{"id":2835,"date":"2018-09-18T14:40:34","date_gmt":"2018-09-18T17:40:34","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=2835"},"modified":"2018-09-18T14:40:34","modified_gmt":"2018-09-18T17:40:34","slug":"as-condicoes-reais-de-vida-determinam-a-consciencia","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/as-condicoes-reais-de-vida-determinam-a-consciencia\/","title":{"rendered":"As condi\u00e7\u00f5es reais de vida determinam a consci\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p><strong>As condi\u00e7\u00f5es reais de vida determinam a consci\u00eancia.\u00a0<\/strong>Por Gilvander Moreira<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2836 alignleft\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Combate-ao-trabalho-escravo-300x223.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"223\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Combate-ao-trabalho-escravo-300x223.jpg 300w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Combate-ao-trabalho-escravo-768x571.jpg 768w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Combate-ao-trabalho-escravo.jpg 900w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o cabe dicotomia entre sujeito e objeto no processo de pesquisa, nem separa\u00e7\u00e3o entre teoria e pr\u00e1tica. O sujeito v\u00ea\/analisa o objeto, mas este tamb\u00e9m v\u00ea\/influencia o sujeito. N\u00e3o apenas o escultor faz uma escultura a partir da pedra, mas a pedra tamb\u00e9m molda o escultor. Segundo a filosofia sartreana \u201ca obra constr\u00f3i seu pr\u00f3prio autor ao mesmo tempo que ele cria a obra\u201d (M\u00c9SZ\u00c1ROS, 1991, p. 38). Essa perspectiva te\u00f3rica nos d\u00e1 a possibilidade de nos aproximarmos\/afastarmos metodologicamente do objeto da pesquisa. Esse processo dial\u00e9tico de tens\u00e3o entre sujeito\/objeto n\u00e3o pode ser entendido como neutralidade ou completo afastamento te\u00f3rico-metodol\u00f3gico do objeto em quest\u00e3o. Ao contr\u00e1rio, por essa raz\u00e3o o processo de pesquisa \u00e9 um processo dial\u00e9tico. \u201cToda vida social \u00e9 essencialmente pr\u00e1tica. Todos os mist\u00e9rios que induzem a teoria ao misticismo encontram sua solu\u00e7\u00e3o racional na pr\u00e1tica humana e na compreens\u00e3o dessa pr\u00e1tica\u201d (MARX; ENGELS, 2007, p. 534 e 539). A Observa\u00e7\u00e3o Participante \u201c\u00e9 uma t\u00e9cnica de elei\u00e7\u00e3o para o pesquisador que visa compreender as pessoas e as suas atividades no contexto da a\u00e7\u00e3o, podendo reunir na Observa\u00e7\u00e3o Participante, uma t\u00e9cnica de excel\u00eancia que lhe permite uma an\u00e1lise indutiva e compreensiva\u201d (CORREIA, 2009, p. 31).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existem muitas alternativas ao sistema do capital e ao pensamento euroc\u00eantrico-colonial na Am\u00e9rica Latina atualmente. Essas alternativas se expressam na constante desconstru\u00e7\u00e3o da ideologia dominante e em lutas sociais que buscam alterar as condi\u00e7\u00f5es materiais hist\u00f3ricas para se efetivar a supera\u00e7\u00e3o do capitalismo. Essas alternativas est\u00e3o na episteme de rela\u00e7\u00e3o, na ideia de liberta\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da pr\u00e1xis, na redefini\u00e7\u00e3o do papel do\/da pesquisador\/a social, no reconhecimento do Outro como si mesmo, no car\u00e1ter hist\u00f3rico, indeterminado, indefinido, inacabado e relativo do conhecimento, na pluralidade epist\u00eamica, na constante revis\u00e3o de m\u00e9todos, no (re)conhecimento de outros saberes. Nessa estrada t\u00eam sido imprescind\u00edveis as contribui\u00e7\u00f5es da Teologia da Liberta\u00e7\u00e3o, da Filosofia da Liberta\u00e7\u00e3o, da Sociologia da Liberta\u00e7\u00e3o e da obra de Paulo Freire \u2013 Pedagogia da Liberta\u00e7\u00e3o -, sem contar in\u00fameros outros saberes e pensadores que dialogam, se complementam e se inspiram mutuamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao refletir sobre o sentido do passado, Eric Hobsbawm pondera e pergunta: \u201c\u00c9 evidente que a sensa\u00e7\u00e3o de pertencer a uma tradi\u00e7\u00e3o antiqu\u00edssima de rebeli\u00e3o fornece satisfa\u00e7\u00e3o emocional, mas como e por qu\u00ea?