{"id":11297,"date":"2022-06-21T13:49:44","date_gmt":"2022-06-21T16:49:44","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=11297"},"modified":"2022-06-22T13:54:32","modified_gmt":"2022-06-22T16:54:32","slug":"luta-pela-terra-gera-outras-lutas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/luta-pela-terra-gera-outras-lutas\/","title":{"rendered":"Luta pela terra gera outras lutas. Por Frei Gilvander"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Luta pela terra gera outras lutas<\/strong>. Por Frei Gilvander Moreira<a id=\"_ftnref1\" href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"360\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/jornada-de-lutas-Terra-Teto-Trabalho-750x360-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11303\" srcset=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/jornada-de-lutas-Terra-Teto-Trabalho-750x360-1.jpg 750w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/jornada-de-lutas-Terra-Teto-Trabalho-750x360-1-300x144.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A luta pela terra pode ser alavanca que aciona e alimenta a emancipa\u00e7\u00e3o humana. Ouvindo a hist\u00f3ria da luta pela terra dos camponeses do Projeto de Assentamento (P.A) Primeiro do Sul e dos Sem Terra acampados nos 11 Acampamentos da ex-usina Ariadn\u00f3polis (Quilombo Campo Grande), no munic\u00edpio de Campo do Meio, no sul de Minas Gerais, podemos, por ila\u00e7\u00e3o, tecer o seguinte racioc\u00ednio: a expropria\u00e7\u00e3o dos camponeses no Sul do Brasil com o avan\u00e7o do latif\u00fandio e com o aumento da popula\u00e7\u00e3o tornou poss\u00edvel a cria\u00e7\u00e3o do Movimento dos Trabalhadores Rurais (MST), em 1984. Com a exist\u00eancia do MST, antes de 17 de abril de 1996, tornou poss\u00edvel a Marcha do MST que levou \u00e0 interdi\u00e7\u00e3o da BR 155, na curva do S, onde aconteceu o massacre de Eldorado dos Caraj\u00e1s no Par\u00e1. Com o massacre de Eldorado criaram-se as condi\u00e7\u00f5es materiais objetivas para a efetiva\u00e7\u00e3o do PA Primeiro do Sul dia 02 de julho de 1997, que foi fruto da luta coletiva do MST e da como\u00e7\u00e3o nacional e da gritaria internacional contra o Estado Brasileiro que tinha feito o massacre de Eldorado dos Caraj\u00e1s em 17 de abril de 1996. Constituiu-se o PA Primeiro do Sul e, assim, criaram-se as condi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas para que, o latif\u00fandio da ex-Usina Ariadn\u00f3polis, de 4.900 hectares, fosse ocupado h\u00e1 24 anos, desde 1988, por centenas de camponesas e camponeses sem-terra morando at\u00e9 em barracos de madeirite ou em casas de alvenaria, com significativa produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola. As terras do latif\u00fandio da ex-usina Ariadn\u00f3polis, ao serem conquistadas definitivamente, ser\u00e3o for\u00e7a motriz e matriz para muitas outras ocupa\u00e7\u00f5es em Minas e no Brasil. Essa compreens\u00e3o revela uma concatena\u00e7\u00e3o da luta pela terra, que, em um c\u00edrculo positivo, vai animando outras lutas, pois produzem as condi\u00e7\u00f5es materiais objetivas e subjetivas necess\u00e1rias para a implementa\u00e7\u00e3o da amplia\u00e7\u00e3o da luta pela terra. Assim, temos uma luta pela terra movendo outras lutas pela terra. Aqui identificamos um dos tra\u00e7os da pedagogia de emancipa\u00e7\u00e3o humana da luta pela terra: luta gerando lutas.<\/p>\n\n\n\n<p>O contr\u00e1rio tamb\u00e9m parece ser veross\u00edmil. Se as fam\u00edlias de um assentamento se acomodam, se fecham e se resignam apenas com a simples conquista de um pedacinho de terra, muitas outras ocupa\u00e7\u00f5es na regi\u00e3o ser\u00e3o inibidas de se realizarem e o pr\u00f3prio assentamento n\u00e3o ter\u00e1 f\u00f4lego para vida longa. At\u00e9 na luta pela terra n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para a neutralidade, para \u201cponto morto\u201d da luta, pois se esta segue outras lutas surgem, mas, se para, outras n\u00e3o acontecem.