{"id":15111,"date":"2026-07-21T19:12:42","date_gmt":"2026-07-21T22:12:42","guid":{"rendered":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=15111"},"modified":"2026-07-21T19:12:42","modified_gmt":"2026-07-21T22:12:42","slug":"deus-se-fez-irmao-de-rua-no-nosso-meio-por-joana-e-frei-gilvander","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/deus-se-fez-irmao-de-rua-no-nosso-meio-por-joana-e-frei-gilvander\/","title":{"rendered":"DEUS SE FEZ IRM\u00c3O DE RUA NO NOSSO MEIO. Por Joana e frei Gilvander"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>DEUS SE FEZ IRM\u00c3O DE RUA NO NOSSO MEIO<\/strong>. Por Joana Ribeiro Sucupira Louback e frei Gilvander Moreira<a href=\"#_ftn1\" id=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> &#8211; 21\/07\/26<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"771\" src=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_20260717_091330697-1024x771.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-15112\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_20260717_091330697-1024x771.jpg 1024w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_20260717_091330697-300x226.jpg 300w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_20260717_091330697-768x578.jpg 768w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_20260717_091330697-1536x1157.jpg 1536w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_20260717_091330697-2048x1542.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Fotografia do Padre Jo\u00e3o Bosco e camisa ensaguentada usada pelo padre Jo\u00e3o Bosco Penido Burnier no momento em que o policial da pol\u00edcia militar deu um tiro na cabe\u00e7a dele e o sangue escorreu. Foto: Gilvander Moreira<\/p>\n\n\n\n<p>Celebr\u00e1vamos na 8\u00aa Romaria dos M\u00e1rtires da Caminhada em Ribeir\u00e3o Cascalheira, na Prelazia de S\u00e3o F\u00e9lix do Araguaia, MT, os 50 anos da mem\u00f3ria e do legado prof\u00e9tico, \u00e9tico e libertador do&nbsp; Padre Jo\u00e3o Bosco Burnier, assassinado\/martirizado pela pol\u00edcia militar dia 11 de outubro de 1976, em&nbsp; Ribeir\u00e3o de Cascalheira, MT, ao lado do saudoso e profeta bispo de S\u00e3o F\u00e9lix do Araguaia, Dom Pedro Casald\u00e1liga.<\/p>\n\n\n\n<p>Jo\u00e3o Bosco e Pedro tinham ido \u00e0 cadeia\/delegacia interceder para que policiais militares parassem de torturar duas mulheres camponesas presas, Margarida e Santana. A resposta dos policiais foi uma coronhada e um tiro na cabe\u00e7a do padre Jo\u00e3o Bosco Penido Burnier, que estava ao lado de dom Pedro Casald\u00e1liga.<\/p>\n\n\n\n<p>No 7\u00ba dia do mart\u00edrio de padre Jo\u00e3o Bosco, o povo possu\u00eddo por uma ira santa e prof\u00e9tica demoliu a cadeia e fincou a cruz de Padre Jo\u00e3o Bosco com os dizeres: \u201cAqui padre Jo\u00e3o Bosco Burnier foi morto pela pol\u00edcia militar dia 11\/10\/1976\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Numa Sexta-Feira de tantas paix\u00f5es que rondam a humanidade,&nbsp; \u00e0s 19 horas, debaixo de uma \u00e1rvore quase duas mil pessoas crist\u00e3s vindas de todo o Brasil, reuniram-se ao lado do Santu\u00e1rio de Padre Jo\u00e3o Bosco Burnier, espa\u00e7o da antiga cadeia\/delegacia, lugar de viol\u00eancia e sangue, hoje, sinal de vida e de ressurrei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No centro da celebra\u00e7\u00e3o,&nbsp; junto com todos os s\u00edmbolos da liturgia, semideitado como se fizesse parte do figurino lit\u00fargico, ficou o tempo todo um irm\u00e3o, em situa\u00e7\u00e3o de rua. Era negro, com apar\u00eancia de uns 50 anos de idade. Para muitos e por quase todo o tempo da celebra\u00e7\u00e3o, este irm\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua foi parte integrante da celebra\u00e7\u00e3o, na qual testemunhas vivas do b\u00e1rbaro assassinato &#8211; irm\u00e3 Beatriz, irm\u00e3 Madalena e Juarez &#8211; contavam os detalhes do assassinato e dos \u00faltimos momentos do mart\u00edrio de Padre Jo\u00e3o Bosco Burnier.