{"id":13921,"date":"2024-12-21T08:04:47","date_gmt":"2024-12-21T11:04:47","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=13921"},"modified":"2024-12-21T08:04:51","modified_gmt":"2024-12-21T11:04:51","slug":"lc-139-48-em-um-abraco-a-profecia-do-espirito-4o-domingo-do-advento-c-por-marcelo-barros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/lc-139-48-em-um-abraco-a-profecia-do-espirito-4o-domingo-do-advento-c-por-marcelo-barros\/","title":{"rendered":"Lc 1,39-48 &#8211; EM UM ABRA\u00c7O, A PROFECIA DO ESP\u00cdRITO &#8211; 4\u00ba Domingo do Advento \u2013 C &#8211; Por Marcelo Barros"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Lc 1,39-48 &#8211; EM UM ABRA\u00c7O, A PROFECIA DO ESP\u00cdRITO <\/strong>&#8211; 4\u00ba Domingo do Advento \u2013 C \u2013 Por Marcelo Barros<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"453\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/24_08_marcelo_barros.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-13922\" srcset=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/24_08_marcelo_barros.png 800w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/24_08_marcelo_barros-300x170.png 300w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/24_08_marcelo_barros-768x435.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption>Marcelo Barros, monge, biblista e te\u00f3logo da Teologia da Liberta\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Neste 4\u00ba domingo do Advento, o evangelho nos revela Maria, como figura da espera messi\u00e2nica.&nbsp; Nesse ano C da liturgia da igreja, o evangelho retoma a cena da sua visita \u00e0 prima Isabel (Lucas 1,39-48).<\/p>\n\n\n\n<p>Neste domingo antes do Natal, a antiga liturgia romana celebrava a festa da \u201cexpecta\u00e7\u00e3o do parto da Bem-aventurada Virgem Maria\u201d, ou Nossa Senhora do Bom Parto. Como, nesses dias, a liturgia canta as ant\u00edfonas maiores que come\u00e7am por \u00d3, o povo criou a devo\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora do \u00d3. Parece bobagem imaginar uma Maria do \u00d3, mas o evangelho de hoje diz que sim: Todo o ser de Maria \u00e9 espanto e admira\u00e7\u00e3o. \u00c9 um \u00d3 permanente de admira\u00e7\u00e3o. E este \u00f3 de espanto e admira\u00e7\u00e3o \u00e9 das duas mulheres surpreendentemente gr\u00e1vidas, Maria que tinha sabido pelo anjo Gabriel que estava gr\u00e1vida, ainda solteira e Isabel que era uma mulher j\u00e1 de idade e est\u00e9ril. As duas expressam sua admira\u00e7\u00e3o e as duas profetizam. No encontro de duas mulheres, uma jovem e outra idosa, ambas gr\u00e1vidas, a luz e a for\u00e7a divina as fortalecem, no meio das adversidades.<\/p>\n\n\n\n<p>O evangelista Lucas constr\u00f3i as cenas dos dois primeiros cap\u00edtulos do evangelho no estilo de contos hebraicos inspirados em textos antigos e para nos ajudar a descobrir um novo sentido na revela\u00e7\u00e3o de Deus. O relato da visita\u00e7\u00e3o \u00e9 claramente inspirado no antigo relato da transfer\u00eancia da arca da alian\u00e7a de Obed Edom a Jerusal\u00e9m no tempo do rei Davi (2 Samuel 5).<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro testamento diz que a arca da alian\u00e7a foi levada em prociss\u00e3o \u00e0s montanhas da Judeia. Nesse relato, o rei Davi sobe a montanha para levar a arca da alian\u00e7a, onde estavam gravadas as palavras do casamento de Deus com o povo.