{"id":9688,"date":"2021-02-23T16:46:43","date_gmt":"2021-02-23T19:46:43","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=9688"},"modified":"2021-02-23T18:02:30","modified_gmt":"2021-02-23T21:02:30","slug":"conviver-com-o-diferente-nos-humaniza-por-frei-gilvander","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/conviver-com-o-diferente-nos-humaniza-por-frei-gilvander\/","title":{"rendered":"Conviver com o diferente nos humaniza. Por Frei Gilvander"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Conviver com o diferente nos humaniza<\/strong>. Por Frei Gilvander Moreira<a href=\"#_ftn1\">[1]<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"492\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Conviver-com-o-diferente-CFE-2021-1024x492.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9689\" srcset=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Conviver-com-o-diferente-CFE-2021-1024x492.jpg 1024w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Conviver-com-o-diferente-CFE-2021-300x144.jpg 300w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Conviver-com-o-diferente-CFE-2021-768x369.jpg 768w, http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Conviver-com-o-diferente-CFE-2021.jpg 1250w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;<\/strong>Viver \u00e9 belo e bom, mas conviver \u00e9 melhor. Contudo, para tanto, h\u00e1 que aprender a se relacionar com o diferente, o que \u00e9 um desafio que nos humaniza, se a gente n\u00e3o se fecha no nosso mundinho, \u00e0s vezes med\u00edocre. Por que \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil conviver com o diferente? No Brasil, tornou-se dif\u00edcil conviver com as diferen\u00e7as por v\u00e1rios motivos, mas, principalmente, porque vivemos em uma sociedade capitalista, uma sociedade estruturada para reproduzir a opress\u00e3o, a discrimina\u00e7\u00e3o, a viol\u00eancia social e negar a beleza e a import\u00e2ncia do outro na nossa vida. O comportamento geral \u00e9 marcado por falsos valores que s\u00e3o trombeteados aos quatro ventos e seduzem as pessoas: o individualismo, o consumismo, o ter, o acumular, o competir. Isso desumaniza as pessoas, pois ningu\u00e9m \u00e9 uma ilha, vivemos interconectados na teia da vida. Viver \u00e9 belo, mas conviver \u00e9 muito mais belo e imprescind\u00edvel. Conviver d\u00e1 mais sentido \u00e0 vida e \u00e9 uma via de m\u00e3o dupla, mas para conviver \u00e9 preciso conhecer o outro e para conhecer \u00e9 preciso conviver. Para conviver \u00e9 preciso ouvir e dialogar. Dialogar sup\u00f5e respeito e &nbsp;este, por sua vez, sup\u00f5e viver o amor para al\u00e9m de um sentimento, como \u00e9tica da vida e como exerc\u00edcio cotidiano de vida. O diferente de n\u00f3s que n\u00e3o \u00e9 opressor n\u00e3o \u00e9 uma amea\u00e7a. \u00c9 algo que pode nos fazer melhor como seres humanos. E em tempos de mundo virtual e de pandemia, com o necess\u00e1rio isolamento social e\/ou o distanciamento f\u00edsico, o di\u00e1logo se torna mais desafiador e necess\u00e1rio. \u00c9 preciso exercitar. Eu me sinto mais humano depois que passei a conviver com pessoas de religi\u00f5es de matriz ancestral africana, com pessoas que se declaram ateias, com pessoas com orienta\u00e7\u00e3o homoafetiva nas suas mais distintas formas de concep\u00e7\u00e3o de si mesmas. Pessoas que seguiram toda sua vida tentando se entender enquanto seres humanos neste mundo, vivendo tantas formas de ang\u00fastia e de sofrimento por n\u00e3o serem escutadas e nem compreendidas, por causa da falta de di\u00e1logo.