{"id":11343,"date":"2022-07-12T19:48:53","date_gmt":"2022-07-12T22:48:53","guid":{"rendered":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=11343"},"modified":"2022-07-12T19:48:59","modified_gmt":"2022-07-12T22:48:59","slug":"livro-de-josue-no-mes-da-biblia-de-2022-por-frei-gilvander","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/livro-de-josue-no-mes-da-biblia-de-2022-por-frei-gilvander\/","title":{"rendered":"Livro de Josu\u00e9 no M\u00eas da B\u00edblia de 2022. Por Frei Gilvander"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Livro de Josu\u00e9 no M\u00eas da B\u00edblia de 2022<\/strong>. Por Frei Gilvander Moreira<a id=\"_ftnref1\" href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"724\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Divulgacao-Texto-Base-Luta-pela-Terra-Dom-e-Conquista-724x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11344\" srcset=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Divulgacao-Texto-Base-Luta-pela-Terra-Dom-e-Conquista-724x1024.jpg 724w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Divulgacao-Texto-Base-Luta-pela-Terra-Dom-e-Conquista-212x300.jpg 212w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Divulgacao-Texto-Base-Luta-pela-Terra-Dom-e-Conquista-768x1086.jpg 768w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Divulgacao-Texto-Base-Luta-pela-Terra-Dom-e-Conquista-1086x1536.jpg 1086w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Divulgacao-Texto-Base-Luta-pela-Terra-Dom-e-Conquista.jpg 1448w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Em Minas Gerais, h\u00e1 mais de 25 anos, um grupo de biblistas do Centro Ecum\u00eanico de Estudos B\u00edblicos (CEBI-MG)<a href=\"#_ftn2\" id=\"_ftnref2\">[2]<\/a> publica anualmente um livrinho que busca ser um Texto-Base sobre o livro b\u00edblico do M\u00eas da B\u00edblia: setembro. Em 2022, todas as pessoas e comunidades crist\u00e3s s\u00e3o convidadas a refletir e a inspirar-se para a caminhada libertadora e ecum\u00eanica, especialmente no m\u00eas de setembro, sobre o livro de Josu\u00e9<em>.<\/em> J\u00e1 est\u00e1 publicado <strong><em>LIVRO DE JOSU\u00c9: luta pela terra, dom e conquista:<\/em><\/strong> <em>Uma leitura do livro de Josu\u00e9 feita pelo CEBI-MG.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>No nosso artigo \u201cTERRA DE DEUS, TERRA DO POVO: DOM E CONQUISTA\u201d, com o subt\u00edtulo \u201cA luta para conquistar e partilhar a terra no livro de Josu\u00e9 e nos dias de hoje\u201d, analisamos a luta pela terra e sua partilha entre os camponeses e camponesas, no livro de Josu\u00e9, na B\u00edblia, e nos dias de hoje, tendo um olho na realidade do campesinato brasileiro na luta pela terra e outro olho no livro de Josu\u00e9. Mostramos um pouco da luta pela terra nos dias de hoje e, ap\u00f3s, apresentamos v\u00e1rias chaves de leitura para compreendermos a luta pela terra no livro de Josu\u00e9 como dom e conquista. Analisamos se os l\u00edderes da luta pela terra, segundo o livro de Josu\u00e9, podem receber terra. Destacamos a vis\u00e3o m\u00edstica da luta pela terra e o protagonismo das mulheres no volante da luta pela terra. Analisamos ainda duas quest\u00f5es: a) Que tipo de f\u00e9 e que tipo de Deus fortalecem a luta pela terra? b) Josu\u00e9 foi mesmo o grande l\u00edder que coordenou todas as lutas pela terra em Cana\u00e3?<\/p>\n\n\n\n<p>Iniciamos a reflex\u00e3o com a luta pela terra nos dias de hoje.Em 2015, existiam no Brasil 9290 assentamentos de reforma agr\u00e1ria, em uma \u00e1rea de 88.269.706,92 hectares, com 969.640 fam\u00edlias assentadas conforme dados do INCRA).