{"id":6420,"date":"2020-05-14T22:32:15","date_gmt":"2020-05-15T01:32:15","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=6420"},"modified":"2020-05-14T22:32:16","modified_gmt":"2020-05-15T01:32:16","slug":"mineracao-aqui-nao-fora-sam-em-defesa-dos-povos-e-das-aguas-de-minas-e-bahia-nota-das-entidades-da-sociedade-civil%ef%bb%bf","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/mineracao-aqui-nao-fora-sam-em-defesa-dos-povos-e-das-aguas-de-minas-e-bahia-nota-das-entidades-da-sociedade-civil%ef%bb%bf\/","title":{"rendered":"MINERA\u00c7\u00c3O AQUI N\u00c3O! FORA SAM! Em defesa dos Povos e das \u00c1guas de Minas e Bahia: Nota das Entidades da Sociedade Civil\ufeff"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>MINERA\u00c7\u00c3O AQUI N\u00c3O! FORA SAM! Em defesa dos Povos e das \u00c1guas de Minas e Bahia: Nota das Entidades da Sociedade Civil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/Minera\u00e7\u00e3o-aqui-n\u00e3o-fora-SAM.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6421\" width=\"486\" height=\"488\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/Minera\u00e7\u00e3o-aqui-n\u00e3o-fora-SAM.jpg 224w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/Minera\u00e7\u00e3o-aqui-n\u00e3o-fora-SAM-150x150.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 486px) 100vw, 486px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>As entidades\nabaixo-assinadas, representativas de amplos setores da sociedade civil,\nsabedoras da insist\u00eancia em levar a frente o empreendimento de minera\u00e7\u00e3o e\nmineroduto, antes \u201cProjeto Vale do Rio Pardo\u201d, agora \u201cProjeto Bloco 8\u201d, da SAM\n\u2013 Sul Americana de Metais, no Vale das Cancelas, no norte do estado de Minas\nGerais, que estende-se at\u00e9 o Sul da Bahia, v\u00eam por esta nota manifestar sua\nopini\u00e3o, certas de que esta ser\u00e1 considerada pelas autoridades e pela opini\u00e3o\np\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>O \u201cnovo\u201d projeto da SAM\nrepresenta a reitera\u00e7\u00e3o de um sistema de explora\u00e7\u00e3o mineral que j\u00e1 deu mais do\nque suficientes provas de fal\u00eancia e caos, em que at\u00e9 o crime faz parte. Pelos\ndados apresentados nos EIA\/RIMA (Estudos e Relat\u00f3rio de Impactos Ambientais), o\nprojeto aprofunda, amplia e intensifica o mesmo modelo que provocou cat\u00e1strofes\ncriminosas e impunes como Os crimes da Vale em Mariana (2015) e Brumadinho\n(2019), com 280 mortos, 11 desaparecidos e mais de um milh\u00e3o de pessoas\nafetadas, al\u00e9m da destrui\u00e7\u00e3o das bacias hidrogr\u00e1ficas dos rios Doce e\nParaopeba, e das mortes silenciosas que ocorrem nas comunidades ap\u00f3s os crimes.