{"id":3583,"date":"2019-01-15T12:39:33","date_gmt":"2019-01-15T14:39:33","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=3583"},"modified":"2019-01-15T12:42:56","modified_gmt":"2019-01-15T14:42:56","slug":"%ef%bb%bfassentados-e-acampados-em-apoio-mutuo-resistem-a-seis-despejos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/%ef%bb%bfassentados-e-acampados-em-apoio-mutuo-resistem-a-seis-despejos\/","title":{"rendered":"\ufeffAssentados e Acampados, em apoio m\u00fatuo, resistem a seis despejos"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Assentados e Acampados, em apoio m\u00fatuo, resistem a seis despejos.&nbsp;<\/strong>Por Gilvander Moreira<a href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Matuzal\u00e9m-e-F\u00e1tima-mst-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3584\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Matuzal\u00e9m-e-F\u00e1tima-mst-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Matuzal\u00e9m-e-F\u00e1tima-mst-300x169.jpg 300w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Matuzal\u00e9m-e-F\u00e1tima-mst-768x432.jpg 768w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Matuzal\u00e9m-e-F\u00e1tima-mst.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Sem Terra F\u00e1tima e Matuzal\u00e9m. Foto: G. L. Moreira.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>No\nconflito agr\u00e1rio que se arrasta h\u00e1 mais de 20 anos envolvendo diretamente mais\nde 450 fam\u00edlias acampadas em 11 acampamentos \u2013 Quilombo Campo Grande &#8211; no\nlatif\u00fandio da ex-usina Ariadn\u00f3polis, em Campo do Meio, no sul de Minas Gerais, as\nfam\u00edlias Sem Terra sofreram seis despejos. Em 18 de maio de 2009, ocorreu o\nmais cruel despejo dos acampamentos naquelas terras. A viol\u00eancia e a destrui\u00e7\u00e3o\nforam grandes. Em audi\u00eancia com o juiz da Vara Agr\u00e1ria de Minas Gerais, no\nF\u00f3rum de Campos Gerais, o juiz anunciou que iria acontecer reintegra\u00e7\u00e3o de\nposse, mas n\u00e3o disse o dia. De surpresa, dia 18 de maio de 2009, o poder\njudici\u00e1rio de Minas e o ent\u00e3o governador A\u00e9cio Neves (PSDB), com o apoio de\nmais de 200 policiais da Pol\u00edcia Militar, fortemente armados, com c\u00e3es,\ncavalaria, helic\u00f3pteros, tr\u00eas UTIs<a href=\"#_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>\nm\u00f3veis, caminh\u00e3o do Corpo de Bombeiros, \u00f4nibus de policiais, atirador de elite\ne dezenas de policiais de opera\u00e7\u00f5es especiais da Tropa de Choque, usando caminh\u00f5es e tratores da\nprefeitura de Campo do Meio, sob o comando do prefeito Vilson Rodrigues\nPereira, do PSDB, ap\u00f3s v\u00e1rios dias de press\u00e3o e amea\u00e7as aos Sem Terra acampados,\ndespejaram 123 fam\u00edlias de 5 acampamentos, sendo 4 acampamentos do MST: Sidney\nDias, Irm\u00e3 Dorothy, Tiradentes e Rosa Luxemburgo; e 1 acampamento organizado\npela FETAEMG. A mando do Coronel Guimar\u00e3es, tratores com arados e patrolas da\nPrefeitura de Campo do Meio destru\u00edram as lavouras de arroz, feij\u00e3o, mandioca,\nmilho, laranja, abacate e hortali\u00e7as dos Sem Terra, dos acampamentos. As\nm\u00e1quinas foram operadas por funcion\u00e1rios do gerente da massa falida da\nex-usina. Estima-se que seriam colhidas 1.600 sacas de feij\u00e3o (Fonte: laudo da\nEMATER<a href=\"#_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a>),\nquatro toneladas de melancia, quatro mil p\u00e9s de mandioca e grande planta\u00e7\u00e3o de\nmilho, todos no ciclo de colheitas. Passaram o trator com arado em cima de\nporcos vivos &#8211; inclusive uma porca prenha -, mataram um cachorro a tiro e o\njogaram dentro de uma cisterna, de onde as fam\u00edlias puxavam \u00e1gua no saril.