{"id":13289,"date":"2024-05-16T15:22:42","date_gmt":"2024-05-16T18:22:42","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=13289"},"modified":"2024-05-16T15:22:48","modified_gmt":"2024-05-16T18:22:48","slug":"respeitem-os-varios-tipos-de-fe-dos-povos-do-rio-grande-do-sul-nao-os-julguem-por-frei-gilvander","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/respeitem-os-varios-tipos-de-fe-dos-povos-do-rio-grande-do-sul-nao-os-julguem-por-frei-gilvander\/","title":{"rendered":"Respeitem os v\u00e1rios tipos de f\u00e9 dos povos do Rio Grande do Sul: \u201cN\u00e3o os julguem!\u201d Por frei Gilvander"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Respeitem os v\u00e1rios tipos de f\u00e9 dos povos do Rio Grande do Sul: \u201cN\u00e3o os julguem!\u201d<\/strong> Por frei Gilvander Moreira<a id=\"_ftnref1\" href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"720\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Apresentacao1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-13290\" srcset=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Apresentacao1.jpg 960w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Apresentacao1-300x225.jpg 300w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Apresentacao1-768x576.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><figcaption>Evento clim\u00e1tico extremo no estado do Rio Grande do Sul causando alagamentos brutais. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o Redes Virtuais<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Sigo comovido com o sofrimento dos povos do Rio Grande do Sul, nossos irm\u00e3os e irm\u00e3s, e indignado com o capitalismo, com o agroneg\u00f3cio, os desmatadores, os empres\u00e1rios das monoculturas desertificadoras e com quem fomenta o uso de combust\u00edveis f\u00f3sseis, pois \u00e9 este projeto de morte \u2013 a idolatria do mercado &#8211; que nos levou \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e est\u00e1 nos encurralando com a Emerg\u00eancia Clim\u00e1tica com eventos extremos cada vez mais frequentes e letais. As sirenes da Emerg\u00eancia Clim\u00e1tica est\u00e3o gritando de forma estridente.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da nossa solidariedade, que deve ser a mais efetiva poss\u00edvel, aos povos ga\u00fachos, aos animais e a toda biodiversidade, temos que denunciar as causas que levaram aos eventos extremos que est\u00e3o golpeando os povos no Rio Grande do Sul. Se n\u00e3o alterarmos as causas complexas que est\u00e3o causando as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, teremos trag\u00e9dias cada vez mais brutais e com mais frequ\u00eancia. Lament\u00e1vel ver pessoas divulgando fake news, mentiras e insistindo em posturas negacionistas em um contexto que exige uni\u00e3o para reconstruir vidas e condi\u00e7\u00f5es de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Tenho recebido v\u00eddeos de padres jovens, leigos em teologia e ci\u00eancias sociais, divulgados por leigos infantilizados, praticando uma esp\u00e9cie de negacionismo religioso, atribuindo injustamente e de forma absurda a causa do brutal evento extremo que se abate sobre o Rio Grande do Sul \u00e0 exist\u00eancia de pessoas ateias ou integrantes do candombl\u00e9, da Umbanda ou ainda porque muitos ga\u00fachos deixaram a Igreja Cat\u00f3lica e agora estariam sofrendo por isto. Absurdo brutal afirmar isto julgando as pessoas do querido estado do Rio Grande do sul. N\u00e3o vou repetir aqui as cal\u00fanias, os preconceitos, as express\u00f5es discriminat\u00f3rias e criminosas para n\u00e3o ecoar as posturas lament\u00e1veis, injustas e contr\u00e1rias ao Evangelho de Jesus Cristo. Entretanto, pe\u00e7o: n\u00e3o julguem as pessoas. Ser solid\u00e1rio\/a, amar, sim; julgar, n\u00e3o! Respeitem os v\u00e1rios tipos de f\u00e9 dos povos do Rio Grande do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>Este tipo de acusa\u00e7\u00e3o trata-se de negacionismo religioso, que violenta de duas formas: por um lado, julga pessoas caluniando-as com intoler\u00e2ncia religiosa, o que \u00e9 crime e acaba por incentivar ataques aos Povos de Terreiro e a seus l\u00edderes espirituais, e, por outro lado, desvia e oculta a aten\u00e7\u00e3o das causas reais e hist\u00f3ricas do evento extremo: as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas causadas pela gan\u00e2ncia de capitalistas que cegados trituram todo o meio ambiente em busca de lucro e de acumula\u00e7\u00e3o de capital. Estes acusadores n\u00e3o falam nem uma v\u00edrgula sobre estas causas que precisam ser denunciadas e superadas. Ao atribuir as causas da trag\u00e9dia a for\u00e7as \u201cdemon\u00edacas\u201d inocentam e encobrem as verdadeiras causas socioecon\u00f4micas e pol\u00edticas capitalistas.