{"id":10355,"date":"2021-05-04T17:46:58","date_gmt":"2021-05-04T20:46:58","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=10355"},"modified":"2021-05-04T17:47:04","modified_gmt":"2021-05-04T20:47:04","slug":"templo-de-jerusalem-e-rebeldia-de-jesus-e-nos-por-frei-gilvander","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/templo-de-jerusalem-e-rebeldia-de-jesus-e-nos-por-frei-gilvander\/","title":{"rendered":"Templo de Jerusal\u00e9m e rebeldia de Jesus: e n\u00f3s? Por Frei Gilvander"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Templo de Jerusal\u00e9m e rebeldia de Jesus: e n\u00f3s?<\/strong> Por Frei Gilvander Moreira<a href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Jesus-expulsa-os-vendilhoes-do-templo.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-10356\" width=\"781\" height=\"586\" srcset=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Jesus-expulsa-os-vendilhoes-do-templo.jpg 480w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Jesus-expulsa-os-vendilhoes-do-templo-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 781px) 100vw, 781px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Segundo as comunidades crist\u00e3s do quarto evangelho da B\u00edblia, levou-se 46 anos para que o templo de Jerusal\u00e9m fosse reconstru\u00eddo pelo governador Herodes O Grande (Jo 2,20), que mandou construir a fortaleza Ant\u00f4nia, em um dos v\u00e9rtices do Templo de Jerusal\u00e9m, o que foi considerado por muitos judeus como uma profana\u00e7\u00e3o ao modelo do templo constru\u00eddo pelo rei Salom\u00e3o. Herodes mandou colocar no templo v\u00e1rias esculturas pag\u00e3s do Imp\u00e9rio Romano, inclusive a \u00c1guia Imperial, que motivou a ira de jovens judeus que se amotinaram e foram, por isso, presos e queimados vivos, a mando do rei Herodes Agripa. Essa foi uma obra fara\u00f4nica que exigiu o trabalho de cerca de 10 mil oper\u00e1rios diariamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Na \u00e9poca de Jesus, Jerusal\u00e9m tinha cerca de 30 mil pessoas, estima-se. O templo era meio de vida para muita gente, pois gerava emprego para cerca de 18 mil pessoas; era s\u00edmbolo de identidade; lugar de com\u00e9rcio com lucro abusivo; lugar de carestia: de 3 a 6 vezes mais caro do que no interior da Palestina; lugar de cobran\u00e7a de impostos (de 25% a 50%); centro de peregrina\u00e7\u00e3o; \u201cmorada de Deus\u201d no meio da comunidade e casa de ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O templo de Jerusal\u00e9m era centro de romarias e peregrina\u00e7\u00f5es. Foi destru\u00eddo pela for\u00e7a militar do imp\u00e9rio romano, sob o comando do general Tito Fl\u00e1vio, nos anos 70 do s\u00e9culo I, e outra vez no ano de 135 da era crist\u00e3. Bastante suntuoso, composto de degraus, p\u00f3rticos e tabern\u00e1culo com o Santo dos Santos, com arca da alian\u00e7a e as t\u00e1buas da Lei. Muitos consideravam o templo como a morada de Deus no meio do povo. No Santo dos Santos s\u00f3 o sumo sacerdote entrava apenas uma vez por ano. Era considerado pelos judeus o lugar mais sagrado do mundo. Para consertar o Santo dos Santos os oper\u00e1rios tinham que ser pendurados e baixados para n\u00e3o pisar no ch\u00e3o sagrado. Os judeus rasgavam suas roupas ao verem o Templo pela primeira vez. Ainda hoje na hora do casamento, o noivo precisa quebrar um prato para lembrar a todos a tristeza que sente pela perda do Templo. Os judeus de todo o mundo ao orarem se voltam para Jerusal\u00e9m. Na \u00e9poca de Jesus, estima-se &nbsp;que a popula\u00e7\u00e3o da Palestina era cerca de 600 mil habitantes. Em Jerusal\u00e9m, 30 mil. Na festa da P\u00e1scoa, Jerusal\u00e9m chegava a receber 180 mil pessoas. Al\u00e9m disso,&nbsp; havia mais de 7 mil sacerdotes na Palestina, a maioria em Jerusal\u00e9m, divididos em 24 grupos que se revezaram nos trabalhos lit\u00fargicos do templo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Aristocracia de sacerdotes e os saduceus administravam o tesouro do Templo. Historiador da \u00e9poca das primeiras comunidades crist\u00e3s, Fl\u00e1vio Josefo fala que na \u00e9poca de Jesus havia infla\u00e7\u00e3o, sal\u00e1rios baixos, greves e revoltas populares. No livro <em>Guerra Judaica<\/em>, Josefo descreve assim o templo constru\u00eddo por Herodes: \u201c<em>O exterior arrebatava os olhos e o esp\u00edrito. Por estar recoberto de ouro, refletia desde o amanhecer a luz do Sol t\u00e3o intensamente, que obrigava a afastar a vista aos que queriam observ\u00e1-lo. Aos estrangeiros que chegavam parecia uma montanha de neve, pois onde n\u00e3o estava coberto de ouro brilhava m\u00e1rmore branqu\u00edssimo. O cimo estava eri\u00e7ado