<\/p>\n\n\n\n<p>Ali se mantinha presente um irm\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua, testemunha silenciosa, de ontem e de hoje. Rotulado por algumas pessoas como \u201cum b\u00eabado\u201d, este irm\u00e3o n\u00e3o usou a palavra, n\u00e3o foi agressivo com ningu\u00e9m. Mudava de posi\u00e7\u00e3o, deitado na m\u00e3e-terra, que o acolhia e sustentava. &nbsp;Algumas vezes, levantava e tocava a cruz erguida pelo povo, \u201ca cruz do padre Jo\u00e3o Bosco\u201d, que, h\u00e1 50 anos, mant\u00e9m-se como s\u00edmbolo lit\u00fargico das Celebra\u00e7\u00f5es das Romarias dos M\u00e1rtires da Caminhada, que, a cada cinco anos, acontecem ali, naquela cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Finalizada a celebra\u00e7\u00e3o,&nbsp; fomos para a pra\u00e7a do Santu\u00e1rio dos M\u00e1rtires da Caminhada, que fica a menos de um quil\u00f4metro e no centro da pe\u00e7a teatral do grupo Araguaia P\u00e3o e Circo, ali no centro do picadeiro, de novo, na mesma posi\u00e7\u00e3o, estava o irm\u00e3o, em situa\u00e7\u00e3o de rua. Agora, ele interagia, como se fosse um dos figurinistas e com uma singular diferen\u00e7a: sem combinar roteiro, de todos os personagens, foi quem mais nos fez sorrir. Do in\u00edcio ao fim da pe\u00e7a, foi o ator principal. O pessoal do teatro o acolheu e respeitou a participa\u00e7\u00e3o dele nas cenas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ah!&nbsp; Para n\u00e3o esquecer: na celebra\u00e7\u00e3o&nbsp; anterior, ele foi parte integrante, com o seu corpo e o seu sil\u00eancio. Foi sinal de testemunha de ontem e de hoje. Aquele irm\u00e3o an\u00f4nimo, em situa\u00e7\u00e3o de rua, era Deus. Era Jesus. Representou o padre Jo\u00e3o Bosco e dom Pedro, nos visitando espiritualmente. Feliz quem teve a empatia para perceber Deus se fazendo irm\u00e3o de rua, ali no nosso meio!<\/p>\n\n\n\n<p>No teatro, aquele servo sofredor agiu como ator&nbsp; principal, sem ensaio, sem roteiro,&nbsp; sem convite pr\u00e9vio, mas com uma atua\u00e7\u00e3o, que, em nada, perdeu para os atores e atrizes, que se propunham a nos entreter com o tema, ritmo, figurino e voz.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele era testemunha de ontem e de hoje, com poder de entrar e sair quando e como lhe conviesse, em qualquer a\u00e7\u00e3o dos crist\u00e3os de Ribeir\u00e3o Cascalheira, como testemunha de ontem e de hoje, ajudando-nos a cantar, sem falar: \u201cViva a Esperan\u00e7a! Somos Testemunhas da Esperan\u00e7a!\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Aquele servo sofredor, Testemunha da Esperan\u00e7a, ajudou-nos rezar na celebra\u00e7\u00e3o onde o sangue do Padre Jo\u00e3o Bosco foi derramado brutalmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Na celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica de envio, no Santu\u00e1rio dos M\u00e1rtires, um domingo, dia 19 de julho de 2026, o mesmo irm\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua, silenciosamente, n\u00e3o por acaso, sujo, maltrapilho,&nbsp; vestindo uma cal\u00e7a rasgada, tipo do ex\u00e9rcito, diante de oito bispos que compunham o altar e mais de 20 padres e uma multid\u00e3o de pessoas crist\u00e3s, inebriados pela beleza e for\u00e7a do Esp\u00edrito divino que soprava no c\u00e9u azul e enchia de j\u00fabilo os nossos cora\u00e7\u00f5es, aquele servo sofredor, testemunha fiel de ontem e de hoje, durante a homilia do bispo dom L\u00facio Nicoletto, pela terceira vez inesperadamente, sobe, silencioso, sem avisar e nem pedir licen\u00e7a, os degraus da escada e passa a integrar o altar.