{"id":15095,"date":"2026-04-18T10:38:03","date_gmt":"2026-04-18T13:38:03","guid":{"rendered":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=15095"},"modified":"2026-04-18T10:38:04","modified_gmt":"2026-04-18T13:38:04","slug":"o-caminho-de-volta-nao-e-para-tras-lc-2413-35-por-marcelo-barros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/o-caminho-de-volta-nao-e-para-tras-lc-2413-35-por-marcelo-barros\/","title":{"rendered":"O CAMINHO DE VOLTA N\u00c3O \u00c9 PARA TR\u00c1S (Lc 24,13-35) \u2013 Por Marcelo Barros"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>O CAMINHO DE VOLTA N\u00c3O \u00c9 PARA<\/strong> <strong>TR\u00c1S (Lc 24,13-35) <\/strong>\u2013 Por Marcelo Barros<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"900\" height=\"900\" src=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-15096\" srcset=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed-1.jpg 900w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed-1-300x300.jpg 300w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed-1-150x150.jpg 150w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/unnamed-1-768x768.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Neste 3\u00ba domingo da P\u00e1scoa, (ano A), repetimos o evangelho proposto para o pr\u00f3prio domingo da Ressurrei\u00e7\u00e3o, \u00e0 tarde ou \u00e0 noite. O fato de repeti-lo mostra-nos mais ainda que, mesmo no meio das dores e das lutas que vivemos, esses oito domingos pascais at\u00e9 a festa de Pentecostes formam como um s\u00f3 e \u00fanico dia de festa e alegria.&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A narrativa dos dois disc\u00edpulos que, no pr\u00f3prio domingo da ressurrei\u00e7\u00e3o, viajam fugindo de Jerusal\u00e9m \u00e0 aldeia de Ema\u00fas resume as diversas etapas que ocorrem com todos os disc\u00edpulos e disc\u00edpulas, no itiner\u00e1rio da f\u00e9:&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>1\u00ba &#8211; colocar-se a caminho.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>2\u00ba&nbsp; &#8211; caminhar juntos e juntas.<\/p>\n\n\n\n<p>3\u00ba &#8211; esquentar o cora\u00e7\u00e3o ao escutar a palavra de Deus.<\/p>\n\n\n\n<p>4\u00ba &#8211;&nbsp; Inserir-se com os pobres, companheiros de estrada e, a partir da\u00ed, reconhecer a presen\u00e7a de Jesus Ressuscitado no companheiro e companheira e, particularmente, na partilha do alimento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 biblistas que defendem que os dois disc\u00edpulos de Ema\u00fas sejam um casal.&nbsp; Afinal, conforme o relato do evangelho, eles parecem morar na mesma casa, j\u00e1 que levam Jesus para cear com eles em casa. Al\u00e9m disso, um dos dois chama-se Cleofas. Conforme o quarto evangelho, \u201c<em>ao p\u00e9 da cruz de Jesus, estavam sua m\u00e3e, uma irm\u00e3 de sua m\u00e3e, Maria, mulher de Cl\u00e9ofas e Maria Madalena\u201d<\/em> (Cf. Jo 19, 25).<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme a tradi\u00e7\u00e3o, essa Maria, mulher de Cl\u00e9ofas teria sido do grupo mais \u00edntimo das disc\u00edpulas, que tinham-se arriscado para acompanhar de perto todo o processo da condena\u00e7\u00e3o e crucifix\u00e3o de Jesus. \u00c9 dif\u00edcil imaginar que tenha havido outro Cl\u00e9ofas no grupo dos disc\u00edpulos, em Jerusal\u00e9m e arredores.&nbsp;Portanto, \u00e9 poss\u00edvel que os dois disc\u00edpulos de Ema\u00fas eram Cl\u00e9ofas e Maria, sua companheira, a mesma que estava com as outras companheiras ao p\u00e9 da cruz de Jesus e que, no relato da paix\u00e3o, aparece como &nbsp;\u201c<em>mulher de Cl\u00e9ofas. <\/em>\u201d. Assim sendo, possivelmente, ao fugir com medo de ser assassinado como Jesus, Cl\u00e9ofas n\u00e3o iria deixar para tr\u00e1s sua companheira Maria <a href=\"#_ftn1\" id=\"_ftnref1\">[1]<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Na primeira parte do texto, a volta do casal a Ema\u00fas parece significar a volta \u00e0 vida de antes. \u00c9 como se os dois n\u00e3o ousassem mais sonhar, esperar, viver a f\u00e9. Muitas vezes, n\u00f3s tamb\u00e9m, eu e voc\u00eas, encontramo-nos assim, nessa situa\u00e7\u00e3o. Quantas pessoas conhecemos que j\u00e1 foram da caminhada de CEBs, dos movimentos sociais ou mesmo de milit\u00e2ncia pol\u00edtica e, de repente, deixam tudo. Cansam-se ou, simplesmente, pensam que j\u00e1 deram o que podiam dar. Tentam viver como se tivessem superado essa fase do engajamento.