{"id":3898,"date":"2019-03-26T15:55:57","date_gmt":"2019-03-26T18:55:57","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=3898"},"modified":"2019-03-26T15:56:00","modified_gmt":"2019-03-26T18:56:00","slug":"%ef%bb%bfno-campo-a-gente-tem-liberdade-e-adquire-saude-luta-pela-terra-no-sul-de-mg","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/%ef%bb%bfno-campo-a-gente-tem-liberdade-e-adquire-saude-luta-pela-terra-no-sul-de-mg\/","title":{"rendered":"\ufeff\u201cNo campo a gente tem liberdade e adquire sa\u00fade\u201d: luta pela terra no sul de MG."},"content":{"rendered":"\n<p><strong>\u201cNo campo a gente tem liberdade e adquire sa\u00fade\u201d: luta pela terra no sul de MG.  <\/strong>Por Gilvander Moreira<a href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"381\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Camponesas-em-Campo-do-Meio.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3899\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Camponesas-em-Campo-do-Meio.jpg 640w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Camponesas-em-Campo-do-Meio-300x179.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption><em>Camponesas Sem Terra do MST em Assentamento da ex-usina Ariadn\u00f3polis, no munic\u00edpio de Campo do Meio no sul de Minas Gerais, cultivando horta comunit\u00e1ria e horta de plantas medicinais. Foto: frei Gilvander, em 1\u00ba\/3\/2016. <\/em> <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Ao lado\ndo Assentamento Primeiro do Sul, do MST<a href=\"#_ftn2\">[2]<\/a>,\nem Campo do Meio, no sul de Minas Gerais, e na fronteira com a maior fazenda de\nmonocultura do caf\u00e9 da Am\u00e9rica Latina est\u00e1 o megalatif\u00fandio da ex-usina\nAriadn\u00f3polis, que foi ocupado pelo MST pela primeira vez em 1998, um ano ap\u00f3s a\nconquista do Assentamento Primeiro do Sul. Na luta pela terra, os Sem Terra do\nMST e o Movimento como tal sofrem diversas press\u00f5es. \u201c<em>Sofremos press\u00e3o do Estado, por meio da prefeitura, do INCRA, do\nsistema de sa\u00fade, das for\u00e7as policiais e do poder judici\u00e1rio. Sofremos press\u00e3o\ndo latif\u00fandio do entorno que vem buscar nossos jovens e fam\u00edlias para\ntrabalharem para eles como boias-frias. A gente sofre com a press\u00e3o da cidade,\npois a cultura urbana vem para os acampamentos e assentamentos n\u00e3o s\u00f3 para se\ninstalarem, mas para arrancar o povo que est\u00e1 na luta pela terra e levar para\ncidade. Um exemplo disso \u00e9 o transporte escolar que tira as crian\u00e7as do\nAssentamento e dos Acampamentos e leva l\u00e1 para cidade<\/em>\u201d, diz S\u00edlvio Neto, da\ncoordena\u00e7\u00e3o nacional do MST.<\/p>\n\n\n\n<p>Todos os\ninstrumentos do Estado, o latif\u00fandio e os latifundi\u00e1rios, a cidade e todas as\nsuas sedu\u00e7\u00f5es s\u00e3o obst\u00e1culos \u00e0 luta pela terra, pois integram a engrenagem que\nreproduz a estrutura latifundi\u00e1ria e fazem na pr\u00e1tica uma contrarreforma\nagr\u00e1ria. Entretanto, em 25 de setembro de 2015, o governador de Minas Gerais,\nFernando Pimentel, assinou decreto desapropriando tr\u00eas fazendas para centenas\nde Sem Terra do MST acampados h\u00e1 mais de dez anos: a fazenda Nova Alegria, em\nFelisburgo; a fazenda Gravat\u00e1, em Novo Cruzeiro, e o megalatif\u00fandio da Ariadn\u00f3polis,\nem Campo do Meio. Mas a \u00e1rea da CAPIA, que \u00e9 a sede da ex-usina Ariadn\u00f3polis e\no parque industrial \u2013 26 hectares -, ficou fora do decreto de desapropria\u00e7\u00e3o.