<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil h\u00e1 grande diversidade religiosa, inclusive entre os Povos de Terreiros. A categoria de&nbsp;Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Ancestral Africana, os Povos de Terreiro, \u00e9 composta pelos segmentos do Candombl\u00e9&nbsp;das na\u00e7\u00f5es e&nbsp;Ketu,&nbsp;Angola&nbsp;e&nbsp;Jeje,&nbsp;Angola-Muxikongo, de&nbsp;Umbanda&nbsp;e&nbsp;Omoloc\u00f4&nbsp;de diferentes linhas e por Reinados nas mais diversas linhagens, dentre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Como assessor do Centro Ecum\u00eanico de Estudos B\u00edblicos, o CEBI, e agente de pastoral da Comiss\u00e3o Pastoral da Terra, CPT, tenho convivido muito com pessoas de Religi\u00e3o de Matriz Africana &#8211; Candombl\u00e9, Umbanda&#8230; -, com ind\u00edgenas com m\u00edstica e espiritualidade de Povos Origin\u00e1rios, pessoas esp\u00edritas, ateias, de religi\u00f5es orientais etc. Com estas pessoas tenho aprendido muito e lutamos juntos por direitos \u00e0 terra, \u00e0 moradia, \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o ambiental e tantas outras lutas. Dia 20 de novembro de 2023, \u201cpor acaso\u201d, assisti a uma sess\u00e3o de Umbanda em uma pra\u00e7a. Fui bem acolhido e me senti aben\u00e7oado por outra religi\u00e3o, a Umbanda, religi\u00e3o que prega o amor, a paz, a fraternidade e o respeito.<\/p>\n\n\n\n<p>Por que pessoas que se dizem crist\u00e3s, sejam cat\u00f3licas ou (neo)pentecostais, perseguem os Povos de Terreiro, pessoas do Candombl\u00e9 e da Umbanda? H\u00e1 muitas semelhan\u00e7as entre a celebra\u00e7\u00e3o na Umbanda e as celebra\u00e7\u00f5es que se fazem nas igrejas crist\u00e3s: cantos, ora\u00e7\u00f5es, b\u00ean\u00e7\u00e3os, partilha etc. Mesmo que fossem totalmente distintas as formas de celebra\u00e7\u00e3o e de rituais, n\u00e3o h\u00e1 motivo para discrimina\u00e7\u00e3o e muito menos persegui\u00e7\u00e3o, pois os Povos de Terreiro pregam o amor, a paz, a fraternidade e o respeito. Al\u00e9m do mais, o Brasil \u00e9 um pa\u00eds laico, ou seja, est\u00e1 garantida na Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 a liberdade de credo de todas as religi\u00f5es e igrejas, bem como a alteridade cultural. O Brasil n\u00e3o \u00e9 um pa\u00eds confessional, de uma \u00fanica religi\u00e3o, o que seria ditadura religiosa. Intoler\u00e2ncia religiosa \u00e9 crime. Sei que o preconceito \u00e9 fruto de desconhecimento e falta de informa\u00e7\u00e3o correta e hist\u00f3rica. N\u00e3o h\u00e1 como amar o que se desconhece.<\/p>\n\n\n\n<p>O biblista e te\u00f3logo padre Marcelo Barros nos recorda que \u201c<em>o termo Umbanda vem do idioma quimbunda de Angola e significa \u201carte de curar\u201d, ou hoje podemos traduzir por \u201carte de cuidar\u201d, o que liga a f\u00e9 e a espiritualidade ao cuidado uns dos outros\/umas das outras, assim como cuidado da m\u00e3e-Terra e da natureza. Assim como em sua sociedade Jesus valorizou os samaritanos, cultural e espiritualmente, reconhecemos nas comunidades de Umbanda essas comunidades samaritanas que t\u00eam ajudado as pessoas negras e pobres a salvaguardar a consci\u00eancia de sua dignidade humana e a necess\u00e1ria e salutar cultura comunit\u00e1ria da qual a nossa sociedade precisa tanto.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Infelizmente, em pleno s\u00e9culo XXI h\u00e1 grupos crist\u00e3os fundamentalistas que combatem e perseguem as religi\u00f5es afrodescendentes. \u00c9 mais triste ainda constatar que fazem isso em nome de Jesus e de Deus. Conforme o Evangelho, Jesus afirmou que pelos frutos se conhece a \u00e1rvore. No Brasil e em todo o continente, os frutos das religi\u00f5es negras t\u00eam sido preservar as culturas origin\u00e1rias, manter a unidade das comunidades e, em nossos dias, testemunhar a toda a humanidade uma espiritualidade que liga o amor social ao cuidado afetuoso com a m\u00e3e-Terra e toda a natureza.