\nUma evid\u00eancia disto: prev\u00ea a segunda maior barragem de rejeitos miner\u00e1rios do\nmundo: s\u00e3o 1,5 bilh\u00f5es de toneladas de rejeitos em apenas 18 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto da SAM, al\u00e9m\nda mina para extra\u00e7\u00e3o de 27,5 milh\u00f5es de toneladas\/ano de pellet feed\n(aglomerados pelotizados com granulometria fina), comporta um mineroduto de 482\nkm, que atravessaria 20 munic\u00edpios de Minas Gerais e Bahia, na Serra Geral, no\nVale do Jequitinhonha, no Planalto da Conquista e no litoral baiano, at\u00e9 um\nnovo porto em Ilh\u00e9us &#8211; BA onde, descartada a \u00e1gua polu\u00edda, o min\u00e9rio de ferro\niria para a China. Afetaria uma vasta regi\u00e3o, habitada e de intensa atividade\nagropastoril de milhares de comunidades. Apenas na \u00e1rea do complexo miner\u00e1rio,\nem Gr\u00e3o Mogol, 11 comunidades tradicionais Geraizeiras sofrer\u00e3o remo\u00e7\u00e3o\nfor\u00e7ada. S\u00e3o in\u00fameros povos e comunidades tradicionais que ser\u00e3o atingidos pelo\nempreendimento sem que at\u00e9 o momento tenham tido direito \u00e0 consulta pr\u00e9via,\nlivre informada e de boa f\u00e9, nos termos da Conven\u00e7\u00e3o 169 da OIT. Ir\u00e1 destruir\nos sistemas geoferruginosos: as cangas, fundamentais para o equil\u00edbrio h\u00eddrico\nda regi\u00e3o. Dentre outras quest\u00f5es ambientais.<\/p>\n\n\n\n<p>O uso previsto de 6.200\nmetros c\u00fabicos de \u00e1gua por hora (54 milh\u00f5es de m3 por ano \u2013 poderia abastecer\num milh\u00e3o de pessoas) colocaria em risco de colapso ou maior escassez e\ncontamina\u00e7\u00e3o da \u00e1gua de uma regi\u00e3o que j\u00e1 apresenta d\u00e9ficits h\u00eddricos cr\u00f4nicos\nresultantes da combina\u00e7\u00e3o de irregularidade das chuvas, caracter\u00edstica do clima\nsemi\u00e1rido com empreendimentos inadequados e insustent\u00e1veis. Grande parte da\nregi\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 suscept\u00edveis \u00e0 desertifica\u00e7\u00e3o. Praticamente todos os munic\u00edpios\ndo Norte de Minas e boa parte daqueles no Vale do Jequitinhonha apresentam\ngraves limites no abastecimento humano de \u00e1gua, como tamb\u00e9m para o\ndesenvolvimento de muitas atividades econ\u00f4micas. Mais uma vez, cabe o exemplo\ndo que a minera\u00e7\u00e3o causou nos vales do Doce e do Paraopeba inviabilizados para\no abastecimento humano e econ\u00f4mico.<\/p>\n\n\n\n<p>O impacto na regi\u00e3o Sul\nda Bahia tamb\u00e9m ser\u00e1 profundo, destruir\u00e1 milhares de postos de trabalho na\nCosta do Cacau. Este mineroduto somado ao impacto da constru\u00e7\u00e3o do Porto de\nMin\u00e9rios desestruturar\u00e1 a economia da regi\u00e3o que tem como base o trabalho de\npescadores, agricultores, pequenos empres\u00e1rios e trabalhadores do turismo. No\nmesmo sentido, colocar\u00e1 em risco o pouco que resta de Mata Atl\u00e2ntica e os rios,\nlagoas e nascentes nela existente.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos altos riscos\nde contamina\u00e7\u00e3o, o volume de \u00e1gua a ser utilizado no projeto da SAM criar\u00e1 uma\ncondi\u00e7\u00e3o de escassez e depend\u00eancia inimagin\u00e1vel, mais cruel do que a j\u00e1 vivida\nna regi\u00e3o centro-norte de Minas Gerais. N\u00e3o haver\u00e1 \u00e1gua dispon\u00edvel em\nquantidade e qualidade suficientes \u2013 como manda a Lei das \u00c1guas (no 9433\/97,\nArt. 3) \u2013 para as pessoas e outras atividades econ\u00f4micas. Este quadro n\u00e3o \u00e9\ndimensionado no projeto.