<\/p>\n\n\n\n<p>Sem o resgate e o cultivo da mem\u00f3ria dos rebeldes e da rebeldia praticada no passado, o complexo de impot\u00eancia e, \u00e0s vezes, o complexo de culpa arrebatam os cora\u00e7\u00f5es e as mentes de trabalhadores e camponeses. Nesse sentido, concordamos com o que afirma Theodor Adorno: \u201c<em>A ideologia dominante hoje em dia define que, quanto mais as pessoas estiverem submetidas a contextos objetivos em rela\u00e7\u00e3o aos quais s\u00e3o impotentes, ou acreditam ser impotentes, tanto mais elas tornar\u00e3o subjetiva esta impot\u00eancia<\/em>\u201d (ADORNO, 1995, p. 36). E, sentindo-se impotentes n\u00e3o entrar\u00e3o para a luta coletiva pela terra, pela moradia e nem luta por nenhum outro direito humano fundamental. Ancorando-nos em Paulo Freire podemos dizer que o sentimento de impot\u00eancia \u00e9 sinal do opressor \u2018hospedado\u2019 no oprimido. \u201c<em>Somente na medida em que se descubram \u2018hospedeiros\u2019 do opressor poder\u00e3o contribuir para o partejamento de sua pedagogia libertadora<\/em>\u201d (FREIRE, 2005, p. 34). As lutas concretas dos Sem Terra s\u00e3o imprescind\u00edveis para que os camponeses expropriados passem a rejeitar ser hospedeiros do opressor e se imbu\u00edrem de consci\u00eancia de classe camponesa.<\/p>\n\n\n\n<p>Filosofando sobre a necessidade de elaborar o passado de forma emancipat\u00f3ria, Adorno denuncia a persist\u00eancia dos pressupostos sociais objetivos que geraram o fascismo. \u201c<em>Esse n\u00e3o pode ser produzido meramente a partir de disposi\u00e7\u00f5es subjetivas<\/em>\u201d (ADORNO, 1995, p. 43). Essa ideia vale tamb\u00e9m para o latif\u00fandio que n\u00e3o \u00e9 fruto apenas de disposi\u00e7\u00f5es subjetivas. \u201c<em>A ordem econ\u00f4mica e, seguindo seu modelo, em grande parte tamb\u00e9m a organiza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, continuam obrigando a maioria das pessoas a depender de situa\u00e7\u00f5es dadas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s quais s\u00e3o impotentes, bem como a se manter numa situa\u00e7\u00e3o de n\u00e3o emancipa\u00e7\u00e3o. Se as pessoas querem viver, nada lhes resta sen\u00e3o se adaptar \u00e0 situa\u00e7\u00e3o existente, se conformar; precisam abrir m\u00e3o daquela subjetividade aut\u00f4noma a que remete a ideia de democracia; conseguem sobreviver apenas na medida em que abdicam seu pr\u00f3prio eu<\/em>\u201d (ADORNO, 1995, p. 43).<\/p>\n\n\n\n<p>A maioria da classe trabalhadora e, em particular, a classe camponesa acaba aceitando as \u2018situa\u00e7\u00f5es dadas\u2019 pelo sistema do capital como sendo normais, naturais e imex\u00edveis, que, no caso em tela, \u00e9 a estrutura fundi\u00e1ria latifundi\u00e1ria. Um sentimento de impot\u00eancia toma conta da maioria dos trabalhadores camponeses que resignados aceitam como insuper\u00e1vel o sistema do capital. Nesse cen\u00e1rio, a maior parte das pessoas, que geralmente sobrevive de forma individualizada, acaba aceitando o que lhe parece vi\u00e1vel em curto prazo para continuar sobrevivendo sem colocar em risco iminente sua vida. Assim, renuncia-se a viver com dignidade para apenas sobreviver. O que parece vi\u00e1vel ao\/\u00e0 trabalhador\/a campon\u00eas\/a que est\u00e1 isolada\/o e vendo-se cercada\/o por todos os lados \u00e9 adaptar-se \u00e0 situa\u00e7\u00e3o existente, conformar-se e sobreviver de migalhas. Muitos dizem: \u201cVamos empurrando a vida.\u201d Somente a luta pela terra, travada de forma coletiva, pode alterar essa consci\u00eancia individual de impot\u00eancia. Ao se ajuntar, se organizar e passar a lutar de forma coletiva, os camponeses abrem brechas para superar o sentimento de impot\u00eancia e, melhor ainda, despertar o poder emancipat\u00f3rio existente em cada pessoa e nas classes trabalhadora e camponesa, que s\u00e3o injusti\u00e7adas pelo capitalismo.&nbsp; Assim, a luta pela terra apresenta car\u00e1ter emancipat\u00f3rio, porque contribui para a supera\u00e7\u00e3o do complexo de impot\u00eancia causado pela ordem estabelecida imposta pelo sistema do capital.