{"id":147,"date":"2012-02-07T20:31:53","date_gmt":"2012-02-07T22:31:53","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=147"},"modified":"2012-02-07T20:31:53","modified_gmt":"2012-02-07T22:31:53","slug":"o-pt-e-os-movimentos-sociais-em-minas-gerais","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/o-pt-e-os-movimentos-sociais-em-minas-gerais\/","title":{"rendered":"O PT e os movimentos sociais em Minas Gerais"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-size: small;\">Entrevista de frei Gilvander Moreira ao Jornal Brasil de Fato, n. 465, de 26\/01 a 01\/02\/2012, p. 11, sob o t\u00edtulo \u201c<strong>O PT de Minas Gerais cresceu quando lan\u00e7ou candidatura pr\u00f3pria<\/strong>.\u201d   <!--more-->  Essa entrevista est\u00e1 disponibilizada no site do Jornal no endere\u00e7o <a href=\"http:\/\/www.brasildefato.com.br\/node\/8757\">http:\/\/www.brasildefato.com.br\/node\/8757<\/a><\/span><\/em><\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Frei Gilvander analisa conjuntura no estado governado por A\u00e9cio Neves e critica acordo com o PSDB.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entrevista feita pela jornalista\u00a0<em>Joana Tavares<\/em>, <em>de Belo Horizonte (MG).<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Joana Tavares: <\/strong>Minas Gerais viveu uma experi\u00eancia que pode ser considerada piloto na conjuntura nacional: o PT, depois de 16 anos no governo da capital, desistiu de candidatura pr\u00f3pria para a prefeitura e fez um acordo com o PSDB para eleger M\u00e1rcio Lacerda, do PSB.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo frei Gilvander Moreira, assessor das CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), da CPT (Comiss\u00e3o Pastoral da Terra) e parceiro antigo dos movimentos sociais camponeses e urbanos, Lacerda \u201cest\u00e1 PSB, mas \u00e9 PSDB em seu DNA\u201d. Ou seja, segue a mesma cartilha tucana: pol\u00edtica de metas, privatiza\u00e7\u00f5es, trucul\u00eancia com o povo e com as demandas sociais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Est\u00e1 em curso na capital mineira um movimento que pede a sa\u00edda do prefeito e pressiona para que o PT retome seus princ\u00edpios e tenha uma candidatura pr\u00f3pria nas elei\u00e7\u00f5es deste ano. O estado sofre ainda com o governo tucano no poder h\u00e1 nove anos, per\u00edodo em que n\u00e3o foram retomadas as terras devolutas para a reforma agr\u00e1ria, nem constru\u00eddas casas populares na regi\u00e3o metropolitana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas frei Gilvander v\u00ea como positivo o esfor\u00e7o de unidade entre muitas for\u00e7as populares, que oxigenaram diferentes lutas e resist\u00eancias em 2011 e sinalizam para outras em 2012. Confira a entrevista a seguir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Brasil de Fato \u2013 Como foi o contexto da luta no campo no estado de Minas Gerais em 2011?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Frei Gilvander \u2013<\/strong><strong> <\/strong>Por um lado, olhando pela perspectiva do capital, notamos que infelizmente continua um avan\u00e7o do projeto do agroneg\u00f3cio. As terras devolutas \u2013 estima-se que um ter\u00e7o do estado, entre 11 e 18 milh\u00f5es de hectares, sejam devolutas \u2013 n\u00e3o foram resgatadas para fazer a reforma agr\u00e1ria, como prescreve a Constitui\u00e7\u00e3o mineira. Vemos tamb\u00e9m o agravamento do encurralamento das comunidades tradicionais. Para citar um exemplo concreto, temos o projeto Ja\u00edba. O Banco Mundial, para viabilizar a renova\u00e7\u00e3o de financiamentos, passou a exigir uma contrapartida ambiental. O governo de Minas est\u00e1 implementando muitos parques estaduais para poder continuar acessando os financiamentos internacionais. E esses parques est\u00e3o sendo colocados onde est\u00e3o as comunidades tradicionais, como os quilombolas, os vazanteiros. Isso est\u00e1 afetando muito o povo. Presenciamos ainda o avan\u00e7o da minera\u00e7\u00e3o. A China, com sua vol\u00fapia tremenda por produtos prim\u00e1rios, faz com que o processo de minera\u00e7\u00e3o se quintuplique. Isso est\u00e1 aumentando a devasta\u00e7\u00e3o socioambiental em Minas.  