\u201d (HOBSBAWM, 1998, p. 32-33). Ele mesmo responde: \u201cNadamos no passado como o peixe na \u00e1gua, e n\u00e3o podemos fugir disso. Mas nossas maneiras de viver e de nos mover nesse meio requerem an\u00e1lise e discuss\u00e3o\u201d (HOBSBAWM, 1998, p. 35).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mundo \u00e9 constru\u00eddo pelo trabalho humano, que exige c\u00e9rebro, m\u00fasculos, nervos, m\u00e3os, enfim todo o corpo, atrav\u00e9s da a\u00e7\u00e3o humana coletiva. O ser humano \u00e9 um animal hist\u00f3rico, porque trabalha e, por isso, constr\u00f3i o mundo, transformando a natureza. Podem-se distinguir os seres humanos dos outros animais pela consci\u00eancia, pela religi\u00e3o ou por outra dimens\u00e3o, mas eles come\u00e7am a se distinguir dos outros animais t\u00e3o logo come\u00e7am a produzir seus meios de vida. \u201cAo produzir seus meios de vida, as pessoas produzem, indiretamente, sua pr\u00f3pria vida material. O modo pelo qual as pessoas produzem seus meios de vida depende, antes de tudo, da pr\u00f3pria constitui\u00e7\u00e3o dos meios de vida j\u00e1 encontrados e que eles t\u00eam de reproduzir\u201d (MARX; ENGELS, 2007, p. 87).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Refutando todo e qualquer idealismo, inclusive os de esquerda, Marx e Engels enfatizam que \u201ctal como os indiv\u00edduos exteriorizam sua vida, assim s\u00e3o eles. O que eles s\u00e3o coincide, pois, com a sua produ\u00e7\u00e3o, tanto com o que produzem como tamb\u00e9m com o modo como produzem. O que os indiv\u00edduos s\u00e3o, portanto, depende das condi\u00e7\u00f5es materiais de sua produ\u00e7\u00e3o\u201d (MARX; ENGELS, 2007, p. 87). No mesmo sentido, \u201ca produ\u00e7\u00e3o de ideias, de representa\u00e7\u00f5es, da consci\u00eancia, est\u00e1, em princ\u00edpio, imediatamente entrela\u00e7ada com a atividade material e com o interc\u00e2mbio material das pessoas, com a linguagem da vida real\u201d (MARX; ENGELS, 2007, p. 93). O ser das pessoas \u00e9 o seu processo de vida real.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao pesquisar devemos partir das pessoas realmente ativas, do seu processo de vida real, como ensinam os autores de <em>A ideologia alem\u00e3<\/em>: \u201c[&#8230;] n\u00e3o se parte daquilo que as pessoas dizem, imaginam ou representam, tampouco das pessoas pensadas, imaginadas e representadas para, a partir da\u00ed, chegar \u00e0s pessoas de carne e osso; parte-se das pessoas realmente ativas e, a partir de seu processo de vida real, exp\u00f5e-se tamb\u00e9m o desenvolvimento dos reflexos ideol\u00f3gicos e dos ecos desse processo de vida. [&#8230;] As pessoas, ao desenvolverem sua produ\u00e7\u00e3o e seu interc\u00e2mbio materiais, transformam tamb\u00e9m, com esta sua realidade, seu pensar e os produtos de seu pensar. N\u00e3o \u00e9 a consci\u00eancia que determina a vida, mas a vida que determina a consci\u00eancia\u201d (MARX; ENGELS, 2007, p.\u00a0 94).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marx e Engels desconstroem o idealismo demonstrando sua esterilidade quanto \u00e0 capacidade de emancipar. Somente mudan\u00e7a de mentalidade n\u00e3o muda nada, s\u00f3 na apar\u00eancia. Conquistar o fundamental para a produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o da vida humana e social \u2013 alimenta\u00e7\u00e3o, bebida, moradia e vestu\u00e1rio &#8211; <em>em qualidade e quantidade adequadas,<\/em> \u00e9 o elementar no processo de emancipa\u00e7\u00e3o. Asseveram Marx e Engels: \u201cS\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel conquistar a liberta\u00e7\u00e3o real [<em>wirkliche Befreiung<\/em>] no mundo real \u00e9 pelo emprego de meios reais. [&#8230;] &#8230; n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel libertar as pessoas enquanto estas forem incapazes de obter alimenta\u00e7\u00e3o e bebida, habita\u00e7\u00e3o e vestimenta, em qualidade e quantidade adequadas. A \u201cliberta\u00e7\u00e3o\u201d \u00e9 um ato hist\u00f3rico e n\u00e3o um ato de pensamento, e \u00e9 ocasionada por condi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas, pelas con[di\u00e7\u00f5es] da ind\u00fastria, do co[m\u00e9rcio], [da agricul]tura, do inter[c\u00e2mbio]\u201d (MARX; ENGELS, 2007, p. 29).