{"id":2314,"date":"2018-07-11T08:30:56","date_gmt":"2018-07-11T11:30:56","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=2314"},"modified":"2018-07-11T08:34:53","modified_gmt":"2018-07-11T11:34:53","slug":"a-cpt-na-luta-ao-lado-dos-camponeses","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/a-cpt-na-luta-ao-lado-dos-camponeses\/","title":{"rendered":"A CPT na luta ao lado dos camponeses"},"content":{"rendered":"<p><strong>A CPT na luta ao lado dos camponeses.\u00a0<\/strong>Por Gilvander Moreira<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2315 alignleft\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cpt-logotipo-300x209.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"209\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cpt-logotipo-300x209.jpg 300w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/cpt-logotipo.jpg 358w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitas pessoas nos perguntam: \u201cQue tipo de atua\u00e7\u00e3o faz a Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT) por meio dos seus agentes de pastoral junto aos camponeses? O que \u00e9 campon\u00eas? E posseiro? Que tipo de trabalho dignifica o\/a trabalhador\/a?\u201d Campon\u00eas se distingue tamb\u00e9m de trabalhador rural proletarizado, que \u201cdesapossado da terra e de seus instrumentos de trabalho, em suma, dos meios de produ\u00e7\u00e3o, n\u00e3o mais disp\u00f5e da autonomia social m\u00ednima dos cultivadores, fundada no controle costumeiro ou jur\u00eddico da terra\u201d (MOURA, 1988, p. 15). Apoiando o campon\u00eas est\u00e1 o agente de pastoral da Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT), que \u00e9 a pessoa integrante da CPT, seja trabalhador\/a com carteira assinada pela CPT ou volunt\u00e1rio, que atua prestando um servi\u00e7o pastoral junto aos camponeses nas suas mais diversas formas: acampados, assentados, sem-terra, Sem Terra, quilombolas, boias-frias<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>, assalariados, ribeirinhos, vazanteiros, ind\u00edgenas, ciganos etc. O servi\u00e7o pastoral envolve conviver com os camponeses, participar de suas lutas, fomentar a organiza\u00e7\u00e3o deles a partir deles, denunciar as injusti\u00e7as e defender suas bandeiras de luta. Isso baseando-se em uma inspira\u00e7\u00e3o de f\u00e9 libertadora, vivenciada, como ato primeiro, nas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e nas Pastorais Sociais, e, como ato segundo, sistematizada na Teologia da Liberta\u00e7\u00e3o, que Michael Lowy chama de \u2018Cristianismo Libertador\u2019 \u201cpor ser esse um conceito mais amplo que \u2018teologia\u2019 ou que \u2018Igreja\u2019 e incluir tanto a cultura religiosa e a rede social, quanto a f\u00e9 e a pr\u00e1tica\u201d (LOWY, 2000, p. 57). Assim, a CPT presta \u00e0s camponesas e aos camponeses assessoria pastoral, teol\u00f3gica, metodol\u00f3gica, jur\u00eddica, pol\u00edtica, sociol\u00f3gica e celebra a f\u00e9, as iniciativas, as vit\u00f3rias e os fracassos do povo campon\u00eas com eles\/no meio deles, interligando as lutas e dinamizando-as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entende-se por posseiro o usu\u00e1rio de terras ainda n\u00e3o tituladas. Ou seja, posseiro \u00e9 o que reivindica para si as terras sobre as quais est\u00e1 trabalhando. O posseiro luta, n\u00e3o apenas pela terra, mas pela liberdade de trabalho familiar, o que lhe confere liberdade de trabalho aut\u00f4nomo e liberdade de decis\u00e3o. \u201cA expans\u00e3o do capital se faz preferencialmente sobre terras ocupadas por posseiros, atrav\u00e9s (<em>sic<\/em>) da expropria\u00e7\u00e3o e da expuls\u00e3o. [&#8230;] Ele deve ser expulso porque deprime ou elimina, ou seja, destr\u00f3i a renda fundi\u00e1ria. A posse \u00e9 a nega\u00e7\u00e3o da propriedade\u201d (MARTINS, 1983, p. 116). Posseiros e Sem Terra disputando a mesma terra constitui um conflito fundi\u00e1rio diferente do conflito fundi\u00e1rio entre empresas do agroneg\u00f3cio e posseiros ou quilombolas, ou ind\u00edgenas ou