{"id":10955,"date":"2021-12-12T19:12:12","date_gmt":"2021-12-12T22:12:12","guid":{"rendered":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=10955"},"modified":"2021-12-12T19:12:15","modified_gmt":"2021-12-12T22:12:15","slug":"representacao-e-carta-arberta-a-secult1-ao-plenario-do-compac2-ao-dmdpc3-e-ao-povo-luziense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/representacao-e-carta-arberta-a-secult1-ao-plenario-do-compac2-ao-dmdpc3-e-ao-povo-luziense\/","title":{"rendered":"\u00a0REPRESENTA\u00c7\u00c3O E CARTA ARBERTA \u00c0 SECULT[1], AO PLEN\u00c1RIO DO COMPAC[2], AO DMDPC[3] E AO POVO LUZIENSE"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>REPRESENTA\u00c7\u00c3O E CARTA ARBERTA \u00c0 SECULT<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn1\"><strong>[1]<\/strong><\/a>, AO PLEN\u00c1RIO DO COMPAC<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn2\"><strong>[2]<\/strong><\/a>, AO DMDPC<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn3\"><strong>[3]<\/strong><\/a> E AO POVO LUZIENSE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-74396e46-0145-46b4-9a77-58d9a73eda89\">Santa Luzia, 11 de dezembro de 2021<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-3b77d24d-eafa-4efb-b982-030cbb3753b2\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/oie-1.png\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 oie-1.png\"\/><figcaption><strong>IMAGEM I: <\/strong>Fachada do Solar Teixeira da Costa<br><strong>FONTE: Google Imagens.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn1\"><strong>[1]<\/strong><\/a><\/strong> &#8211; <a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref1\">[1]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"block-e04921ec-483b-421e-8adf-35294af20d01\">Car\u00edssimas e car\u00edssimos, venho por meio da presente Representa\u00e7\u00e3o e Carta Aberta levar \u00e0s senhores e aos senhores o conhecimento de que o atual projeto de restaura\u00e7\u00e3o do Solar Teixeira da Costa (Museu Hist\u00f3rico Aur\u00e9lio Dolabella, <strong>Imagem I<\/strong> do <strong>Anexo<\/strong>), inaugurado a 6 de dezembro de 2021 (<strong>Imagem II<\/strong> do <strong>Anexo)<\/strong> prev\u00ea uma obra de interven\u00e7\u00e3o para a convers\u00e3o da antiga senzala e pelourinho (local destinado ao trabalho for\u00e7ado, ao castigo, ao c\u00e1rcere e ao recolhimento de negros escravizados e usado tamb\u00e9m como dep\u00f3sito, dispensa e por\u00e3o) do referido casar\u00e3o colonial em um Caf\u00e9 Liter\u00e1rio e em um <em>deck<\/em> (<strong>Imagem III, IV, V <\/strong>e<strong> VI<\/strong> do <strong>Anexo)<\/strong> com <em>design<\/em> contempor\u00e2neo, o que possivelmente poder\u00e1 acarretar em: a) interfer\u00eancia lesiva na arquitetura e no estilo de \u00e9poca do referido patrim\u00f4nio hist\u00f3rico; b) a descaracteriza\u00e7\u00e3o do mencionado local de fun\u00e7\u00e3o escravista dos s\u00e9culos XVIII e XIX; c) e mais um apagamento material e simb\u00f3lico da hist\u00f3ria, da mem\u00f3ria e da cultura dos povos negros escravizados em Santa Luzia-MG nos s\u00e9culos XVIII e XIX.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-9d8191a5-cf7e-4bdb-8308-cc2a84042b51\"><strong>Solar Teixeira da Costa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-0e9ba61c-4900-46ae-be8e-0c18efd50e5f\">O Solar Teixeira da Costa (Museu Hist\u00f3rico Aur\u00e9lio Dolabella), localizado na rua Direita, n\u00b0785, esquina com a rua do Serro, bairro Centro Hist\u00f3rico, munic\u00edpio de Santa Luzia-MG, CEP 33.010-000, \u00e9 uma edifica\u00e7\u00e3o colonial luziense erguida em meados do s\u00e9culo XVIII pelo vig\u00e1rio Manoel Pires de Miranda. Em 1840 foi adquirido pelos Bar\u00f5es de Santa Luzia, sendo convertido em Hospital de S\u00e3o Jo\u00e3o de Deus. No final do s\u00e9culo XIX foi adquirido pelo Senador do Congresso Mineiro Manoel Teixeira da Costa. Devido a sua import\u00e2ncia hist\u00f3rica foi tombado pelo IPHAN em 1950, pelo munic\u00edpio em 16 de novembro 1989 e pelo IEPHA em 28 de dezembro de 1998. Em 1992 foi comprado pela municipalidade e reformado para abrigar a Casa de Cultura e o Museu Hist\u00f3rico Aur\u00e9lio Dolabella, criado em 28 de dezembro de 1972. O sobrado acolheu ambas as atividades at\u00e9 2014, quando foi desativado. Em 6 de dezembro de 2021 foi inaugurado o in\u00edcio da primeira etapa (refor\u00e7o estrutural) das obras de restaura\u00e7\u00e3o do casar\u00e3o a partir de projetos elaborados pela Prefeitura Municipal de Santa Luzia por meio das secretarias municipais de Cultura e Turismo e a de Obras P\u00fablicas, de Santa Luzia e com apoio t\u00e9cnico do IPHAN e do IEPHA. (<strong>PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA LUZIA, 2021<\/strong>)<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn4\">[4]<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-ae12a927-3213-4782-924d-03622d11e3a9\">Dentre os resultados esperados para a primeira etapa da obra (refor\u00e7o estrutural) apresentados no t\u00f3pico 4 do Projeto B\u00e1sico da reforma estrutural do casar\u00e3o em quest\u00e3o, est\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-c1bd35b7-30e7-4185-8af4-81deeccb2ab2\"><strong><u>Garantir a preserva\u00e7\u00e3o e integridade f\u00edsica do bem cultural<\/u><\/strong>, de suma import\u00e2ncia e inquestion\u00e1vel valor hist\u00f3rico, art\u00edstico, arquitet\u00f4nico e paisag\u00edstico para o munic\u00edpio de Santa Luzia\/MG, enquanto aguarda as etapas seguintes de restaura\u00e7\u00e3o (arquitet\u00f4nica, complementar e restaura\u00e7\u00e3o Pra\u00e7a Julieta Teixeira de Sales) a fim de possibilitar o seu uso para os mun\u00edcipes, turistas e comunidade acad\u00eamica, assim como o retorno do acervo, que hoje se encontra no Solar da Baronesa, Rua Direita n\u00ba 408, Centro Hist\u00f3rico de Santa Luzia. A obra dever\u00e1 atender as recomenda\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas dos projetos elaborados, <strong><u>de forma a n\u00e3o causar danos e\/ou descaracteriza\u00e7\u00e3o dos elementos construtivos existentes.<\/u><\/strong> A mesma ter\u00e1 como <strong><u>premissa b\u00e1sica o respeito e a considera\u00e7\u00e3o aos valores est\u00e9ticos e hist\u00f3ricos da edifica\u00e7\u00e3o, assegurando adequa\u00e7\u00e3o e compatibilidade aos seus elementos originais,<\/u><\/strong> de acordo com a teoria da restaura\u00e7\u00e3o e crit\u00e9rios de interven\u00e7\u00e3o em bens culturais. (<strong>PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA LUZIA, 2021<\/strong>).