<\/p>\n\n\n\n<p>Por que em pleno s\u00e9culo XXI, o preconceito e a intoler\u00e2ncia no Brasil est\u00e3o crescendo? At\u00e9 quando uma minoria com poder econ\u00f4mico, pol\u00edtico, midi\u00e1tico e religioso vai impor o modo da maioria das pessoas existirem? O preconceito, a discrimina\u00e7\u00e3o e a intoler\u00e2ncia se reproduzem cotidianamente no Brasil, injustamente. Vivemos sob um sistema econ\u00f4mico que idolatra o mercado desde 1500, quando europeus colonizadores invadiram o Brasil e iniciaram o processo de explora\u00e7\u00e3o. \u00a0Estima-se que existiam no Brasil mais de 1.200 povos ind\u00edgenas falando cerca de 1.200 l\u00ednguas. H\u00e1 521 anos, perduram no Brasil rela\u00e7\u00f5es sociais escravocratas, de domina\u00e7\u00e3o, ou seja, estruturas legais, pol\u00edticas e econ\u00f4micas que reproduzem e ampliam a injusti\u00e7a social, a escraviza\u00e7\u00e3o, a intoler\u00e2ncia, a discrimina\u00e7\u00e3o e o preconceito,. Isso beneficia a classe dominante, pois se admitirem que toda pessoa deve ser respeitada na sua dignidade humana n\u00e3o poder\u00e1 haver um monte de viol\u00eancias sorrateiras que s\u00e3o impostas \u00e0 maior parte da popula\u00e7\u00e3o. At\u00e9 13 de maio de 1888, reinava no Brasil, oficialmente, a escravid\u00e3o, com milh\u00f5es de irm\u00e3os e irm\u00e3s nossos, povo negro arrancado \u00e0 for\u00e7a da m\u00e3e \u00c1frica, onde viviam em liberdade, e jogados em navios negreiros \u2013 mais de 12,5 milh\u00f5es de negros e negras escravizados\/as \u2013 milhares jogados ao mar durante a travessia. No Brasil, como mercadoria foram escravizados, vendidos e a\u00e7oitados no pelourinho. Os relatos da escravid\u00e3o no Brasil s\u00e3o dram\u00e1ticos e horripilantes. Em 1850, com a Lei de Terras, fizeram o cativeiro da terra, 38 anos antes de se fazer a aboli\u00e7\u00e3o formal e mentirosa da escravid\u00e3o. Legalizaram a escravid\u00e3o da terra ao determinar legalmente com a Lei 601, de 1850, que poderia acessar a terra apenas quem por ela pagasse. Os negros e negras escravizados\/as n\u00e3o podiam comprar terra, pois foram libertados de m\u00e3os vazias, pavimentando, assim, o caminho para a escravid\u00e3o contempor\u00e2nea que persiste at\u00e9 hoje. Assim, para justificar a tremenda injusti\u00e7a das atuais leis trabalhistas e previdenci\u00e1rias, \u00e9 preciso estimular cotidianamente preconceito, discrimina\u00e7\u00e3o e intoler\u00e2ncia, tudo para disseminar a ideologia segundo a qual a maioria da classe trabalhadora deve sobreviver na mis\u00e9ria apenas com migalhas, enquanto a elite goza luxo e mordomia. N\u00e3o s\u00e3o por acaso as discrimina\u00e7\u00f5es e intoler\u00e2ncias, elas s\u00e3o estrategicamente planejadas e executadas. Quem ganha muito com as discrimina\u00e7\u00f5es e intoler\u00e2ncias \u00e9 a classe dominante. Caluniar, difamar e injuriar de muitas formas \u00e9 antessala para explorar e violentar logo em seguida, pela marginaliza\u00e7\u00e3o, exclus\u00e3o, empurrando as pessoas para sobreviver sendo humilhadas de mil formas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo da hist\u00f3ria da humanidade, sempre a classe dominante escolhe os grupos que ser\u00e3o os bodes expiat\u00f3rios e as bruxas a serem execradas. Antes, foram os b\u00e1rbaros, os gentios, as bruxas, os considerados hereges e atualmente continuam sendo as mulheres, os negros e as pessoas LGBTQI+, entre outros. Em uma sociedade capitalista, quem tem poder econ\u00f4mico passa a ter poder pol\u00edtico e jur\u00eddico e com esses poderes nas suas garras definem na pr\u00e1tica quem deve ser discriminado e exclu\u00eddo da mesa farta da classe dominante. Se n\u00e3o discriminarem, ter\u00e3o que partilhar terra, riqueza, renda e poder. Se houver a partilha, todos ficar\u00e3o em p\u00e9 de igualdade e dever\u00e3o ser respeitados. Logo, manter e reproduzir as discrimina\u00e7\u00f5es s\u00e3o condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para manter a injusti\u00e7a social que garante o luxo e a mordomia de uma minoria \u00e0 custa da subjuga\u00e7\u00e3o da maioria do povo.