{"id":14594,"date":"2025-07-26T08:46:41","date_gmt":"2025-07-26T11:46:41","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=14594"},"modified":"2025-07-26T08:50:22","modified_gmt":"2025-07-26T11:50:22","slug":"viver-a-relacao-orante-com-deus-como-profecia-lc-11-1-13-por-marcelo-barros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/viver-a-relacao-orante-com-deus-como-profecia-lc-11-1-13-por-marcelo-barros\/","title":{"rendered":"VIVER A RELA\u00c7\u00c3O ORANTE COM DEUS COMO PROFECIA (Lc 11, 1-13) \u2013 Por Marcelo Barros"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>VIVER A RELA\u00c7\u00c3O ORANTE COM DEUS COMO PROFECIA (Lc 11, 1-13)<\/strong> \u2013 Por Marcelo Barros<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"530\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image_processing20221226-11986-xk0m6d.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-14595\" srcset=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image_processing20221226-11986-xk0m6d.jpeg 800w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image_processing20221226-11986-xk0m6d-300x199.jpeg 300w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image_processing20221226-11986-xk0m6d-768x509.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Neste XVII Domingo do tempo comum (ano C), o evangelho lido \u00e9 Lucas 11,1-13, no qual Jesus ensina os disc\u00edpulos e disc\u00edpulas a orar.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme esse evangelho, o contexto no qual Jesus ensinou os disc\u00edpulos e as disc\u00edpulas a orar fica sempre indeterminado: \u201cCerto dia, em certo lugar&#8230;\u201d. Para a cultura religiosa comum, o lugar de ora\u00e7\u00e3o \u00e9 na Igreja ou na casa (Igreja dom\u00e9stica). No tempo dos evangelhos, as comunidades crist\u00e3s j\u00e1 se encontravam nas casas e o livro dos Atos dos Ap\u00f3stolos diz que os disc\u00edpulos e as disc\u00edpulas iam ao templo para orar (At 3, 1).<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme esse evangelho, Jesus n\u00e3o determina lugar nem hor\u00e1rio para a ora\u00e7\u00e3o e ele mesmo ora fora dos templos e lugares considerados sagrados. Ao que tudo indica, o Pai Nosso procede do pr\u00f3prio Jesus hist\u00f3rico. Essa ora\u00e7\u00e3o foi transcrita tanto pelo evangelho de Lucas, quanto pelo de Mateus. Documento crist\u00e3o do final do primeiro s\u00e9culo da era crist\u00e3, a Didak\u00e9&nbsp; repete a vers\u00e3o de Mateus e manda que os irm\u00e3os e as irm\u00e3s recitem o Pai Nosso tr\u00eas vezes por dia (Did 8, 3)<a href=\"#_ftn1\" id=\"_ftnref1\">[1]<\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira coisa que chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o modo carinhoso e \u00edntimo com o qual Jesus nos ensina a nos dirigir a Deus. Raramente, o Primeiro Testamento chama Deus de Pai (Is 64, 7; Ml 1, 6; Sb 14, 3, Eclo 23, 1; 3 Mac 5, 7; 6, 3). De acordo com os evangelhos, Jesus o chama \u201cAbba\u201d, diminutivo carinhoso, &nbsp;\u201cpaizinho\u201d, \u201cpapai\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O Pai Nosso \u00e9 uma ora\u00e7\u00e3o \u00edntima e direta a Deus. N\u00e3o tem nenhuma solenidade, regra lit\u00fargica, ou estilo rebuscado. \u00c9 um di\u00e1logo simples e direto. Pode ser dita por pessoas de qualquer religi\u00e3o ou cren\u00e7a que aceitem se relacionar com Deus como mist\u00e9rio de infinito amor. Na cultura patriarcal, que era a de Jesus, ele chama Deus de Abba, Paizinho.