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais ou menos usando a mesma linguagem do antigo relato da transfer\u00eancia da arca da alian\u00e7a, no evangelho, Lucas diz que Maria, gr\u00e1vida de Jesus, sobe a montanha para visitar Isabel. No relato antigo, o rei Davi dan\u00e7a diante da arca. No evangelho, o profeta Jo\u00e3o Batista, ainda dentro do \u00fatero da m\u00e3e, pula ou dan\u00e7a ao se ver diante de Jesus no ventre de Maria. O evangelho conta que Isabel sa\u00fada Maria em tom positivo, quase com as mesmas palavras com as quais Micol, mulher de Davi, protesta, porque o rei dan\u00e7a quase nu diante da arca. Assim, todo o relato da visita de Maria a Isabel mostra como Maria \u00e9 a nova arca que traz para n\u00f3s aquele que vai selar a alian\u00e7a definitiva de Deus conosco.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 que o c\u00e2ntico de Maria traz uma novidade: vai al\u00e9m da realidade dom\u00e9stica e de uma rela\u00e7\u00e3o religiosa. Anuncia uma transforma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica radical. Diz que Deus derruba os poderosos e liberta os oprimidos. No final dos anos 70 do s\u00e9culo XX, nos tempos duros da ditadura argentina, os generais proibiram que esses vers\u00edculos fossem cantados nas Igrejas. Hoje, bispos, padres e movimentos carism\u00e1ticos interpretam esses versos, como se se referissem ao mundo do al\u00e9m e nada tivessem a ver com a realidade social e pol\u00edtica. Nas celebra\u00e7\u00f5es do Natal, n\u00e3o podemos compactuar com esse Cristianismo domesticado, proposto como se fosse ingenuidade piedosa meio infantilizado. \u00c9 nas entranhas da hist\u00f3ria, dos fatos e acontecimentos, que o Deus da vida age e nos acompanha nas lutas por tudo o que \u00e9 justo e \u00e9tico. O c\u00e2ntico de Maria profetiza uma grande utopia: uma sociedade revolucionada com justi\u00e7a, paz, amor e respeito a todos\/as, superando as opress\u00f5es e explora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Os evangelhos sobre a gravidez de Isabel e Maria n\u00e3o s\u00e3o cr\u00f4nicas de fatos, mas s\u00e3o teologias, interpreta\u00e7\u00f5es de f\u00e9.&nbsp; Quando Lc e Mt falam de Maria sendo virgem n\u00e3o se trata de virgindade fisiol\u00f3gica ou biol\u00f3gica, mas de virgindade no sentido teol\u00f3gico. Na B\u00edblia encontramos diversas passagens aonde se fala de mulheres est\u00e9reis e virgens dando \u00e0 luz. Por exemplo, Sara, a esposa de Abra\u00e3o, concebe Isaac na sua velhice e esterilidade (Gn 24,36). Isabel, prima de Maria, concebe Jo\u00e3o, o Batista, na sua velhice est\u00e9ril (Lc 1,7). Esses relatos t\u00eam a inten\u00e7\u00e3o de dizer: &#8220;<em>Para Deus nada \u00e9 imposs\u00edvel<\/em>&#8220;. Aonde n\u00f3s, muitas vezes, vemos somente esterilidade e impossibilidade de gerar nova vida, o Deus da vida v\u00ea fertilidade e possibilidade de reconstruir a vida. Deus age, realmente, pelo avesso e nas brechas das entranhas da Hist\u00f3ria. Muita gente n\u00e3o cr\u00ea que \u201cpobre\u201d possa fazer coisas empurrado pela Palavra de Deus. Muitos dizem: \u201cDeve ter algu\u00e9m no meio para \u201cfecundar\u201d o povo!\u201d No filme Anel de Tucum, os poderosos latifundi\u00e1rios colocam um espi\u00e3o para investigar o povo das CEBs \u2013 Comunidades Eclesiais de Base &#8211; para ver quem est\u00e1 por tr\u00e1s estimulando lutas e rebeli\u00f5es contra as opress\u00f5es. Mas Dom Pedro Casald\u00e1liga, dentro da sua r\u00fastica capela, apontando para o sacr\u00e1rio, diz para o espi\u00e3o Andr\u00e9 que quem est\u00e1 por tr\u00e1s das lutas de liberta\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 nenhum comunista, mas \u00e9 o Deus da Vida, encarnado em Jesus, pela for\u00e7a da Palavra (cf. Jo 1,14).