<a href=\"#_ftn3\" id=\"_ftnref3\">[3]<\/a> Tamb\u00e9m segundo dados do INCRA de 2015, o estado de Minas Gerais, entre 1986 e 2015, contava com 412 assentamentos para fins de Reforma Agr\u00e1ria, onde viviam 15.965 fam\u00edlias assentadas, em 884.868,24 hectares de \u00e1rea. Isso representa 0,5% da reforma agr\u00e1ria necess\u00e1ria no Brasil, pa\u00eds-continente. Essa conquista exigiu mais de 40 anos de luta do povo campon\u00eas, milhares de ocupa\u00e7\u00f5es de latif\u00fandios que n\u00e3o cumpriam a fun\u00e7\u00e3o social, muita persegui\u00e7\u00e3o e mais de 2.000 lideran\u00e7as camponesas martirizadas. Quanto aprendizado!<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo estat\u00edsticas cadastrais do INCRA, em 2014, o estado de Minas Gerais possu\u00eda como terras potencialmente p\u00fablicas devolutas&nbsp;13.398.101 hectares&nbsp;(22,8% do total), em sua maioria grilada por fazendeiros e principalmente por grandes empresas do agroneg\u00f3cio. Muitas terras foram concedidas a grandes empresas \u201creflorestadoras\u201d (na verdade, <em>eucaliptadoras<\/em>) por meio de conv\u00eanios firmados com o Governo do Estado nas d\u00e9cadas de 1970 e 1980. Ainda hoje, essas empresas est\u00e3o na posse dessas terras p\u00fablicas utilizando-as, exclusivamente, para a monocultura de eucalipto, mesmo estando vencidos muitos desses conv\u00eanios.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Antes de ser invadido pelos portugueses, em 22 de abril de 1500, o povo brasileiro vivia em paz com a biodiversidade no nosso pa\u00eds, tendo de 8 a 40 milh\u00f5es de ind\u00edgenas falando, segundo estimativas, mais de 1200 l\u00ednguas e com culturas altamente diversificadas. Mas, com a invas\u00e3o portuguesa, iniciou-se aqui a Empresa Brasil. O objetivo foi, desde a chegada dos portugueses, explorar e sugar os bens naturais e, para isso, tornou-se necess\u00e1rio implantar a escravid\u00e3o. Primeiro escravizaram os ind\u00edgenas<a href=\"#_ftn4\" id=\"_ftnref4\"><sup>[4]<\/sup><\/a>, mas com pouco sucesso. Ent\u00e3o decidiram importar milh\u00f5es de trabalhadores negros que foram arrancados da M\u00e3e \u00c1frica, onde haviam nascido em liberdade.<\/p>\n\n\n\n<p>Darcy Ribeiro, na obra <em>O Povo brasileiro<\/em>, noticia como os engenhos de cana-de-a\u00e7\u00facar, a minera\u00e7\u00e3o e o cultivo nas monoculturas de exporta\u00e7\u00e3o foram m\u00e1quinas de moer vidas. A literatura de Jos\u00e9 Lins do Rego retrata a realidade das grandes fazendas que, aos poucos, ficaram de \u201cfogo morto\u201d com a mudan\u00e7a dos interesses do com\u00e9rcio internacional e a falta de competitividade. Isso inviabilizou os empreendimentos agr\u00edcolas de exporta\u00e7\u00e3o dos grandes engenhos de cana-de-a\u00e7\u00facar no Nordeste. Mesmo com a decad\u00eancia, os senhores de terras, vivendo na cidade, continuaram cercando a terra e expropriando os camponeses.<\/p>\n\n\n\n<p>Organizados nas Ligas Camponesas, a partir de 1955, sob a lideran\u00e7a do advogado Francisco Juli\u00e3o Arruda de Paula e com o apoio de militantes do Partido Comunista Brasileiro, durante mais de 10 anos, milhares de camponeses lutaram pela terra de forma aguerrida. O grito era: \u201c<em>Reforma Agr\u00e1ria, na lei ou na marra!<\/em>\u201d \u201c<em>As Ligas Camponesas tiveram crescimento expressivo at\u00e9 o in\u00edcio de 1964, quando j\u00e1 eram aproximadamente 2.181, espalhadas por 20 Estados da Federa\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d.<a href=\"#_ftn5\" id=\"_ftnref5\">[5]<\/a> Entretanto, dependentes da atua\u00e7\u00e3o de sua c\u00fapula, as Ligas foram exterminadas pelos generais por meio da repress\u00e3o do golpe militar-civil-empresarial de 1964. Os Sindicatos de Trabalhadores Rurais (STRs), que ganharam legalidade a partir de 1963, foram, em sua maioria, cooptados pelo Governo Federal mediante os benef\u00edcios do chamado \u201cimposto sindical\u201d e da administra\u00e7\u00e3o do programa FUNRURAL.