{"id":12062,"date":"2023-05-02T16:10:18","date_gmt":"2023-05-02T19:10:18","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=12062"},"modified":"2023-05-02T16:10:22","modified_gmt":"2023-05-02T19:10:22","slug":"agronegocio-solapa-a-soberania-dos-povos-por-frei-gilvander","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/agronegocio-solapa-a-soberania-dos-povos-por-frei-gilvander\/","title":{"rendered":"Agroneg\u00f3cio solapa a soberania dos Povos. Por frei Gilvander"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Agroneg\u00f3cio solapa a soberania dos Povos<\/strong>. Por frei Gilvander Moreira<a id=\"_ftnref1\" href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Agronegocio-envenena-a-terra-....jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-12063\" width=\"780\" height=\"410\" srcset=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Agronegocio-envenena-a-terra-....jpeg 310w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Agronegocio-envenena-a-terra-...-300x158.jpeg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px\" \/><figcaption>O agroneg\u00f3cio predador envenena a terra e mata gente. Estudos cient\u00edficos d\u00e3o sinais do inquestion\u00e1vel e urgente enfrentamento efetivo dos males dos venenos agr\u00edcolas. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o www.brasildefato.com.br<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Na era da financeiriza\u00e7\u00e3o do capital e da especula\u00e7\u00e3o exacerbada do grande capital, imperam rela\u00e7\u00f5es transnacionais pouco controladas pelos governos dos Estados nacionais. O Estado capitalista est\u00e1 em crise aguda transbordando contradi\u00e7\u00f5es. O capitalismo quanto mais se desenvolve mais brutal e podre se torna. Nesse contexto do capital e do capitalismo, o movimento de luta pela terra para superar o \u2018cativeiro da terra\u2019, seu aprisionamento em estrutura fundi\u00e1ria pautada no latif\u00fandio, tornou-se imprescind\u00edvel para a forma\u00e7\u00e3o do novo sujeito social para al\u00e9m do capital<em>.<\/em> Sem desconcentra\u00e7\u00e3o da propriedade fundi\u00e1ria, sem reforma agr\u00e1ria e sem resgate dos territ\u00f3rios pelos povos origin\u00e1rios (ind\u00edgenas), pelo campesinato e pelos Povos e Comunidades Tradicionais n\u00e3o conquistaremos a supera\u00e7\u00e3o da injusti\u00e7a social, urbana e ambiental. \u201c<em>\u00c9 preciso esvaziar as cidades e os povos reconquistarem seus territ\u00f3rios<\/em>\u201d, alerta o mestre Joelson Ferreira, articulador da Teia dos Povos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Am\u00e9rica afrolat\u00edndia, estamos diante de evid\u00eancias da emerg\u00eancia de forma\u00e7\u00f5es sociais plurinacionais a partir das lutas populares na Bol\u00edvia e Equador. Nunca estar\u00e1 tudo dominado. A hist\u00f3ria n\u00e3o acabou. O sistema do capital tem um poder de domina\u00e7\u00e3o gigantesco ao olharmos com base nele \u2013 perspectiva hegem\u00f4nica -, mas se olharmos considerando a classe trabalhadora e o campesinato \u2013 o profundo das rela\u00e7\u00f5es sociais, o contra-hegem\u00f4nico -, percebemos que o sistema do capital est\u00e1 recheado de contradi\u00e7\u00f5es e inconsist\u00eancias, \u00e9 um gigante, mas com p\u00e9s de barro. J\u00e1 alertava Jos\u00e9 de Souza Martins, em 1989, no livro <em>Caminhada no ch\u00e3o da noite: emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e liberta\u00e7\u00e3o nos movimentos sociais do campo<\/em> que \u201c<em>nas sociedades ricas e nos espa\u00e7os ricos das sociedades pobres, a reprodu\u00e7\u00e3o e o poder dominam a superf\u00edcie, o espa\u00e7o, o imagin\u00e1rio, mas n\u00e3o dominam o subterr\u00e2neo, os nichos do contrapoder, a imagina\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d (MARTINS, 1989, p. 119).<\/p>\n\n\n\n<p>Como muitos outros movimentos populares, a Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT), desde 1975, e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), desde 1984, pelas suas pr\u00e1xis, se tornam sujeitos hist\u00f3ricos que \u201c<em>transformam demandas individuais em propostas coletivas. [&#8230;] como for\u00e7a pol\u00edtica, consolidam saberes, e avan\u00e7am na conquista de suas reivindica\u00e7\u00f5es. Deixam evidentes as contradi\u00e7\u00f5es do modelo de acumula\u00e7\u00e3o implementado na modernidade, rejeitando sua racionalidade, com vistas \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de novos padr\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o e trabalho<\/em>\u201d (PIETRAFESA, 2015, p. 100).