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 v\u00e1rios tipos de preconceitos, de discrimina\u00e7\u00e3o e de intoler\u00e2ncia: os escrachados, os sutis, os mascarados, os que falam com \u201cvoz mansa\u201d, mas apunhalando pelas costas, entre outros. Precisamos sempre nos perguntar: o jeito com o qual eu analiso a realidade, os problemas, as injusti\u00e7as e as viol\u00eancias beneficia a quem? Se minha an\u00e1lise da realidade ajuda a reproduzir na pr\u00e1tica as viol\u00eancias, ent\u00e3o estou sendo reprodutor\/a da ideologia dominante, que \u00e9 um mascaramento da realidade. Se assumo a ideologia dominante repleta de ideias da classe dominante, ideias particulares, difundidas como se fossem ideias universais, mas s\u00e3o apenas os pontos de vistas da elite que est\u00e1 no poder, ideias que lhes interessam, assumo que n\u00e3o sou neutro e, de fato, ningu\u00e9m o \u00e9: consciente ou inconscientemente, volunt\u00e1ria ou involuntariamente, todos n\u00f3s temos lado e sempre tomamos partido diante das situa\u00e7\u00f5es de conflitos. Inclusive quem diz \u201csou neutro\u201d jamais \u00e9 neutro. Em uma sociedade com brutal injusti\u00e7a social, quem diz ser neutro est\u00e1 se colocando do lado dos opressores e exploradores. A partir de qual lugar social pensamos e agimos? \u201cO lugar social determina o lugar epistemol\u00f3gico\u201d, diz Karl Marx. Ou seja, se vivo na periferia sendo marginalizado, vejo o mundo a partir da \u00f3tica da periferia. Quem faz parte da pequena burguesia, eufemisticamente chamada de classe m\u00e9dia, v\u00ea o mundo a partir da classe m\u00e9dia. Quem \u00e9 empres\u00e1rio v\u00ea o mundo a partir da empresa. Quem \u00e9 latifundi\u00e1rio ou empres\u00e1rio do agroneg\u00f3cio v\u00ea a realidade a partir do latif\u00fandio. Estando em uma sociedade injusta socialmente, faz-se necess\u00e1rio sempre perguntar: a partir de qual lugar social estou falando, pensando e agindo? Isso para que \u201coprimido n\u00e3o seja hospedeiro de opressor\u201d, para que \u201cexplorado n\u00e3o seja c\u00famplice dos exploradores\u201d. Pois a opress\u00e3o n\u00e3o seria t\u00e3o forte se os exploradores e violentadores n\u00e3o encontrassem apoiadores no meio dos explorados e violentados, j\u00e1 dizia Hannah Arendt.<\/p>\n\n\n\n<p>Para superarmos os preconceitos, as discrimina\u00e7\u00f5es e a intoler\u00e2ncia temos que fazer muitas coisas de forma sincronizada. A primeira, \u00e9 adquirirmos um jeito cr\u00edtico de ler e interpretar a realidade. Temos que reconhecer que ningu\u00e9m nasce santo ou endiabrado. Nascemos humanos e as condi\u00e7\u00f5es sociais objetivas podem nos humanizar ou nos desumanizar. J\u00e1 dizia Rousseau: &#8220;O homem nasce bom, a sociedade \u00e9 que o perverte&#8221;. Urge conviver com pessoas e grupos injusti\u00e7ados\/as. Sentarmos todos e todas na mesma mesa e partilhamos a vida, a f\u00e9, o p\u00e3o, as alegrias e as dores. Entretanto, essa mesa, a da partilha e do di\u00e1logo, precisa ser no mundo dos empobrecidos e injusti\u00e7ados. O Deus, mist\u00e9rio de infinito amor, invocado sob muitos nomes, se apaixonou pelo outro, o diferente: o humano. E armou sua tenda entre n\u00f3s a partir dos \u00faltimos: sem-terra, sem-casa, sem dignidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Que a Campanha da Fraternidade Ecum\u00eanica de 2021 desperte em n\u00f3s a maravilha que \u00e9 conviver com o outro, o diferente, irm\u00e3o ou irm\u00e3 que nos dignifica!<a href=\"#_ftn2\">[2]<\/a> &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>23\/02\/2021<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: Os v\u00eddeos nos links, abaixo, ilustram o assunto tratado acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 \u2013 Capit\u00e3 Pedrina: &#8220;Acord\u00e3o \u00e9 desgoverno, \u00e9 desrespeitos aos atingidos\/as. Reverenciamos a Natureza.