Ainda mais agora com a descoberta do novo Eldorado da minera\u00e7\u00e3o, no norte do estado, com jazidas de min\u00e9rio muito maiores que no quadril\u00e1tero ferr\u00edfero. A Vale, por exemplo, est\u00e1 usando fazendeiros para comprar terras na regi\u00e3o. Isso vai continuar aumentando o encurralamento e a press\u00e3o em cima das comunidades tradicionais. Ainda sob a perspectiva do capital, vemos o avan\u00e7o da monocultura do eucalipto e da cana, que hoje n\u00e3o est\u00e1 s\u00f3 no Tri\u00e2ngulo, mas no sul, no noroeste, no norte. Isso est\u00e1 gerando a maior devasta\u00e7\u00e3o ambiental da hist\u00f3ria do estado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Brasil de Fato \u2013 E sob a perspectiva dos movimentos sociais?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Frei Gilvander:<\/strong> Olhando da perspectiva dos movimentos camponeses, da Via Campesina, 2011 foi bastante esperan\u00e7oso. Tivemos algumas conquistas importantes. Depois de 13 anos de luta, os quilombolas do Brejo dos Crioulos conquistaram um decreto da presidenta Dilma titulando 17 mil hectares de terra. Ainda precisam desentranhar seis grandes fazendeiros que est\u00e3o l\u00e1 grilando as terras. O MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra], refor\u00e7ado por uma unidade bastante ampla de movimentos sociais do campo e da cidade, j\u00e1 no apagar das luzes do ano, no dia 26 de dezembro, teve a conquista da desapropria\u00e7\u00e3o de cinco grandes fazendas e conseguiu amarrar um conv\u00eanio do governo federal \u2013 com 10% de participa\u00e7\u00e3o do governo estadual, que vai entrar com R$ 4 milh\u00f5es \u2013 para comprar outras quatro grandes fazendas. S\u00e3o fazendas emblem\u00e1ticas: a ex-usina Ariadin\u00f3polis em Campo do Meio, de seis mil hectares; a fazenda Fortaleza de Santana, a 23 km de Juiz de Fora, da fam\u00edlia mais tradicional da regi\u00e3o, de 4.400 hectares; a fazenda Correntes, em Jequita\u00ed, que tem mais de 10 mil hectares; e outra em  Frei Inoc\u00eancio. Tamb\u00e9m no final do ano, conseguimos derrubar o famigerado juiz da Vara Agr\u00e1ria, que a estava transformando numa Vara Latifundi\u00e1ria. Em uma \u00fanica tarde, ele assinou mais de vinte liminares de reintegra\u00e7\u00e3o de posse, sem ouvir as fam\u00edlias. Agora o Judici\u00e1rio se tocou um pouco e trocou de juiz, que j\u00e1 anunciou que sua regra ser\u00e1 fazer sempre audi\u00eancias nas ocupa\u00e7\u00f5es, nos acampamentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Brasil de Fato \u2013 Essas fazendas foram desapropriadas pelo governo federal? O que o governo estadual fez pela reforma agr\u00e1ria no per\u00edodo?