de pontas de ouro afiadas para impedir que as aves pousassem e sujassem o teto. Algumas das pedras da constru\u00e7\u00e3o tinham vinte metros de comprimento<\/em>&#8230;\u201d<a href=\"#_ftn2\">[2]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Revolta popular de 66 da era crist\u00e3, liderada pelo movimento popular religioso dos zelotas, foi o estopim da Guerra Judaica, pois visava tamb\u00e9m destruir os arquivos do Templo onde estavam registradas as d\u00edvidas do povo escravizado e os impostos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Enfim, o templo de Jerusal\u00e9m era o centro religioso-econ\u00f4mico e cultural da Palestina, era tamb\u00e9m centro pol\u00edtico, pois a\u00ed se reunia o Sin\u00e9drio, sob a chefia do Sumo-sacerdote, vital\u00edcio e quase sempre do grupo dos saduceus \u2013 latifundi\u00e1rios da \u00e9poca -, os maiores detentores do poder econ\u00f4mico da \u00e9poca. Tudo parecia inquestion\u00e1vel, mas &#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>De forma clandestina, Jesus e os seus entram em Jerusal\u00e9m. Ap\u00f3s uma longa marcha da Galileia a Jerusal\u00e9m (Lc 9,51-19,27), Jesus e o seu movimento popular religioso est\u00e3o \u00e0s portas daquela cidade. De forma clandestina, n\u00e3o confessando os verdadeiros motivos, Jesus e o seu movimento entram em Jerusal\u00e9m, narra o Evangelho de Lucas (Lc 19,29-40). De alguma forma deve ter acontecido essa entrada de Jesus na capital Jerusal\u00e9m. O tom midr\u00e1xico da narrativa torna presente e viva uma profecia do passado, ainda que provavelmente n\u00e3o tenha acontecido tal como narrado pelo evangelho.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Dois disc\u00edpulos recebem a tarefa de viabilizar a entrada na capital, de forma humilde, mas firme e corajosa. Deviam arrumar um jumentinho \u2013 meio de transporte dos pobres -, mas deviam fazer isso disfar\u00e7adamente, de forma \u201cclandestina\u201d. O texto repete o seguinte: \u201c<em>Se algu\u00e9m lhes perguntar: \u201cPor que voc\u00eas est\u00e3o desamarrando o jumentinho?<\/em>\u201d, digam somente: \u2018<em>Porque o Senhor precisa dele<\/em>\u2019\u201d. A repeti\u00e7\u00e3o indica a necessidade de se fazer a prepara\u00e7\u00e3o da entrada na capital de forma clandestina, sutil, sem alarde. Se dissessem a verdade, a entrada em Jerusal\u00e9m seria proibida pelas for\u00e7as de repress\u00e3o. Com os \u201cpr\u00f3prios mantos\u201d prepararam o jumentinho para Jesus montar. Foi com o pouco de cada um\/a que a entrada em Jerusal\u00e9m foi realizada. A alegria era grande no cora\u00e7\u00e3o dos disc\u00edpulos e disc\u00edpulas, povo campon\u00eas e de periferia. \u201c<em>Bendito o que vem como rei<\/em>&#8230;\u201d (Lc 19,38). Viam em Jesus outro modo de exercer o poder, n\u00e3o mais como domina\u00e7\u00e3o, mas como gerenciamento do bem comum.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao ouvir o an\u00fancio dos disc\u00edpulos e disc\u00edpulas \u2013 um novo jeito de exerc\u00edcio do poder \u2013 certo tipo de fariseu, aliado do poder opressor, se incomoda e tenta sufocar aquele evangelho. Hipocritamente chamam Jesus de mestre, mas querem domestic\u00e1-lo, dom\u00e1-lo. \u201c<em>Manda que teus disc\u00edpulos se calem<\/em>\u201d (Lc 19,39), impunham os que se julgavam salvos e os mais religiosos. \u201c<em>Manda<\/em>&#8230;!\u201d Dentro do paradigma \u201cmandar-obedecer\u201d, eles s\u00e3o os que mandam. N\u00e3o sabem dialogar, mas s\u00f3 impor. \u201c<em>Que se calem<\/em>!\u201d, gritam. Quem anuncia a paz como fruto da justi\u00e7a testemunha fraternidade e luta por justi\u00e7a, o que incomoda o <em>status quo<\/em> opressor. Mas Jesus, em alto e bom som, com a autoridade de quem vive o que ensina, profetisa: \u201c<em>Se meus disc\u00edpulos\/as (profetas) se calarem, as pedras gritar\u00e3o<\/em>\u201d (Lc 19,40). Esse alerta do galileu virou refr\u00e3o de m\u00fasica das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs): \u201c<em>Se calarem a voz dos profetas, as pedras falar\u00e3o. Se fecharem uns poucos caminhos, mil trilhas nascer\u00e3o&#8230; O poder tem ra\u00edzes na areia, o tempo faz cair. Uni\u00e3o \u00e9 a rocha que o povo usou pra construir<\/em>&#8230;!