<\/p>\n\n\n\n<p>A consci\u00eancia n\u00e3o se d\u00e1 apenas como um fen\u00f4meno individual, mas \u00e9 determinada nas formas coletivas do grupo at\u00e9 a classe. \u201cA consci\u00eancia \u00e9 um movimento, um fluir no qual encontra diferentes media\u00e7\u00f5es que se expressam em diferentes formas em constante muta\u00e7\u00e3o\u201d (IASI, 2006, p. 16), podendo de acordo com as condi\u00e7\u00f5es materiais objetivas e o desenvolvimento das lutas pol\u00edticas travadas se formar em consci\u00eancia <em>em si<\/em> \u2013 entender-se como classe trabalhadora e\/ou classe camponesa (identidade) &#8211; e chegar \u00e0 consci\u00eancia de classe <em>para si<\/em> \u2013 sujeito hist\u00f3rico com uma miss\u00e3o hist\u00f3rica de emancipa\u00e7\u00e3o humana -, que afirma um projeto hist\u00f3rico de emancipa\u00e7\u00e3o humana. \u201cNa concep\u00e7\u00e3o de Marx, as classes se formam e se constroem em permanente movimento de nega\u00e7\u00e3o e afirma\u00e7\u00e3o, ora como indiv\u00edduos submetidos \u00e0 concorr\u00eancia, ora como \u00f3rg\u00e3os vivos do capital em seu processo de valoriza\u00e7\u00e3o, ora como personifica\u00e7\u00e3o de interesses de classes em luta, ora como aspectos subjetivos da contradi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica entre a necessidade de mudar as rela\u00e7\u00f5es sociais e a determina\u00e7\u00e3o das classes dominantes em mant\u00ea-las\u201d (IASI, 2006, p. 17).<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, faz-se necess\u00e1ria e urgente a uni\u00e3o das pessoas de boa vontade em torno das lutas coletivas, libert\u00e1rias, emancipat\u00f3rias, de forma consciente, planejada, sobretudo na luta pela terra, seja no espa\u00e7o urbano ou no campo, &nbsp;como protagonistas de uma nova hist\u00f3ria sob seu controle, com respeito aos direitos &nbsp;fundamentais, \u00e0 dignidade humana e \u00e0 vida de toda a cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>ADORNO, Theodor Wiesengrund. <strong>Educa\u00e7\u00e3o e emancipa\u00e7\u00e3o<\/strong>. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.<\/p>\n\n\n\n<p>FREIRE, Paulo. <strong>Pedagogia do Oprimido.<\/strong> 47.\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Edi\u00e7\u00f5es Paz e Terra, 2005.<\/p>\n\n\n\n<p>21\/6\/2022<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: As videorreportagens nos links, abaixo, versam sobre o assunto tratado, acima.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn1\" href=\"#_ftnref1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP\/SP; mestre em Exegese B\u00edblica pelo Pontif\u00edcio Instituto B\u00edblico, em Roma, It\u00e1lia; agente e assessor da CPT\/MG, assessor do CEBI e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de Teologia b\u00edblica no SAB (Servi\u00e7o de Anima\u00e7\u00e3o B\u00edblica), em Belo Horizonte, MG; colunista dos sites <a href=\"http:\/\/www.domtotal.com\">www.domtotal.com<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.brasildefatomg.com.br\">www.brasildefatomg.com.br<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.revistaconsciencia.com\">www.revistaconsciencia.com<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.racismoambiental.net.br\">www.racismoambiental.net.br<\/a> e outros. E-mail:&nbsp;<a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;Facebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_13106\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/btC81a_0Xn4?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_31550\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/o-dGWw1j-QQ?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_91120\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/NtSeOKOH7j0?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>1 \u2013 MRV \u00e9 podre de rica, n\u00e3o precisa de 35.000 m2 da Ocupa\u00e7\u00e3o Pingo D&#8217;\u00e1gua, Betim\/MG. 2a marcha. V\u00eddeo1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_35688\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/k03S9BfLkhs?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>2 &#8211; \u201cPrefeito Medioli, olhe para n\u00f3s! Fa\u00e7a REURBs para n\u00f3s.\u201d Ocupa\u00e7\u00e3o Pingo D\u2019\u00e1gua, Betim\/MG. V\u00eddeo 2<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_66925\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/C_pUmYRFTGc?