorece o avan\u00e7o dos grandes projetos do capital que causam morte e devasta\u00e7\u00e3o nos territ\u00f3rios tradicionais e compromete as condi\u00e7\u00f5es de vida de toda a sociedade e da biodiversidade. <strong>O Decreto em si j\u00e1 \u00e9 uma aberra\u00e7\u00e3o jur\u00eddica<\/strong>, uma vez que a Conven\u00e7\u00e3o 169 da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT) n\u00e3o precisa de regulamenta\u00e7\u00e3o para ser plenamente aplicada. Um Decreto semelhante a este editado pelo Governador do Par\u00e1 j\u00e1 foi anulado. Desde 2003, quando entrou em vigor no Brasil o Tratado Internacional da Conven\u00e7\u00e3o 169 da OIT, suas disposi\u00e7\u00f5es s\u00e3o obrigat\u00f3rias e nenhum \u00f3rg\u00e3o governamental pode descumpri-la ou limitar os direitos nela abarcados. Al\u00e9m disso, n\u00e3o houve nenhuma participa\u00e7\u00e3o ou consulta \u00e0s Comunidades, violando o artigo 6\u00b0 da mencionada Conven\u00e7\u00e3o. O teor deste decreto \u00e9 praticamente o mesmo da Resolu\u00e7\u00e3o Conjunta SEDESE\/SEMAD N\u00ba 1, de 4 de abril de 2022, que foi revogada, ap\u00f3s muita press\u00e3o dos Movimentos Sociais, Povos e Comunidades Tradicionais. Este Decreto eivado de ilegalidades e de inconstitucionalidades busca amorda\u00e7ar e aniquilar os direitos dos Povos e Comunidades Tradicionais protegidos pela Conven\u00e7\u00e3o 169 da OIT.<\/p>\n\n\n\n<p>Destacamos outros pontos cr\u00edticos e inaceit\u00e1veis do Decreto:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" type=\"1\"><li>Limita o direito \u00e0 Consulta Pr\u00e9via somente aos Povos Ind\u00edgenas, Comunidades Quilombolas e Comunidades e Povos Tradicionais certificadas, pela Funda\u00e7\u00e3o Nacional dos Povos Ind\u00edgenas (FUNAI), Funda\u00e7\u00e3o Cultural Palmares ou pela Comiss\u00e3o Estadual para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel dos Povos e Comunidades Tradicionais de MG. De forma similar, cria nova defini\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios tradicionais condicionada \u00e0 sua efetiva titula\u00e7\u00e3o e reconhecimento pelo Estado, violando mais uma vez o direito \u00e0 autodetermina\u00e7\u00e3o dos Povos e Comunidades Tradicionais.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Nega o direito de Consulta \u00e0s Comunidades e Povos Tradicionais, cujos Territ\u00f3rios estejam localizados em \u00e1reas urbanas consolidadas. Isso afeta diretamente centenas de comunidades localizadas em zonas urbanas, como Povos de Terreiro, Ind\u00edgenas em situa\u00e7\u00e3o urbana, Acampamentos Ciganos e Comunidades Carroceiras. Particularmente, esse aspecto do Decreto favorece o avan\u00e7o do licenciamento do Rodoanel (o famigerado Rodomin\u00e9rio!) na Regi\u00e3o Metropolitana de Belo Horizonte, afetando imediatamente o direito e os territ\u00f3rios de centenas de comunidades.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Transfere \u00e0s empresas a responsabilidade de realiza\u00e7\u00e3o da Consulta, no caso de projetos da iniciativa privada. Al\u00e9m de ser uma grave viola\u00e7\u00e3o ao que determina a Conven\u00e7\u00e3o 169, isto poder\u00e1 aumentar ainda mais a viol\u00eancia e ass\u00e9dio das empresas sobre os territ\u00f3rios.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>O Decreto tamb\u00e9m condiciona a exig\u00eancia da realiza\u00e7\u00e3o de Consulta \u00e0s situa\u00e7\u00f5es em que os territ\u00f3rios estejam no m\u00e1ximo a 3 Km de dist\u00e2ncia dos empreendimentos, ignorando os impactos sist\u00eamicos e difusos dos empreendimentos, seja pela circula\u00e7\u00e3o e fluxos do ar, das \u00e1guas e das esp\u00e9cies nos territ\u00f3rios.