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o esque\u00e7amos: \u201cO modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista n\u00e3o se circunscreve \u00e0 produ\u00e7\u00e3o; ele \u00e9 modo de produ\u00e7\u00e3o e modo de circula\u00e7\u00e3o de mercadorias e de troca de mercadoria por dinheiro e de dinheiro por mercadoria\u201d (MARTINS, 1983, p. 171). Quanto mais se desenvolve o modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista, com novas t\u00e9cnicas e novos descobrimentos cient\u00edficos, e com o aprofundamento da divis\u00e3o do trabalho, mais a hist\u00f3ria torna-se hist\u00f3ria mundial. Por exemplo, \u201cse na Inglaterra \u00e9 inventada uma m\u00e1quina que na \u00cdndia e na China tira o p\u00e3o a in\u00fameros trabalhadores e subverte toda a forma de exist\u00eancia desses imp\u00e9rios, tal inven\u00e7\u00e3o torna-se um fato hist\u00f3rico-mundial\u201d (MARX; ENGELS, 2007, p. 40). Com isso, a submiss\u00e3o dos trabalhadores a um poder que lhes \u00e9 estranho \u2013 poder domina\u00e7\u00e3o &#8211; aumenta cada vez mais o mercado mundial. E, por isso, a necessidade de supera\u00e7\u00e3o do sistema do capital tornou-se quest\u00e3o de vida ou morte. Quanto mais de desenvolve o capitalismo mais ele tritura todo tipo de vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Refer\u00eancias.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CORREIA, Maria da Concei\u00e7\u00e3o Batista. A observa\u00e7\u00e3o participante enquanto t\u00e9cnica de investiga\u00e7\u00e3o. In: <strong>Revista<\/strong> <strong>Pensar Enfermagem,<\/strong> Vol. 13, n. 2, p. 30-36, Lisboa: 2\u00ba Semestre de 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">HOBSBAWM, Eric. Sobre hist\u00f3ria. S\u00e3o Paulo: Companhia das letras, 1998.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MARTINS, Jos\u00e9 de Souza. <strong>Os Camponeses e a Pol\u00edtica no Brasil: as lutas sociais no campo e seu lugar no processo pol\u00edtico.<\/strong> 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Petr\u00f3polis: Vozes, 1983.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A Ideologia Alem\u00e3: cr\u00edtica da mais recente Filosofia alem\u00e3 em seus representantes Feuerbach, B. Bauer e Stirner, e do socialismo alem\u00e3o em seus diferentes profetas (1845-1846). S\u00e3o Paulo: Boitempo Editorial, 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">M\u00c9SZ\u00c1ROS, Istv\u00e1n. <strong>A obra de Sartre: busca da liberdade<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Ensaio, 1991.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Belo Horizonte, MG, 18\/9\/2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Obs<\/strong>.: Os v\u00eddeos, abaixo, ilustram o texto, acima.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1 &#8211; In\u00edcio das Miss\u00f5es da XXI Romaria\/\u00c1guas\/Terra\/MG\/Lagoa da Prata\/MG\/2a Parte\/08\/9\/2018.<\/strong><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_21846\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/F2BbRXmUzyc?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2 &#8211; Palavra \u00c9tica na TVC\/BH: Despejo e resist\u00eancia em Nova Serrana, MG, Ocup. Nova Jerusal\u00e9m. 07\/6\/2018.<\/strong><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_67270\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/gF3IZbVOnbs?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3 &#8211; Vida em primeiro lugar!\/24\u00ba Grito dos Exclu\u00eddos\/BH\/MG &#8211; 2\u00aa Parte &#8211; 07\/9\/2018.<\/strong><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_94804\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ESSY97OrA4A?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP<strong>\/<\/strong>SP; mestre em Ci\u00eancias B\u00edblicas; assessor da CPT, CEBI, SAB e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de \u201cMovimentos Sociais Populares e Direitos Humanos\u201d no IDH, em Belo Horizonte, MG.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E-mail: <a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> \u2013 <a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &#8211; <a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Facebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As condi\u00e7\u00f5es reais de vida determinam a consci\u00eancia.\u00a0Por Gilvander Moreira[1] N\u00e3o cabe dicotomia entre sujeito e objeto no processo de pesquisa, nem separa\u00e7\u00e3o entre teoria e pr\u00e1tica. 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