{"id":13801,"date":"2024-11-16T17:15:09","date_gmt":"2024-11-16T20:15:09","guid":{"rendered":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=13801"},"modified":"2024-11-18T21:25:45","modified_gmt":"2024-11-19T00:25:45","slug":"20-de-novembro-dia-da-consciencia-negra-quilombola-comemorar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/20-de-novembro-dia-da-consciencia-negra-quilombola-comemorar\/","title":{"rendered":"20 DE NOVEMBRO, DIA DA CONSCI\u00caNCIA NEGRA QUILOMBOLA. COMEMORAR?"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>20 DE NOVEMBRO, DIA DA CONSCI\u00caNCIA NEGRA QUILOMBOLA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A PARTIR DE 2024, \u00c9 FERIADO NACIONAL. VAMOS COMEMORAR?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Autoria: Movimento das Comunidades Populares (MCP)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/WhatsApp-Image-2024-11-14-at-10.20.14-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-13802\" srcset=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/WhatsApp-Image-2024-11-14-at-10.20.14-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/WhatsApp-Image-2024-11-14-at-10.20.14-300x225.jpeg 300w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/WhatsApp-Image-2024-11-14-at-10.20.14-768x576.jpeg 768w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/WhatsApp-Image-2024-11-14-at-10.20.14.jpeg 1156w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>3\u00ba Encontro de Forma\u00e7\u00e3o do Movimento das Comunidades Populares (MCP), no Instituto Padre Jo\u00e3o Geisen, na cidade de S\u00e3o Louren\u00e7o da Mata, na regi\u00e3o metropolitana de Recife, PE. Foto: Jos\u00e9 Alves, do MCP.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>20 DE NOVEMBRO, DIA DA CONSCI\u00caNCIA NEGRA QUILOMBOLA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A PARTIR DE 2024, \u00c9 FERIADO NACIONAL. VAMOS COMEMORAR?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Autoria: Movimento das Comunidades Populares (MCP)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O governo e a rede Globo dever\u00e3o fazer a festa em defesa da \u201cra\u00e7a\u201d negra para incluir as lideran\u00e7as de origem africana nos cargos de dire\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e empresas privadas, e n\u00e3o apenas no futebol e na arte. Para isso, \u00e9 preciso ampliar as cotas universit\u00e1rias para os negros.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s quase 400 anos de escravid\u00e3o e de 100 anos de desprezo pelos seus descendentes, o Projeto Pir\u00e2mide (capitalista) resolveu incluir os negros na Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988. Surge a Funda\u00e7\u00e3o Cultural Palmares.<\/p>\n\n\n\n<p>No passado, a extrema-esquerda j\u00e1 quis homenagear o Quilombo dos Palmares criando o grupo guerrilheiro VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucion\u00e1ria-Palmares). Foram esmagados pela extrema-direita durante a ditadura militar-civil-empresarial.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a volta da democracia eleitoral e a chegada do Projeto Quadrado (esquerda eleitoral) ao governo, Palmares volta \u00e0 tona. Surge, ent\u00e3o, o Dia da Consci\u00eancia Negra Quilombola, comemorado no dia 20 de novembro, data em que Zumbi dos Palmares foi assassinado. Isso por n\u00e3o aceitar acompanhar seu tio Ganga Zumba que havia feito um acordo com os escravistas que beneficiava parte dos lutadores, mas acabava com o Quilombo dos Palmares.<\/p>\n\n\n\n<p>E n\u00f3s, do Movimento das Comunidades Populares (MCP), que defendemos o Projeto Redondo (sociedade comunit\u00e1ria), como vamos comemorar o Dia da Consci\u00eancia Negra? <strong>Nossa consci\u00eancia \u00e9 s\u00f3 negra ou \u00e9 tamb\u00e9m quilombola?