<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme o evangelho, a primeira profecia do Esp\u00edrito no Novo Testamento vem de duas mulheres que se encontram e cada uma se espanta e se encanta com a outra. As duas formam um di\u00e1logo intergeracional. Maria, a jovem, vai ajudar Isabel, sua prima, velha e carente. As duas est\u00e3o gr\u00e1vidas. Trazem no ventre crian\u00e7as improv\u00e1veis ou que ningu\u00e9m podia imaginar. A gravidez de Maria \u00e9 subversiva, porque ela \u00e9 jovem, solteira e sozinha. A gravidez da outra tamb\u00e9m \u00e9 extraordin\u00e1ria, porque Isabel \u00e9 velha e est\u00e9ril. N\u00e3o teria mais idade para engravidar. O primeiro espanto \u00e9 da velha que se curva diante da jovem e, cheia do Esp\u00edrito Santo, profetiza: <em>Bendita \u00e9s tu entre as mulheres. De onde me vem a gra\u00e7a que a m\u00e3e do meu Senhor venha me visitar?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>As palavras de Isabel a Maria \u201cBendita \u00e9s tu &#8230;\u201d se inspiram nos elogios das mulheres libertadoras do Primeiro Testamento. Em um C\u00e2ntico revolucion\u00e1rio, a ju\u00edza e profetiza D\u00e9bora, sa\u00fada Jael, mulher estrangeira do povo quenita, que solid\u00e1rio com o povo oprimido, golpeou o general S\u00edsara que estava devastando o povo oprimido (\u201cQue Jael seja bendita entre as mulheres!\u201d (Jz 5,24)) e Judite tamb\u00e9m foi reconhecida como \u2018bendita\u2019 por ter cortado a cabe\u00e7a do general Holofernes que estava devastando o povo oprimido (\u201cQue o Deus Alt\u00edssimo aben\u00e7oe voc\u00ea, minha filha, mais que todas as mulheres da terra!\u201d (Jt 13,18; cf. Gn 14,19-20)). Logo, \u2018bendita Maria\u2019 n\u00e3o \u00e9 no sentido de piedosa ou privilegiada, mas de mulher libertadora como foram D\u00e9bora, Jael, Judite, as parteiras no Egito e tantas outras, ontem e hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>Maria, acolhida pela profecia de Isabel, tamb\u00e9m profetiza. Sua profecia \u00e9 c\u00e2ntico de louvor e agradecimento que mostra que o mesmo Deus que provocou a subvers\u00e3o do rotineiro e dos costumes sociais na gravidez das duas mulheres faz toda a humanidade engravidar um mundo novo. Derruba os poderosos e levanta os pobres na luta de liberta\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante ver a esperan\u00e7a messi\u00e2nica traduzida no gesto simples, cotidiano e essencial do servi\u00e7o de uma mulher a outra. \u00c9 na visita de Maria que toma a iniciativa de vir servir \u00e0 prima que se realiza a primeira manifesta\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito no Novo Testamento: uma esp\u00e9cie de primeiro Pentecostes.<\/p>\n\n\n\n<p>O Esp\u00edrito revela \u00e0 crian\u00e7a que Isabel carrega no ventre o mist\u00e9rio que Maria carrega em si. Assim, todos os protagonistas da cena se tornam profetas. Jo\u00e3o Batista ainda no ventre da m\u00e3e Isabel reconhece a presen\u00e7a de Jesus no \u00fatero de Maria e dan\u00e7a de alegria. Isabel sa\u00fada Maria como m\u00e3e do Senhor e Maria canta o c\u00e2ntico que n\u00e3o \u00e9 apenas de alegria pela vinda de Jesus, mas mostra que essa vinda s\u00f3 ser\u00e1 acolhida se transforma o mundo em todas as suas estruturas.&nbsp; Quanta riqueza e que atualidade cont\u00e9m toda essa profecia. O encontro afetuoso de duas primas gr\u00e1vidas faz eclodir no mundo a alegria da salva\u00e7\u00e3o e a manifesta\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito em um Pentecostes transformador que acontece na casa (oikia) e n\u00e3o no templo. Que boa indica\u00e7\u00e3o para o nosso Natal hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>Pena que at\u00e9 hoje muitos bispos, padres e pastores da Igreja leem a cena, comentam o evangelho, admiram Maria e Isabel, mas n\u00e3o percebem nelas e na gravidez que elas trazem o sinal de que a nova alian\u00e7a de Deus conosco tem de ser marcada pelo protagonismo da mulher e pelo combate \u00e0 opress\u00e3o que os poderosos perpetram sobre a maioria do povo.