&#8221; \u2013 03\/02\/2021<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_95316\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wIIgOfbIzsg?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>2 &#8211; Di\u00e1logo Inter-Religioso e Ecologia Integral &#8211; CFE 2021 &#8211; Por frei Gilvander &#8211; 22\/2\/2021<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_87256\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/FGoLiq5VyaU?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>3 \u2013 A beleza do macroecumenismo na luta pelo bem comum &#8211; CFE 2021- Por frei Gilvander &#8211; 22\/2\/2021<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_55075\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/l510Nd2bb08?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>4 &#8211; Hino da Campanha da Fraternidade Ecum\u00eanica 2021: vozes de diversas denomina\u00e7\u00f5es crist\u00e3s de Curitiba<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_71124\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xDbcI6Vu5no?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>5 &#8211; Campanha da Fraternidade Ecum\u00eanica de 2021: Conversa de Camila Oliver, Frei Gilvander e Paulo Fran\u00e7a<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_40102\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/yuPyPYW8aP4?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>6 &#8211; (Macro)ecumenismo, SIM! Di\u00e1logo e Fraternidade em defesa da vida &#8211; Por frei Gilvander &#8211; 18\/2\/2021<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_60829\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zovgcApvzVw?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>7 &#8211; &#8220;Fraternidade e Di\u00e1logo: Compromisso de Amor&#8221;: Campanha da Fraternidade 2021. Por Frei Gilvander<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_19927\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/mI57wAXxr9o?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>8 &#8211; Texto-Base da Campanha da Fraternidade Ecum\u00eanica (CFE\/2021)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-site-do-frei-gilvander-moreira wp-block-embed-site-do-frei-gilvander-moreira\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"QJGdbhRrUF\"><a href=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/%ef%bb%bfcampanha-da-fraternidade-ecumenica-de-2021-tema-fraternidade-e-dialogo-compromisso-de-amor-lema-cristo-e-a-nossa-paz-do-que-era-dividido-fez-uma-unidade\/\">\ufeffCampanha da Fraternidade Ecum\u00eanica de 2021 &#8211; Tema \u201cFraternidade e Di\u00e1logo: compromisso de amor\u201d. Lema: \u201cCristo \u00e9 a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade\u201d (Ef 2,14a).<\/a><\/blockquote><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;\ufeffCampanha da Fraternidade Ecum\u00eanica de 2021 &#8211; Tema \u201cFraternidade e Di\u00e1logo: compromisso de amor\u201d. 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E-mail:&nbsp;gilvanderlm@gmail.com&nbsp;\u2013&nbsp;www.gilvander.org.br&nbsp;\u2013&nbsp;www.freigilvander.blogspot.com.br&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;www.twitter.com\/gilvanderluis&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp; &nbsp;Facebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\">[2]<\/a> Gratid\u00e3o \u00e0 Carmem Imaculada de Brito, doutora em Sociologia Pol\u00edtica pela UENF, que fez a revis\u00e3o deste texto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conviver com o diferente nos humaniza. Por Frei Gilvander Moreira[1] &nbsp;Viver \u00e9 belo e bom, mas conviver \u00e9 melhor. 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