{"id":166,"date":"2012-04-14T11:47:28","date_gmt":"2012-04-14T14:47:28","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=166"},"modified":"2016-09-01T18:16:29","modified_gmt":"2016-09-01T21:16:29","slug":"as-cebs-e-os-movimentos-populares-a-servico-da-vida-no-nordeste-e-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/as-cebs-e-os-movimentos-populares-a-servico-da-vida-no-nordeste-e-no-brasil\/","title":{"rendered":"As CEBs e os Movimentos Populares a servi\u00e7o da vida no Nordeste e no Brasil."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><span style=\"font-size: large;\"> <strong>As CEBs e os Movimentos Populares a servi\u00e7o da vida no Nordeste e no Brasil.<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"center\">Gilvander Lu\u00eds Moreira<a href=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=3#_ftn1\">[1]<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sigamos o m\u00e9todo Ver-Julgar-Agir &#8211; m\u00e9todo da Teologia da Liberta\u00e7\u00e3o &#8211; para analisarmos o assunto \u201cCEBs e Movimentos Populares a servi\u00e7o da vida no Nordeste e no Brasil.\u201d  <!--more-->  No <strong>Ver<\/strong>, fa\u00e7amos a an\u00e1lise de conjuntura a partir da realidade dos pobres do Nordeste. No <strong>Julgar<\/strong>, iluminemos a realidade com a luz dos textos b\u00edblicos, das Ci\u00eancias Humanas e da sabedoria popular. No <strong>Agir<\/strong>, coloquemos m\u00e3os \u00e0 obra, com CEBs \u2013 Comunidades Eclesiais de Base &#8211; e Movimentos Populares de m\u00e3os dadas na luta por justi\u00e7a permeada de ternura, \u00e9tica e solidariedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para refrescar a mem\u00f3ria faz bem prestarmos aten\u00e7\u00e3o ao profundo significado das palavras \u201cComunidades Eclesiais de Base \u2013 CEBs\u201d. <strong>O \u201cC\u201d diz Comunidade<\/strong>, aponta o jeito de viver e conviver, afugenta o individualismo e o ego\u00edsmo. \u201c<em>Se vivo sozinha sou apenas um peda\u00e7o; sou inteira quando vivo pertencendo a uma comunidade<\/em>\u201d, diz, feliz da vida, Carminha, participante de CEBs. <strong>O \u201cE\u201d diz Eclesial<\/strong>, que \u00e9 diferente de eclesi\u00e1stica; diz respeito a assembl\u00e9ia, comunh\u00e3o, reuni\u00e3o, enfim, povo de Deus, a p\u00e9rola encontrada pelo Conc\u00edlio Vaticano II: Igreja \u00e9 povo de Deus. Essa perspectiva convida ao protagonismo das\/os leigas\/os e inibe a submiss\u00e3o que se d\u00e1 em igreja hierarquizada. <strong>O \u201cB\u201d diz Base<\/strong> social e eclesial. Quer dizer, as CEBs s\u00e3o igreja a partir da base social, dos pobres, e \u00e9 igreja a partir da base eclesial, das\/dos leigas\/os. Assim, as CEBs t\u00eam como miss\u00e3o vivenciar a op\u00e7\u00e3o pelos pobres na sociedade e na Igreja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas d\u00e9cadas de 70 e 80 do s\u00e9culo XX se dizia: \u201cAs CEBs s\u00e3o sementeiras de Movimentos Populares.\u201d \u00c9 preciso resgatar esse vigor. N\u00e3o d\u00e1 para entender que haja participante de CEBs sem ser participante de algum movimento popular. CEBs n\u00e3o s\u00e3o movimentos populares, mas CEBs e Movimentos Populares devem andar de m\u00e3os dadas. Os movimentos populares tamb\u00e9m devem ser sementeiras de CEBs. No Brasil, e especificamente no Nordeste, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel pensar e lutar pela constru\u00e7\u00e3o de um Outro Mundo, justo e solid\u00e1rio, e de uma Outra Igreja, justa e solid\u00e1ria, sem unir umbilicalmente as dimens\u00f5es da m\u00edstica religiosa e b\u00edblica \u00e0s lutas populares. Como ficar calado e n\u00e3o lutar diante de tanta injusti\u00e7a?! Com a gra\u00e7a do Deus da vida, a luta a servi\u00e7o da vida concreta est\u00e1 acontecendo em uma imensa rede de CEBs e de Movimentos Populares existentes no Nordeste e no Brasil. Express\u00e3o disso est\u00e1 nas Pastorais Sociais \u2013 CPT, P.O, CIMI, pastoral da Crian\u00e7a, Pastoral Carcer\u00e1ria, C\u00e1ritas etc \u2013 e em milhares de movimentos populares que se aglutinam na Via Campesina \u2013 MST, MAB, MPA etc -, na ASA \u2013 Articula\u00e7\u00e3o do Semi-\u00e1rido -, na Articula\u00e7\u00e3o Popular S\u00e3o Francisco Vivo etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CEBs e Movimentos Populares devem estar a servi\u00e7o da vida no Nordeste e no Brasil. Mas <strong>que tipo de servi\u00e7o?