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, em um momento do seu di\u00e1rio no c\u00e1rcere, Antonio Gramsci afirmava que quem atinge uma consci\u00eancia nova nunca mais consegue voltar ao que era antes. No plano interior e social, o caminho de volta&nbsp; n\u00e3o \u00e9 percorrido como recuo para tr\u00e1s. A hist\u00f3ria n\u00e3o volta. No entanto, h\u00e1 quem tente&#8230; Na narrativa do antigo \u00eaxodo dos hebreus para a terra prometida, a maior tenta\u00e7\u00e3o no deserto era a saudade das cebolas do Egito. Entre n\u00f3s, essa saudade assume outras formas. Pessoas que, em sua juventude, identificavam-se como de esquerda tra\u00edram sua hist\u00f3ria de vida por um cargo ou seguran\u00e7a econ\u00f4mica. Pessoas que, quando jovens, eram revolucion\u00e1rias, ao envelhecer, tornam-se conservadoras e mesmo reacion\u00e1rias. Homens e mulheres casadas descobrem que n\u00e3o estavam preparadas para compromisso s\u00e9rio e sentem falta das noitadas de solteiros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3pria realidade da vida desmonta sonhos e esperan\u00e7as. Parece que todos n\u00f3s caminhamos para as muitas Ema\u00fas da desist\u00eancia e da fragmenta\u00e7\u00e3o. Ema\u00fas torna-se s\u00edmbolo disso tudo. S\u00f3 que, naquele domingo, a experi\u00eancia dos disc\u00edpulos e disc\u00edpulas foi em dupla, ou como casal. No nosso caso, muitas vezes, o gosto amargo da desilus\u00e3o cria isolamento e n\u00e3o queremos partilhar isso com ningu\u00e9m.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A boa not\u00edcia do evangelho de hoje \u00e9 que, seja como for, gra\u00e7as a Deus, quando passamos por esse momento de desist\u00eancia dos projetos e da desilus\u00e3o, n\u00e3o somos largados ou abandonados. Em meio \u00e0s experi\u00eancias de desilus\u00e3o e tristeza pelas quais passamos, o pr\u00f3prio Cristo Ressuscitado aparece como companheiro de caminho, embora n\u00e3o seja reconhecido por n\u00f3s. Nossos olhos est\u00e3o incapacitados de v\u00ea-lo. N\u00e3o compreendemos o que ele quer dizer. Nossos cora\u00e7\u00f5es est\u00e3o amarrados demais para crer.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim como com aquele casal de disc\u00edpulos, no caminho, tamb\u00e9m conosco, Jesus parte sempre da realidade. Tamb\u00e9m a n\u00f3s, ele pergunta: <em>O que est\u00e1 acontecendo<\/em>? <em>O que voc\u00eas conversam pelo caminho?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante que sempre possamos dizer o que estamos vivendo, o que est\u00e1 acontecendo. \u00c9 fundamental expressar nossas desesperan\u00e7as, inseguran\u00e7as e medos. E como, no domingo da ressurrei\u00e7\u00e3o, ele fez aos disc\u00edpulos que iam a Ema\u00fas, tamb\u00e9m a cada um e cada uma de n\u00f3s, ele fala e explica as Escrituras, aplicando-as \u00e0 sua P\u00e1scoa. A\u00ed sim, ao escutar a sua Palavra, o nosso cora\u00e7\u00e3o arde e, assim como eles, n\u00f3s tamb\u00e9m come\u00e7amos a compreender.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No caso dos dois que caminhavam para Ema\u00fas, eles sentem reaquecer dentro do peito a esperan\u00e7a e o amor. Dizem um ao outro:<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201c- O nosso cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o ardia dentro de n\u00f3s, quando ele falava pelo caminho e nos explicava as escrituras?\u201d.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 por causa disso, insistiram:<\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8211; \u201cFica conosco, Senhor, porque j\u00e1 anoiteceu\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Foi o fato de terem sentido o sabor da palavra dele, que fez com que n\u00e3o quisessem mais larg\u00e1-lo, mesmo sem reconhec\u00ea-lo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Sempre h\u00e1 esses dois tipos de pessoas: H\u00e1 aquelas \u00e0s quais a Palavra toca e queima. H\u00e1 outras que podem at\u00e9 achar bonito, mas n\u00e3o deixam que a Palavra penetre no mais \u00edntimo do seu ser.<\/p>\n\n\n\n<p>De todo modo, para n\u00f3s a express\u00e3o tornou-se refr\u00e3o pascal que repetimos nesse tempo pascal:&nbsp;\u201c<em>Senhor, fica conosco, porque j\u00e1 anoiteceu<\/em>\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na segunda parte do relato, o casal e o companheiro que tinham encontrado pelo caminho re\u00fanem-se para a ceia, na qual repartem o p\u00e3o. Embora n\u00e3o fale de vinho (s\u00f3 de p\u00e3o), o texto evang\u00e9lico de Ema\u00fas alude que o h\u00f3spede mal conhecido deles pronunciou a b\u00ean\u00e7\u00e3o sobre o p\u00e3o. \u00c9 estranho que um estranho chegue, pela primeira vez, em sua casa e tome a iniciativa de dizer a b\u00ean\u00e7\u00e3o sobre o p\u00e3o. Era como se quisesse chamar aten\u00e7\u00e3o sobre si, isso \u00e9, quisesse ali, naquele momento, revelar quem, de fato, era.