<\/p>\n\n\n\n<p>A luta pela terra no Brasil, especificamente em Minas Gerais, vem desde o in\u00edcio da invas\u00e3o do Brasil pelos brancos portugueses. J\u00e1 s\u00e3o 522 anos de luta pela terra. Milh\u00f5es de ind\u00edgenas foram dizimados, mas muitos resistiram, como Sep\u00e9 Tiaraju, \u201c<em>lutando pelo reconhecimento do regime comunit\u00e1rio de propriedade que fundamenta a sua exist\u00eancia tribal, a restaura\u00e7\u00e3o da sua identidade social violentada e a afirma\u00e7\u00e3o de sua vis\u00e3o de mundo anticapitalista<\/em>\u201d.<a href=\"#_ftn6\" id=\"_ftnref6\">[6]<\/a> Milh\u00f5es de negros foram escravizados, mas muitos se rebelaram e formaram quilombos, como os liderados por Zumbi dos Palmares e Dandara, no final do s\u00e9culo XVII. Movimentos populares messi\u00e2nicos, tais como o de Ant\u00f4nio Conselheiro, em Canudos, de 1893 a 1897, na Bahia, e do monge Jos\u00e9 Maria, no Contestado de 1912 a 1916, no Paran\u00e1 e Santa Catarina, tamb\u00e9m lutaram pela terra.<\/p>\n\n\n\n<p>(Obs.: No pr\u00f3ximo artigo, seguiremos esta reflex\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>CABRAL, Oswaldo Rodrigues. <strong>A Campanha do Contestado.<\/strong> 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Florian\u00f3polis: Editora Lunardelli, 1979.<\/p>\n\n\n\n<p>CLAVERO, Bartolom\u00e9. <strong>Derecho ind\u00edgena y cultura constitucional en Am\u00e9rica<\/strong>. M\u00e9xico: Siglo XXI, 1994.<\/p>\n\n\n\n<p>LAUREANO, Delze dos Santos. <strong>O MST e a Constitui\u00e7\u00e3o <\/strong>\u2013 um sujeito hist\u00f3rico na luta pela Reforma Agr\u00e1ria no Brasil.S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2007.<\/p>\n\n\n\n<p>MARTINS, Jos\u00e9 de Souza. <strong>Expropria\u00e7\u00e3o e viol\u00eancia: a quest\u00e3o pol\u00edtica no campo<\/strong>. 3a edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: HUCITEC, 1991.<\/p>\n\n\n\n<p>MONTEIRO, Douglas Teixeira. <strong>Os Errantes do Novo S\u00e9culo<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Duas Cidades, 1974.<\/p>\n\n\n\n<p>QUEIROZ, Maur\u00edcio Vinhas de. <strong>Messianismo e Conflito Social (A guerra sertaneja do Contestado, 1912-1916).<\/strong> Rio de Janeiro: Editora Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira S.A, 1966.<\/p>\n\n\n\n<p>SOUZA, Frederecindo Mar\u00e9s de. <strong>O presidente Carlos Cavalcanti e a revolta do Contestado<\/strong>. Curitiba: L\u00edtero T\u00e9cnica, 1987.<\/p>\n\n\n\n<p>12\/7\/2022<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: As videorreportagens nos links, abaixo, versam sobre o assunto tratado, acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 \u2013 Chaves de leitura do livro de Josu\u00e9: Partilha da terra &#8211; M\u00eas da B\u00edblia 2022. Por Ildo Bohn e CEBI\/MG<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_55299\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dJp3SYP8elc?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>2 &#8211; B\u00edblia, Palavra que Ilumina e Liberta. Dia da B\u00edblia, 30\/9\/21. Por Frei Gilvander, Irm\u00e3 Ivan\u00eas etc<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_72721\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zzh8q5rpIMw?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3 &#8211; Deram-nos a B\u00edblia. \u201cFechem os olhos!\u201d Roubaram nossa terra. Xukuru-Kariri, Brumadinho\/MG. V\u00eddeo 5<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_36619\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/8ACp7JOtRb8?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>4 &#8211; Filme PEDRA EM FLOR, de Argemiro Almeida, 1992. CEBs e Leitura Popular da B\u00edblia. Frei Carlos Mesters<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_17944\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/tHvxdfiX1hs?