<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn5\">[5]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-97593736-5fc3-4036-aa9f-dc3c12780d96\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>&nbsp;Compreende-se que a obra de interven\u00e7\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o do Caf\u00e9 e de um <em>deck<\/em> (<strong>Imagem III, IV, V <\/strong>e<strong> VI<\/strong> do <strong>Anexo<\/strong>) com <em>design<\/em> contempor\u00e2neo, no antigo local destinado ao trabalho for\u00e7ado, ao castigo, ao recolhimento e ao c\u00e1rcere de negros escravizados (<strong>Imagens VII, VIII <\/strong>e<strong> XIV <\/strong>do <strong>Anexo<\/strong>) contrasta contraditoriamente com os princ\u00edpios universais da preserva\u00e7\u00e3o e da integridade f\u00edsica e cultural elencados no projeto b\u00e1sico de reforma estrutural. A arquitetura do Solar Teixeira da Costa possui inequivocamente o estilo de \u00e9poca dos sobrados coloniais brasileiros dos s\u00e9culos XVIII e XIX, o qual expressa materialmente e simbolicamente a estratifica\u00e7\u00e3o social da \u00e9poca: Casar\u00e3o ou Casa Grande no piso superior \u2013 resid\u00eancia do Senhor de Posses e da sua fam\u00edlia \u2013 e Senzala no piso inferior \u2013 local destinado aos escravos e usado tamb\u00e9m como por\u00e3o, dispensa e dep\u00f3sito (<strong>Imagens IX, X, XI e XII <\/strong>do <strong>Anexo<\/strong>).<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-bdb2c177-13a9-467e-bb33-ce41f2c55c62\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;A obra de interven\u00e7\u00e3o do Caf\u00e9 e de um <em>deck<\/em> no piso inferior do Solar Teixeira da Costa possivelmente poder\u00e1 resultar em interfer\u00eancia lesiva ao estilo de \u00e9poca e integridade arquitet\u00f4nica deste patrim\u00f4nio hist\u00f3rico bem como o apagamento das fun\u00e7\u00f5es sociais dos seus compartimentos manifestos na reprodu\u00e7\u00e3o da estratifica\u00e7\u00e3o social do Brasil col\u00f4nia e Imp\u00e9rio em sua arquitetura.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-c23ce570-d7e4-4ab1-a07f-5a29b2e78a1f\"><strong>Sobre a Descaracteriza\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-2ea8ea10-8a20-444e-ad34-622e1caa111f\">O atual processo de restaura\u00e7\u00e3o do Solar Teixeira da Costa prev\u00ea (como destacou o site oficial da Prefeitura Municipal de Santa Luzia<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn6\">[6]<\/a>) um Caf\u00e9 e um <em>deck<\/em> com <em>design<\/em> contempor\u00e2neo no piso inferior da edifica\u00e7\u00e3o. Entende-se que no local em quest\u00e3o funcionou, por mais de um s\u00e9culo, o pelourinho e a senzala de uma Casa Grande, abrigando objetos de c\u00e1rcere e tortura escravagista at\u00e9 fins do s\u00e9culo XX.&nbsp; Em entrevista ao programa Terra de Minas da TV Globo Minas a fot\u00f3grafa luziense Silvana Franco, que passou grande parte da inf\u00e2ncia na referida resid\u00eancia, afirmou:<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-f9c902c3-5b83-4973-b06c-839296f5175a\">\u201cEu me lembro claramente da gente entrando a\u00ed [senzala]&#8230; Essa porta era mais trancada, mas a gente conseguia abrir porque menino n\u00e3o consegue o qu\u00ea, n\u00e9? Menino consegue tudo. A\u00ed a gente abria a porta, eu e as primas, porque era muita prima e muito primo na fam\u00edlia, n\u00e9? A gente chegava, abria e ficava ali, mexendo nas coisas, meio que morrendo de medo. A\u00ed os primos mais velhos j\u00e1 come\u00e7avam a fazer barulho, j\u00e1 come\u00e7avam a amedrontar a gente, n\u00e9? <strong><u>Eu me lembro muito de correntes pretas de ferro batido. Lembro de, n\u00e3o sei se \u00e9 algema que chama, mas eram umas bra\u00e7adeiras que eram ligadas a essas corrente<\/u><\/strong>\u201d. (<strong>CASAR\u00c3O EM SANTA LUZIA, NA GRANDE BH, CONTA A HIST\u00d3RIA DA CIDADE, <\/strong>16 de mai. de 2018)<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn7\">[7]<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-5f91c570-8fb4-4d00-a088-9d08b117548f\">A referida senzala e o pelourinho (elementos caracter\u00edsticos da arquitetura e do estilo de \u00e9poca dos sobrados col\u00f4nias mineiros e das estruturas de estratifica\u00e7\u00e3o social do Brasil col\u00f4nia e Imp\u00e9rio)<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn8\">[8]<\/a> j\u00e1 sofreram algumas interven\u00e7\u00f5es lesivas ao longo de v\u00e1rias reformas que o casar\u00e3o hist\u00f3rico foi submetido, como a substitui\u00e7\u00e3o de mour\u00f5es de madeira por colunas de cimento. Destaca-se a reforma de 1992, durante a gest\u00e3o do prefeito municipal Ant\u00f4nio Teixeira da Costa (PFL, 1989-1992), quando tamb\u00e9m se deu a&nbsp; constru\u00e7\u00e3o da Pra\u00e7a Julieta Teixeira de Salles, a conhecida Pracinha da Jul\u00ed, edificada no terreiro do im\u00f3vel e inaugurada em 30\/12\/1992, descaracterizando, assim o antigo lugar de trabalho escravo e de manifesta\u00e7\u00f5es culturais afro-brasileiras dos s\u00e9culos XVIII e XIX e alterando completamente as suas caracter\u00edsticas arquitet\u00f4nicas e topogr\u00e1ficas originais (<strong>Imagem XV<\/strong> do <strong>Anexo<\/strong>).<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-e05cc2a4-9495-42d5-bafb-bfb084d2dd84\">O projeto de interven\u00e7\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o do Caf\u00e9 e do <em>deck<\/em> com <em>design<\/em> contempor\u00e2neo na antiga senzala do solar Teixeira da Costa possivelmente poder\u00e1 causar a descaracteriza\u00e7\u00e3o definitiva do piso inferior (por\u00f5es), um dos poucos ambientes de c\u00e1rcere, castigo, tortura e trabalho for\u00e7ado ainda existente (e com aspecto original) em Santa Luzia, tendo em vista que muitos outros j\u00e1 foram destru\u00eddos com o objetivo de moderniza\u00e7\u00e3o e de apagamento da hist\u00f3ria da escravid\u00e3o na cidade.