{"id":4369,"date":"2019-06-25T11:55:22","date_gmt":"2019-06-25T14:55:22","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=4369"},"modified":"2019-06-25T11:55:26","modified_gmt":"2019-06-25T14:55:26","slug":"concentracao-fundiaria-e-luta-pela-terra-em-salto-da-divisa-mg","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/concentracao-fundiaria-e-luta-pela-terra-em-salto-da-divisa-mg\/","title":{"rendered":"Concentra\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria e luta pela terra em Salto da Divisa, MG."},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Concentra\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria e luta pela terra em Salto da Divisa, MG. <\/strong>Por Gilvander Moreira<a href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"422\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Comunidade-quilombola-Bra\u00e7o-Forte-de-Salto-da-Divisa.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4370\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Comunidade-quilombola-Bra\u00e7o-Forte-de-Salto-da-Divisa.jpg 750w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Comunidade-quilombola-Bra\u00e7o-Forte-de-Salto-da-Divisa-300x169.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption>Comunidade Quilombola Bra\u00e7o Forte, no munic\u00edpio de Salto da Divisa, MG. Foto: Arquivo da CPT\/MG.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Conforme dados do Cadastro do INCRA<a href=\"#_ftn2\">[2]<\/a>,\na primeira e \u00fanica fazenda desapropriada no munic\u00edpio de Salto da Divisa na\nregi\u00e3o do Baixo Jequitinhonha, MG, at\u00e9 agora foi a fazenda Monte Cristo, de\n1348 hectares, que era de propriedade da Funda\u00e7\u00e3o Tin\u00f4 da Cunha. Desapropria-se\numa fazenda de uma Funda\u00e7\u00e3o que tem a miss\u00e3o de sustentar o \u00fanico hospital\np\u00fablico do munic\u00edpio que sobrevive jogado \u00e0s tra\u00e7as, mas n\u00e3o se desapropria\nnenhum latif\u00fandio das duas fam\u00edlias \u2013 Cunha Peixoto e Pimenta &#8211; que dominam o\nmunic\u00edpio de Salto da Divisa h\u00e1 muitas d\u00e9cadas. Segundo o que se ouve no meio\ndo povo, os dom\u00ednios dessas duas fam\u00edlias se estendem ainda por muitas\nextens\u00f5es de terra nos munic\u00edpios pr\u00f3ximos de Jacinto e Santa Maria do Salto, e\nat\u00e9 mesmo no Estado da Bahia. <\/p>\n\n\n\n<p>Existem 115 propriedades do munic\u00edpio de Salto da\nDivisa cadastradas no INCRA. Dentre essas, das vinte maiores fazendas de Salto\nda Divisa 13 s\u00e3o de propriedades da fam\u00edlia Cunha Peixoto e 02 da fam\u00edlia\nPimenta, mas pode ser que as outras 05 estejam em nome de pessoas que s\u00e3o\ntamb\u00e9m vinculadas \u00e0s fam\u00edlias Cunha Peixoto e Pimenta. Esses 20 latif\u00fandios possuem\n\u00e1rea registrada de 41704 hectares. Recorde-se que os dados acima s\u00e3o de \u00e1reas\napenas registradas em cart\u00f3rio. Se considerarmos que 72,8% das terras do\nmunic\u00edpio de Salto da Divisa s\u00e3o presumivelmente terras p\u00fablicas devolutas, o\nterrit\u00f3rio controlado apenas por duas fam\u00edlias pode ser 72,8% maior, em m\u00e9dia. No Cadastro do INCRA, em outras 34 fazendas m\u00e9dias, com \u00e1reas variando\nde 242 a 891 hectares, segundo \u00e1rea registrada, em vinte delas, s\u00e3o integrantes\nda fam\u00edlia Cunha Peixoto e Pimenta que aparecem como propriet\u00e1rios. Das 29 menores\npropriedades, em quatro delas com \u00e1rea acima de 200 hectares, figura o nome de\nKleber da Cunha Peixoto como propriet\u00e1rio de tr\u00eas pequenas propriedades:\nfazenda Bonanza, com 181 hectares; fazenda Rancho Alegre, com 193 hectares e\nfazenda Lagoa com 110 hectares, totalizando 484 hectares, isso segundo\nregistro. <\/p>\n\n\n\n<p>Inusitado \u00e9 que seis grandes fazendas &#8211; Pracca\nNova, Conjunto Rural Jatupan, Ribeir\u00e3o do Salto, Palestina, Esperan\u00e7a e Farp\u00e3o\n\u2013, com \u00e1rea registrada de 13413 hectares, constam no Cadastro do INCRA como\nimprodutivas, mas o INCRA e o Governo Federal n\u00e3o fazem a reforma agr\u00e1ria\nporque o Estado \u00e9 pe\u00e7a chave na acumula\u00e7\u00e3o do capital em um pa\u00eds onde a terra \u00e9\nessencial para a reprodu\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o do capital. Com governo submisso \u00e0\nbancada ruralista e ao