{"id":4854,"date":"2019-09-24T11:18:27","date_gmt":"2019-09-24T14:18:27","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=4854"},"modified":"2019-09-24T11:20:20","modified_gmt":"2019-09-24T14:20:20","slug":"%ef%bb%bfgrandes-projetos-economicos-sao-violentadores","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/%ef%bb%bfgrandes-projetos-economicos-sao-violentadores\/","title":{"rendered":"\ufeffGrandes projetos econ\u00f4micos s\u00e3o violentadores"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Grandes projetos econ\u00f4micos s\u00e3o violentadores. <\/strong>Por Gilvander Moreira<a href=\"#_ftn1\"><sup><sup>[1]<\/sup><\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/IMG_0135-1-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4855\" width=\"764\" height=\"573\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/IMG_0135-1-1024x768.jpg 1024w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/IMG_0135-1-300x225.jpg 300w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/IMG_0135-1-768x576.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 764px) 100vw, 764px\" \/><figcaption>Vis\u00e3o parcial de onde a mineradora VALE est\u00e1 construindo uma muralha de 70 metros de altura por 1 quil\u00f4metro de extens\u00e3o no distrito de S\u00e3o Gon\u00e7alo do Ba\u00e7\u00e3o &#8211; s\u00edtio hist\u00f3rico e natural e valor imenso -, no munic\u00edpio de Itabirito, MG, causando uma imensa devasta\u00e7\u00e3o ambiental, cultural e hist\u00f3rica, dia 09\/9\/2019. Foto: A. Baeta. <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O que foi\nexperimentado pelo campesinato no munic\u00edpio de Salto da Divisa, na regi\u00e3o do\nBaixo Jequitinhonha, em Minas Gerais, com a implanta\u00e7\u00e3o do grande projeto da\nbarragem e da hidrel\u00e9trica de Itapebi j\u00e1 vinha sendo implantado em todo o pa\u00eds.\nAinda em 1989, estudando o avan\u00e7o avassalador do capital no campo brasileiro,\nJos\u00e9 de Souza Martins avaliava: \u201cOs grandes empreendimentos e os chamados\ngrandes projetos (rodovias, hidrel\u00e9tricas, projetos de coloniza\u00e7\u00e3o e de\nminera\u00e7\u00e3o) t\u00eam chegado ao campo e, particularmente, \u00e0 Amaz\u00f4nia com uma face\nmortal. N\u00e3o chegam apenas para a\u00e7ambarcar terras. Destroem modos de vida,\ndesmoralizam as popula\u00e7\u00f5es locais, como denuncia o caso dos povos ind\u00edgenas,\ncujos territ\u00f3rios foram invadidos e mutilados\u201d (MARTINS, 1989, p. 89).<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente no Brasil, e na maioria dos pa\u00edses do\nmundo, o povo vive sob as agruras e o tormento dos grandes projetos do capital.\nNo Brasil, estes s\u00e3o executados em nome do PAC \u2013 Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do\nCrescimento -, no Nordeste, apelidado de Programa de Amea\u00e7a \u00e0s Comunidades.\nDentre os grandes projetos do PAC, os de maior impacto s\u00e3o: as grandes\nbarragens e usinas hidrel\u00e9tricas, como as de Jirau e Santo Ant\u00f4nio, no Rio\nMadeira, em Rond\u00f4nia; a barragem e hidrel\u00e9trica de Belo Monte, no rio Xingu, em\nAltamira, no Par\u00e1; a Transposi\u00e7\u00e3o das \u00e1guas do rio S\u00e3o Francisco (Cf. MOREIRA,\n2008a); constru\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios portos e aeroportos e amplia\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o de\noutros; fus\u00e3o de grandes empresas que concentram cada vez mais o capital e v\u00e3o\nmatando as pequenas e m\u00e9dias empresas. Exemplos n\u00e3o faltam nas \u00e1reas de\ntelecomunica\u00e7\u00f5es, de avia\u00e7\u00e3o, das