\nDeixaram outros animais abandonados na imensa \u00e1rea devastada. Quando chegamos\ndois dias ap\u00f3s o cruel despejo, uma gata magricela miava, resistindo em cima\ndos escombros da casa da fam\u00edlia que a acolhia. As cercas de arame que protegiam\nas planta\u00e7\u00f5es foram tamb\u00e9m destru\u00eddas pelos tratores da Prefeitura de Campo do\nMeio, sob escolta da pol\u00edcia militar. \u00c1rvores nativas replantadas pelos Sem\nTerra acampados foram arrancadas pelos tratores. A camponesa do Acampamento\nTiradentes, Eva Auxiliadora de Freitas, acampada desde 12 de junho de 2008\nrelata: \u201cFoi uma trag\u00e9dia. Muito triste. Derrubaram tudo. Com cavalaria,\nchegaram e foram entrando e destruindo tudo. Deram tiro na cabe\u00e7a de um\ncachorro, matou e jogou na cisterna para a gente n\u00e3o beber mais \u00e1gua da\ncisterna. At\u00e9 os pomares foram destru\u00eddos. Passaram tratores em cima de tudo,\nat\u00e9 de porcos e galinhas. As casas foram destru\u00eddas com tratores e\nretroescavadeira. N\u00e3o deram prazo para a gente retirar nem as telhas. A gente\nsabia que eles estavam cumprindo ordens, mas a gente n\u00e3o entende como eles\nconseguiram reintegra\u00e7\u00e3o de posse, se eles n\u00e3o s\u00e3o os verdadeiros donos. Todos\nn\u00f3s despejados fomos acolhidos no galp\u00e3o do PA Primeiro do Sul, aqui ao lado da\nAriadn\u00f3polis. Muitos companheiros se espalharam, mas depois voltou todo mundo.\nAtualmente h\u00e1 muitos companheiros que sofreram muito com os despejos, mas n\u00e3o\ndesistiram da luta, j\u00e1 est\u00e3o assentados no PA Nova Conquista II aqui na\nAriadn\u00f3polis\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos\nsegredos da luta que tem levado \u00e0 resist\u00eancia e \u00e0 determina\u00e7\u00e3o de nunca mais\naceitar despejo nos 3.900 hectares do latif\u00fandio da Ariadn\u00f3polis tem sido a\nrela\u00e7\u00e3o de apoio m\u00fatuo, de companheirismo e cumplicidade na luta. Vinte e cinco\nfam\u00edlias que estavam acampadas ali foram acolhidas e assentadas no Projeto de Assentamento\n(PA) Primeiro do Sul \u2013 o primeiro do MST no sul de Minas, fica ao lado -, em\nsubstitui\u00e7\u00e3o \u00e0s que desistiram. Ap\u00f3s a desist\u00eancia de uma fam\u00edlia, em sintonia\ncom a coordena\u00e7\u00e3o estadual do MST, em assembleia, as fam\u00edlias do Assentamento\nPrimeiro do Sul come\u00e7aram a convidar outras que estavam acampadas nas terras da\nAriadn\u00f3polis. A rela\u00e7\u00e3o de apoio m\u00fatuo, de companheirismo e cumplicidade entre\nas fam\u00edlias assentadas no Assentamento Primeiro do Sul e as centenas de\nfam\u00edlias acampadas em onze acampamentos no latif\u00fandio da Ariadn\u00f3polis tem sido\numa das colunas mestras para fazer a luta pela terra avan\u00e7ar no munic\u00edpio de\nCampo do Meio, conforme nos informa S\u00edlvio Neto, da coordena\u00e7\u00e3o nacional do MST:\n\u201cAs dificuldades de acesso aos cr\u00e9ditos, a escassez de alimenta\u00e7\u00e3o e as\ndificuldades para produzir foram superadas, porque conseguimos manter as\nfam\u00edlias do Assentamento Primeiro do Sul em permanente luta coletiva. Em v\u00e1rios\nmomentos, o PA Primeiro do Sul se converteu em Frente de Massa na luta pelos\n3.900 hectares do latif\u00fandio da Ariadn\u00f3polis. O la\u00e7o estreito que as fam\u00edlias\ndo PA Primeiro do Sul tem com as fam\u00edlias acampadas nas terras da Ariadn\u00f3polis\ncoloca as fam\u00edlias do PA Primeiro do Sul em constante enfrentamento para a\nconquista definitiva das terras da Ariadn\u00f3polis. Por outro lado, as fam\u00edlias\nacampadas na Ariadn\u00f3polis, em constante rela\u00e7\u00e3o com o PA Primeiro do Sul, s\u00e3o\nanimadas a fortalecer a produ\u00e7\u00e3o, seguindo o exemplo do PA Primeiro do Sul.