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>N\u00e3o se pode ignorar a rela\u00e7\u00e3o do Decreto com o contexto atual da pol\u00edtica do Governo Zema, no qual o Governo apoia o avan\u00e7o da minera\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria, que tem por alvo, em grande medida, explorar \u00e1reas de Territ\u00f3rios Tradicionais, em diversas regi\u00f5es do estado. Este Decreto \u00e9 para \u201cpassar a boiada\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante de tantas viola\u00e7\u00f5es, reafirmamos nosso compromisso em garantir que os Povos e Comunidades Tradicionais tenham acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e possam participar ativamente dos processos que impactam seus modos de vida e <strong>exigimos a imediata revoga\u00e7\u00e3o do Decreto N\u00ba 48.893\/2024<\/strong>, garantindo de forma plena o Direito das Comunidades e Povos Tradicionais \u00e0 sua autodetermina\u00e7\u00e3o. Neste momento, em que a \u201cterra geme em dores de parto\u201d (Cf. Rm 8,22), \u00e9 urgente avan\u00e7armos nas lutas concretas nos territ\u00f3rios, em defesa dos Povos e Comunidades Tradicionais e de todos os seres vivos que formam a comunidade que nutre nossa m\u00e3e Terra. Portanto, \u00e9 absurdo um Decreto como este em tempos de Emerg\u00eancia Clim\u00e1tica. As sirenes dos eventos extremos est\u00e3o gritando de forma estridente. <strong>Revoga\u00e7\u00e3o e Anula\u00e7\u00e3o do Decreto 48.893\/2024, J\u00c1!<\/strong> Apelamos a todas as autoridades compromisso com a derrubada deste brutal Decreto.<\/p>\n\n\n\n<p>Assinam esta carta:<\/p>\n\n\n\n<p>1.Comiss\u00e3o Pastoral da Terra &#8211; Minas Gerais (CPT\/MG)<\/p>\n\n\n\n<p>2.Conselho Pastoral dos Pescadores &#8211; Minas Gerais (CPP\/MG)<\/p>\n\n\n\n<p>3.Pastoral da Juventude Rural &#8211; Minas Gerais (PJR)<\/p>\n\n\n\n<p>4.Conselho Indigenista Mission\u00e1rio &#8211; Regional Leste (CIMI)<\/p>\n\n\n\n<p>5.C\u00e1ritas Brasileira \u2013Regional Minas Gerais<\/p>\n\n\n\n<p>6.Rede Igrejas e Minera\u00e7\u00e3o &#8211; Minas Gerais<\/p>\n\n\n\n<p>7.Centro de Documenta\u00e7\u00e3o Eloy Ferreira da Silva (CEDEFES)<\/p>\n\n\n\n<p>8.Irm\u00e3s Franciscanas Mission\u00e1rias Diocesanas da Encarna\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>9.A\u00e7\u00e3o Franciscana de Ecologia e Solidariedade (AFES)<\/p>\n\n\n\n<p>10.Servi\u00e7o Interfranciscano de Justi\u00e7a, Paz e Ecologia (SINFRAJUPE)<\/p>\n\n\n\n<p>11.Sociedade Brasileira de Etnobiologia eEtnoecologia<\/p>\n\n\n\n<p>12.Grupo de Pesquisa de Educa\u00e7\u00e3o Popular PluriEtnoDecolonial-UNIMONTES<\/p>\n\n\n\n<p>13.N\u00facleo de Estudos e Pesquisas Regionais e Agr\u00e1rios &#8211; UNIMONTES<\/p>\n\n\n\n<p>14.Observat\u00f3rio dos Vales e do Semi\u00e1rido Mineiro &#8211; UFVJM<\/p>\n\n\n\n<p>15.Observat\u00f3rio Fundi\u00e1rio do Vale do Jequitinhonha &#8211; UEMG Diamantina<\/p>\n\n\n\n<p>16.Kaipora-Laborat\u00f3rio de Estudos Bioculturais &#8211; UEMG Ibirit\u00e9<\/p>\n\n\n\n<p>17.Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Campo (MTC)<\/p>\n\n\n\n<p>18.Movimento pela Soberania Popular na Minera\u00e7\u00e3o (MAM)<\/p>\n\n\n\n<p>19.Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST\/MG)<\/p>\n\n\n\n<p>20.Movimento de Ressurg\u00eancia Pur\u00ed-MRP Serra dos Pur\u00ed<\/p>\n\n\n\n<p>21.Povos e Comunidades Tradicionais de Religi\u00e3o Ancestral de Matriz Africana (PCTRAMA)<\/p>\n\n\n\n<p>22.Associa\u00e7\u00e3o Nacional de A\u00e7\u00e3o Indigenista (ANAI)<\/p>\n\n\n\n<p>23.Terra de Direitos<\/p>\n\n\n\n<p>24.\u201cEscola\u201d de Direito Agrariambientale da Jusdiversidade\u2013Montes Claros<\/p>\n\n\n\n<p>25.Legi\u00e3o de Assist\u00eancia Recuperadora -LAR<\/p>\n\n\n\n<p>26.Setor Ambiental do vicariato Episcopal para a\u00e7\u00e3o social, pol\u00edtica e ambiental da Arquidiocese de Belo Horizonte \u2013 VEASPAM<\/p>\n\n\n\n<p>27. Saberes do Territ\u00f3rio, organiza\u00e7\u00e3o da sociedade civil para salvaguarda da sociobiodiversidade na regi\u00e3o dos Inconfidentes .<\/p>\n\n\n\n<p>28.