&nbsp; A ternura e o cuidado que est\u00e3o expressos no termo carinhoso que ele usa (Abba) inclui tudo o que um bom pai e uma boa m\u00e3e significam para seus filhos. Ent\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 errado, nem fora de prop\u00f3sito, chamar Deus de m\u00e3e. Na l\u00edngua da B\u00edblia quando se diz que Deus \u00e9 compaix\u00e3o, est\u00e1 se dizendo que Deus \u00e9 \u201cAmor uterino\u201d. Assim como toda paternidade, tamb\u00e9m toda maternidade e feminilidade t\u00eam sua fonte em Deus (Cf. Ef 3, 14- 15).<\/p>\n\n\n\n<p>O que, de fato, essa ora\u00e7\u00e3o que Jesus nos ensina pede \u00e9 \u201c<em>que venha o teu Reino<\/em>\u201d. Devemos respeitar um grupo religioso que ora: \u201c<em>Vamos n\u00f3s para o teu reino<\/em>\u201d. No entanto, conforme os evangelhos, Jesus nos ensina a pedir que o reino venha para c\u00e1, aqui e agora.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao pedir o p\u00e3o de cada dia para n\u00f3s, se alude \u00e0 partilha. O texto original, pedindo nossa \u201cparte de p\u00e3o\u201d pede o direito de partilhar, de repartir, isto \u00e9, de comer da mesma mesa. E no texto original de Lucas pede para cada dia o p\u00e3o de amanh\u00e3. N\u00e3o se pede p\u00e3o para acumular. Deus \u00e9 o pai ou a m\u00e3e de fam\u00edlia, em cuja mesa, comemos cada dia e o que pedimos \u00e9 que ele n\u00e3o nos deixe de fora dessa partilha da mesa comum. D\u00e1-nos a gra\u00e7a de continuar partilhando da tua mesa. Dom Pedro Casald\u00e1liga insistia sempre na rela\u00e7\u00e3o profunda que existe entre o se dizer Pai Nosso e se ver o p\u00e3o tamb\u00e9m como nosso. Pai Nosso, p\u00e3o nosso&#8230;.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem come da mesa de Deus reparte a comida (o p\u00e3o) uns com os outros. O texto pede que Deus seja fiel cada dia. Como a cruz a carregar, de cada dia, mais do que s\u00f3 a de hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>Antigamente, nas Igrejas, se orava <em>\u201cperdoa nossas d\u00edvidas\u201d,<\/em> como diz o evangelho de Mateus. A partir do Conc\u00edlio Vaticano II, passamos a substituir \u201c<em>d\u00edvidas<\/em>\u201d (quest\u00e3o econ\u00f4mica) por \u201c<em>ofensas<\/em>\u201d (quest\u00e3o moral) que \u00e9 diferente. De fato, Lucas muda <em>d\u00edvida<\/em> em <em>erro (<\/em>nogrego<em>, amartia<\/em>). Provavelmente, Jesus usou o termo \u201c<em>d\u00edvidas<\/em>\u201d mais concreto, o que tamb\u00e9m n\u00e3o exclui d\u00edvida moral, d\u00edvida afetiva e assim por diante. No Oriente, as comunidades costumam fazer um sinal de reconcilia\u00e7\u00e3o e se dar o abra\u00e7o da paz antes de orar o Pai Nosso.<\/p>\n\n\n\n<p>Na ora\u00e7\u00e3o, o mais importante n\u00e3o \u00e9 a recita\u00e7\u00e3o da f\u00f3rmula e sim o esp\u00edrito em que ela nos induz. Atualmente, nas mais diversas camadas da sociedade, pessoas e grupos valorizam a medita\u00e7\u00e3o oriental, a ioga e outras modalidades de exerc\u00edcios interiores. Na espiritualidade dos povos origin\u00e1rios, a rela\u00e7\u00e3o com os esp\u00edritos da mata ou com os animais totens sup\u00f5e estado interior de alerta, que \u00e9 como ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Os rabinos antigos diziam que n\u00e3o se pode \u201cexplicar\u201d ora\u00e7\u00e3o. Trata-se de rela\u00e7\u00e3o amorosa. N\u00e3o se reduz a f\u00f3rmulas conceituais. Santa Tereza d\u2019\u00c1vila ensina: \u201cOrar n\u00e3o \u00e9 falar, n\u00e3o \u00e9 pensar. \u00c9 amar, \u00e9 como respirar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Em muitas religi\u00f5es a ora\u00e7\u00e3o est\u00e1 ligada ao respirar, \u00e0 quietude, o se colocar diante de Deus com humildade. Nas espiritualidades dos povos origin\u00e1rios e comunidades negras, a ora\u00e7\u00e3o est\u00e1 ligada ao corpo, \u00e0 dan\u00e7a, ao sentir, nas veias e nos ossos, a presen\u00e7a e a a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito divino.