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>5 &#8211; Frei Carlos Mesters entrevistado por frei Gilvander: Inspira\u00e7\u00f5es da B\u00edblia para sermos humanos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_32428\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/UKuYszWj3nA?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>6 &#8211; COMUNIDADE, F\u00c9 E B\u00cdBLIA, Carmo V\u00eddeo, 1995. Roteiro: Frei Carlos Mesters, Frei Gilvander e Argemiro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_19251\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/iCBmQJ3Z26E?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP\/SP; mestre em Exegese B\u00edblica pelo Pontif\u00edcio Instituto B\u00edblico, em Roma, It\u00e1lia; agente e assessor da CPT\/MG, assessor do CEBI e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de Teologia b\u00edblica no SAB (Servi\u00e7o de Anima\u00e7\u00e3o B\u00edblica), em Belo Horizonte, MG; colunista dos sites <a href=\"http:\/\/www.domtotal.com\">www.domtotal.com<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.brasildefatomg.com.br\">www.brasildefatomg.com.br<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.revistaconsciencia.com\">www.revistaconsciencia.com<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.racismoambiental.net.br\">www.racismoambiental.net.br<\/a> e outros. E-mail:&nbsp;<a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;Facebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\" id=\"_ftn2\">[2]<\/a> Cf. <a href=\"http:\/\/www.cebimg.org.br\">www.cebimg.org.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref3\" id=\"_ftn3\">[3]<\/a> Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref4\" id=\"_ftn4\">[4]<\/a> Os direitos dos povos ind\u00edgenas foram violados. CLAVERO, Bartolom\u00e9. <strong>Derecho ind\u00edgena y cultura constitucional en Am\u00e9rica<\/strong>. M\u00e9xico: Siglo XXI, 1994.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref5\" id=\"_ftn5\">[5]<\/a> LAUREANO, Delze dos Santos. O MST e a Constitui\u00e7\u00e3o, p. 64.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref6\" id=\"_ftn6\">[6]<\/a>MARTINS, Jos\u00e9 de Souza. Expropria\u00e7\u00e3o e viol\u00eancia, p. 40.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Livro de Josu\u00e9 no M\u00eas da B\u00edblia de 2022. Por Frei Gilvander Moreira[1] Em Minas Gerais, h\u00e1 mais de 25 anos, um grupo de biblistas do Centro Ecum\u00eanico de Estudos B\u00edblicos (CEBI-MG)[2] publica anualmente um<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11344,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,44,49,27,30,28,25,29,43,26,18],"tags":[],"class_list":["post-11343","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-direito-a-memoria","category-direito-a-terra","category-direitos-humanos","category-fe-e-politica","category-luta-pela-moradia","category-luta-pela-terra-e-reforma-agraria","category-movimentos-sociais-populares","category-pedagogia-emancipatoria","category-teologia-da-libertacao","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11343","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11343"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11343\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11345,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11343\/revisions\/11345"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11344"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11343"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11343"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11343"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}