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><u>SUBS\u00cdDIO PARA O DIA 20 DE NOVEMBRO<\/u><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><u>OS AFRICANOS ESCRAVIZADOS NO BRASIL<\/u><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dos cinco milh\u00f5es de ind\u00edgenas que havia no Brasil, cerca de quatro milh\u00f5es foram exterminados. Em pouco tempo, come\u00e7aram a ser substitu\u00eddos por quatro milh\u00f5es de negros trazidos \u00e0 for\u00e7a da \u00c1frica para serem escravizados no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Diferente dos imigrantes que vieram depois para trabalhar no Brasil, cheios de esperan\u00e7a de melhorar sua vida no novo mundo, os africanos foram sequestrados ou comprados na \u00c1frica e trazidos \u00e0 for\u00e7a para o Brasil, para trabalhar como escravos. A pr\u00f3pria travessia do Oceano Atl\u00e2ntico era um mart\u00edrio. Marcados a ferro quente como gado, com o nome do seu dono, eram jogados nos por\u00f5es dos navios negreiros.<a href=\"#_ftn1\" id=\"_ftnref1\">[1]<\/a> Muitos morriam na viagem e eram jogados no mar.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos portos de Salvador, Rio de Janeiro e Recife, eram vendidos para os fazendeiros que os levavam para trabalhar nas lavouras e engenhos de a\u00e7\u00facar, fazendas de caf\u00e9, minas de ouro etc.. Muitos ficaram nas cidades trabalhando em servi\u00e7os urbanos: carregadores, dom\u00e9sticos, ambulantes, artes\u00e3os etc.. Longe da terra natal, sem fam\u00edlia, morando em senzalas como animais, trabalhando como escravos, castigados diante de qualquer reclama\u00e7\u00e3o. Do\u00eda o corpo e a alma. S\u00f3 o batuque, o samba de roda, a capoeira e os Orix\u00e1s poderiam amenizar a dor do corpo ferido pelo trabalho e pelas chibatadas e a dor da alma pela saudade dos parentes que ficaram ou foram separados depois que foram obrigados a trabalhar como escravos no Brasil. Do\u00eda a alma da m\u00e3e preta que amamentava o filho do seu patr\u00e3o antes de amamentar seu pr\u00f3prio filho. A nega cheia de amor para dar para o seu nego, mas que antes era obrigada a satisfazer sexualmente o dono da fazenda e dos negros escravizados.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns se desesperavam e se suicidavam. Outros matavam o feitor (chefe, encarregado), como na <strong>Revolta de Carrancas no sul de Minas Gerais<\/strong>. Outros passavam para o lado do patr\u00e3o e se transformavam em capit\u00e3es-do-mato, para ca\u00e7ar negros escravizados fugidos. Mas, havia tamb\u00e9m os que organizavam os levantes contra a escravid\u00e3o. Um exemplo foi a <strong>Revolta dos Mal\u00eas<\/strong>, em Salvador, BA, em 1835, liderada pelos negros escravizados que foram alfabetizados em \u00e1rabe, na \u00c1frica, pela religi\u00e3o isl\u00e2mica, da qual eram adeptos.<\/p>\n\n\n\n<p>Diferente dos ind\u00edgenas, os negros escravizados n\u00e3o tiveram o apoio da Igreja Cat\u00f3lica. Aderir ao catolicismo era aceitar a escravid\u00e3o, j\u00e1 que a Igreja estava junto com o Imp\u00e9rio Portugu\u00eas na ocupa\u00e7\u00e3o e domina\u00e7\u00e3o do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s 300 anos de escravid\u00e3o nas Am\u00e9ricas e no Brasil, na ilha caribenha do <strong>Haiti, em 1804<\/strong>, <strong>os escravos fizeram uma revolu\u00e7\u00e3o<\/strong>. Expulsaram os franceses que dominavam a ilha e acabaram com a escravid\u00e3o. At\u00e9 hoje, o Haiti est\u00e1 pagando por essa ousadia de querer ser livre e independente.<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, muito antes da <strong>Revolu\u00e7\u00e3o Haitiana<\/strong>, os escravos descobriram uma forma diferente de fazer a revolu\u00e7\u00e3o libertadora. Foram os famosos <strong>Quilombos. Os escravos fugiam para as matas, organizavam a economia coletiva, os governos independentes, inclusive com autodefesa.