capital, esses grandes latif\u00fandios continuam nas m\u00e3os de\nlatifundi\u00e1rios e, por isso, trata-se de terra que est\u00e1 escravizada sem ser\nsocializada para quem precisa e nela quer morar, trabalhar e produzir para\nalimentar o povo da cidade, inclusive. Apenas 13413 hectares de terra em Salto\nda Divisa seria o suficiente para assentar umas 700 fam\u00edlias, cerca de tr\u00eas mil\npessoas. Isso contribuiria muito para a supera\u00e7\u00e3o de in\u00fameros problemas fruto\nda injusti\u00e7a social e da injusti\u00e7a agr\u00e1ria reinante na regi\u00e3o do Baixo\nJequitinhonha. Nos 29 minif\u00fandios, de at\u00e9 52 hectares, todos os propriet\u00e1rios\ns\u00e3o diferentes e n\u00e3o consta nenhum sobrenome de Cunha Peixoto e nem Pimenta.<\/p>\n\n\n\n<p>Onde est\u00e3o e quais s\u00e3o as ra\u00edzes da luta pela terra\nem Salto da Divisa? &nbsp;De massacrados pela\nbarragem de Itapebi a Sem Terra no Acampamento Dom Luciano Mendes e,\nposteriormente, assentados nos Assentamentos Dom Luciano Mendes e Irm\u00e3\nGeraldinha ou resistindo na Comunidade Tradicional Agroextrativista e Artes\u00e3 da\nCabeceira do Piabanha na Comunidade Quilombola Bra\u00e7o Forte. Em 1948, o pequeno distrito de\nS\u00e3o Sebasti\u00e3o do Salto, que ainda pertencia ao munic\u00edpio de Jacinto, foi\nemancipado e recebeu o nome de Salto da Divisa. Nascia o munic\u00edpio de Salto da\nDivisa, tendo como primeiro prefeito o coronel Orozimbo Cunha Peixoto, filho de\nCarlos da Cunha Peixoto. O munic\u00edpio de Salto da Divisa est\u00e1 localizado no\nextremo nordeste mineiro, na divisa dos estados de Minas Gerais com a Bahia, a 854 quil\u00f4metros de\nBelo Horizonte. Faz parte do chamado \u201cpol\u00edgono das secas\u201d na regi\u00e3o do semi\u00e1rido\nmineiro, contando com baixo \u00edndice de desenvolvimento humano (IDH), com\nclassifica\u00e7\u00e3o em 0,642 (Fonte: PNUD 2000). Em 2006, havia 79.973 cabe\u00e7as de\nbovinos registradas no munic\u00edpio de Salto da Divisa (Fonte: IBGE 2006). A pecu\u00e1ria\ncom a monocultura do capim se tornou o modelo econ\u00f4mico hegem\u00f4nico em Salto da\nDivisa. Cerca de 80% dos hortifrutigranjeiros consumidos na cidade vem de\nmunic\u00edpios pr\u00f3ximos como Eun\u00e1polis, BA, e Almenara, MG. <\/p>\n\n\n\n<p>A \u00e1rea do\nmunic\u00edpio de Salto da Divisa \u00e9 de 93.792,4 hectares, o que equivale a 937,9 km<sup>2<\/sup>.&nbsp;A\n\u00e1rea rural potencialmente p\u00fablica devoluta de Salto da Divisa \u00e9 de 73.349\nhectares em dados de 2014 (Fonte: Cadastro do INCRA), o que significa 72,2% do\nterrit\u00f3rio do munic\u00edpio presumivelmente terras devolutas griladas.&nbsp;Ap\u00f3s um\nlongo processo de resgate, sob press\u00e3o da luta pela terra, o Governo de Minas\nregularizou a fazenda Manga do Gustavo, que foi \u00e1rea ocupada pelo Acampamento\nDom Luciano Mendes. O munic\u00edpio de Salto da Divisa era basicamente Mata\nAtl\u00e2ntica povoada por povos ind\u00edgenas botocudos, mas fazendeiros e madeireiras\ncom machado, motosserra, bois e caminh\u00f5es devastaram as matas retirando madeira\ne, principalmente, preparando o terreno para a monocultura do capim. As\nfam\u00edlias agregadas podiam plantar apenas uma vez no mesmo local. N\u00e3o se podia\ncortar nem um p\u00e9 de capim. No ano seguinte tinham que avan\u00e7ar derrubando a\nmata, plantando capim em meio \u00e0s culturas de subsist\u00eancia. Havia uma esp\u00e9cie de\nideologia da derrubada da mata como chamariz para a chuva, mas o interesse dos\nfazendeiros era transformar a terra em monocultura de capim para a cria\u00e7\u00e3o de\ngado o mais r\u00e1pido poss\u00edvel. O Sem Terra Valmir\u00e1 Pereira De Souza, assentado no\nAssentamento Dom Luciano Mendes, recorda: \u201c<em>Os\nfazendeiros diziam que se a gente derrubasse a mata, a chuva vinha. Diziam que\na nuvem de fuma\u00e7a fazia chover. Quanto mais chovia mais a planta\u00e7\u00e3o do capim\ncrescia. Chovia muito naquela \u00e9poca. Eles mandavam a gente cortar a mata e\nfazer uma ro\u00e7a e tinha que plantar o capim junto com as culturas de subsist\u00eancia,\nmas n\u00e3o podia jamais cortar um p\u00e9 de capim. Porco tinha que ser aramado,\nprocesso que consistia em colocar um arame nos l\u00e1bios do porco para impedi-lo\nde fu\u00e7ar com o focinho o capim plantado. Ap\u00f3s ro\u00e7ar e derrubar a mata, queimava-se\ntudo e jogava semente de capim junto com milho, feij\u00e3o, mandioca e arroz<\/em>.