<\/p>\n\n\n\n<p>A luta pela terra potencializa e politiza os sujeitos dela ampliando o protagonismo dos camponeses na produ\u00e7\u00e3o de novos projetos de sociedade, na constru\u00e7\u00e3o de uma cultura pol\u00edtica que se contrap\u00f5e \u00e0 cultura hegem\u00f4nica da l\u00f3gica do capital e na forma\u00e7\u00e3o de contra-saberes que s\u00e3o disseminados na sociedade pelo protagonismo dos sujeitos sociais engajados. As a\u00e7\u00f5es de resist\u00eancia pol\u00edtica dos sujeitos da luta pela terra se revestem de transgress\u00e3o e de inova\u00e7\u00e3o na gest\u00e3o territorial, ap\u00f3s (re)conquistarem alguns territ\u00f3rios. \u201c<em>Se ocuparmos e n\u00e3o administrarmos de forma pr\u00f3pria e direta os nossos territ\u00f3rios seguindo os princ\u00edpios da sustentabilidade, crescer\u00e1 sempre o agroneg\u00f3cio. Nossa presen\u00e7a e atua\u00e7\u00e3o nos territ\u00f3rios precisam ser no sentido de resgatar a confian\u00e7a dos animais conosco seres humanos. Se envenenarmos a terra, as \u00e1guas e o ar e matarmos os animais, n\u00e3o somos dignos de habitar aqueles territ\u00f3rios. Temos que ser autoprodutores, aut\u00f4nomos, e n\u00e3o depender de Estado e nem de governos<\/em>\u201d (CACIQUE BABAU, do povo ind\u00edgena Tupinamb\u00e1s, do sul da Bahia, no IV Congresso da CPT, dia 12\/7\/2015).<a href=\"#_ftn2\" id=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>A luta pela terra \u00e9 tamb\u00e9m luta por soberania, uma vez que \u201c<em>os perigos para a soberania n\u00e3o est\u00e3o, portanto, sempre vinculados a guerras, conquistas e defesa de fronteiras<\/em>\u201d (APPADURAI, 1997, p. 37), n\u00e3o vem s\u00f3 do exterior, mas \u00e9 no interior dos territ\u00f3rios que, de forma disfar\u00e7ada, mas contundente, os representantes do capital internacional fincam suas bandeiras, via agroneg\u00f3cio, e v\u00e3o solapando a soberania dos povos da terra auferindo lucros absurdos \u00e0 custa de uma tremenda devasta\u00e7\u00e3o socioambiental. Exemplo disso \u00e9 Aimor\u00e9s, MG, onde o fot\u00f3grafo Sebasti\u00e3o Salgado nasceu e foi criado. O filme <em>O Sal da Terra<\/em>, biografia de Sebasti\u00e3o Salgado, retrata as apropria\u00e7\u00f5es da terra sob o signo do capital causando inclusive migra\u00e7\u00f5es for\u00e7adas de popula\u00e7\u00f5es em muitas regi\u00f5es do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Baseando-se na necessidade, sentida de forma dram\u00e1tica, de um pedacinho de terra, os Sem Terra, os ind\u00edgenas e Povos e Comunidades Tradicionais, na luta coletiva pela terra e por territ\u00f3rio, ampliam a consci\u00eancia e come\u00e7am a perceber que t\u00eam muitos outros direitos a conquistar e, acima de tudo, descobrem que podem mais, que n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o fracos como se sentiam antes ou como a ideologia hegem\u00f4nica dissemina aos quatro ventos e tenta impregnar as consci\u00eancias para reproduzir pessoas resignadas e conformadas.<\/p>\n\n\n\n<p>A luta pela terra e por territ\u00f3rio tem uma imensa for\u00e7a, uma centralidade.Pelo trabalho coletivo, os Sem Terra, os Povos Origin\u00e1rios e os Povos Tradicionais conquistam o in\u00edcio da interrup\u00e7\u00e3o da mercantiliza\u00e7\u00e3o da terra e o come\u00e7o da democratiza\u00e7\u00e3o da terra, o que passa inclusive pela afirma\u00e7\u00e3o de outra pol\u00edtica econ\u00f4mica, constru\u00edda com base nas necessidades do povo e n\u00e3o no lucro e na superexplora\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho da classe trabalhadora e do campesinato.<\/p>\n\n\n\n<p>A mesma terra que foi expropriada passa a ser for\u00e7a de luta pela reconquista de identidades. Os geraizeiros, os quilombolas, os ind\u00edgenas, os vazanteiros, os seringueiros, os groteiros, os\/as apanhadores\/as de flores \u2018sempre viva\u2019 etc., enfim, as v\u00e1rias faces do campesinato percebem que sem-terra e sem territ\u00f3rio ser\u00e3o dizimadas e perder\u00e3o suas identidades, mas s\u00f3 podem afirmar suas identidades na luta pela terra e pelo territ\u00f3rio. Para continuar existindo, resistem e insistem na luta coletiva pela constru\u00e7\u00e3o de um Projeto Popular para construirmos uma sociedade justa economicamente, solid\u00e1ria socialmente, sustent\u00e1vel ecologicamente, politicamente democr\u00e1tica, plural culturalmente e respons\u00e1vel geracionalmente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>APPADURAI, Arjun. Soberania sem territorialidade \u2013 notas para uma geografia p\u00f3s-nacional. In: Novos Estudos, CEBRAP, S\u00e3o Paulo, n. 49, p. 33-46. Nov.