<\/strong> Desenvolviam sua cultura com arte, religi\u00e3o e conhecimentos trazidos da \u00c1frica ou adquiridos na experi\u00eancia vivida na escravid\u00e3o. Por\u00e9m, independente da ideologia e do sistema escravista.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram <strong>milhares de Quilombos organizados pelos negros escravizados fugidos, em todo o Brasil<\/strong>. O mais conhecido foi o <strong>Quilombo dos Palmares<\/strong>, na Capitania de Pernambuco (hoje Estado de Alagoas, Munic\u00edpio de <strong>Uni\u00e3o dos Palmares<\/strong>). Durou quase 100 anos (de 1597 a 1695), com cerca de <strong>20 mil habitantes<\/strong>. At\u00e9 hoje \u00e9 um exemplo de Poder Popular, embora o Projeto Quadrado, junto com o Projeto Pir\u00e2mide, tenha transformado o dia 20 de novembro e o nome de Zumbi em uma bandeira simplesmente antirracista.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo frei Gilvander Lu\u00eds Moreira, no livro <strong>CPT e MST: E A (IN)JUSTI\u00c7A AGR\u00c1RIA? Experi\u00eancias de luta da CPT e do MST<\/strong>: \u201cSeguindo ordem do governador da capitania de Minas Gerais, Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Freire de Andrade, a expedi\u00e7\u00e3o chefiada pelo paulista capit\u00e3o-mor, capit\u00e3o do mato, Bartolomeu Bueno do Prado, destruiu com requinte de crueldade um grande n\u00famero de quilombos nas regi\u00f5es do Alto Parana\u00edba, Tri\u00e2ngulo Mineiro e Sudoeste de Minas Gerais, entre eles, em 1756, o quilombo do Rio Grande. Nina Rodrigues se refere \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o do quilombo do Rio Grande como \u201ccircunst\u00e2ncia b\u00e1rbara e repugnante\u201d pelo fato de, al\u00e9m da mortandade perpetrada, ter \u201cBartolomeu Bueno trazido como trof\u00e9u da vit\u00f3ria 3900 pares de orelhas tiradas aos negros destro\u00e7ados e mortos\u201d (RODRIGUES, 1988, p. 96).\u201d<a href=\"#_ftn2\" id=\"_ftnref2\">[2]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, no Brasil, existem 494 territ\u00f3rios quilombolas oficialmente delimitados em 24 estados brasileiros e no Distrito Federal. S\u00f3 n\u00e3o h\u00e1 registro no Acre e Roraima. A Funda\u00e7\u00e3o Palmares mapeou 3.524 comunidades quilombolas. Outras fontes falam em cinco mil \u00e1reas de remanescentes quilombolas.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo dados do IBGE-2024, s\u00e3o quase seis mil comunidades quilombolas. Apenas 147 tiveram seus t\u00edtulos emitidos. A popula\u00e7\u00e3o quilombola, segundo o IBGE, \u00e9 de 1 milh\u00e3o e 300 mil pessoas. O Maranh\u00e3o \u00e9 considerado pela Funda\u00e7\u00e3o Palmares o estado com o maior n\u00famero de Quilombos, 816. S\u00e3o 260 mil pessoas que vivem em 32 munic\u00edpios maranhenses. A Bahia est\u00e1 em segundo lugar, com 500 comunidades quilombolas. Dessas, 381 j\u00e1 foram certificadas pela Funda\u00e7\u00e3o Palmares. A popula\u00e7\u00e3o quilombola da Bahia \u00e9 estimada em 397 mil pessoas. Em Alagoas, existem 67 agrupamentos quilombolas e 103 \u00e1reas de interesse operacional (quilombola). A popula\u00e7\u00e3o, que se identifica como quilombola em Alagoas, \u00e9 de 37.722 pessoas. Mas, apenas 691 vivem em territ\u00f3rios quilombolas.<\/p>\n\n\n\n<p>Citamos esses tr\u00eas estados como exemplo, mas o MCP de cada estado deveria pesquisar esses dados do seu estado e transform\u00e1-los em um gr\u00e1fico, colocando em um banner, para ficar exposto nos locais de reuni\u00e3o, para ser usado nos debates dos quatro Setores do Povo, para debater o Projeto Redondo. Deveria fazer o mesmo com as popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas em cada estado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PERGUNTAS:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" type=\"1\"><li><strong>O que \u00e9 um quilombo?<\/strong><\/li><li><strong>Como surgiu o Quilombo dos Palmares? Que li\u00e7\u00f5es ele nos ensina?