<\/p>\n\n\n\n<p>No Cristianismo oriental e tamb\u00e9m, hoje, no Ocidente, a pr\u00e1tica hesicasta da Ora\u00e7\u00e3o do Cora\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s da repeti\u00e7\u00e3o de uma invoca\u00e7\u00e3o simples como o nome de Jesus, ou uma palavra como \u201cMarana-tha!\u201d (\u201cVem, Senhor, vem!\u201d) tem ajudado muita gente.<\/p>\n\n\n\n<p>A ora\u00e7\u00e3o conhecida como o Pai Nosso, mais do que uma f\u00f3rmula, \u00e9 escola de ora\u00e7\u00e3o. O Pai Nosso que Jesus nos ensinou a orar diz como \u00e9 o nosso Deus: Pai que nos ama com amor de m\u00e3e.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de nos dar o Pai Nosso, o Evangelho de Lucas completa o seu ensinamento sobre a ora\u00e7\u00e3o com duas pequenas par\u00e1bolas sobre qual deve ser a atitude do disc\u00edpulo ou disc\u00edpula quando ora:<\/p>\n\n\n\n<p>1 &#8211; A par\u00e1bola do amigo inoportuno, ou sem vergonha (no grego, o termo anaideia significa isso: a n\u00e3o vergonha). &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>2 \u2013 A par\u00e1bola do pai ou da m\u00e3e a quem o filho ou filha pede p\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A par\u00e1bola do amigo que chega em hora inoportuna sup\u00f5e situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia. Acontece no Oriente antigo, no qual as pessoas dormiam juntas, em uma esp\u00e9cie de jirau coletivo. Para algu\u00e9m se levantar e atender \u00e0 porta, precisava acordar os outros. Por outro lado, para aquela cultura, a hospitalidade \u00e9 atitude fundamental e priorit\u00e1ria. Jesus insiste na pobreza e car\u00eancia de quem pede, confiado na hospitalidade, que \u00e9 sagrada. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O evangelho fala de algu\u00e9m que n\u00e3o tem nem um p\u00e3o com o qual possa receber algu\u00e9m. E o dono ou dona da casa vai dormir cansado e se v\u00ea importunado por algu\u00e9m que bate \u00e0 porta, em hora inconveniente.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, vivemos em um mundo no qual mais de um bilh\u00e3o de pessoas representa esse pobre que bate \u00e0 porta do amigo que pede comida \u00e0 meia noite. De fato, h\u00e1 pressa em atend\u00ea-lo, porque a fome n\u00e3o espera.<\/p>\n\n\n\n<p>No mundo atual, a \u00ednfima minoria de pessoas que passam bem e est\u00e3o em casa tranquilas parece ainda menos dispon\u00edvel a ajudar as que precisam do que aquele personagem do qual Jesus fala. Dele, Jesus diz que, se n\u00e3o atender o outro por amizade, o atender\u00e1, ao menos, para se ver livre daquela situa\u00e7\u00e3o inesperada. Hoje, em nossas cidades, os port\u00f5es de pr\u00e9dios e as portarias eletr\u00f4nicas eliminam essa possibilidade de importunar as pessoas que dormem e n\u00e3o querem ser chamadas.<\/p>\n\n\n\n<p>O problema dessa par\u00e1bola \u00e9 que n\u00e3o podemos pensar em Deus como aquele\/a dono ou dona da casa, ao qual nossa ora\u00e7\u00e3o importuna. Deus nos atende porque nos ama e n\u00e3o para que o deixemos em paz. O que Jesus quer com essa par\u00e1bola \u00e9 nos propor a ora\u00e7\u00e3o confiante e insistente.