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Frei Gilvander:<\/strong> Quase nada. O que obtivemos de conquista foram esses R$ 4 milh\u00f5es de participa\u00e7\u00e3o no conv\u00eanio com o governo federal. No 3\u00ba encontro dos movimentos sociais [realizado de 30 de abril a 2 de maio de 2011], pela primeira vez na hist\u00f3ria o governo do PSDB recebeu a coordena\u00e7\u00e3o estadual do MST. Naquele encontro, prometeu cerca de R$ 2,6 milh\u00f5es para comprar tratores, patrolas e m\u00e1quinas, para que a Ruralminas [funda\u00e7\u00e3o ligada \u00e0 Secretaria de Estado da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento] pudesse arrumar as estradas de assentamentos, que est\u00e3o jogadas \u00e0s tra\u00e7as. Tamb\u00e9m baixou decretos transformando as \u00e1reas de assentamento em \u00e1reas de interesse social, o que ajuda a driblar a montanha de burocracias para fazer projetos de desenvolvimento. S\u00f3 nessas \u00e1reas houve algumas conquistas em rela\u00e7\u00e3o ao governo estadual. Percebemos, no entanto, que todas as conquistas s\u00e3o resultado de tr\u00eas fatores. O primeiro deles \u00e9 a persist\u00eancia na luta e a n\u00e3o desist\u00eancia de ficar na terra. Outro fator foi a costura de uma unidade bem ampla entre os movimentos do campo e da cidade. Uma express\u00e3o muito forte dessa unidade foi a greve dos professores, que durou 112 dias [entre 8 de junho e 27 de setembro]. Se eles tivessem ficado isolados, sem apoio dos movimentos e outros sindicatos, teriam sido asfixiados no meio da mobiliza\u00e7\u00e3o. O terceiro \u00e9 a combina\u00e7\u00e3o das lutas espec\u00edficas com uma pauta comum, unit\u00e1ria dos v\u00e1rios movimentos. A unidade tamb\u00e9m \u00e9 importante para as lutas na cidade, nas lutas salariais e nas ocupa\u00e7\u00f5es urbanas. A comunidade Dandara completa tr\u00eas anos em abril e j\u00e1 conseguimos v\u00e1rias vezes afastar o fantasma do despejo; a ocupa\u00e7\u00e3o Camilo Torres j\u00e1 est\u00e1 no quarto ano e a Irm\u00e3 Dorothy no segundo. Nas duas tamb\u00e9m conquistamos o recolhimento do mandato de despejo. Essa resist\u00eancia tamb\u00e9m oxigenou as outras lutas, e s\u00e3o tamb\u00e9m conquistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Brasil de Fato \u2013 Como os movimentos avaliam a parceria PT-PSDB no estado, com o apoio dos partidos para eleger o prefeito M\u00e1rcio Lacerda (PSB) na capital?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Frei Gilvander:<\/strong> Em 2011 ficou mais claro ainda, para parte dos petistas que acreditavam nessa alian\u00e7a, que estamos sendo governados pelo PSDB. O M\u00e1rcio Lacerda est\u00e1 PSB, mas \u00e9 PSDB no DNA. Estamos tendo a experi\u00eancia tucana tanto a n\u00edvel estadual como na prefeitura da capital. Ficou clara a grande mentira, a farsa que foi a propaganda do tal \u201cchoque de gest\u00e3o\u201d, de que o estado teria conseguido equilibrar as contas. O governo, no final do ano, teve que admitir que est\u00e1 quebrado. Em termos de investimentos sociais, o governo dos tucanos est\u00e1 uma porcaria. Em Minas Gerais, o d\u00e9ficit habitacional \u00e9 de mais de 1 milh\u00e3o de moradias. Nos \u00faltimos nove anos, o governo PSDB conseguiu fazer apenas 28 mil casas populares, todas no interior de Minas; na regi\u00e3o metropolitana, nenhuma. O prefeito M\u00e1rcio Lacerda n\u00e3o construiu nenhuma casa no programa \u201cMinha Casa, Minha Vida\u201d para fam\u00edlias de zero a tr\u00eas sal\u00e1rios m\u00ednimos. Temos no estado uma profunda opress\u00e3o de classe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O PSDB faz uma op\u00e7\u00e3o pelas empresas, pelos mais ricos, contra os pobres. Os projetos sociais que existem s\u00e3o apenas projetos-piloto, para montar fachadas. Est\u00e1 muito claro para o povo de Minas Gerais que o estilo tucano de governar \u00e9 colocar o Estado a reboque dos interesses do capital. Est\u00e1 crescendo o sentimento e a perspectiva de que as for\u00e7as populares t\u00eam que se unir. Neste ano de elei\u00e7\u00f5es municipais, temos que pressionar para que grande parte do PT retome seus princ\u00edpios origin\u00e1rios. Sabemos que o partido cresceu quando lan\u00e7ou candidatura pr\u00f3pria, mas quando assumiu postura de subservi\u00eancia e aceitou ser vice, foi decaindo cada vez mais. Os dois estados mais penalizados pela alian\u00e7a nacional que levou Lula e Dilma l\u00e1 s\u00e3o Minas Gerais e Maranh\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 aceit\u00e1vel press\u00e3o nem de Lula, nem de Dilma, nem do PT nacional, para que o PT de Minas continue tendo uma postura subserviente aos interesses dos tucanos no estado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Brasil de Fato \u2013 O que \u00e9 o Movimento Fora Lacerda?