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-57c66066-0c85-4386-b508-5d7980a808fd\">\u00c9 preciso destacar que a senzala e o pelourinho do Solar da Baronesa, outra edifica\u00e7\u00e3o da rua Direita de Santa Luzia com tombamento municipal e estadual, foram convertidos no final do s\u00e9culo XX em um refeit\u00f3rio moderno, o que acarretou na completa descarateriza\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica daquele espa\u00e7o de cativeiro que acredita-se, abrigou, no s\u00e9culo XIX, um dos maiores efetivos de escravizados da regi\u00e3o (<strong>Imagem XVI, XVII <\/strong>e<strong> XVIII<\/strong> do <strong>Anexo<\/strong>). Mais recentemente, em 2018, o empreendimento residencial multifamilar Vista do Sol (420 apartamentos) da Construtora Tenda S\/A, destruiu vest\u00edgios hist\u00f3ricos (dentre eles a senzala) da Fazenda da Baronesa, nas imedia\u00e7\u00f5es do bairro Belo Vale (<strong>Imagem XIX<\/strong> do <strong>Anexo<\/strong>). \u00c0 \u00e9poca o Minist\u00e9rio P\u00fablico recomendou \u00e0 Secretaria Municipal de Meio Ambiente que suspendesse a licen\u00e7a ambiental concedida \u00e0 Tenda S\/A e promovesse o embargo das obras, no prazo de 48 horas. E a 6\u00aa Promotoria de Justi\u00e7a de Santa Luzia recomendou \u00e0 Secretaria Municipal de Cultura e Turismo a abertura de processo de tombamento do conjunto arquitet\u00f4nico, hist\u00f3rico e arqueol\u00f3gico dos remanescentes da Fazenda da Baronesa e seu entorno, no prazo de 48 horas. Neste mesmo per\u00edodo o Pelourinho da antiga Fazenda das Bicas desapareceu subitamente. E neste ano de 2021 o Cemit\u00e9rio dos Escravos dos Fechos<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn9\">[9]<\/a> (patrim\u00f4nio com tombamento municipal e estadual) voltou a ser amea\u00e7ado pelo projeto do Rodoanel Metropolitano que prev\u00ea a convers\u00e3o da estrada rural em que se situa, em um dispositivo de acesso entre a MG 020 e o Rodoanel Metropolitano de Belo Horizonte. H\u00e1, portanto, reincid\u00eancias da pr\u00e1tica do abandono e do descuido do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico da negritude de Santa Luzia pelas secretarias municipais.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-23fd7902-c006-4b59-8524-965df76b032d\">Frente aos problemas expostos cabe a indaga\u00e7\u00e3o: <strong>Quantas senzalas e pelourinhos restam em Santa Luzia para lembrar empiricamente \u00e0 sociedade luziense (e em geral) de que um dia existiu senzalas e pelourinhos repletos de negros escravizados nessa cidade?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-4be1d06c-c9b6-42ad-ac6c-d4b57fa5f9e1\"><strong>Sobre o Apagamento da mem\u00f3ria da escravid\u00e3o em Santa Luzia:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-02c2bcd9-f1e3-4f7c-92e0-7ffd754d92e1\">A poss\u00edvel descarateriza\u00e7\u00e3o da senzala do Solar Teixeira da Costa representa a continuidade da pr\u00e1tica, infelizmente, muito comum em Santa Luzia, do apagamento material e simb\u00f3lico dos espa\u00e7os e objetos de escravid\u00e3o da cidade bem como da hist\u00f3ria, da mem\u00f3ria e da cultura dos povos negros escravizados em Santa Luzia. Isto porque as senzalas, al\u00e9m de espa\u00e7os degradantes e de c\u00e1rcere, tamb\u00e9m eram lugares em que comumente haviam manifesta\u00e7\u00f5es culturais, art\u00edsticas, religiosas e pol\u00edticas dos povos negros escravizados, a exemplo das rodas de capoeiras e de Santo, al\u00e9m do compartilhamento de saberes diversos e da pr\u00e1tica da fraternidade<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn10\">[10]<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-dca4e748-1163-40ca-869b-2c4925a5c18f\">O referido projeto de restaura\u00e7\u00e3o trata de forma distinta e discriminat\u00f3ria a restaura\u00e7\u00e3o de uma mesma edifica\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, reproduzindo assim a exclus\u00e3o da senzala e a afirma\u00e7\u00e3o da Casa Grande. Em se tratando do casar\u00e3o em quest\u00e3o (ou Casa Grande) h\u00e1 um projeto complexo e bem estruturado de recupera\u00e7\u00e3o plena das caracter\u00edsticas arquitet\u00f4nicas, art\u00edsticas, estil\u00edsticas e hist\u00f3ricas (incluindo recupera\u00e7\u00e3o do reboco original, de barro), a fim de expor com excel\u00eancia os objetos, valores e modos de vida das conhecidas fam\u00edlias tradicionais do Centro Hist\u00f3rico de Santa Luzia. J\u00e1 em se tratando da senzala e do pelourinho, h\u00e1 um projeto de interven\u00e7\u00e3o, encobrimento, apagamento, descarte funcional e descaracteriza\u00e7\u00e3o do ambiente arquitet\u00f4nico, dos elementos constitutivos e da mem\u00f3ria do cativeiro e da cultura dos negros escravizados, a fim de oferecer aos visitantes do museu um espa\u00e7o alienadamente l\u00fadico e recreativo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-fe36ec92-4fcd-4904-be40-7b98d14351be\">Trata-se da manuten\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica do apagamento da mem\u00f3ria da escravid\u00e3o em Santa Luzia e das d\u00edvidas hist\u00f3ricas da cidade para com a popula\u00e7\u00e3o descendente dos povos escravizados. Tal pol\u00edtica est\u00e1 refletida na pr\u00f3pria Hist\u00f3ria oficial da cidade ensinada nas escolas municipais e estaduais e propagadas pelos canais oficiais do poder p\u00fablico municipal. A referida narrativa enaltece, envaidece e romantiza os supostos feitos heroicos de bandeirantes aventureiros, liberais insurgentes e bar\u00f5es benfeitores sem a devida explicita\u00e7\u00e3o de que eram, todos, senhores de muitos escravos e reprodutores de rela\u00e7\u00f5es sociais escravocratas. N\u00e3o obstante, aos escravizados que constru\u00edram todas as edifica\u00e7\u00f5es de Santa Luzia que hoje possuem tombamento municipal, estadual e federal, restou o epistemic\u00eddio<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn11\">[11]<\/a>, a marginaliza\u00e7\u00e3o, a exclus\u00e3o, o apagamento e o esquecimento no \u00e2mbito da tradi\u00e7\u00e3o oral oficial, da mem\u00f3ria coletiva hegem\u00f4nica, das p\u00e1ginas dos livros de hist\u00f3ria e da arquitetura dos diversos espa\u00e7os da cidade.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-d285cd3a-071f-4466-91da-6c90a25dbe52\">A pol\u00edtica do apagamento da mem\u00f3ria da escravid\u00e3o em Santa Luzia est\u00e1 presente tamb\u00e9m na destrui\u00e7\u00e3o dos pelourinhos, dos instrumentos de c\u00e1rcere, de tortura e de castigo, das senzalas, das moradias de escravizados, de ex-escravizados e de pobres faiscadores na chamada rua Detr\u00e1s (rua Floriano Peixoto) e no conhecido Campinho (bairro S\u00e3o Geraldo). O conjunto das a\u00e7\u00f5es da mencionada pol\u00edtica do apagamento tem resultado desde as \u00faltimas d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX at\u00e9 os dias atuais em:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\" id=\"block-e4348745-84d1-4bc2-914b-29c39b6f85c5\"><li>Dificuldades historicamente impostas ao auto reconhecimento e ao reconhecimento legal de comunidades tradicionais, de religi\u00f5es de matriz africana e afromar\u00edndias e quilombos na cidade, a exemplo das aguerridas e resistentes Comunidades Quilombolas de Pinh\u00f5es e Manzo;<\/li><li>O preconceito e a exclus\u00e3o social imputados aos bairros empobrecidos da Sede, como o S\u00e3o Geraldo, o Alto Bela Vista e o Industrial Americano e ao distrito de S\u00e3o Benedito (majoritariamente formados por popula\u00e7\u00e3o negra);<\/li><li>O descaso da Prefeitura de Santa Luzia e da C\u00e2mara Municipal em rela\u00e7\u00e3o aos impactos do empreendimento Rodoanel Metropolitano na regi\u00e3o m\u00edstica do Cemit\u00e9rio dos Escravos, melhor dizendo, dos negros escravizados;<\/li><li>O paulatino processo de extin\u00e7\u00e3o de festividades populares de matriz afro-brasileira, bem como de grupos culturais e religiosos \u00e9tnicos;<\/li><li>A n\u00e3o efetiva\u00e7\u00e3o das Pactua\u00e7\u00f5es da II Confer\u00eancia de Promo\u00e7\u00e3o da Igualdade Racial (Santa Luzia, 2017).