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A regi\u00e3o\ndo Baixo Jequitinhonha tamb\u00e9m foi territ\u00f3rio ind\u00edgena. Descobertas\narqueol\u00f3gicas realizadas pelos camponeses atestam isso. O Sem Terra Valmir\u00e1 tamb\u00e9m\nrecorda: \u201c<em>N\u00f3s j\u00e1 achamos dentro da mata\naqui potes, panelas e vasilhas de cer\u00e2mica, sinal da presen\u00e7a de povos\nind\u00edgenas na regi\u00e3o. Em Salto da Divisa h\u00e1 pessoas com tra\u00e7os ind\u00edgenas<\/em>.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Enfim, em\nSalto da Divisa, a m\u00e3e terra, os sem-terra e toda a biodiversidade continuam\nclamando por liberta\u00e7\u00e3o, o que passa necessariamente pela partilha,\ndemocratiza\u00e7\u00e3o e socializa\u00e7\u00e3o da terra, pois o latif\u00fandio \u00e9 uma estrutura\nin\u00edqua que sustenta a imensa superexplora\u00e7\u00e3o e viol\u00eancia que se abate sobre o\npovo brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Belo\nHorizonte, MG, 25\/6\/2019.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: Abaixo, v\u00eddeos\nque versam sobre o assunto apresentado, acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1\n&#8211; Comunidade Quilombola Bra\u00e7o Forte, em Retomada\/Salto da Divisa, MG\/A luta\npela terra\/09\/6\/2016.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_78266\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/G19WGcI6fVs?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>2\n&#8211; Terras devolutas Salto da Divisa, MG, tem muito. Povo Sem Terra repudia\nopress\u00e3o a CPT. 10\/06\/16<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_49387\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/D7SYgQvTB2k#7s8d6f87?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3\n&#8211; Palavra \u00c9tica, na TVC\/BH: frei Gilvander-Acampamento Dom Luciano\/MST, Salto\nda Divisa\/MG. 22\/09\/14<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_87748\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zNZ4aOyui68?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\">[1]<\/a>\nFrei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG;\nlicenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP<strong>\/<\/strong>SP; mestre em Ci\u00eancias B\u00edblicas;\nassessor da CPT, CEBI, SAB e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de \u201cMovimentos Sociais\nPopulares e Direitos Humanos\u201d no IDH, em Belo Horizonte, MG. E-mail: <a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> \u2013 <a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &#8211; <a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\n<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nFacebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\">[2]<\/a>\nInstituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Concentra\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria e luta pela terra em Salto da Divisa, MG. Por Gilvander Moreira[1] Conforme dados do Cadastro do INCRA[2], a primeira e \u00fanica fazenda desapropriada no munic\u00edpio de Salto da Divisa na regi\u00e3o do<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":4370,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,46,44,49,35,27,25,29,43,18],"tags":[],"class_list":["post-4369","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-direito-a-cultura-popular","category-direito-a-memoria","category-direito-a-terra","category-direitos-dos-quilombolas","category-direitos-humanos","category-luta-pela-terra-e-reforma-agraria","category-movimentos-sociais-populares","category-pedagogia-emancipatoria","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4369","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4369"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4369\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4371,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4369\/revisions\/4371"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4370"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4369"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4369"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4369"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}