<\/p>\n\n\n\n<p>A outra par\u00e1bola \u00e9 a do pr\u00f3prio pai ou m\u00e3e, ao qual o filho ou filha lhe pede um p\u00e3o ou peixe. Por isso, Jesus insiste: \u201cPe\u00e7am e lhes ser\u00e1 dado. Busquem e achar\u00e3o; batam e lhes ser\u00e1 aberto; pois quem pede, recebe; e quem busca acha e toda pessoa que bate, a porta lhe ser\u00e1 aberta\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O verbo no passivo \u00e9 para evitar usar o nome de Deus em v\u00e3o. Jesus n\u00e3o diz: Deus nos dar\u00e1. Diz: lhes ser\u00e1 dado, ser\u00e1 aberta etc. \u00c9 um dos sinais de que este texto vem mesmo do Jesus hist\u00f3rico. No caso, o pedido de quem \u00e9 crente \u00e9 o pr\u00f3prio Esp\u00edrito Santo. Pedir o Esp\u00edrito Santo \u00e9 a ora\u00e7\u00e3o de toda pessoa que profetiza, porque \u00e9 o Esp\u00edrito que inspira e fala pelos\/pelas profetas do reino de Deus hoje e sempre. E essa profecia come\u00e7a quando acolhemos de Jesus a revolu\u00e7\u00e3o que Ele faz ao nos revelar um Deus que \u00e9 pr\u00f3ximo, que \u00e9 Paizinho e s\u00f3 sabe amar. \u00c9 esse Deus que devemos testemunhar no nosso modo de viver e de conviver. Que nossas ora\u00e7\u00f5es sejam em sintonia com o Pai Nosso, ora\u00e7\u00e3o prof\u00e9tica!<\/p>\n\n\n\n<p>V<strong>IVER A RELA\u00c7\u00c3O COM DEUS COMO PROFECIA (Lc 11,1-13): EVANGELHO PARA AL\u00c9M DOS TEMPLOS. Por Darlan Oliveira e Marcelo Barros. 27\/07\/25<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_21167\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dyLtwrDX81Q?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> &#8211; JOHN MEIER, <strong>Jesus, um Judeu Marginal. <\/strong>&nbsp;Penso que a tradu\u00e7\u00e3o brasileira n\u00e3o completou ainda os tr\u00eas tomos. Ver vers\u00e3o espanhola, tomo II, 1, Navarra, Ed Verbo Divino, 1999, p. 359.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>VIVER A RELA\u00c7\u00c3O ORANTE COM DEUS COMO PROFECIA (Lc 11, 1-13) \u2013 Por Marcelo Barros Neste XVII Domingo do tempo comum (ano C), o evangelho lido \u00e9 Lucas 11,1-13, no qual Jesus ensina os disc\u00edpulos<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":14595,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,22,47,44,38,49,48,39,35,27,30,25,56,29,43,26,18],"tags":[],"class_list":["post-14594","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-cebs-comunidades-eclesiais-de-base","category-direito-a-agua","category-direito-a-memoria","category-direito-a-saude","category-direito-a-terra","category-direitos-das-mulheres","category-direitos-dos-povos-indigenas","category-direitos-dos-quilombolas","category-direitos-humanos","category-fe-e-politica","category-luta-pela-terra-e-reforma-agraria","category-meio-ambiente","category-movimentos-sociais-populares","category-pedagogia-emancipatoria","category-teologia-da-libertacao","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14594","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14594"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14594\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14598,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14594\/revisions\/14598"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14595"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14594"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14594"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14594"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}