<\/p>\n\n\n\n<p>O que faria Dom Pedro Casald\u00e1liga, o Profeta da Esperan\u00e7a, diante desta nobre e surpreendente presen\u00e7a? Certamente o acolheria com um abra\u00e7o fraterno e o deixaria ficar ali onde ele preferiu estar. Talvez dissesse: \u201cEis um irm\u00e3o nosso, nos mostrando que, no centro da nossa f\u00e9, devem estar os pobres. Na d\u00favida, fique do lado dos pobres.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Para estranhamento de muitos, imbu\u00edda da autoridade de ac\u00f3lita naquela celebra\u00e7\u00e3o, uma mulher da equipe de liturgia coloca as m\u00e3os nas costas do irm\u00e3o de rua e o retira do palco\/altar. Ele desce cabisbaixo e, silenciosamente, sai na frente da multid\u00e3o, tomando o rumo da estrada para um destino sem destino. Enquanto este servo sofredor era retirado do altar, algu\u00e9m objetou: \u201cDeixa o irm\u00e3o ficar onde ele quiser ficar. Por que retir\u00e1-lo do altar?\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>E a celebra\u00e7\u00e3o seguiu com seu alto n\u00edvel espiritual e com a alegria da convic\u00e7\u00e3o de que somos testemunhas do Reino e da Esperan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o servo sofredor era empurrado para descer do palco\/altar, Soares,&nbsp; companheira de caminhada e luta, emocionada,&nbsp; vira e diz: \u201cDesde ontem, n\u00e3o me sai da cabe\u00e7a que este irm\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua \u00e9 o pr\u00f3prio Dom Pedro Casald\u00e1liga, o padre Jo\u00e3o Bosco, Jesus Cristo nos visitando!\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Emocionados respondemos que sim e acompanhamos a sua retirada de cena de ator principal dos principais momentos da 8\u00b0 Romaria dos M\u00e1rtires Caminhada.<\/p>\n\n\n\n<p>No abra\u00e7o da paz, sentimos uma vontade imensa de abra\u00e7ar Dom Pedro, padre Jo\u00e3o Bosco, ou melhor, o servo sofredor, que foi retirado do altar, para n\u00e3o interferir na liturgia muito bem preparada, mas que n\u00e3o foi capaz de acolher um irm\u00e3o pobre que quis participar. Padre Jos\u00e9 Comblin, um dos melhores te\u00f3logos, profetizava: \u201cOs pobres s\u00e3o o centro da f\u00e9 crist\u00e3. N\u00e3o pode ser s\u00f3 Jesus o centro.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o perceber Deus nos irm\u00e3os em situa\u00e7\u00e3o de rua e em todas as pessoas golpeadas pelas brutais injusti\u00e7as de uma sociedade recheada de idolatria \u00e9 uma grande incoer\u00eancia de quem admira o legado e a doa\u00e7\u00e3o de vida dos m\u00e1rtires, mas n\u00e3o reconhece o divino no humano sendo martirizado, um pouco, a cada dia.<\/p>\n\n\n\n<p>Bispos, padres e leigos, igreja institui\u00e7\u00e3o, que como diz o Papa Le\u00e3o IV &#8220;temos que injetar uma forma contempor\u00e2nea de pensar o \u2018ser Igreja\u2019 em nossa cultura\u201d p\u00f3s-humanista, com clara supera\u00e7\u00e3o do clericalismo, que sufoca uma ampla e s\u00e9ria convers\u00e3o pastoral.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Como Soares, acreditamos profundamente que aquele irm\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua, testemunha de ontem e de hoje, era a presen\u00e7a espiritual de Dom Pedro Casald\u00e1liga, do Padre Jo\u00e3o Bosco, da Irm\u00e3 Dorothy e todos aqueles M\u00e1rtires&nbsp; lembrados no Santu\u00e1rio da Caminhada. Era Jesus de Nazar\u00e9, ou qualquer um dos profetas e das profetizas que vieram, como Testemunhas da Esperan\u00e7a, para nos fazer rezar, alegrar e questionar.