<\/p>\n\n\n\n<p>Para revelar a sua identidade mais profunda, o Cristo ressuscitado deu tr\u00eas sinais aos disc\u00edpulos de Ema\u00fas: o sinal da Hist\u00f3ria, da Palavra e o do p\u00e3o repartido. At\u00e9 hoje, as comunidades mant\u00eam esses tr\u00eas sinais como elementos fundamentais de nossos encontros de f\u00e9, sacramentos e instrumentos da presen\u00e7a dele no meio de n\u00f3s.&nbsp;Manter viva a mem\u00f3ria da hist\u00f3ria libertadora, discernir a Palavra de Deus nos fatos da vida e viver vida de partilha: eis o segredo na constru\u00e7\u00e3o do reinado divino a partir do aqui e do agora.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir da\u00ed, os dois disc\u00edpulos vivem uma reviravolta no cora\u00e7\u00e3o e no rumo de suas vidas. Mesmo \u00e0 noite, voltam correndo a Jerusal\u00e9m. Ser\u00e1 que nossas celebra\u00e7\u00f5es da ceia de Jesus conseguem, hoje, tocar, assim, em algu\u00e9m? A volta deles&nbsp; \u00e9 o contr\u00e1rio da vinda. Voltam ao grupo para retomar a miss\u00e3o e o testemunho da ressurrei\u00e7\u00e3o. Geograficamente, voltam \u00e0 Jerusal\u00e9m de antes. No entanto, voltam diferentes do que eram, antes da P\u00e1scoa e do que eram no caminho a Ema\u00fas. Agora, voltam no sentido de convers\u00e3o. Quando chegam l\u00e1, j\u00e1 encontram o testemunho dos onze que dizem: \u201c<em>O Senhor ressuscitou realmente<\/em>\u201d . Antes de chegarem a Ema\u00fas, no mundo externo, havia a luz do dia. No entanto, interiormente, eles estavam na escurid\u00e3o, pois estavam com medo e desanimados. Depois, na volta de Ema\u00fas, o caminho era escuro, de noite. No entanto, dentro deles j\u00e1 irradiava a luz da coragem, da esperan\u00e7a e da alegria por experimentar Jesus Cristo vivo e ressuscitado com eles.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, os dois contam como o reconheceram na hora em que ele repartiu o p\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u00c9 pena que, com o tempo, as Igrejas tornaram as celebra\u00e7\u00f5es da Eucaristia cultos clericais e estilizados. Que diferen\u00e7a imensa da ceia de Jesus, que foi, essencialmente, partilha e da ceia que reunia as comunidades dos primeiros tempos do Cristianismo. Como seria bom que pud\u00e9ssemos refazer na simplicidade das nossas casas a ceia de Ema\u00fas, como sacramento de conv\u00edvio em nossas Igrejas dom\u00e9sticas e comunidades.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Nas espiritualidades negras e ind\u00edgenas, a partilha do alimento \u00e9 tamb\u00e9m sacramento da intimidade com o Divino. Nos cultos afro, n\u00e3o h\u00e1 Candombl\u00e9 sem comida. E n\u00e3o h\u00e1 comida sem partilha.<\/p>\n\n\n\n<p>Como seria bem que pud\u00e9ssemos ver em todas as nossas refei\u00e7\u00f5es, sacramentos de comunh\u00e3o e da presen\u00e7a de Jesus. Hoje, na Am\u00e9rica Latina, as comunidades crist\u00e3s populares reencontraram a alegria de celebrar \u00e1gapes eucar\u00edsticos e assim restituem \u00e0s celebra\u00e7\u00f5es da Ceia de Jesus o seu car\u00e1ter de refei\u00e7\u00e3o fraterna e de sinal de que queremos viver uma economia de partilha e amor.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> &#8211; Cf. VIRGILI, Rosanna. <strong>Vangelo secondo Luca <\/strong><em>(Traduzione e commento). <\/em>Milano: Ancora, 2018, p. 471.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O CAMINHO DE VOLTA N\u00c3O \u00c9 PARA TR\u00c1S (Lc 24,13-35) \u2013 Por Marcelo Barros Neste 3\u00ba domingo da P\u00e1scoa, (ano A), repetimos o evangelho proposto para o pr\u00f3prio domingo da Ressurrei\u00e7\u00e3o, \u00e0 tarde ou \u00e0<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":15096,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,22,27,30,43,26],"tags":[],"class_list":["post-15095","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-cebs-comunidades-eclesiais-de-base","category-direitos-humanos","category-fe-e-politica","category-pedagogia-emancipatoria","category-teologia-da-libertacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15095","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15095"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15095\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15097,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15095\/revisions\/15097"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15096"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15095"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15095"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15095"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}