<\/strong><\/li><li><strong>Quantos quilombos existem em nosso estado?<\/strong><\/li><li><strong>Como aproveitar o Dia da Consci\u00eancia Negra, que a partir deste ano \u00e9 feriado nacional, para desenvolver a Consci\u00eancia Quilombola, e n\u00e3o apenas Negra?<\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p><strong><u>POESIA \u2013 CONSCI\u00caNCIA QUILOMBOLA<a href=\"#_ftn3\" id=\"_ftnref3\"><strong><u>[3]<\/u><\/strong><\/a><\/u><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Minha consci\u00eancia \u00e9 mais que negra, \u00e9 tamb\u00e9m quilombola,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>S\u00f3 com justi\u00e7a, paz e igualdade, seremos livres do que nos assola.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Minha consci\u00eancia \u00e9 mais que negra, \u00e9 tamb\u00e9m quilombola<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o quero ir para a faculdade, enquanto todos n\u00e3o forem \u00e0 escola.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Minha consci\u00eancia \u00e9 mais que negra, \u00e9 tamb\u00e9m quilombola<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o vou viajar para Miami, enquanto n\u00e3o conhecer Angola.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Minha consci\u00eancia \u00e9 mais que negra, \u00e9 tamb\u00e9m quilombola,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Para os pobres a gente dan\u00e7a, mas para o opressor \u201cn\u00f3s n\u00e3o rebola\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Minha consci\u00eancia \u00e9 mais que negra, \u00e9 tamb\u00e9m quilombola,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o quero ser atleta profissional, quero ver a \u201cnegada\u201d jogando bola.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Minha consci\u00eancia \u00e9 mais que negra, \u00e9 tamb\u00e9m quilombola,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o quero tocar piano, se meu nego n\u00e3o pode tocar viola.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Minha consci\u00eancia \u00e9 mais que negra, \u00e9 tamb\u00e9m quilombola,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O opressor todo tempo me irrita, mas meu nego sempre me consola.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Minha consci\u00eancia \u00e9 mais que negra, \u00e9 tamb\u00e9m quilombola,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o adianta liberdade na lei, se na pr\u00e1tica, o negro se esfola.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Minha consci\u00eancia \u00e9 mais que negra, \u00e9 tamb\u00e9m quilombola,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Se Palmares me ilumina, Jabaquara n\u00e3o me enrola.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Minha consci\u00eancia \u00e9 mais que negra, \u00e9 tamb\u00e9m quilombola,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Com ind\u00edgenas, camponeses e oper\u00e1rios, um dia, vamos cantar fora da gaiola!<\/em><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> Leia o livro de Castro Alves <strong>O NAVIO NEGREIRO<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\" id=\"_ftn2\">[2]<\/a> Cf. RODRIGUES, Nina. <strong>Os africanos no Brasil<\/strong>. Bras\u00edlia: Ed. Universidade de Bras\u00edlia, 1988 e MOREIRA, Gilvander Lu\u00eds.&nbsp;<strong>CPT e MST: E A (IN)JUSTI\u00c7A AGR\u00c1RIA? Experi\u00eancias de luta da CPT e do MST<\/strong>. Belo Horizonte: Ed. Dial\u00e9tica, 2021, pp. 127-128.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref3\" id=\"_ftn3\">[3]<\/a> Esta Poesia \u00e9 produ\u00e7\u00e3o coletiva do Movimento das Comunidades Populares (MCP).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>20 DE NOVEMBRO, DIA DA CONSCI\u00caNCIA NEGRA QUILOMBOLA A PARTIR DE 2024, \u00c9 FERIADO NACIONAL. VAMOS COMEMORAR? 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