<\/p>\n\n\n\n<p>No passado e at\u00e9 hoje, a Umbanda e as outras religi\u00f5es ind\u00edgenas e negras foram discriminadas, condenadas e mesmo perseguidas pela nossa Igreja e, hoje ainda, por grupos cat\u00f3licos fundamentalistas e (neo)pentecostais. Por isso, temos uma d\u00edvida moral com os Povos de Terreiro e as espiritualidades de matriz afro e podemos, em nome de Jesus, afirmar em bom e alto som: Viva a Umbanda! Viva o Candombl\u00e9! Viva os Povos de terreiro!<\/p>\n\n\n\n<p>Sejamos construtores de paz com respeito entre as religi\u00f5es, igrejas e pessoas religiosas. S\u00f3 toler\u00e2ncia \u00e9 pouco, exige-se respeito pelo diferente. E n\u00e3o atribuamos \u00e0s pr\u00e1ticas religiosas ou aus\u00eancia delas as trag\u00e9dias anunciadas causadas pelo sistema de morte que \u00e9 o capitalismo, como a que hoje abate sobre milhares de irm\u00e3os e irm\u00e3s no Rio Grande do Sul. &nbsp;Que a luz e a for\u00e7a divina nos guiem sempre, inclusive no processo de liberta\u00e7\u00e3o de preconceitos e discrimina\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: As videorreportagens nos links, abaixo, versam sobre o assunto tratado, acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 &#8211; 15\/11, Dia Nacional da Umbanda, que \u00e9 Amor, Paz, Fraternidade e Respeito. Intoler\u00e2ncia Rel. \u00e9 crime!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_58358\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/srJDVTXONFg?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>2 &#8211; Curta-documental O CHAMADO DA UMBANDA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_37660\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/1XOk82qhWnM?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3 &#8211; O Que \u00e9 Umbanda \u2013 Document\u00e1rio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_77147\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XAZY4scRm10?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP\/SP; mestre em Exegese B\u00edblica pelo Pontif\u00edcio Instituto B\u00edblico, em Roma, It\u00e1lia; assessor da CPT, CEBI, SAB e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de \u201cMovimentos Sociais Populares e Direitos Humanos\u201d no IDH, em Belo Horizonte, MG. E-mail:&nbsp;<a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a>&nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\/\">www.gilvander.org.br<\/a>&nbsp;\u2013&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\/\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2013&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;Facebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Respeitem os v\u00e1rios tipos de f\u00e9 dos povos do Rio Grande do Sul: \u201cN\u00e3o os julguem!\u201d Por frei Gilvander Moreira[1] Sigo comovido com o sofrimento dos povos do Rio Grande do Sul, nossos irm\u00e3os e<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":13290,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,22,46,44,38,35,27,30,56,43,26,32,18],"tags":[],"class_list":["post-13289","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-cebs-comunidades-eclesiais-de-base","category-direito-a-cultura-popular","category-direito-a-memoria","category-direito-a-saude","category-direitos-dos-quilombolas","category-direitos-humanos","category-fe-e-politica","category-meio-ambiente","category-pedagogia-emancipatoria","category-teologia-da-libertacao","category-videos","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13289","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13289"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13289\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13291,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13289\/revisions\/13291"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13290"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13289"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13289"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13289"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}