outra comunidade tradicional como os vazanteiros e os geraizeiros. \u201cO posseiro \u00e9 produto da pr\u00f3pria expans\u00e3o do capital; o \u00edndio n\u00e3o o \u00e9\u201d (MARTINS, 1983, p. 117). As comunidades tradicionais n\u00e3o s\u00e3o ind\u00edgenas, mas tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o simples posseiros. Os pe\u00f5es e o trabalho escravo com escravid\u00e3o por d\u00edvida, combatido em campanha permanente da CPT, s\u00e3o tamb\u00e9m produtos do avan\u00e7o do capital sobre o campo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante o imp\u00e9rio romano, na l\u00edngua latina, o termo trip\u00e1lio (<em>tripalium, <\/em>em latim) faz refer\u00eancia a trabalho, mas literalmente significa tr\u00eas paus para empalar e torturar escravos<em>. <\/em>Na l\u00edngua grega existem dois termos para se referir a trabalho: <em>doulos<\/em> e <em>poiesas<\/em>. O termo <em>doulos<\/em> se refere ao trabalho enquanto servid\u00e3o, an\u00e1logo \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de escravid\u00e3o, trabalho fruto de for\u00e7a de trabalho vendida no mercado para gerar mais-valia. O termo grego <em>poiesas<\/em> se refere ao trabalho criativo e prazeroso, no qual a trabalhadora e o trabalhador criam e gozam os frutos do seu trabalho. Trabalho no sentido de <em>poiesas<\/em> \u00e9 o que o profeta Isa\u00edas na B\u00edblia anuncia como utopia em uma sociedade com \u201cnovos c\u00e9us e nova terra\u201d: \u201cOs homens construir\u00e3o casas e as habitar\u00e3o, plantar\u00e3o videiras e comer\u00e3o os seus frutos. J\u00e1 n\u00e3o construir\u00e3o para que outro habite a sua casa, n\u00e3o plantar\u00e3o para que outro coma o fruto\u201d (Isa\u00edas 65,21-22a). No sentido criativo, na luta pela terra h\u00e1 muito trabalho, que vai desde a organiza\u00e7\u00e3o inicial, passa pelo trabalho de base, pelos enfrentamentos que s\u00e3o desencadeados a partir da ocupa\u00e7\u00e3o de latif\u00fandios que n\u00e3o cumprem sua fun\u00e7\u00e3o social e permeia o dia a dia da vida social nos acampamentos e assentamentos, transcorre a produ\u00e7\u00e3o, a lida com a terra e a organiza\u00e7\u00e3o que deve ser constante. A luta se torna um trabalho educativo que busca emancipa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na realidade brasileira, atualmente o que predomina \u00e9 o trabalho no sentido de <em>tripalium<\/em> ou <em>doulos: trabalho escravo, sendo renda capitalizada,<\/em> em uma esp\u00e9cie de <em>Servid\u00e3o Moderna<\/em><a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>, enquanto apenas uma minoria tem garantido seu direito de trabalhar no sentido de <em>poiesas, <\/em>trabalho que dignifica a pessoa humana, pois \u00e9 criativo e d\u00e1 asas \u00e0 criatividade. Para Marx, trabalho \u00e9 toda a\u00e7\u00e3o humana transformadora da natureza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A CPT, durante v\u00e1rias d\u00e9cadas, preferiu se referir aos camponeses chamando-os de <em>lavradores<\/em>, como \u00e9 mais conhecido no meio rural brasileiro, porque <em>lavrador<\/em>, al\u00e9m de referir-se a quem lavra a terra, exprime aquele que exerce um <em>labor<\/em>, um trabalho. Logo, lavrador \u00e9 campon\u00eas trabalhador. \u201cA categoria <em>campon\u00eas<\/em>, que etimologicamente vem de campo (<em>campus<\/em>, no latim), n\u00e3o \u00e9, no meio rural brasileiro, mais rica em conte\u00fado do que <em>lavrador<\/em>, que cont\u00e9m na raiz a palavra latina <em>labor<\/em>; esta n\u00e3o s\u00f3 quer dizer <em>trabalho<\/em>, mas possui tamb\u00e9m a conota\u00e7\u00e3o de esfor\u00e7o cansativo, dor e fadiga\u201d (MOURA, 1988, p. 16).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enfim, tecemos essas considera\u00e7\u00f5es cientes de que a clareza sobre tudo o que envolve a luta pela terra pode aumentar o \u00eaxito da luta dos camponeses por todos os direitos sociais, entre os quais o direito \u00e0 terra \u00e9 primordial e imprescind\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Refer\u00eancia <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">LOWY, Michael. <strong>A Guerra dos Deuses<\/strong>: religi\u00e3o e pol\u00edtica na Am\u00e9rica Latina. Petr\u00f3polis: Vozes, 2000.