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Frei Gilvander:<\/strong> O prefeito est\u00e1 PSB, mas \u00e9 PSDB. Faz pol\u00edtica de metas, trata a cidade como se fosse uma empresa, n\u00e3o v\u00ea as pessoas, tripudia em cima dos pobres, n\u00e3o respeita os movimentos populares, desrespeita o funcionalismo p\u00fablico. Ele j\u00e1 disse que n\u00e3o acaba com a Coordenadoria dos Direitos Humanos porque teria que pagar um \u00f4nus pol\u00edtico. \u00c9 truculento no trato, segue o esquema da tecnocracia. Est\u00e1 tocando privatiza\u00e7\u00f5es na sa\u00fade e na educa\u00e7\u00e3o, privatizando as pra\u00e7as, abra\u00e7ou 100% os interesses do capital ao \u201cajeitar\u201d a cidade para a Copa do Mundo, para fazer mais de 40 hot\u00e9is de luxo e desalojar quatro mil fam\u00edlias. O povo quer e clama um resgate da forma de governar da \u00e9poca do Patrus Ananias, um governo democr\u00e1tico. O caminho para isso \u00e9 apoiar e tentar refor\u00e7ar a tese da candidatura pr\u00f3pria do PT para a prefeitura de Belo Horizonte na elei\u00e7\u00e3o de 2012. Acreditamos que a postura do partido na capital influencia muito nos PTs municipais no estado inteiro. Mesmo que perca a elei\u00e7\u00e3o em 2012, em 2014 ter\u00e1 mais idoneidade, mais respeitabilidade, por retomar seus princ\u00edpios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Brasil de Fato \u2013 O que o estado de Minas pode deixar de alerta para o Brasil em rela\u00e7\u00e3o ao governo de A\u00e9cio Neves, que demonstra interesse em se candidatar \u00e0 presid\u00eancia em 2014?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Frei Gilvander:<\/strong> A\u00e9cio Neves \u00e9 uma grande farsa. \u00c9 um bal\u00e3o, que voa, mas se for espetado com uma agulha, esvazia num minuto. Ele j\u00e1 foi desmascarado v\u00e1rias vezes. O choque de gest\u00e3o foi uma mentira dele. Essa cartilha do jeito de governar por metas, absolutizando o crescimento econ\u00f4mico das empresas e deixando em terceira ou quarta categoria as quest\u00f5es sociais, \u00e9 dram\u00e1tica. O carro-chefe da economia do estado \u00e9 a minera\u00e7\u00e3o. O que o governo estadual recebe de impostos da minera\u00e7\u00e3o? Migalhas de migalhas. A\u00e9cio Neves tem boa fama fora de Minas porque n\u00e3o \u00e9 conhecido. Quem o conhece de perto, n\u00e3o vota nele, porque sabe que ele representa um projeto que beneficia os grandes empres\u00e1rios e n\u00e3o o povo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entrevista de frei Gilvander Moreira ao Jornal Brasil de Fato, n. 465, de 26\/01 a 01\/02\/2012, p. 11, sob o t\u00edtulo \u201cO PT de Minas Gerais cresceu quando lan\u00e7ou candidatura pr\u00f3pria.\u201d<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-147","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/147","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=147"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/147\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=147"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=147"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=147"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}