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p id=\"block-ad0941cf-bbc1-4f0a-b80a-666dbd02c324\">Apesar da paulatina pol\u00edtica do apagamento da hist\u00f3ria e da mem\u00f3ria da escravid\u00e3o em Santa Luzia existem estudos acad\u00eamicos s\u00e9rios que apontam a escravid\u00e3o negra como um forte elemento constitutivo da sociedade luziense entre os s\u00e9culos XVIII e XIX. Em sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado \u2018\u201c<em>Por que sou um chefe de fam\u00edlias e o senhor da minha casa\u201d: propriet\u00e1rios e fam\u00edlias cativas em Santa Luzia, Minas Gerais, s\u00e9culo XIX<\/em>\u2019, a historiadora Carolina Perp\u00e9tuo Corr\u00eaa (2005)<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn12\">[12]<\/a> destaca a numerosa popula\u00e7\u00e3o manc\u00edpia (escravizada) da par\u00f3quia de Santa Luzia na d\u00e9cada de 1870, a pr\u00e1tica da reprodu\u00e7\u00e3o end\u00f3gena de cativos e a sua influ\u00eancia sobre as rela\u00e7\u00f5es familiares e a vida cotidiana dos escravizados. Destarte, \u00e9 fato que Santa Luzia possui uma imensa d\u00edvida hist\u00f3rica para com os negros e negras descendentes dos escravizados.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-e19a35ab-dac0-4ee8-9970-31f9fbface40\"><strong>Em defesa da mem\u00f3ria, da hist\u00f3ria e da cultura da negritude de Santa Luzia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-0d7f7904-585a-495c-974a-0cbad110113e\">Frente aos v\u00e1rios problemas expostos solicita-se das autoridades a ado\u00e7\u00e3o de medidas cab\u00edveis a fim da preserva\u00e7\u00e3o integral da arquitetura, do design, da concep\u00e7\u00e3o sociocultural do estilo de \u00e9poca e do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico cultural em quest\u00e3o, isto \u00e9, a senzala e o pelourinho do piso inferior do Solar Teixeira da Costa. Bem como a garantia da participa\u00e7\u00e3o efetiva da popula\u00e7\u00e3o negra luziense nos processos de decis\u00e3o dos usos a serem dados ao piso inferior do Solar Teixeira da Costa (senzala e pelourinho).<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-e853b656-f9cc-4d0c-bf42-8644efcaf082\"><strong>Proposta alterativa<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\" id=\"block-dd7d009d-40da-4ff8-be09-d177cdb74bd0\"><li>Solicita-se a modifica\u00e7\u00e3o do atual projeto de restaura\u00e7\u00e3o do Solar Teixeira da Costa referente a obra de interven\u00e7\u00e3o para a convers\u00e3o da senzala e do pelourinho, no piso inferir, em um Caf\u00e9 e um <em>deck<\/em> com <em>design<\/em> contempor\u00e2neo);<\/li><li>Solicita-se o desenvolvimento de um projeto adequado de pesquisa t\u00e9cnico-cient\u00edfica e de restaura\u00e7\u00e3o minuciosa e plena do piso inferior (senzala e pelourinho) do solar Teixeira da Costa, bem como da cria\u00e7\u00e3o, neste local, de um <strong>memorial da escravid\u00e3o negra em Santa Luzia e da cultura afro-brasileira da cidade (comunidades quilombolas, religi\u00f5es de matriz africana, favelas etc.)<\/strong> a fim de afirmar os valores da liberdade, da igualdade, da diversidade, da pluralidade, da promo\u00e7\u00e3o da dignidade da pessoa humana, da promo\u00e7\u00e3o da igualdade racial, do trabalho livre e digno, da auto determina\u00e7\u00e3o dos povos e dos direitos dos povos tradicionais;<\/li><li>Solicita-se que as propostas de base para o poss\u00edvel projeto do referido memorial sejam elaboradas a partir da cria\u00e7\u00e3o de uma comiss\u00e3o formada por representantes dos diversos setores das culturas, pr\u00e1ticas e representa\u00e7\u00e3o da negritude de Santa Luzia. E que essa comiss\u00e3o possa compor permanentemente o quadro da equipe gestora do museu Aur\u00e9lio Dolabella, sediado no Solar Teixeira da Costa.<\/li><li>Solicita-se que se assegure \u00e0 popula\u00e7\u00e3o negra de Santa Luzia, os representantes dos diversos setores das culturas, das pr\u00e1ticas e da representa\u00e7\u00e3o da negritude luziense, a efetiva participa\u00e7\u00e3o nos processos de elabora\u00e7\u00e3o e defini\u00e7\u00e3o dos projetos de restaura\u00e7\u00e3o bem como na gest\u00e3o das atividades e projetos do referido museu por meio do comiss\u00e3o especializada ou como for definido pela pr\u00f3pria popula\u00e7\u00e3o negra luziense, consultada por meio de audi\u00eancias p\u00fablicas (amplamente divulgadas e marcadas em local e hor\u00e1rio acess\u00edvel \u00e0 ampla participa\u00e7\u00e3o , incluindo a realiza\u00e7\u00e3o em hor\u00e1rio n\u00e3o comercial). <strong>\u00c9 imprescind\u00edvel a garantia da participa\u00e7\u00e3o efetiva da popula\u00e7\u00e3o negra luziense nos processos de decis\u00e3o dos usos a serem dados ao piso inferior do Solar Teixeira da Costa (senzala e pelourinho).<\/strong><\/li><li>Solicita-se a mudan\u00e7a da edifica\u00e7\u00e3o do Caf\u00e9 e do <em>deck<\/em> para outro espa\u00e7o, como a Pra\u00e7a da Jul\u00ed, outrora o antigo terreiro do Solar Teixeira da Costa, logradouro modernizado, urbanizado e convertido em jardim p\u00fablico no final do s\u00e9culo XX.<\/li><li>Solicita-se a aprecia\u00e7\u00e3o das considera\u00e7\u00f5es e propostas aqui apresentadas, pela SECULT, pelo plen\u00e1rio do COMPAC e pelo DMDPC, a fim de apresentar um retorno ao solicitante e aos assinantes desta Representa\u00e7\u00e3o e Carta Aberta.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p id=\"block-08cccc7d-4420-454c-9a42-82665dc5dfd2\"><strong>Assinam esta Representa\u00e7\u00e3o e Carta Aberta:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-faee9fa7-9ea1-4f6e-864e-e82938749957\">1 &#8211; <strong>Glaucon Dur\u00e3es da Silva Santos<\/strong>. Mestre em Ci\u00eancias Sociais, doutorando em Ci\u00eancias Sociais pela PUC\/MG, soci\u00f3logo, professor de Sociologia, membro do <strong>Setorial de Combate ao Racismo do PT<\/strong>, negro e luziense.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-24f3f38f-b44a-48b9-8b15-da7be1c38c8e\">2 &#8211; <strong>L\u00fania Costa Dias<\/strong>. Antrop\u00f3loga, doutoranda do PPGAS\/UFSC. Desenvolve pesquisas e a\u00e7\u00f5es junto ao Quilombo de Pinh\u00f5es. S\u00f3cia-Fundadora da <strong>MAGMA \u2013 Mulheres da Antropologia Gerando e Movimentando A\u00e7\u00f5es<\/strong>. S\u00f3cia Efetiva da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Antropologia.