\nUm Mandado de Seguran\u00e7a movido pela CAPIA, que gerencia a massa falida,\nsuspendeu o decreto de desapropria\u00e7\u00e3o, o que acirrou mais ainda os \u00e2nimos no\nmaior conflito agr\u00e1rio de Minas Gerais e um dos maiores do Brasil. Um dos\ncoordenadores estaduais do MST alertou para isso na reuni\u00e3o com o governo de\nMinas e com dois comandantes da pol\u00edcia militar. \u201c<em>O barraco da Maria Baiana foi queimado. Quando n\u00f3s chegamos aqui na\nsede da ex-Usina Ariadn\u00f3polis, as casas aqui tinham se transformadas em curral\nde gado. Diante das amea\u00e7as, ocupamos tamb\u00e9m a sede da Ariadn\u00f3polis. A reforma\nagr\u00e1ria n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 terra, mas \u00e9 tamb\u00e9m cooperativa, escola, cr\u00e9dito, \u00e1rea de\nlazer. Por isso precisamos tamb\u00e9m da estrutura aqui da sede<\/em>\u201d, bradou S\u00edlvio\nNeto, em reuni\u00e3o com o Governo de Minas, dia 1\u00ba\/03\/2016.<\/p>\n\n\n\n<p>Na luta\npela terra no megalatif\u00fandio da Ariadn\u00f3polis, o MST abra\u00e7ou h\u00e1 v\u00e1rios anos a\nluta pela instala\u00e7\u00e3o de uma Escola do Campo no territ\u00f3rio. \u201c<em>Se a corda est\u00e1 esticada, n\u00e3o foi esticada\npor n\u00f3s. N\u00f3s nunca fomos intransigentes. J\u00e1 sofremos 06 reintegra\u00e7\u00f5es de posse\naqui. Esperamos a desapropria\u00e7\u00e3o aqui h\u00e1 18 anos. At\u00e9 quando vamos ter que\nesperar?<\/em>\u201d, perguntou outro Sem Terra, em reuni\u00e3o tensa dia 1\u00ba \/03\/2016.<\/p>\n\n\n\n<p>Ocupando\nas terras do latif\u00fandio h\u00e1 Sem Terra oriundos de muitas regi\u00f5es, fam\u00edlias que\nest\u00e3o h\u00e1 21 anos acampadas, outras com menos tempo; h\u00e1 tamb\u00e9m trabalhadores que\ntrabalhavam ali e que, lesados nos seus direitos trabalhistas ap\u00f3s a fal\u00eancia\nda usina, resolveram se engajar na luta pela terra; e h\u00e1 tamb\u00e9m trabalhadoras\ncamponesas e trabalhadores camponeses que nasceram naquelas terras e resistem\ncomo posseiros na luta pela terra. <\/p>\n\n\n\n<p>O MST\ncoordena a luta hist\u00f3rica e complexa para conquistar de uma vez por todas a\nintegralidade do megalatif\u00fandio da Ariadn\u00f3polis. Al\u00e9m da resist\u00eancia no\nterrit\u00f3rio ocupado, os assentados e acampados do MST de Campo do Meio t\u00eam\ntravado muitas lutas fora das terras da Ariadn\u00f3polis. Apenas em 2015, por\nexemplo, o MST de Campo do Meio levou um caminh\u00e3o de alimentos e doou para as nove\nmil fam\u00edlias das Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas da Izidora, em Belo Horizonte e Santa Luzia,\nMG, quando estavam sob ser\u00edssima amea\u00e7a de despejo; manifestou na portaria da\nPetrobras, em Betim, MG, em apoio \u00e0 greve dos funcion\u00e1rios da Petrobras;\nmarchou e bloqueou o tr\u00e2nsito na MG 010, diante da Cidade Administrativa, em\nBelo Horizonte, refor\u00e7ando a luta das professoras e dos professores da rede\nestadual de educa\u00e7\u00e3o; bloqueou um dos ped\u00e1gios da BR 381 (Fern\u00e3o Dias),\nexigindo Luz para Todos nos Assentamentos Primeiro do Sul, Nova Conquista II e\nSanto Dias; e ocupou pr\u00e9dios p\u00fablicos, como a sede do INCRA em Belo Horizonte.