<\/p>\n\n\n\n<p>Infelizmente, no Brasil, os povos ind\u00edgenas, as comunidades negras, pobres das ruas e todas as \u201cminorias\u201d que s\u00e3o maioria e pessoas oprimidas ainda se sentem amea\u00e7adas e desrespeitadas em seus direitos fundamentais.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa profecia do Natal, cantada no Magnificat de Maria, deve despertar em n\u00f3s uma express\u00e3o de f\u00e9 comunit\u00e1ria e comprometida com a justi\u00e7a e a paz.<\/p>\n\n\n\n<p>Que o nosso modo de viver a f\u00e9 possa unir, tanto o pentecostalismo do Esp\u00edrito que desceu na visita de Isabel a Maria, como o conte\u00fado revolucion\u00e1rio do Magnificat de Maria. E cada um\/uma de n\u00f3s se sinta chamado\/a a colaborar para que, de fato, os poderosos sejam derrubados dos seus tronos e os povos&nbsp; empobrecidos e oprimidos possam ser libertados em uma terra de irmandade e de cuidado com a M\u00e3e Terra. Feliz e sublime Natal para todos\/as n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Vir\u00e1 o dia em que todos,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>ao levantar a vista,&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; veremos nesta terra<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; reinar a liberdade. (bis)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Minh\u2019alma engrandece o Deus libertador,<br>Se alegra o meu esp\u00edrito em Deus, meu Salvador<br>Pois ele se lembrou do seu povo oprimido<br>E fez da sua serva a M\u00e3e dos esquecidos.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Imenso \u00e9 seu amor, sem fim sua bondade,<br>Pra todos que na terra lhe seguem na humildade<br>Bem forte \u00e9 nosso Deus, levanta o seu bra\u00e7o<br>Espalha os soberbos, destr\u00f3i todos os males.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Derruba os poderosos dos seus tronos erguidos<br>Com sangue e suor de seu povo oprimido<br>E farta os famintos, levanta os humilhados,<br>Arrasa os opressores, os ricos e os malvados.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Protege o seu povo, com todo o carinho,<br>Fiel \u00e9 seu amor, em todo o caminho!<br>Assim \u00e9 o Deus vivo, que caminha na hist\u00f3ria<br>Bem junto do seu povo, em busca da vit\u00f3ria.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lc 1,39-48 &#8211; EM UM ABRA\u00c7O, A PROFECIA DO ESP\u00cdRITO &#8211; 4\u00ba Domingo do Advento \u2013 C \u2013 Por Marcelo Barros Neste 4\u00ba domingo do Advento, o evangelho nos revela Maria, como figura da espera<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":13922,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,22,27,30,43,26],"tags":[],"class_list":["post-13921","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-cebs-comunidades-eclesiais-de-base","category-direitos-humanos","category-fe-e-politica","category-pedagogia-emancipatoria","category-teologia-da-libertacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13921","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13921"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13921\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13923,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13921\/revisions\/13923"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13922"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13921"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13921"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13921"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}