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a imposi\u00e7\u00e3o da\nminero-depend\u00eancia e o deslocamento do real poder de decis\u00e3o, a regi\u00e3o viveria\n\u2013 uma vez implementado o projeto \u2013 um processo radical de perda de autonomia.\nDecis\u00f5es de influ\u00eancia sobre toda a bacia do Jequitinhonha e outras \u00e1reas\npassariam a ser tomadas por uma empresa estrangeira com base em seus interesses\nlucrativos.<\/p>\n\n\n\n<p>O falso discurso de\nprogresso e desenvolvimento, de emprego e renda abundantes, as informa\u00e7\u00f5es\nparciais e enviesadas fornecidas pela empresa, somados \u00e0s promessas e acordos\npol\u00edticos, criaram um clima de tens\u00e3o, irracionalidade e polariza\u00e7\u00e3o, que\ndificulta que as pessoas possam ter a real no\u00e7\u00e3o dos perigos que as est\u00e3o\nrondando. Assim, com uma mistura de manipula\u00e7\u00e3o, imediatismo e oportunismo, a\nSAM angaria alguns apoios interesseiros minorit\u00e1rios locais e regionais, de\nforma irrespons\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Os ecossistemas que\nseriam atingidos pelo \u201cProjeto Bloco 8\u201d da SAM apresentam limites e\nfragilidades. Mas tamb\u00e9m potenciais, j\u00e1 demostrados por in\u00fameras experi\u00eancias\nde organiza\u00e7\u00f5es camponesas e urbanas, na gera\u00e7\u00e3o de trabalho, alimentos,\nf\u00e1rmacos e todo um sistema de conviv\u00eancia socioambiental com os biomas do\nCerrado, da Caatinga. Para que desta vez isso n\u00e3o seja ignorado e considerando\na grave crise clim\u00e1tica que afeta as condi\u00e7\u00f5es de vida, estamos aqui externando\nnossa opini\u00e3o e nossa disposi\u00e7\u00e3o de luta contra esse projeto nefasto.<\/p>\n\n\n\n<p>As manobras que a SAM\nvem fazendo, com respaldo de governos, denunciadas pelos Minist\u00e9rios P\u00fablicos\nEstadual e Federal, que deram guarida a uma A\u00e7\u00e3o Civil P\u00fablica contra o\nprojeto, e pelo IBAMA, que negou o licenciamento ambiental do projeto, s\u00e3o\nevid\u00eancias do seu equ\u00edvoco e de que o caminho f\u00e1cil e sedutor que ele apresenta\n\u00e9 o caminho da barb\u00e1rie que compromete irremediavelmente a sobreviv\u00eancia de\nmuitas gera\u00e7\u00f5es, presentes e futuras.<\/p>\n\n\n\n<p>FORA SAM!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Assinam\nesta Nota:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Articula\u00e7\u00e3o por uma\nEduca\u00e7\u00e3o do Campo no Semi\u00e1rido Mineiro<\/p>\n\n\n\n<p>Associa\u00e7\u00e3o \u00c1gua Doce<\/p>\n\n\n\n<p>Associa\u00e7\u00e3o de\nAdvogados\/as de Trabalhadores\/as Rurais no Estado da Bahia &#8211; AATR<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativas Pequena\nAgricultura no Tocantins &#8211; APATO<\/p>\n\n\n\n<p>Ateli\u00ea Paulo Di\nCarvalho<\/p>\n\n\n\n<p>Associa\u00e7\u00e3o\nAgroecol\u00f3gica