&nbsp;FONSANPOTMA (F\u00f3rum de Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana)<\/p>\n\n\n\n<p>29.<strong>&nbsp;<\/strong>Articula\u00e7\u00e3o dos Povos e Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas do Nordeste, Minas Gerais e Esp\u00edrito Santo &#8211; APOINME&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>30. Coletivo de Implanta\u00e7\u00e3o do Campus Quilombo Minas Novas do Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia do Norte de Minas Gerais &#8211; IFNMG<\/p>\n\n\n\n<p>31. Coletivo Margarida Alves de Assessoria Popular<\/p>\n\n\n\n<p>32. Frente Mineira de Luta das Atingidas e dos Atingidos pela Minera\u00e7\u00e3o \u2013 FLAMa MG<\/p>\n\n\n\n<p>33. Jornal A Sirene<\/p>\n\n\n\n<p>34. Coletivo dos Povos e Comunidades tradicionais Atingidas pelo rodoanel<\/p>\n\n\n\n<p>35. N\u00facleo de estudos afro-brasileiros e ind\u00edgenas do IFNMG-Campus Salinas<\/p>\n\n\n\n<p>36. Observat\u00f3rio de Protocolos Comunit\u00e1rios de Consulta e Consentimento Pr\u00e9vio, Livre e Informado (OPCPLI)<\/p>\n\n\n\n<p>37. Observat\u00f3rio da Universidade Federal de Itajub\u00e1 &#8211; Campus Itabira-MG<br>38. Observat\u00f3rio de Conflitos e Conflu\u00eancias Rurais do Rio Doce (OCDOCE)<\/p>\n\n\n\n<p>39. Projeto de Assessoria a Comunidades Atingidas por Barragens e Minera\u00e7\u00e3o (PACAB) \u2013 UFV<\/p>\n\n\n\n<p>40. Federa\u00e7\u00e3o Quilombola do estado de Minas Gerais N\u2019Golo<\/p>\n\n\n\n<p>41. Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas (CAA)<\/p>\n\n\n\n<p>42. Grupo Entre Folhas-Plantas Medicinais da Universidade Federal de Vi\u00e7osa<\/p>\n\n\n\n<p>43. N\u00facleo de Educa\u00e7\u00e3o do Campo e Agroecologia, sede em Vi\u00e7osa\/MG<\/p>\n\n\n\n<p>44. Rede de Interc\u00e2mbio de Tecnologias Alternativas<\/p>\n\n\n\n<p>45. Articula\u00e7\u00e3o Mineira de Agroecologia<\/p>\n\n\n\n<p>46. Articula\u00e7\u00e3o Pacari de Raizeiras do Cerrado\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p> 47. N\u00facleo de Estudos Sobre o Trabalho Humano da UFMG (NESTH)<\/p>\n\n\n\n<p>48. <strong>Obs<\/strong>.: Outras \u201corganiza\u00e7\u00f5es, entidades e Movimentos Sociais que quiserem assinar esta Carta Aberta de Rep\u00fadio, favor enviar nome e e-mail para frei Gilvander \u2013 <a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm<\/a>@gmail.com <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: Abaixo, a <strong>Carta Aberta<\/strong> de rep\u00fadio e Defesa dos Povos e Comunidades Tradicionais, que exige ANULA\u00c7\u00c3O E CANCELAMENTO. Segue em pdf. <\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden class=\"wp-block-file__embed\" data=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/CARTA-DE-REPUDIO-AO-DECRETO-No-48.893-24-do-Zema-que-aniquila-a-Consulta-Previa-15-09-24-3.pdf\" type=\"application\/pdf\" style=\"width:100%;height:600px\" aria-label=\"Incorporado de Incorporado de CARTA-DE-REPUDIO-AO-DECRETO-No-48.893-24-do-Zema-que-aniquila-a-Consulta-Previa-15-09-24-3..\"><\/object><a id=\"wp-block-file--media-bd595d1d-ed72-4aef-a7ad-f746ac28867e\" href=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/CARTA-DE-REPUDIO-AO-DECRETO-No-48.893-24-do-Zema-que-aniquila-a-Consulta-Previa-15-09-24-3.pdf\">CARTA-DE-REPUDIO-AO-DECRETO-No-48.893-24-do-Zema-que-aniquila-a-Consulta-Previa-15-09-24-3<\/a><a href=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/CARTA-DE-REPUDIO-AO-DECRETO-No-48.893-24-do-Zema-que-aniquila-a-Consulta-Previa-15-09-24-3.pdf\" class=\"wp-block-file__button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-bd595d1d-ed72-4aef-a7ad-f746ac28867e\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CARTA ABERTA DE REP\u00daDIO AO DECRETO N\u00ba 48.893\/2024, DO ZEMA, E EM DEFESA DOS DIREITOS DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DO ESTADO DE MINAS GERAIS Belo Horizonte, 15 de setembro de 2024. 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