{"id":14915,"date":"2025-12-13T10:29:18","date_gmt":"2025-12-13T13:29:18","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=14915"},"modified":"2025-12-13T10:29:23","modified_gmt":"2025-12-13T13:29:23","slug":"o-poder-revolucionario-do-cuidado-amoroso-mt-112-11-por-marcelo-barros","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/o-poder-revolucionario-do-cuidado-amoroso-mt-112-11-por-marcelo-barros\/","title":{"rendered":"O PODER REVOLUCION\u00c1RIO DO CUIDADO AMOROSO (Mt 11,2-11) \u2013 Por Marcelo Barros"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>O PODER REVOLUCION\u00c1RIO DO CUIDADO AMOROSO<\/strong> (<strong>Mt 11,2-11) \u2013 Por Marcelo Barros<\/strong><\/p>\n\n\n\n\n\n<p>Com o 3\u00ba domingo do Avento, chegamos \u00e0 segunda parte do Advento.&nbsp; Enquanto nas duas primeiras semanas, os textos lit\u00fargicos nos convidavam mais expressamente \u00e0 expectativa do reino divino, nessa segunda parte, que iniciamos hoje, somos convidados\/as a preparar com mais intensidade a pr\u00f3pria festa do Natal, para que a mem\u00f3ria do nascimento de Jesus nos torne de fato humanos e fraternos, para vivermos um novo nascimento em n\u00f3s. Por causa dessa proximidade do Natal, na tradi\u00e7\u00e3o lit\u00fargica, esse \u00e9 chamado o Domingo da Alegria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Neste domingo, as comunidades leem o come\u00e7o da terceira parte do evangelho de Mateus (Mt 11, 1- 12). Depois de ter enviado os disc\u00edpulos em miss\u00e3o (Mt 10), no primeiro verso de Mt 11, o pr\u00f3prio Jesus parte pelas aldeias e cidades da Galileia. Come\u00e7a a fazer ele mesmo o que tinha proposto aos disc\u00edpulos e disc\u00edpulas. Assim, ele mostra, na pr\u00e1tica, o que significa cumprir a miss\u00e3o e enfrentar os conflitos que a acompanham (Mt 11,1). E o mais estranho \u00e9 que o primeiro conflito ou incompreens\u00e3o n\u00e3o vem dos inimigos. No verso 2, mostra que, da pris\u00e3o, Jo\u00e3o Batista manda disc\u00edpulos interrogarem a Jesus a respeito de sua miss\u00e3o messi\u00e2nica libertadora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme o evangelho, Jo\u00e3o Batista tinha batizado Jesus e a partir do batismo, Jesus assumiu uma voca\u00e7\u00e3o prof\u00e9tica pr\u00f3pria e original. Enquanto Jo\u00e3o atuava nas margens do rio Jord\u00e3o e no deserto, Jesus se inseriu nas aldeias da Galileia. Enquanto Jo\u00e3o anunciava a vinda iminente da justi\u00e7a divina, Jesus agia diferentemente. Para anunciar o amor e a bondade do Pai, Jesus curava as pessoas das doen\u00e7as e as libertava de toda energia negativa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No contexto daquela \u00e9poca, Jo\u00e3o faz a Jesus a mesma contesta\u00e7\u00e3o que hoje muitos crist\u00e3os fazem quando algu\u00e9m cumpre uma miss\u00e3o libertadora: ser\u00e1 que isso n\u00e3o \u00e9 mais pol\u00edtico do que religioso? Quantas pessoas que se consideram cat\u00f3licos expressaram d\u00favidas a respeito do minist\u00e9rio de pastores como Helder Camara, Tom\u00e1s Baldu\u00edno e Pedro Casald\u00e1liga? Quantos, se pudessem, teriam perguntado ao papa Francisco se ele ainda cumpria o Evangelho de Jesus Cristo ou se mudou para outra coisa?