Tijup\u00e1<\/p>\n\n\n\n<p>Articula\u00e7\u00e3o Sul da\nBahia Viva<\/p>\n\n\n\n<p>Articula\u00e7\u00e3o S\u00e3o\nFrancisco Vivo<\/p>\n\n\n\n<p>Associa\u00e7\u00e3o dos\nGe\u00f3grafos Brasileiros (AGB)<\/p>\n\n\n\n<p>AMAU<\/p>\n\n\n\n<p>Associa\u00e7\u00e3o dos\nProfessores da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri \u2013\nADUFVJM<\/p>\n\n\n\n<p>Associa\u00e7\u00e3o Amigos do\nRio Gorutuba &#8211; Ecos do Gorutuba<\/p>\n\n\n\n<p>Brigadas Populares<\/p>\n\n\n\n<p>Centro de Agricultura\nAlternativa do Norte de Minas<\/p>\n\n\n\n<p>Centro de Estudos e\nA\u00e7\u00e3o Social \u2013 CEAS<\/p>\n\n\n\n<p>Centro Franciscano de\nDefesa de Direitos<\/p>\n\n\n\n<p>Centro Popular Ribeir\u00e3o\ndas Neves<\/p>\n\n\n\n<p>Coletivo Margarida\nAlves de Assessoria Popular<\/p>\n\n\n\n<p>Coletivo de Mulheres do\nNorte de Minas<\/p>\n\n\n\n<p>Comiss\u00e3o Pastoral da\nTerra,  CPT\/MG<\/p>\n\n\n\n<p>Comiss\u00e3o Pastoral da\nTerra de Anapu, Par\u00e1<\/p>\n\n\n\n<p>Comiss\u00e3o Pastoral da\nTerra \u2013 CPT\/PI<\/p>\n\n\n\n<p>Conselho Pastoral dos\nPescadores &#8211; CPP<\/p>\n\n\n\n<p>Comunidades\nTradicionais Geraizeiras do Vale das Cancelas<\/p>\n\n\n\n<p>C\u00e1ritas Arquidiocesana\nde Montes Claros<\/p>\n\n\n\n<p>C\u00e1ritas Diocesana de\nJanu\u00e1ria<\/p>\n\n\n\n<p>C\u00e1ritas Regional Minas\nGerais<\/p>\n\n\n\n<p>Caritas Diocesana\nItabira<\/p>\n\n\n\n<p>Centro de estudo,\npesquisa, interven\u00e7\u00e3o Ribeir\u00e3o das Neves <\/p>\n\n\n\n<p>Diogo Guilherme Matias\nRibeiro<\/p>\n\n\n\n<p>Federa\u00e7\u00e3o dos\nTrabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais &#8211; FETAEMG<\/p>\n\n\n\n<p>Federa\u00e7\u00e3o dos \u00d3rg\u00e3os\npara Assist\u00eancia Social -Fase<\/p>\n\n\n\n<p>Frades Menores da\nProv\u00edncia de Santa Cruz <\/p>\n\n\n\n<p>F\u00f3rum de\nDesenvolvimento Sustent\u00e1vel do Norte de Minas<\/p>\n\n\n\n<p>F\u00f3rum das Organiza\u00e7\u00f5es\ne Movimentos Populares do Vale do Jequitinhonha&nbsp;\n&#8211; F\u00f3rum do Vale<\/p>\n\n\n\n<p>F\u00f3rum Permanente S\u00e3o\nFrancisco<\/p>\n\n\n\n<p>F\u00f3rum Mudan\u00e7as\nClim\u00e1ticas e Justi\u00e7a Socioambiental-FMCJS<\/p>\n\n\n\n<p>GEPT &#8211; Grupo de Estudos\ne Pesquisas sobre Trabalho \/ Unimontes<\/p>\n\n\n\n<p>Gesta &#8211; Grupo de\nEstudos em Tem\u00e1ticas Ambientais\/UFMG<\/p>\n\n\n\n<p>Gilsilene Maria Mendes<\/p>\n\n\n\n<p>Grupo de Estudos\nDesenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente- GEDMMA<\/p>\n\n\n\n<p>Gilderlan Rodrigues da\nSilva<\/p>\n\n\n\n<p>Hendy Caroline<\/p>\n\n\n\n<p>Instituto Diadorim<\/p>\n\n\n\n<p>Instituto Floresta Viva\n&#8211; IFV<\/p>\n\n\n\n<p>Instituto Nossa Ilh\u00e9us\n&#8211; INI<\/p>\n\n\n\n<p>Instituto, Sociedade,\nPopula\u00e7\u00e3o e Natureza \u2013 ISPN<\/p>\n\n\n\n<p>Instituto S\u00f3cio\nAmbiental do Sul da Bahia \u2013 IESB<\/p>\n\n\n\n<p>Jane Elizabeth Dwyer<\/p>\n\n\n\n<p>Laborat\u00f3rio de Educa\u00e7\u00e3o\ndo Campo do Semi\u00e1rido Mineiro \/ UNIMONTES <\/p>\n\n\n\n<p>Movimento dos Atingidos\npor Barragens &#8211; MAB<\/p>\n\n\n\n<p>Movimento