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-a149ecef-8a4d-4df1-afb3-508a92a51642\">3 &#8211; <strong>Centro Nacional de Africanidade e Resist\u00eancia Afro Brasileiro \u2013 CENARAB<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-318e816f-425f-4a09-ae36-bb83bc445890\">4 &#8211; <strong>Edna Correia de Oliveira<\/strong>. Presidenta <strong>da Federa\u00e7\u00e3o das Comunidades Quilombolas do Estado de Minas Gerais (N&#8217;golo)<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-95dd9389-4402-4a44-90dd-789cbe7414e1\">5 &#8211; <strong>Aparecida Dos Santos Carmo Evangelista<\/strong>.Presidenta da<strong> Associa\u00e7\u00e3o Cultural das Mulheres Quilombolas de Pinh\u00f5es<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-4e043d7e-95a0-4f8e-90cc-e7f570b53889\">6 &#8211; <strong>Cassia Cristina da Silva<\/strong>. <strong>Associa\u00e7\u00e3o de Resistencia Cultural da Comunidade Quilombola Manzo Ngunzo Kaiango<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-b0314474-8c77-4ea3-b733-30b888e02674\">7 &#8211; <strong>Geraldo Andr\u00e9 da Silva<\/strong>. <strong>Casa de Cultura Lode Apara<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-405b4f29-2e1a-4e13-843e-5f98537d2eeb\">8 &#8211; <strong>Jos\u00e9 Carlos Souza.<\/strong> MNU- <strong>Movimento Negro Unificado e Setorial de Combate ao Racismo do PT.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-f2f372cc-c7c3-4aeb-a7aa-9a9551ba8861\">9 &#8211; <strong>Nanci Ramos de Menezes.<\/strong> <strong>Sind-UTE-MG<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-89caf268-eff0-4ca0-ba89-dc096615e58d\">10 &#8211; <strong>Frei Gilvander Lu\u00eds Moreira<\/strong>. Dr. em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG e assessor da <strong>Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT-MG)<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-9fae064f-091f-4974-b6ef-c980a705cb37\">11 &#8211; <strong>Alenice Baeta.\u00a0 <\/strong>Dr. em Arqueologia pelo MAE\/USP; P\u00f3s-Doutorado em Antropologia e Arqueologia \u2013 FAFICH\/UFMG; Historiadora e membro do <strong>CEDEFES, do Movimento Serra Sempre Viva, do Conselho Internacional de Monumentos e S\u00edtios \u2013 ICOMOS<\/strong>\/ Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-5a5558d3-affd-4aa0-970c-2f2350935878\">12 &#8211; <strong>Rosimeire de F\u00e1tima Dias de Pinho<\/strong>. Diretoria do <strong>Clube Social Icara\u00ed<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-47c7fd13-3284-4a19-82f6-3d2aea0b6b01\">13 &#8211;<strong>Raquel Manna Juli\u00e3o<\/strong>. Arquiteta, Doutora e pesquisadora, <strong>professora nos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-4422a3e9-9cc8-4357-b097-195734898b46\">14 &#8211; <strong>Viviane Gomes Mar\u00e7al<\/strong>. Designer de Ambientes, Doutora e pesquisadora<strong>, professora no curso de Design de Interiores.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-307948e5-b13d-4b26-9658-12c961de0e68\">15 &#8211; <strong>Liliane Tib\u00farcio de Oliveira<\/strong>. Professora de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica na Rede Estadual de Minas Gerais. Mestre em <strong>Educa\u00e7\u00e3o pela UFMG<\/strong> na linha de Hist\u00f3ria da Educa\u00e7\u00e3o. Luziense.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-6f600846-d880-4af1-a546-dd3988795807\">16 &#8211; <strong>Fernando Luis de Assis Oliveira Barbosa<\/strong>. Advogado, mestrando em Direito Constitucional pela Universidade Federal Fluminense. Membro da <strong>Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Pesquisadores\/as Negros\/a.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-32565569-8f5d-4f55-a490-498f1836ea3e\">17 &#8211; <strong>Jade Alc\u00e2ntara L\u00f4bo.<\/strong> Antrop\u00f3loga, Doutoranda em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina. Membro da <strong>Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Pesquisadores\/as Negros\/as.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-cd6b4f59-43f6-44dd-b86e-20c3d184a955\">18 &#8211; <strong>Douglas Augusto Dias<\/strong>. Graduando em <strong>Design pela UniFoa.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-65be4506-811c-4487-b406-b4bfccc3c9cd\">19 &#8211; <strong>Marilene Rodrigues dos Santos<\/strong>. Presidente <strong>Comunidade Kolping S\u00e3o Benedito<\/strong>, capoeirista, gestora cultural, dan\u00e7arina afro e pedagoga.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-1f0465c3-399a-4439-8403-d0bcdac00d9e\"><strong>ANEXO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-f4dbb953-901c-4dac-9bf8-e365c4e12c8f\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/oie.png\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 oie.png\"\/><figcaption><strong>IMAGEM I: <\/strong>Fachada do Solar Teixeira da Costa. <strong>FONTE: Google Imagens.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn13\"><strong>[13]<\/strong><\/a><\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-5f113c8f-4e83-4228-8df2-b0fbd4c1bccd\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/oi-1.jpg?fit=723%2C511&amp;ssl=1\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 oi-1.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM II: <\/strong>Convite para a inaugura\u00e7\u00e3o do in\u00edcio das obras de restaura\u00e7\u00e3o estrutural do Solar Teixeira da Costa. A imagem da lateral direita superior ilustra o projeto de conven\u00e7\u00e3o da senzala em um Caf\u00e9 com est\u00e9tica contempor\u00e2nea<strong>.<\/strong> <strong>FONTE: <\/strong>Secult.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-0cf89165-5b9c-446f-94df-c9624614a18f\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/3.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 3.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM III: <\/strong>Projeto de interven\u00e7\u00e3o Caf\u00e9 Liter\u00e1rio a ser constru\u00eddo na senzala do Solar Teixeira da Costa. Destaque para o design contempor\u00e2neo, destoante da arquitetura original do espa\u00e7o e do casar\u00e3o do s\u00e9culo XVIII. <strong>FONTE: <\/strong>Depoimento M\u00e1rcia Cristina de Souza &#8211; LAB R Solar Teixeira da Costa &#8211; Parte 2.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn14\">[14]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-44813f1c-2fd3-423b-865d-b2f5dece0f2d\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/4.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 4.