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme o evangelho, a primeira pessoa que teve de se posicionar sobre Jesus foi Jo\u00e3o Batista, o profeta que estava preso. Pelo que diz este evangelho,&nbsp; o posicionamento de Jo\u00e3o n\u00e3o foi positivo e sim de decep\u00e7\u00e3o e incompreens\u00e3o. Claro que, no caso de Jo\u00e3o, o problema n\u00e3o era a separa\u00e7\u00e3o entre f\u00e9 e pol\u00edtica. Era que Jesus n\u00e3o parecia um agente da justi\u00e7a de Deus no mundo. N\u00e3o tinha a severidade e o rigor que Jo\u00e3o achava que o Messias deveria ter. Para anunciar a vinda do Messias, Jo\u00e3o tinha se baseado em profecias que prometiam a manifesta\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a e da ira de Deus (como Ml 3, 2- 3). No tempo em que pregava nas margens do Jord\u00e3o, conforme os profetas que anunciavam a vinda do Messias, Jo\u00e3o garantia que o Cristo viria ao mundo trazendo o julgamento divino. O Messias deveria vir com for\u00e7a, como um machado na raiz das \u00e1rvores. Separaria o trigo das palhas para queim\u00e1-las (Cf. Mt 3, 10). Jo\u00e3o Batista foi radical e, por isso, foi preso. Agora ele quer que Jesus realize suas obras de ju\u00edzo, destinadas a defender os justos e os eleitos e a condenar \u00edmpios e impuros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na pris\u00e3o, Jo\u00e3o Batista ouve dos seus disc\u00edpulos hist\u00f3rias sobre&nbsp; como Jesus atua e Jo\u00e3o se decepciona. Entra em crise de f\u00e9. Sente-se como tra\u00eddo. Deus tinha lhe mandado anunciar um tipo de Messias e o que veio foi outro. Assim Jo\u00e3o podia ser considerado um dos falsos profetas que anunciam algo que n\u00e3o se cumpre. Esta \u00e9 a sua crise. Por isso, ele manda os disc\u00edpulos interrogarem a Jesus: \u201c<em>\u00c9 voc\u00ea mesmo Aquele que vem, ou temos ainda de esperar por outro?\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A express\u00e3o \u201c<em>Aquele que vem<\/em>\u201d se referia ao Messias que deveria vir para restabelecer o reinado de Israel e libert\u00e1-lo dos seus inimigos (Cf. Salmo 118, 26; Dn 7, 13).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A d\u00favida de Jo\u00e3o \u00e9 a porta de entrada desta se\u00e7\u00e3o do evangelho que ser\u00e1 toda marcada pela desconfian\u00e7a e mesmo pela rejei\u00e7\u00e3o. Jesus sai em miss\u00e3o e \u00e9 questionado por Jo\u00e3o, rejeitado pelos habitantes das cidades do lago da Galileia e mal visto pelos religiosos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 prov\u00e1vel que o evangelista Mateus tenha contado a crise de voca\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Batista e o posicionamento de Jesus sobre Jo\u00e3o para tratar da rela\u00e7\u00e3o conflitiva ou tensa que havia entre o grupo dos seguidores de Jo\u00e3o e os crist\u00e3os na \u00e9poca dos evangelhos (anos 80 do primeiro s\u00e9culo da era crist\u00e3).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, ao responder aos questionamentos de Jo\u00e3o, de fato, Jesus est\u00e1 respondendo aos problemas das comunidades de Mateus, como tamb\u00e9m das d\u00favidas e questionamentos nossos que vivemos nos dias atuais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m em nossos dias, muitos irm\u00e3os e irm\u00e3s veem a realidade atual e se perguntam que sentido ainda t\u00eam a miss\u00e3o e o an\u00fancio da salva\u00e7\u00e3o. Diante do tipo de religi\u00e3o que a gente v\u00ea nas Igrejas, o que significa a miss\u00e3o? Como nos posicionar quando vemos bispos, padres, pastores e grupos evang\u00e9licos e cat\u00f3licos se colocarem a favor da extrema-direita pol\u00edtica? Como reagir ao fechamento de muitos do clero e da hierarquia cat\u00f3lica \u00e0s quest\u00f5es de g\u00eanero? Como reagir ao se ver televis\u00f5es cat\u00f3licas sustentando as piores posturas pol\u00edticas e ligando a miss\u00e3o crist\u00e3 \u00e0 ambi\u00e7\u00e3o de juntar muito dinheiro em nome de Deus?&nbsp;Isso tudo \u00e9 idolatria, falsas posturas religiosas.<\/p>\n\n\n\n<p>As quest\u00f5es de Jo\u00e3o Batista a Jesus tinha um sentido mais ou menos assim: ser\u00e1 que n\u00e3o est\u00e1 na hora da viol\u00eancia de Deus contra todo esse absurdo? Voc\u00ea, Jesus, n\u00e3o vai agir como Elias e fazer descer fogo do c\u00e9u contra esses \u00edmpios? Como lidar com padres, bispos e pastores que se revelam falsos profetas e enganadores do povo?