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MARTINS, Jos\u00e9 de Souza. <strong>Os Camponeses e a Pol\u00edtica no Brasil: as lutas sociais no campo e seu lugar no processo pol\u00edtico.<\/strong> 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Petr\u00f3polis: Vozes, 1983.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MOURA, Margarida Maria. <strong>Camponeses<\/strong>. 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora \u00c1tica, 1988.<\/p>\n<p>Belo Horizonte, MG, 10\/7\/2018.<\/p>\n<p><strong>Obs<\/strong>.: Os v\u00eddeos, abaixo, ilustram o texto, acima.<\/p>\n<p><strong>1 &#8211; Direito \u00e0 terra: retomada Ind\u00edgena Kamak\u00e3 Grayra, Esmeraldas\/MG. 2a parte. 16\/6\/2018.<\/strong><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_39007\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4IUu3VGQYkg?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p><strong>2 &#8211; A M\u00e3e terra acolhe seus filhos em luta: Ocupa\u00e7\u00e3o Nova Jerusal\u00e9m\/Nova Serrana\/MG. 30\/6\/2018.<\/strong><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_14140\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/KogmZy-tJ_g?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p><strong>3 &#8211; Terra e dignidade para o Povo Cigano da Lagoa de S. Ant\u00f4nio em Pedro Leopoldo\/MG. 3\u00aa Parte\/ 14\/6\/2018.<\/strong><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_84537\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ZT6xzZAXFTo?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP<strong>\/<\/strong>SP; mestre em Ci\u00eancias B\u00edblicas; assessor da CPT, CEBI, SAB e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de \u201cMovimentos Sociais Populares e Direitos Humanos\u201d no IDH, em Belo Horizonte, MG.<\/p>\n<p>E-mail: <a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> \u2013 <a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &#8211; <a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a>\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u2013\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Facebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> \u201cBoias-frias s\u00e3o trabalhadores volantes, moradores dos bairros pobres das cidades do interior, convertidos em trabalhadores tempor\u00e1rios na agricultura\u201d (MARTINS, 1983: 67).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Filme dispon\u00edvel na internet no seguinte link: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Ybp5s9ElmcY\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Ybp5s9ElmcY<\/a> .<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A CPT na luta ao lado dos camponeses.\u00a0Por Gilvander Moreira[1] Muitas pessoas nos perguntam: \u201cQue tipo de atua\u00e7\u00e3o faz a Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT) por meio dos seus agentes de pastoral junto aos camponeses?<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2315,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,27,25,29,32,18],"tags":[],"class_list":["post-2314","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-direitos-humanos","category-luta-pela-terra-e-reforma-agraria","category-movimentos-sociais-populares","category-videos","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2314","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2314"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2314\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2316,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2314\/revisions\/2316"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2315"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2314"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2314"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2314"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}