\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Jesus chuta o pau da barraca do deus capital. Os quatro evangelhos da B\u00edblia<a href=\"#_ftn3\">[3]<\/a> narram que Jesus, pr\u00f3ximo \u00e0 maior festa judaico-crist\u00e3, a P\u00e1scoa, impulsionado por uma ira santa, invadiu o templo de Jerusal\u00e9m, lugar mais sagrado do que os templos da idolatria do capital que muitas vezes tem a cruz de Cristo pendurada em um ponto de destaque. Furioso como todo profeta, ao descobrir que a institui\u00e7\u00e3o tinha transformado o templo em uma esp\u00e9cie de Banco Central do pa\u00eds + sistema banc\u00e1rio + bolsa de valores, Jesus \u201c<em>fez um chicote de cordas e expulsou todos do templo, bem como as ovelhas e bois, destinados aos sacrif\u00edcios. Derramou pelo ch\u00e3o as moedas dos cambistas e virou suas mesas. Aos que vendiam pombas<\/em> (eram os que diretamente negociavam com os mais pobres, porque os pobres s\u00f3 conseguiam comprar pombos e n\u00e3o bois), <em>Jesus ordenou: \u2018Tirem estas coisas daqui e n\u00e3o fa\u00e7am da casa do meu Pai uma casa de neg\u00f3cio<\/em>.\u201d Essa a\u00e7\u00e3o de Jesus foi o estopim para sua condena\u00e7\u00e3o \u00e0 pena de morte, mas Jesus ressuscitou e vive tamb\u00e9m em milh\u00f5es de pessoas que resistem em face de toda forma de&nbsp; opress\u00e3o: fascismo, pol\u00edtica de morte (necropol\u00edtica) e genoc\u00eddio, como o que brutalmente acontece no Brasil atualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>04\/05\/2021<\/p>\n\n\n\n<p>Obs.: Os v\u00eddeos nos links, abaixo, ilustram o assunto tratado acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 &#8211; Templos fechados na pandemia: ato de amor. \u201cV\u00f3s sois templos!\u201d\u2013 Frei Gilvander, Bella, Caio e Fl\u00e1vio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_50337\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/LcBeIQe3tns?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>2 &#8211; Templos suntuosos, N\u00c3O! Pequenas Comunidades, SIM! Ez 47,1-2.8-9.12 ; Jo 12,13-22\/Padre Manoel Godoy<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_85468\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wjDFyUo4zMM?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3 &#8211; Lugares, Pessoas, Bens Naturais e Culturais Amea\u00e7ados pelo Rodoanel de BH e RMBH: a AL\u00c7A SUL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_13867\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/IytsMFDI0w0?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>4 &#8211; Luta contra a minera\u00e7\u00e3o em Minas Gerais e na Amaz\u00f4nia e os territ\u00f3rios ind\u00edgenas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_87820\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/d0oeC8rcG6A?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>5 &#8211; Frei Gilvander aponta brutal devasta\u00e7\u00e3o socioambiental que Rodoanel causar\u00e1 em BH e RMBH &#8211; V\u00eddeo 5<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_16071\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/NHnU4Dts__w?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP\/SP; mestre em Exegese B\u00edblica pelo Pontif\u00edcio Instituto B\u00edblico, em Roma, It\u00e1lia; agente da CPT, assessor do CEBI e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de \u201cMovimentos Sociais Populares e Direitos Humanos\u201d no IDH e de Teologia b\u00edblica no SAB (Servi\u00e7o de Anima\u00e7\u00e3o B\u00edblica), em Belo Horizonte, MG. E-mail:&nbsp;<a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;Facebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\">[2]<\/a> Guerra judaica, V, 222.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref3\">[3]<\/a> Mt 21,12-13; Mc 11,15-19; Lc 19,45-46 e Jo 2,13-17.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Templo de Jerusal\u00e9m e rebeldia de Jesus: e n\u00f3s? Por Frei Gilvander Moreira[1] Segundo as comunidades crist\u00e3s do quarto evangelho da B\u00edblia, levou-se 46 anos para que o templo de Jerusal\u00e9m fosse reconstru\u00eddo pelo governador<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":10356,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,46,44,27,30,43,26,18],"tags":[],"class_list":["post-10355","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-direito-a-cultura-popular","category-direito-a-memoria","category-direitos-humanos","category-fe-e-politica","category-pedagogia-emancipatoria","category-teologia-da-libertacao","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10355","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10355"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10355\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10357,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10355\/revisions\/10357"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10356"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10355"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10355"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10355"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}