\nEssa comunh\u00e3o entre os assentados do PA Primeiro do Sul e as 450 fam\u00edlias\nacampadas da Ariadn\u00f3polis tem sido um pilar de sustenta\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da nossa\norganiza\u00e7\u00e3o no Sul de Minas. Em v\u00e1rios despejos quem acolheu as fam\u00edlias\ndespejadas foram os assentados do PA Primeiro do Sul. Houve ocupa\u00e7\u00f5es na\nAriadn\u00f3polis feitas pelos assentados, n\u00e3o para se buscar um segundo lote, mas\npara garantir a derrota do latif\u00fandio para que outras fam\u00edlias de companheiros\ntivessem acesso \u00e0 terra.\u201d <\/p>\n\n\n\n<p>A luta\npela conquista do latif\u00fandio Ariadn\u00f3polis e a luta pela conquista da Fazenda\nJatob\u00e1 \u2013 fazendas cont\u00edguas -, que se tornou o PA Primeiro do Sul, s\u00e3o lutas\numbilicalmente conectadas. N\u00e3o h\u00e1 como compreender a luta dos assentados do PA\nPrimeiro do Sul desvinculada da luta de centenas de fam\u00edlias acampadas nas\nterras da Ariadn\u00f3polis e nem do trabalho de centenas de trabalhadores rurais\ndurante o funcionamento da Usina at\u00e9 1996. Em Campo do Meio, desde 1998, quando\nocorreu a primeira Ocupa\u00e7\u00e3o nas terras da Ariadn\u00f3polis, tem havido, sob v\u00e1rios\naspectos, rela\u00e7\u00f5es de apoio m\u00fatuo entre acampados e assentados. Foi nas terras\nda Ariadn\u00f3polis que a Ocupa\u00e7\u00e3o da Fazenda Jatob\u00e1 foi planejada, com o apoio de\nsindicalistas do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) da regi\u00e3o e com o apoio\nde lideran\u00e7a do MST designada para criar o MST no Sul de Minas. Mas tamb\u00e9m foi\nnas terras da Fazenda Jatob\u00e1, j\u00e1 ocupada e transformada em Assentamento, que a\nprimeira ocupa\u00e7\u00e3o das terras da Ariadn\u00f3polis foi organizada. Assentados do PA Primeiro\ndo Sul foram protagonistas na concretiza\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios acampamentos no\nlatif\u00fandio da Ariadn\u00f3polis, conforme recorda o assentado no PA Primeiro do Sul Sebasti\u00e3o\nM\u00e9lia: \u201cAs fam\u00edlias aqui do PA Primeiro do Sul \u00e9 que faziam frente no embate\ndos enfrentamentos para ocupar o grande latif\u00fandio da Ariadn\u00f3polis. Tamb\u00e9m para\ngarantir a perman\u00eancia dos acampados l\u00e1. E quando vinham os despejos, o PA\nPrimeiro do Sul se tornava o ref\u00fagio dos acampados. Aqui no PA Primeiro do Sul\n\u00e9 que as fam\u00edlias despejadas eram acolhidas por uns dois ou tr\u00eas meses at\u00e9 a\ngente reorganizar os acampamentos l\u00e1. No in\u00edcio da Ocupa\u00e7\u00e3o das terras da\nex-Usina Ariadn\u00f3polis, as fam\u00edlias assentadas no PA Primeiro do Sul prestavam\najuda econ\u00f4mica aos acampados da seguinte forma: primeiro doando alimentos e\ndepois cedendo sementes de milho, de feij\u00e3o e de arroz para os companheiros\nplantarem\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Em tempos\nde fascismo e de extrema direita no poder, com m\u00eddia manipuladora e igrejas que\ndopam seus fi\u00e9is aos amputar a dimens\u00e3o social da f\u00e9 crist\u00e3 e do Evangelho de\nJesus Cristo, necess\u00e1rio se faz aprendermos com lutas inspiradoras como a do\nMST em Campo do Meio, no sul de Minas Gerais. <\/p>\n\n\n\n<p>Belo\nHorizonte, MG, 15\/01\/2019.