Fechos Eu\nCuido<\/p>\n\n\n\n<p>Movimentos dos\nPescadores e Pescadoras Artesanais do Brasil &#8211; MPP <\/p>\n\n\n\n<p>Movimento dos\nTrabalhadores e Trabalhadoras Sem Terra &#8211; MST<\/p>\n\n\n\n<p>Movimento pelas Serras\ne \u00c1guas de Minas &#8211; MovSAM<\/p>\n\n\n\n<p>Movimento pela\nSoberania Popular na Minera\u00e7\u00e3o \u2013 MAM<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00facleo de Estudos e\nPesquisas Regionais e Agr\u00e1rios &#8211; NEPRA- UNIMONTES<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00facleo Interdisciplinar\nde Investiga\u00e7\u00e3o Socioambiental -NISA\/UNIMONTES<\/p>\n\n\n\n<p>Observat\u00f3rio dos Vales\ne do Semi\u00e1rido Mineiro \u2013 UFVJM Grupo Interdisciplinar de Pesquisa, Ensino e\nExtens\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Paloma Couto<\/p>\n\n\n\n<p>Partido dos\nTrabalhadores -PT Grao Mogol .<\/p>\n\n\n\n<p>Professora Adjunta da\nFaculdade UnB Planaltina<\/p>\n\n\n\n<p>Povos dos Gerais<\/p>\n\n\n\n<p>Programa de\nP\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Desenvolvimento Social &#8211; PPGDS<\/p>\n\n\n\n<p>Projeto Manuelz\u00e3o &#8211;\nUFMG<\/p>\n\n\n\n<p>Rede Mineira de\nEduca\u00e7\u00e3o do Campo<\/p>\n\n\n\n<p>Rede de Mulheres Negras\npara Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional<\/p>\n\n\n\n<p>Sandra Helena Gon\u00e7alves<\/p>\n\n\n\n<p>Servi\u00e7o Franciscano de\nJusti\u00e7a, Paz e Integridade da Cria\u00e7\u00e3o &#8211; Prov\u00edncia Santa Cruz<\/p>\n\n\n\n<p>Sindicato de\nTrabalhadores Rurais Capelinha, Mg<\/p>\n\n\n\n<p>Terra de Direitos<\/p>\n\n\n\n<p>Unidade Classista<\/p>\n\n\n\n<p>Frei Gilvander Lu\u00eds\nMoreira<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.:\nQuem mais quiser assinar, favor nos enviar Nome da Entidade para o e-mail: <a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a>\n<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MINERA\u00c7\u00c3O AQUI N\u00c3O! FORA SAM! Em defesa dos Povos e das \u00c1guas de Minas e Bahia: Nota das Entidades da Sociedade Civil As entidades abaixo-assinadas, representativas de amplos setores da sociedade civil, sabedoras da insist\u00eancia<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6421,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[47,56,26],"tags":[],"class_list":["post-6420","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-direito-a-agua","category-meio-ambiente","category-teologia-da-libertacao"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6420","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6420"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6420\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6424,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6420\/revisions\/6424"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6421"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6420"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6420"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6420"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}