<\/p>\n\n\n\n<p>Oitocentos\nhectares de terra ficaram fora do decreto do governador Pimentel, de 25 de\nsetembro de 2015. Mas em reuni\u00e3o dia 1\u00ba de mar\u00e7o de 2015, representantes do\nGoverno de Minas asseguraram que o governador de Minas assinaria outro decreto\npara destinar 100% das terras da Ariadn\u00f3polis para as mais de 500 fam\u00edlias\nacampadas h\u00e1 19 anos. \u201c<em>\u00c9 preciso ter\nmuito amor e muita paix\u00e3o para poder estar na luta pela terra carregando a\nbandeira do MST e sob essa bandeira viver. N\u00f3s podemos ter v\u00e1rias cores, v\u00e1rias\nreligi\u00f5es, v\u00e1rias orienta\u00e7\u00f5es sexuais, v\u00e1rias idades e ter vindo de diversos\nestados do Brasil, mas o que nos unifica e nos d\u00e1 unidade como povo campon\u00eas na\nluta pela terra \u00e9 a bandeira do MST<\/em>\u201d, afirmou S\u00edlvio Neto, ao finalizar\nAssembleia Geral no Acampamento Quilombo Grande, na Ariadn\u00f3polis, dia\n1\u00ba\/3\/2016. <\/p>\n\n\n\n<p>O\nAcampamento Vit\u00f3ria da Conquista \u00e9 o mais antigo nas terras da Ariadn\u00f3polis,\ncom 21 anos. Nele, 32 fam\u00edlias est\u00e3o acampadas, j\u00e1 em casas constru\u00eddas de\ntijolo ou de adobe, produzindo caf\u00e9, maracuj\u00e1, mandioca, banana, feij\u00e3o e\nhortali\u00e7as. \u201c<em>Como aconteceram muitos\ndespejos aqui no Girassol, a gente organizou o acampamento Vit\u00f3ria da Conquista<\/em>\u201d,\ndiz Maria De F\u00e1tima Silva Meira, Sem Terra do Acampamento Vit\u00f3ria da Conquista.\nDezenas de fam\u00edlias de posseiros est\u00e3o resistindo nas terras da Ariadn\u00f3polis.\nMuitos j\u00e1 moravam e trabalhavam na Usina. Outros trabalhadores com d\u00edvidas\ntrabalhistas acamparam na Ariadn\u00f3polis ap\u00f3s a fal\u00eancia da usina. Os Sem Terra\nali acampados t\u00eam uma grande diversidade cultural e de origem. H\u00e1 trabalhadores\ncamponeses oriundos dos estados de S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1, Bahia, Pernambuco e de\noutros estados, al\u00e9m de Minas Gerais, obviamente. O sr. Jo\u00e3o Batista Pura, 63\nanos, que trabalhou na usina por mais de 30 anos, afirma: \u201c<em>Trabalhei aqui na usina Ariadn\u00f3polis mais de 30 anos, cortando cana,\ncapinando caf\u00e9 e batendo veneno. Meu pai era fiscal na usina. Tenho irm\u00e3os que\ntrabalharam na usina. Aqui se produzia a\u00e7\u00facar e \u00e1lcool. Nas partes altas se\nplantava cafezal e nas baixadas era tudo cana-de-a\u00e7\u00facar. Cl\u00f3vis Azevedo era o\ndono da usina. Um tanque de \u00e1lcool pegou fogo aqui e causou um inc\u00eandio\nmedonho. Eu trabalhava sem ter carteira registrada desde os 14 anos. Quando os\nSem Terra vieram pra c\u00e1 (em 1998), eu tinha direito a R$135.000,00 (cento e\ntrinta e cinco mil reais) de indeniza\u00e7\u00e3o trabalhista a receber, mas perdi a\nesperan\u00e7a de receber isso. Hoje, deveriam me pagar acima de quinhentos mil\nreais<\/em>.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Camponeses\nassolados pela seca e pela cerca, expropriados pela cerca do latif\u00fandio na\nregi\u00e3o Nordeste, tamb\u00e9m vieram engrossar a luta pela terra no sul de Minas, na\nAriadn\u00f3polis. Jos\u00e9 Nery Da Silva, Sem Terra pernambucano do Acampamento Betinho\n(Herbert de Souza), nas terras da ex-usina Ariadn\u00f3polis recorda: \u201c<em>H\u00e1 13 anos abracei a luta pela terra para a\ngente ter uma conviv\u00eancia melhor, porque onde a gente morava (estado de\nPernambuco) a vida era muito dif\u00edcil. Aqui nas terras da Ariadn\u00f3polis, a gente\ntem o que comer, tem uma roupinha melhor. Podemos cal\u00e7ar um sapato. Sapato eu\nnem conhecia antes de chegar aqui. A gente planta milho, feij\u00e3o, caf\u00e9 e\nverduras. A gente vive da ro\u00e7a. Nossa vida aqui