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Jesus n\u00e3o responde diretamente \u00e0 pergunta de Jo\u00e3o. Ele faz refer\u00eancia a&nbsp; profecias diferentes que mostram a compaix\u00e3o e a miseric\u00f3rdia divina com os necessitados (Is 35 e 61). Jesus n\u00e3o quer ser juiz e senhor da hist\u00f3ria. Coloca-se como pobre, descentrado, sempre ao lado do pequeno, do sofredor e mesmo do impuro e das pessoas pecadoras.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As suas a\u00e7\u00f5es s\u00f3 destacam uma coisa: a compaix\u00e3o com as multid\u00f5es cansadas e abatidas como ovelhas sem pastor, como antes o evangelho tinha mostrado (Mt 9, 36). Suas a\u00e7\u00f5es s\u00e3o de miseric\u00f3rdia e de vida para&nbsp; enfermos, pobres, impuros e exclu\u00eddos. Jesus manda dizer isso a Jo\u00e3o Batista e adverte: Cuidado! Aceite isso e n\u00e3o rompa comigo&nbsp; pelo fato de que a imagem de Deus que proponho n\u00e3o \u00e9 a mesma a qual voc\u00ea se habituou.&nbsp; Pelo fato de n\u00e3o compreender, ou por ter pensado uma coisa e ter acontecido outra, n\u00e3o caia na armadilha do esc\u00e2ndalo. N\u00e3o chegue a \u201cromper a sua rela\u00e7\u00e3o de ades\u00e3o\u201d (sua f\u00e9). Deus sempre surpreende a gente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 hoje, Jesus nos responde que a solu\u00e7\u00e3o para essa crise s\u00f3 pode vir atrav\u00e9s da radicaliza\u00e7\u00e3o do cuidado com os mais abandonados e por uma atitude de mais humanidade ainda do que antes faz\u00edamos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s deixar claro qual \u00e9 a mais profunda pol\u00edtica de Deus e, portanto, a sua maneira de cumprir a miss\u00e3o \u2013 como sinal e testemunha da ternura divina, Jesus fala com o povo sobre Jo\u00e3o: \u201cA quem voc\u00eas foram ver no deserto?\u201d. Confirma que Jo\u00e3o \u00e9 profeta. \u00c9 mesmo o maior dos profetas, o precursor do Messias, como um novo Elias, o profeta que a piedade popular acreditava que voltaria ao mundo antes da vinda do Messias&nbsp; Jesus encerra a sua palavra com uma senten\u00e7a enigm\u00e1tica: \u201cEntre os nascidos de mulher, nunca houve algu\u00e9m maior do que Jo\u00e3o. Entretanto, o menor no reino dos c\u00e9us \u00e9 maior do que ele\u201d (Mt 11, 11). Jo\u00e3o \u00e9 algu\u00e9m muito importante, o maior de todos. Mas, de que adianta essa grandeza humana no reino dos c\u00e9us?&nbsp; No estilo dos rabinos do seu tempo, Jesus afirma que o importante n\u00e3o \u00e9 tanto admirar Jo\u00e3o, mas viver de um modo que se possa participar do reinado divino. As diferen\u00e7as que Jo\u00e3o tinha percebido e que fez com que ele se interrogasse sobre Jesus, de fato, n\u00e3o s\u00e3o assim t\u00e3o grandes. Jesus conclui com outra palavra misteriosa: \u201cDesde os dias de Jo\u00e3o at\u00e9 agora o reino de Deus se toma pela for\u00e7a e s\u00e3o os fortes que se apoderam dele\u201d (Mt 11, 12).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Jo\u00e3o n\u00e3o precisa saber se Jesus \u00e9 aquele que h\u00e1 de vir. O que Jo\u00e3o precisa saber \u00e9 que ele mesmo, justamente por estar no c\u00e1rcere, por estar sofrendo persegui\u00e7\u00e3o, por defender o direito e a justi\u00e7a, \u00e9 o pr\u00f3prio enviado, o pr\u00f3prio Cristo.