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: Veja nos links,\nabaixo, v\u00eddeos que fazem refer\u00eancia aos v\u00e1rios despejos sofridos pelas fam\u00edlias\nacampadas no latif\u00fandio da antiga usina Ariadn\u00f3polis: &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1 &#8211;  <br><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=gfoQPMk55To  \">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=gfoQPMk55To  <\/a><br><\/p>\n\n\n\n<p>2 &#8211; <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=3D4i1R08Dew \">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=3D4i1R08Dew <\/a><\/p>\n\n\n\n<p>3 &#8211;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=7rA235Nmod8\ufeff \">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=7rA235Nmod8\ufeff <\/a><\/p>\n\n\n\n<p>4 &#8211;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=BZKf_K5h8nE \">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=BZKf_K5h8nE <\/a><\/p>\n\n\n\n<p>5 &#8211;<a href=\"http:\/\/ https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=hJjPBAFZ2E0 \">http:\/\/ https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=hJjPBAFZ2E0 <\/a><\/p>\n\n\n\n<p>6 &#8211;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=AUab7vCVlqw\ufeff\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=AUab7vCVlqw\ufeff<\/a><br><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos\ncarmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em\nFilosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP<strong>\/<\/strong>SP; mestre em Ci\u00eancias B\u00edblicas; assessor da CPT, CEBI, SAB e\nOcupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de \u201cMovimentos Sociais Populares e Direitos Humanos\u201d\nno IDH, em Belo Horizonte, MG. E-mail: <a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> \u2013 <a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &#8211; <a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\n<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nFacebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\">[2]<\/a> UTI (Unidade de Terapia\nIntensiva). <\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref3\">[3]<\/a>\nEmpresa de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Assentados e Acampados, em apoio m\u00fatuo, resistem a seis despejos.&nbsp;Por Gilvander Moreira[1] No conflito agr\u00e1rio que se arrasta h\u00e1 mais de 20 anos envolvendo diretamente mais de 450 fam\u00edlias acampadas em 11 acampamentos \u2013 Quilombo<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3584,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,49,27,25,29,43,18],"tags":[],"class_list":["post-3583","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-direito-a-terra","category-direitos-humanos","category-luta-pela-terra-e-reforma-agraria","category-movimentos-sociais-populares","category-pedagogia-emancipatoria","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3583","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3583"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3583\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3587,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3583\/revisions\/3587"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3584"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3583"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3583"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3583"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}