melhorou 100%. Pulamos da\nlamparina para a vela que d\u00e1 menos fuma\u00e7a. N\u00f3is quer a terra pra n\u00f3is\ntrabalhar. Quem receber a terra e vender ap\u00f3s mais de 13 anos de luta n\u00e3o tem\njeito, pode matar. Na cidade n\u00e3o tem jeito. O jeito \u00e9 na ro\u00e7a mesmo. Se eu\nsoubesse que a luta pela terra fosse t\u00e3o boa, eu teria vindo muito antes. L\u00e1 no\nsert\u00e3o brabo \u00e9 muito dif\u00edcil a sobreviv\u00eancia. Aqui a gente planta, colhe,\nguarda para comer e vende o bocado que sobra. Trabalhar para o fazendeiro ou na\ncidade, a gente tem que cumprir hor\u00e1rio, o que causa muita press\u00e3o e\npreocupa\u00e7\u00e3o. Mesmo doente tem que trabalhar, porque tem meta. Patr\u00e3o n\u00e3o quer\nnem saber se voc\u00ea est\u00e1 doente ou n\u00e3o. No campo, a gente tem liberdade e\ntrabalha para a gente mesmo, trabalha tranquilo e feliz. Depois que a gente vem\npra ro\u00e7a adquire sa\u00fade. Na ro\u00e7a tudo \u00e9 do jeito que a gente quer<\/em>.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Belo\nHorizonte, MG, 26\/3\/2019.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: Abaixo, v\u00eddeos\nque versam sobre o assunto apresentado, acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 &#8211; MST luta pela terra em Campo do\nMeio\/MG desde 1998: Palavra \u00c9tica\/TVC\/BH c\/ frei Gilvander. 17\/11\/18<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_71404\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YixJpJvnmTE?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>2 &#8211; Sr. Mozar no Quilombo Campo\nGrande\/MST\/MG: &#8220;Sem a terra ele n\u00e3o vive!&#8221; V\u00eddeo 6 \u2013 26\/11\/18<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_54938\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/R27l_jTM6LY?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3 &#8211; Fun\u00e7\u00e3o social para a terra nos 11 Acampamentos\ndo MST\/Campo do Meio\/sul de MG. V\u00eddeo 5 &#8211; 26\/11\/18<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_94024\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/NZvoAaUjOrs#7s8d6f87?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>4 &#8211; Reflorestamento e Produ\u00e7\u00e3o no\nQuilombo Campo Grande, do MST\/MG &#8211; V\u00eddeo 4 &#8211; 25\/11\/2018<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_19845\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/gSJs71xh5oA?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\">[1]<\/a>\nFrei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG;\nlicenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP<strong>\/<\/strong>SP; mestre em Ci\u00eancias B\u00edblicas;\nassessor da CPT, CEBI, SAB e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de \u201cMovimentos Sociais\nPopulares e Direitos Humanos\u201d no IDH, em Belo Horizonte, MG. E-mail: <a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> \u2013 <a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &#8211; <a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\n<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nFacebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\">[2]<\/a>\nMovimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra \u2013 <a href=\"http:\/\/www.mst.org.br\">www.mst.org.br<\/a>\n<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cNo campo a gente tem liberdade e adquire sa\u00fade\u201d: luta pela terra no sul de MG. 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