construtoras, dos grandes supermercados,\ndentre muitos outros. \u201cMuitos pensam que esses projetos beneficiam todo o povo,\nmas, na realidade, trata-se de infraestrutura para viabilizar o crescimento do\ncapital, hoje primordialmente nas garras de empresas transnacionais\u201d (MOREIRA,\n2013a, p. 340-341). Quase sempre esses grandes projetos s\u00e3o realizados por\ngrandes empresas, mas por meio de financiamento p\u00fablico, via Banco Nacional de\nDesenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES)<a href=\"#_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>. Se\nolharmos bem, a hist\u00f3ria se repete, mas desta vez com uma morte diferente. Os\nhomens est\u00e3o no poder. Todavia, o poder que conta \u00e9 o poder econ\u00f4mico. Os\nhomens do poder est\u00e3o subservientes e ajoelham-se diante dos interesses do\ncapital: o chefe do Executivo, o parlamento silencioso e vendido e,\nprincipalmente, o Poder Judici\u00e1rio, que tem a fun\u00e7\u00e3o prec\u00edpua de exigir o\ncumprimento das leis e da Constitui\u00e7\u00e3o, no entanto, de costas para as normas\nvigentes, mascara os seus julgamentos nas picuinhas do processo, deixando\npassar a largo a correta interpreta\u00e7\u00e3o das normas. O desvio das fun\u00e7\u00f5es constitucionais\natribu\u00eddas \u00e0s For\u00e7as Armadas afronta o povo brasileiro: o ex\u00e9rcito foi e continua\nsendo usado para fazer grandes obras de interesse do capital, tal como a\ntransposi\u00e7\u00e3o do rio S\u00e3o Francisco, obra fara\u00f4nica, em benef\u00edcio dos antigos\ncoron\u00e9is da seca e do hidroneg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p>A chegada de um grande projeto em um territ\u00f3rio a\nser anexado pelo capital \u00e9 sempre envolvida por campanha publicit\u00e1ria\nespetacular que anuncia estar chegando \u00e0 regi\u00e3o uma alavanca de crescimento\necon\u00f4mico e social, geradora de emprego e que n\u00e3o ir\u00e1 causar grandes males \u00e0 j\u00e1\nt\u00e3o sofrida natureza, a biodiversidade e \u00e0s pessoas. Chefes da pol\u00edtica, da\neconomia e at\u00e9 da religi\u00e3o s\u00e3o cooptados e muita gente seduzida. Assim, parte da\npopula\u00e7\u00e3o cegada acolhe esses projetos como se fossem benfeitores que trar\u00e3o\nemprego e melhorias sociais, mas, logo, descobre que eles geram poucos empregos\ne, muitas vezes, em condi\u00e7\u00f5es an\u00e1logas \u00e0 de escravid\u00e3o. O certo \u00e9 que as\ngrandes obras geram mais desemprego do que empregos. Acontece o que ensina a\nf\u00e1bula <em>O Escorpi\u00e3o e o Sapo<\/em>, que diz: um escorpi\u00e3o pede a um sapo que o leve\natrav\u00e9s de um rio. O sapo tem medo de ser picado durante a viagem, mas o\nescorpi\u00e3o argumenta que n\u00e3o h\u00e1 motivo para o sapo temer tal trai\u00e7\u00e3o, pois se\npicasse o sapo, esse afundaria e o escorpi\u00e3o da mesma forma iria junto\nafogar.&nbsp; O sapo concorda e come\u00e7a a\ncarregar o escorpi\u00e3o, mas no meio do rio, o escorpi\u00e3o, de fato, aferroa o sapo,\ncondenando a ambos. Quando perguntado por que ferroou o sapo, o escorpi\u00e3o\nresponde que esta \u00e9 a sua natureza. Isso mesmo: a natureza do capitalismo \u00e9\naferroar vidas o tempo todo e cada vez com mais veneno. O funcionamento do\ncapitalismo exige expans\u00e3o, crescimento sem limites. Isso \u00e9 imposs\u00edvel, pois a\nnatureza precisa de tempo para se recuperar das agress\u00f5es. A mercadoria, base\nda acumula\u00e7\u00e3o do capital, destr\u00f3i o ambiente e explora os trabalhadores. <\/p>\n\n\n\n<p>Resistir a esses grandes projetos do capital, na\nluta pela terra ou na resist\u00eancia nos territ\u00f3rios ou ainda na luta pela\nretomada de territ\u00f3rios invadidos pelo capital, \u00e9 mais do que lutar pela terra,\n\u00e9 lutar pela preserva\u00e7\u00e3o de um modo de vida, que era o modo de vida dos nossos\nancestrais \u2013 os povos ind\u00edgenas e os camponeses: modo de vida sustent\u00e1vel,\njusto e \u00e9tico. <\/p>\n\n\n\n<p>Belo\nHorizonte, MG, 24\/9\/2019.