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM IV: <\/strong>Projeto de interven\u00e7\u00e3o Caf\u00e9 Liter\u00e1rio a ser constru\u00eddo na senzala do Solar Teixeira da Costa. Destaque para o <em>design<\/em> contempor\u00e2neo, destoante da arquitetura original do espa\u00e7o e do casar\u00e3o do s\u00e9culo XVIII. <strong>FONTE: <\/strong>Depoimento M\u00e1rcia Cristina de Souza &#8211; LAB R Solar Teixeira da Costa &#8211; Parte 2.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn15\">[15]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-0c9a3a2c-bfbe-4b98-95cf-21fcd668b0fc\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/52.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 52.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM V<\/strong>: Projeto de interven\u00e7\u00e3o Caf\u00e9 Liter\u00e1rio a ser constru\u00eddo na senzala do Solar Teixeira da Costa, visto do pelourinho externo. <strong>FONTE: <\/strong>Depoimento M\u00e1rcia Cristina de Souza &#8211; LAB R Solar Teixeira da Costa &#8211; Parte 2.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn16\">[16<\/a>)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-4772b25a-478c-48ce-a758-ef41cd2469cf\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/6.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 6.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM VI: <\/strong>Projeto de interven\u00e7\u00e3o <em>Deck<\/em> a ser constru\u00eddo no pelourinho do Solar Teixeira da Costa. Destaque para o <em>design<\/em> contempor\u00e2neo, destoante da arquitetura original do espa\u00e7o e do casar\u00e3o do s\u00e9culo XVIII. <strong>FONTE: <\/strong>Depoimento M\u00e1rcia Cristina de Souza &#8211; LAB R Solar Teixeira da Costa \u2013 Parte 2.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn17\">[17]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-b238763d-99a9-4ccf-9003-e4a002678bc1\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/71.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 71.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM VII: <\/strong>Um dos c\u00f4modos da senzala do Solar Teixeira da Costa em que o projeto de restaura\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel prev\u00ea a constru\u00e7\u00e3o do Caf\u00e9. <strong>FONTE: <\/strong>Globo Minas.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn18\">[18]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-523b9329-fbb2-4385-8eaf-6024ecfc37ae\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/8.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 8.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM VIII: <\/strong>Lateral esquerda do c\u00f4modos da senzala do Solar Teixeira da Costa em que o projeto de restaura\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel prev\u00ea a constru\u00e7\u00e3o do Caf\u00e9. <strong>FONTE: <\/strong>Globo Minas.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn19\">[19]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-795e3382-4af6-4628-83ca-569568dd495f\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/91.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 91.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM IX: <\/strong>Fundos do Solar Teixeira da Costa, vis\u00e3o do piso inferior (senzala e pelourinho) para o piso superior (Casa Grande). <strong>FONTE<\/strong>: Globo Minas.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn20\">[20]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-59196c1b-7577-47cf-95ba-80168e9a30ed\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/10.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 10.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM X: <\/strong>Fundos do Solar Teixeira da Costa, vis\u00e3o do piso superior (Casa Grande) para o piso inferior (senzala e pelourinho). Ao fundo, do muro e do port\u00e3o, a Pracinha da Jul\u00ed. <strong>FONTE: <\/strong>Globo Minas.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn21\">[21]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-0cfcda72-c7ea-4600-ba0e-2074ff931776\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/11.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 11.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM XI: <\/strong>Piso inferior do Solar Teixeira da Costa com destaque para os c\u00f4modos da lateral direita da senzala, escada e pelourinho revestido de pedras \u201ccabe\u00e7a de nego\u201d. <strong>FONTE: <\/strong>Globo Minas.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn22\">[22]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-dc216b76-55a8-4ae6-8c94-cc5b19b99702\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/12.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 12.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM XII: <\/strong>Piso inferior do Solar Teixeira da Costa com destaque para os c\u00f4modos da lateral esquerda da senzala, pelourinho revestido de pedras \u201ccabe\u00e7a de nego\u201d, muro e port\u00e3o da Pracinha da Juli. <strong>FONTE: <\/strong>Globo Minas.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn23\">[23]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-8543d302-1647-4194-a922-358de84ba8ba\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/13.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 13.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM XIII: <\/strong>Fundos do Solar Teixeira da Costa com muro constru\u00eddo para o separar da Pracinha da Jul\u00ed, edificada no antigo terreiro do im\u00f3vel. <strong>FONTE: <\/strong>Google Imagens<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn24\">[24]<\/a>.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-b429d15a-fee9-4f62-b3ce-ded03a70f272\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/14.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 14.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM XIV: <\/strong>Bola de ferro e corrente usados para o c\u00e1rcere e a puni\u00e7\u00e3o de negros escravizados. Item do acervo do museu Aur\u00e9lio Dolabella. <strong>FONTE: <\/strong>Globo Minas.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn25\">[25]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"block-d35ac176-c09b-41d3-8e28-ca1747bdafd2\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\" id=\"block-a439f7ce-fa68-44d5-8577-e8f43a940c90\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/15.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 15.jpg\" width=\"779\" height=\"779\"\/><figcaption><strong>IMAGEM XV: <\/strong>Pracinha da Jul\u00ed, edificada no antigo terreiro do im\u00f3vel. Destaque para o paisagismo moderno, a lumin\u00e1ria contempor\u00e2nea, as vias de acesso e o coreto. <strong>FONTE:<\/strong> Google Imagens.