\/1997.<\/p>\n\n\n\n<p>MARTINS, Jos\u00e9 de Souza. <strong>Caminhada no ch\u00e3o da noite: emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e liberta\u00e7\u00e3o nos movimentos sociais do campo.<\/strong> S\u00e3o Paulo: HUCITEC, 1989.<\/p>\n\n\n\n<p>PIETRAFESA, Jos\u00e9 Paulo. Conflitos agr\u00e1rios, protagonismo campon\u00eas e ocupa\u00e7\u00f5es de terra no Brasil. In: <strong>Conflitos no campo Brasil 2015<\/strong>. Goi\u00e2nia: CPT Nacional, p. 100-108, 2015.<\/p>\n\n\n\n<p>02\/05\/2023<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: As videorreportagens nos links, abaixo, versam sobre o assunto tratado, acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 &#8211; Marco temporal: terra para os Povos Ind\u00edgenas ou para o agroneg\u00f3cio devastador? Por Frei Gilvander<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_48374\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/MANbO-WmdxU?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>2 &#8211; Leo P\u00e9ricles, UP: \u00c9 c luta p retomar territ\u00f3rios no campo e na cidade q vamos superar o capitalismo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_15744\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uzlKRIRQR-c?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3 &#8211; Primeiro de Maio 2023 em BH\/MG: Fora, Zema! Reconstruir o Brasil com direitos trabalhistas e sociais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_69730\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/OD0s7TUuKh8?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>4 &#8211; Soberania Alimentar com Vandana Shiva. Agroneg\u00f3cio e agrot\u00f3xicos matam! Dia da alimenta\u00e7\u00e3o. 16\/10\/20<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_17947\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/gmR7JqoaKoI?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>5 &#8211; Voc\u00ea sabe de onde vem a sua comida? O agroneg\u00f3cio envenena a comida do povo. Epis\u00f3dio 1 \u2013 Greenpeace<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_60746\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/eD-GPvrHNmQ?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>6 &#8211; &#8220;Libertar do agroneg\u00f3cio&#8221; (Jefferson\/Sindieletro). Acampamentos do MST\/Campo do Meio\/MG. V\u00eddeo 7<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_63095\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Jv5FCmvdlp4?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP\/SP; mestre em Exegese B\u00edblica pelo Pontif\u00edcio Instituto B\u00edblico, em Roma, It\u00e1lia; agente e assessor da CPT\/MG, assessor do CEBI e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de Teologia b\u00edblica no SAB (Servi\u00e7o de Anima\u00e7\u00e3o B\u00edblica), em Belo Horizonte, MG; colunista dos sites <a href=\"http:\/\/www.domtotal.com\">www.domtotal.com<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.brasildefatomg.com.br\">www.brasildefatomg.com.br<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.revistaconsciencia.com\">www.revistaconsciencia.com<\/a> , <a href=\"http:\/\/www.racismoambiental.net.br\">www.racismoambiental.net.br<\/a> e outros. E-mail:&nbsp;<a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;Facebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\" id=\"_ftn2\">[2]<\/a> Cf. Palavra \u00c9tica na TVC\/BH com o cacique Babau, do povo ind\u00edgena Tupinamb\u00e1s, na internet em <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Iq5Q2BafTEE\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Iq5Q2BafTEE<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Agroneg\u00f3cio solapa a soberania dos Povos. Por frei Gilvander Moreira[1] Na era da financeiriza\u00e7\u00e3o do capital e da especula\u00e7\u00e3o exacerbada do grande capital, imperam rela\u00e7\u00f5es transnacionais pouco controladas pelos governos dos Estados nacionais. 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