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancia<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>MARTINS, Jos\u00e9 de Souza. <strong>Caminhada no ch\u00e3o da noite: emancipa\u00e7\u00e3o\npol\u00edtica e liberta\u00e7\u00e3o nos movimentos sociais do campo.<\/strong> S\u00e3o Paulo: HUCITEC,\n1989.<\/p>\n\n\n\n<p>MOREIRA,\nGilvander Lu\u00eds (Org.). <strong>Dom Cappio: rio e\npovo. Frei Luiz, um profeta na luta em defesa da vida do rio S\u00e3o Francisco e do\nseu Povo. Transposi\u00e7\u00e3o, n\u00e3o!.<\/strong> S\u00e3o Leopoldo\/RS: CEBI, 2008a.<\/p>\n\n\n\n<p>______.\nGrandes projetos na B\u00edblia e a resist\u00eancia do povo. In: <strong>A volta de Babel: a B\u00edblia e os megaprojetos. Revista Estudos B\u00edblicos<\/strong>,\nv. 30, n. 120, p. 339-358, out.\/dez.\/ 2013a. <\/p>\n\n\n\n<p>Obs.:\nAbaixo, v\u00eddeos que versam sobre o assunto apresentado, acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 &#8211; No VI Nordest\u00e3o das CEBs, os Grandes\nProjetos s\u00e3o questionados e denunciados. 21\/07\/2012<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_74942\"  width=\"810\" height=\"608\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TB-Z_rTxKOk?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>2 &#8211; Na Chapada do Apodi\/RN, 800 fam\u00edlias\nresistem a um mega projeto de agro-hidroneg\u00f3cio. 07\/12\/2012<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_57550\"  width=\"810\" height=\"608\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/F20_ACqhR24?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3 &#8211; VALE construindo muralha de 70\nmetros e 1 Km\/S\u00e3o Gon\u00e7alo do Ba\u00e7\u00e3o\/Itabirito\/MG. V\u00eddeo 4 &#8211; 09\/9\/19<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_76329\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/js1ae-z7FcY?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>4 &#8211; SEGUNDO Palavra \u00c9tica com Cappio e\nAdriano: Transposi\u00e7\u00e3o do rio S\u00e3o Francisco, n\u00e3o! 29\/10\/2012<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_33848\"  width=\"810\" height=\"608\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/mITVL8pynMI?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\">[1]<\/a>\nFrei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG;\nlicenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP<strong>\/<\/strong>SP; mestre em Ci\u00eancias B\u00edblicas;\nassessor da CPT, CEBI, SAB, CEBs e Movimentos Sociais Populares; prof. de\n\u201cMovimentos Sociais Populares e Direitos Humanos\u201d no IDH, em Belo Horizonte,\nMG. E-mail: <a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> \u2013 <a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &#8211; <a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\n<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nFacebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\">[2]<\/a> O\nS de \u201csocial\u201d do BNDES est\u00e1 esquecido, desenvolve-se o econ\u00f4mico \u00e0 custa do\nsocial.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Grandes projetos econ\u00f4micos s\u00e3o violentadores. 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