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn26\">[26]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\" id=\"block-712b7927-86da-4d57-8219-cfd9b851ae58\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/161.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 161.jpg\" width=\"780\" height=\"619\"\/><figcaption><strong>IMAGEM XVI: <\/strong>Fundos do Solar da Baronesa. <strong>FONTE: <\/strong>Google Imagens.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn27\">[27]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-4b990134-4cba-4f65-a81d-f8a75d5579d6\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/17.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 17.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM XVII: <\/strong>Piso inferior do Solar da Baronesa, ao fundo c\u00f4modos da senzala, ch\u00e3o do pelourinho revestido de concreto. <strong>FONTE: <\/strong>Programa Pequenos Olhares &#8211; Grandes Hist\u00f3rias.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn28\">[28]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"block-29809ec5-bacc-4157-8bb7-fe346ab84b0e\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/18.jpg\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 18.jpg\"\/><figcaption><strong>IMAGEM XVIII: <\/strong>Piso inferior do Solar da Baronesa visto do piso superior. Destaque para o ch\u00e3o do pelourinho revestido de concreto e paralelep\u00edpedo de cimento. <strong>FONTE: <\/strong>Programa Pequenos Olhares &#8211; Grandes Hist\u00f3rias.<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn29\">[29]<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\" id=\"block-4c87347f-61f5-4f68-9b8c-8249f03eb57e\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/192.jpg?fit=723%2C407&amp;ssl=1\" alt=\"O atributo alt desta imagem est\u00e1 vazio. O nome do arquivo \u00e9 192.jpg\" width=\"779\" height=\"439\"\/><figcaption><strong>IMAGEM XIX: <\/strong>Sede da Fazenda da Baronesa, ao fundo o empreendimento Vista do Sol da Construtora Tenda S\/A, impactando aos vest\u00edgios hist\u00f3ricos (dentre eles a senzala). <strong>FONTE:<\/strong> Luzias, a cidade e sua hist\u00f3ria<a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftn30\">[30]<\/a>.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" id=\"block-f5e6b8b5-4bf4-46c4-956b-21c6112a5085\"\/>\n\n\n\n<p id=\"block-ed110672-c3b7-42e0-bdb7-b2b786f26919\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref1\">[1]<\/a> Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Santa Luzia.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-24392bf4-3e86-4b12-91c3-e90844b5fb9e\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref2\">[2]<\/a> Conselho Municipal do Patrim\u00f4nio Cultural de Santa Luzia.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-76b4eba4-31ba-449a-a175-1a3532bc863b\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref3\">[3]<\/a> Departamento Municipal de Defesa do Patrim\u00f4nio Cultural.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-d15b1a29-5e05-486b-b4d7-83b26c051076\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref4\">[4]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.santaluzia.mg.gov.br\/v2\/index.php\/cultura\/museu-historico-aurelio-dolabella-mhad\/\">https:\/\/www.santaluzia.mg.gov.br\/v2\/index.php\/cultura\/museu-historico-aurelio-dolabella-mhad\/<\/a> &lt;Acesso: 05\/12\/2021<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-d6f09063-f527-4e17-914b-7ee34b672b59\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref5\">[5]<\/a> Dispon\u00edvel em:<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-ef12151b-9118-463d-8c35-711947d791bf\">file:\/\/\/C:\/Users\/User\/Downloads\/Projeto%20Basico%20-%20Museu%20H.%20Aur%C3%A9lio%20Dolabella%20Final%20assinado%20digitalmente.pdf<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-80972f75-cc3f-4b60-9efe-1cf2f6254d9f\">&lt;Acesso: 05\/12\/2021<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-b3d92764-621a-4742-886e-88182ae3824e\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref6\">[6]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.santaluzia.mg.gov.br\/v2\/index.php\/noticias\/restauro-da-casa-da-cultura-promete-reativar-museu-historico\/\">https:\/\/www.santaluzia.mg.gov.br\/v2\/index.php\/noticias\/restauro-da-casa-da-cultura-promete-reativar-museu-historico\/<\/a>&nbsp; &lt;Acesso: 04\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-1077ab4f-e21c-4599-9a37-f23d5655bd04\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref7\">[7]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=6YKgNgLoq_g&amp;t=1s\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=6YKgNgLoq_g&amp;t=1s<\/a>&nbsp; &lt;Acesso: 04\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-dfbccb94-cbf1-420c-aac5-3b238d6e55bc\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref8\">[8]<\/a> Recorrente nas obras do antrop\u00f3logo brasileiro Gilberto Freyre, Casa Grande e Senzala (1933) e Sobrados e Mucambos (1936).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-a549f1c5-00e1-47d1-ae58-ead973cc67a9\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref9\">[9]<\/a> Artigo publicado pela historiadora Neise Mendes Duarte analisando documenta\u00e7\u00f5es e estudos sobre o Cemit\u00e9rio dos Escravos. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.luzias.com.br\/how-much-power-do-the-biggest-cities-use\/\">https:\/\/www.luzias.com.br\/how-much-power-do-the-biggest-cities-use\/<\/a>&nbsp; &lt;Acesso: 04\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-a20e5a76-ff87-492b-8e7e-3ec5a5efac8c\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref10\">[10]<\/a> Estudos historiogr\u00e1ficos em outras localidades da regi\u00e3o sudeste apontam para rela\u00e7\u00f5es de fraternidade e fam\u00edlia desenvolvidas, ademais de tamanha viol\u00eancia, nos espa\u00e7os das senzalas. SLENES, Robert Wayne. <strong>Na senzala, uma flor \u2013 esperan\u00e7as e recorda\u00e7\u00f5es na forma\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia escrava: Brasil Sudeste, s\u00e9culo XIX<\/strong>. 2\u00aa ed. corrigida. Campinas: Editora da Unicamp, 2011. 302 p.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-02fef517-656b-4c5f-a423-b8b4cec4f2f0\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref11\">[11]<\/a> Processo insistente de apagamento dos conhecimentos e sabedorias desenvolvidos por um segmento social racializado. CARNEIRO, Aparecida Sueli; FISCHMANN, Roseli (orientadora).&nbsp;<strong>A constru\u00e7\u00e3o do outro como n\u00e3o-ser como fundamento do ser<\/strong>. 2005. Universidade de S\u00e3o Paulo, S\u00e3o Paulo, 2005.