<\/p>\n\n\n\n<p>Toda e qualquer religi\u00e3o tem sua prova de fogo na \u00c9tica, enquanto aten\u00e7\u00e3o ao ser humano concreto. Mestre Eckhart, um dos mais importantes mestres da M\u00edstica na Idade M\u00e9dia, escreveu: \u201c<em>Se algu\u00e9m estivesse em um \u00eaxtase como S\u00e3o Paulo e soubesse que um enfermo precisava que lhe levassem um prato de sopa, eu consideraria que melhor seria essa pessoa, por amor, abandonar o seu \u00eaxtase e ir servir ao necessitado<\/em>\u201d<a href=\"#_ftn2\" id=\"_ftnref2\">[2]<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Em nossos dias, o te\u00f3logo Jon Sobri\u00f1o, que era assessor teol\u00f3gico de Santo Oscar Romero, afirmou: \u201c<em>Parecer com Jesus \u00e9 reproduzir a estrutura fundamental da vida dele. \u00c9 assumir para si a miss\u00e3o e o jeito de Jesus, vivendo como ele a miseric\u00f3rdia com os outros como um princ\u00edpio permanente e estruturador da vida e aceitando carregar sobre si o pecado do mundo e receber do Pai, pela for\u00e7a do Esp\u00edrito, a ressurrei\u00e7\u00e3o\u201d<a href=\"#_ftn3\" id=\"_ftnref3\"><strong>[3]<\/strong><\/a><\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Enfim, AT\u00c9 QUANDO n\u00e3o vamos reconhecer a presen\u00e7a de Deus amor, de Jesus Cristo e de todos\/as os\/as m\u00e1rtires em todas as pessoas que s\u00e3o violentadas na sua dignidade humana, por uma sociedade brutalmente violentadora? At\u00e9 quando vamos tentar tranquilizar nossa consci\u00eancia de forma hip\u00f3crita, rotulando-as como \u201cb\u00eabadas\u201d, \u201cmendigos\u201d&#8230;?<\/p>\n\n\n\n<p>Mantenhamos um olho nos m\u00e1rtires da Caminhada e outro olho e o cora\u00e7\u00e3o nas pessoas que, a cada dia, seguem sendo martirizadas. Feliz quem puder compreender que o divino est\u00e1 em todo humano!<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP\/SP; mestre em Exegese B\u00edblica pelo Pontif\u00edcio Instituto B\u00edblico, em Roma, It\u00e1lia; assessor da CPT, CEBI e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; autor de livros e artigos. Email:&nbsp;<a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a>&nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\/\">www.gilvander.org.br<\/a>&nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\/\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Canal no You Tube:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@freigilvander\">https:\/\/www.youtube.com\/@freigilvander<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp; &nbsp;No Instagram: @gilvanderluismoreira \u2013&nbsp;Facebook: Gilvander Moreira III \u2013 No&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/@frei.gilvander.moreira\">https:\/\/www.tiktok.com\/@frei.gilvander.moreira<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\" id=\"_ftn2\">[2]<\/a> &#8211; Cf. ANSELMO BORGES, <strong>Di\u00e1logo Inter-religioso,&nbsp; <\/strong>in Di\u00e1rio de Not\u00edcias, Lisboa, domingo, 02\/04\/2006, p. 11.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref3\" id=\"_ftn3\">[3]<\/a>&nbsp; &#8211; JON SOBRI\u00d1O, <strong>El Principio Misericordia, <\/strong>Salamanca, Ed. Sal Terrae, 1992,&nbsp; Tradu\u00e7\u00e3o: Vozes,&nbsp; p. 31<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DEUS SE FEZ IRM\u00c3O DE RUA NO NOSSO MEIO. Por Joana Ribeiro Sucupira Louback e frei Gilvander Moreira[1] &#8211; 21\/07\/26 Fotografia do Padre Jo\u00e3o Bosco e camisa ensaguentada usada pelo padre Jo\u00e3o Bosco Penido Burnier<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":15112,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-15111","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15111","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15111"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15111\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15113,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15111\/revisions\/15113"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15112"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15111"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15111"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15111"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}