<\/p>\n\n\n\n<p>Cristo \u00e9 o termo grego para \u201cconsagrado\u201d, ungido para uma miss\u00e3o libertadora. Jesus de Nazar\u00e9 mereceu de tal forma este t\u00edtulo que Cristo se tornou quase como se fosse um sobrenome dele: Jesus, o Cristo. No entanto, o Esp\u00edrito suscitou na hist\u00f3ria da humanidade muitas pessoas, homens e mulheres, que viveram essa miss\u00e3o de pessoas consagradas \u00e0 plena liberta\u00e7\u00e3o da humanidade. As grandes tradi\u00e7\u00f5es espirituais falam de Sidharta Guatama, o Buda que atuou na \u00cdndia, cinco s\u00e9culos antes do nascimento de Jesus Cristo, mas at\u00e9 hoje encanta e orienta milh\u00f5es de pessoas no mundo. Do mesmo modo, podemos falar no profeta Muhamad (Maom\u00e9), pioneiro da f\u00e9 mu\u00e7ulmana. No Brasil, temos figuras como Zumbi dos Palmares, Dandara e mais recentemente tantos irm\u00e3os e irm\u00e3s, m\u00e1rtires da caminhada de liberta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse Natal ser\u00e1 para n\u00f3s um novo Natal, se cada um\/uma de n\u00f3s formos esse Cristo que deveria vir e veio para testemunhar o amor e a compaix\u00e3o divina pelos empobrecidos no cora\u00e7\u00e3o do mundo e nas nossas comunidades e nos consagrarmos a realizar juntos e juntas o projeto divino de um novo mundo com justi\u00e7a e paz.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_42681\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/GV-waMJLivY?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>\u00d3 VEM, SENHOR, N\u00c3O TARDES MAIS!<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>VEM SACIAR NOSSA SEDE DE PAZ! (BIS)<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00d3 VEM, COMO CHEGA A BRISA DO VENTO,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>TRAZENDO AOS POBRES JUSTI\u00c7A E BOM TEMPO!<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00d3 VEM, COMO A CHUVA QUE CHEGA NO CH\u00c3O<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>TRAZENDO FARTURA DE VIDA E DE P\u00c3O!<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00d3 VEM, COMO CHEGA A LUZ QUE FALTOU<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>S\u00d3 TUA PALAVRA NOS SALVA SENHOR!<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00d3 VEM, COMO CHEGA A CARTA QUERIDA<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>BENDITO CARTEIRO DO REINO DA VIDA!<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00d3 VEM, COMO CHEGA O FILHO ESPERADO<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>CAMINHA CONOSCO JESUS BEM AMADO!<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00d3 VEM, COMO CHEGA O LIBERTADOR<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>DAS M\u00c3OS DO INIMIGO NOS SALVA SENHOR<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp; Z\u00e9 Vicente<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O PODER REVOLUCION\u00c1RIO DO CUIDADO AMOROSO (Mt 11,2-11) \u2013 Por Marcelo Barros Com o 3\u00ba domingo do Avento, chegamos \u00e0 segunda parte do Advento.&nbsp; Enquanto nas duas primeiras semanas, os textos lit\u00fargicos nos convidavam mais<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":14916,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,22,46,27,30,43,57,26],"tags":[],"class_list":["post-14915","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-cebs-comunidades-eclesiais-de-base","category-direito-a-cultura-popular","category-direitos-humanos","category-fe-e-politica","category-pedagogia-emancipatoria","category-podcast","category-teologia-da-libertacao"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14915","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14915"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14915\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14917,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14915\/revisions\/14917"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14916"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14915"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14915"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14915"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}