&nbsp; Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/repositorio.usp.br\/item\/001465832\">https:\/\/repositorio.usp.br\/item\/001465832<\/a> &lt;Acesso: 04\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-6e1fd9c0-154a-4e24-8b98-c59127d68602\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref12\">[12]<\/a> CORR\u00caA, Carolina, Perp\u00e9tuo. \u201c<em>Por que sou um chefe de fam\u00edlias e o senhor da minha casa\u201d: propriet\u00e1rios e fam\u00edlias cativas em Santa Luzia, Minas Gerais, s\u00e9culo XIX<\/em>\u2019. <strong>Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado<\/strong>, FAFICHI, UFMG, 2005.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-5adc0b43-4293-47c6-8c5a-8cfc2345ec6a\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref13\">[13]<\/a> Dispon\u00edvel em:<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-726a034b-9ad8-4451-bca4-7eb97d15a8ab\"><a href=\"https:\/\/www.bing.com\/images\/search?view=detailV2&amp;ccid=8cRQAVbJ&amp;id=980CA34C5DCE5CEAB2FC7BC1D21C529130351CB3&amp;thid=OIP.8cRQAVbJfggNZw-LE4aBLwHaE7&amp;mediaurl=https%3a%2f%2fth.bing.com%2fth%2fid%2fR.f1c4500156c97e080d670f8b1386812f%3frik%3dsxw1MJFSHNLBew%26riu%3dhttp%253a%252f%252fwww.santaluzia.mg.gov.br%252fv2%252fwp-content%252fuploads%252f2019%252f05%252fIMG-20190530-WA0048.jpg%26ehk%3dEnT3ivCaxyI3S%252bvLWiJ1aJuAcEbPnkxPQFEvfDAVgMo%253d%26risl%3d%26pid%3dImgRaw%26r%3d0&amp;exph=853&amp;expw=1280&amp;q=Solar+Teixeira+da+Costa+Santa+Luzia+MG&amp;simid=608055730206103944&amp;FORM=IRPRST&amp;ck=72F7DF8C7E608164CEDDB8B937D76284&amp;selectedIndex=2&amp;ajaxhist=0&amp;ajaxserp=0\">https:\/\/www.bing.com\/images\/search?view=detailV2&amp;ccid=8cRQAVbJ&amp;id=980CA34C5DCE5CEAB2FC7BC1D21C529130351CB3&amp;thid=OIP.8cRQAVbJfggNZw-LE4aBLwHaE7&amp;mediaurl=https%3a%2f%2fth.bing.com%2fth%2fid%2fR.f1c4500156c97e080d670f8b1386812f%3frik%3dsxw1MJFSHNLBew%26riu%3dhttp%253a%252f%252fwww.santaluzia.mg.gov.br%252fv2%252fwp-content%252fuploads%252f2019%252f05%252fIMG-20190530-WA0048.jpg%26ehk%3dEnT3ivCaxyI3S%252bvLWiJ1aJuAcEbPnkxPQFEvfDAVgMo%253d%26risl%3d%26pid%3dImgRaw%26r%3d0&amp;exph=853&amp;expw=1280&amp;q=Solar+Teixeira+da+Costa+Santa+Luzia+MG&amp;simid=608055730206103944&amp;FORM=IRPRST&amp;ck=72F7DF8C7E608164CEDDB8B937D76284&amp;selectedIndex=2&amp;ajaxhist=0&amp;ajaxserp=0<\/a>&nbsp; &gt;Acesso: 06\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-aa8f11b7-5e64-4bc4-96b4-40f4a071f391\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref14\">[14]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_ZZz8wzLJbs&amp;t=5s\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_ZZz8wzLJbs&amp;t=5s<\/a> &gt;Acesso: 07\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-81e856e4-076f-4dd3-938e-746e5973095c\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref15\">[15]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_ZZz8wzLJbs&amp;t=5s\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_ZZz8wzLJbs&amp;t=5s<\/a> &gt;Acesso: 07\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-911eae4f-90f1-4b62-8207-c3be53cab352\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref16\">[16]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_ZZz8wzLJbs&amp;t=5s\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_ZZz8wzLJbs&amp;t=5s<\/a> &gt;Acesso: 07\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-87f1c06e-4ae1-4e7b-8477-6f9fac6ad980\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref17\">[17]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_ZZz8wzLJbs&amp;t=5s\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_ZZz8wzLJbs&amp;t=5s<\/a> &gt;Acesso: 07\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-740a716e-8628-48b0-bbff-766afcc777b5\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref18\">[18]<\/a>Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=6YKgNgLoq_g&amp;t=12s\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=6YKgNgLoq_g&amp;t=12s<\/a> &lt;Acesso: 06\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-30345d61-20cc-4635-becf-e664063d302b\"><a 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06\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-05fdb120-d8a8-48f3-b44c-293ba68bdb23\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref22\">[22]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=6YKgNgLoq_g&amp;t=12s\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=6YKgNgLoq_g&amp;t=12s<\/a> &lt;Acesso: 06\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-3b837fb0-4dda-47b0-aff0-bfb75bf51a2a\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref23\">[23]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=6YKgNgLoq_g&amp;t=12s\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=6YKgNgLoq_g&amp;t=12s<\/a> &lt;Acesso: 06\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-7653e60f-7bde-48fe-9578-ea9d60a231b6\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref24\">[24]<\/a> Dispon\u00edvel em:<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-ef24b438-15e3-4bcb-a1e4-8ca5938fedfb\"><a 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&lt;Acesso: 04\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-a137d22a-36f5-4f97-98e1-e24240a4e9e4\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref25\">[25]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=6YKgNgLoq_g&amp;t=12s\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=6YKgNgLoq_g&amp;t=12s<\/a> &lt;Acesso: 06\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-2e97b69a-d119-4cc0-ab76-551e5bccd625\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref26\">[26]<\/a> Dispon\u00edvel em:<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-23865fb5-224c-4253-9a06-42d36ee826e6\"><a 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&lt;Acesso: 04\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-7578e1de-8639-4f39-9ff7-83241fa0c381\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref28\">[28]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=zmyOEZAhgbQ&amp;t=184s\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=zmyOEZAhgbQ&amp;t=184s<\/a> &lt;Acesso: 04\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-3897161f-41ed-44ba-aff1-69158eba0f6a\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref29\">[29]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=zmyOEZAhgbQ&amp;t=184s\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=zmyOEZAhgbQ&amp;t=184s<\/a> &lt;Acesso: 04\/12\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-fd69a7e9-80ad-4c47-b72a-0e13a8ff9df2\"><a href=\"https:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-admin\/post.php?post=6403&amp;action=edit#_ftnref30\">[30]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a 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