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3 &#8211; \u201cNossa M\u00e3e, n\u00f3s e nossos filhos e netos viver\u00e3o aqui no nosso Quilombo Ara\u00fajo, Betim, MG\u201d. V\u00eddeo 4<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_76697\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/v--lyUMo1_4?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>4 &#8211; Basta de sexta-feira da Paix\u00e3o em Betim, MG! Construamos Domingos de Ressurrei\u00e7\u00e3o. Ara\u00fajo! V\u00eddeo 3<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_71584\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/mrF-Dzp1iRY?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>5 &#8211; Ato P\u00fablico e Culto na Comunidade Tradicional Quilombola Fam\u00edlia Ara\u00fajo, de Betim\/MG. In\u00edcio\/V\u00eddeo 1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_22577\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/9A3pTvNdFaA?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>6 &#8211; Culto de Resist\u00eancia n Comunidade Tradicional Quilombola Fam\u00edlia Ara\u00fajo, de Betim\/MG. Luta! V\u00eddeo 2<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_59822\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ngm6AYrjCsY?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>7 &#8211; &#8220;Se Medioli n\u00e3o respeita pobres e derruba suas casas, n\u00e3o pode mais ser prefeito de Betim\/MG&#8221;: Z\u00e9lia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_68279\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/sEFjCu3Q7Ck?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>8 &#8211; \u201cEm Betim\/MG, prefeito Medioli faz guerra contra os pobres e destr\u00f3i casas\u201d (Adv. Dr. Ailton Matias)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_15175\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/iWy-pWSXPKA?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>9 &#8211; Na ALMG: \u201cDa nossa Comunidade Tradicional Quilombola Fam\u00edlia Ara\u00fajo, de Betim\/MG, s\u00f3 sa\u00edmos mortos\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_86774\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/L3K3coOL6Ec?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>10 &#8211; Frei Gilvander, na ALMG: \u201cDespejo Zero n\u00e3o s\u00f3 at\u00e9 30\/6\/22, mas para sempre! Cad\u00ea a fun\u00e7\u00e3o social?\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_43669\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/nzlsfh_gvOs?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Luta pela terra gera outras lutas. Por Frei Gilvander Moreira[1] A luta pela terra pode ser alavanca que aciona e alimenta a emancipa\u00e7\u00e3o humana. Ouvindo a hist\u00f3ria da luta pela terra dos camponeses do Projeto<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11298,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,22,17,40,49,39,35,27,30,28,25,56,29,23,43,26,32,18],"tags":[],"class_list":["post-11297","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-cebs-comunidades-eclesiais-de-base","category-destaque","category-direito-a-cidade","category-direito-a-terra","category-direitos-dos-povos-indigenas","category-direitos-dos-quilombolas","category-direitos-humanos","category-fe-e-politica","category-luta-pela-moradia","category-luta-pela-terra-e-reforma-agraria","category-meio-ambiente","category-movimentos-sociais-populares","category-ocupacao-urbana","category-pedagogia-emancipatoria","category-teologia-da-libertacao","category-videos","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11297","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11297"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11297\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11305,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11297\/revisions\/11305"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11298"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11297"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11297"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11297"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}