<\/strong> N\u00e3o pode ser um servi\u00e7o ing\u00eanuo, assistencialista, clientelista, paternalista, como o Bolsa Fam\u00edlia do Governo Federal. Deve ser um servi\u00e7o que reforce as lutas por justi\u00e7a. <strong>Que tipo de vida?<\/strong> \u00c9 bobeira defender a vida em abstrato. Temos que defender os seres vivos no concreto, a partir do ser humano, especialmente a partir do mais empobrecido. Logo, \u00e9 necess\u00e1rio ter consci\u00eancia cr\u00edtica e conhecimento das tramas que envolvem todas as quest\u00f5es. A vis\u00e3o da grande imprensa e do senso comum, normalmente, refor\u00e7am os sistemas de opress\u00e3o, permitem apenas colocar panos quentes sobre feridas. E <strong>a partir de qual Nordeste e de qual Brasil?<\/strong> Claro que CEBs e Movimentos Populares n\u00e3o podem pensar e agir a partir do Nordeste (e do Brasil) tur\u00edstico e dominante, o que imp\u00f5e opress\u00e3o sobre a maioria do povo. Temos que servir solidariedade e justi\u00e7a defendendo a vida <strong>A PARTIR dos exclu\u00eddos do Nordeste e do Brasil,<\/strong> onde h\u00e1 gritos ensurdecedores por justi\u00e7a, principalmente por justi\u00e7a ambiental. A preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente deve considerar os aspectos sociais, os seres que trabalham e vivem nos lugares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com essas balizas, convido voc\u00ea a visitar os relatos dos evangelhos sobre a partilha dos p\u00e3es. Eles nos ensinam como atacar pela raiz os problemas da fome, da cerca, da doen\u00e7a e da injusti\u00e7a. Ensina-nos como devemos servir \u00e0 vida de forma libertadora, n\u00e3o ing\u00eanua. Vejamos sete passos seguidos por Jesus, pelas primeiras Comunidades Eclesiais de Base e por movimentos populares da \u00e9poca do Filho de Maria e de Jos\u00e9, que de t\u00e3o humano tornou-se divino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. A fome, como a febre, era um problema t\u00e3o s\u00e9rio na vida dos primeiros crist\u00e3os e crist\u00e3s, que os quatro evangelhos da B\u00edblia relatam Jesus partilhando p\u00e3es e saciando a fome do povo (cf. Mt 14,13-21; Mc 6,32-44; Lc 9,10-17 e Jo 6,1-13). O evangelho de Mateus mostra que o povo faminto \u201c<em>vem das cidades<\/em>\u201d, ou seja, as cidades, ao inv\u00e9s de serem locais de exerc\u00edcio da cidadania, se tornaram espa\u00e7os de exclus\u00e3o e de viol\u00eancia sobre os corpos humanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. \u201c<em>Jesus atravessa para a outra margem do mar da Galileia<\/em>\u201d (Jo 6,1), entra no mundo dos gentios, dos pag\u00e3os, dos impuros, enfim, dos exclu\u00eddos. Jesus n\u00e3o fica no mundo dos inclu\u00eddos, mas estabelece comunica\u00e7\u00e3o efetiva e afetiva entre o mundo dos inclu\u00eddos e o mundo dos exclu\u00eddos. Assim, tabus e preconceitos se desmoronam gradativamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. Profundamente comovido, porque \u201c<em>os pobres est\u00e3o como ovelhas sem pastor<\/em>\u201d (Mc 6,34), Jesus percebe que os governantes da sociedade e l\u00edderes religiosos n\u00e3o estavam sendo libertadores, mas estavam colocando fardos pesados nas costas do povo pobre. Com olhar altivo e penetrante, Jesus v\u00ea uma grande multid\u00e3o de famintos que vem ao seu encontro, s\u00f3 no Brasil s\u00e3o milh\u00f5es de pessoas que t\u00eam os corpos implodidos pela bomba silenciosa da fome de justi\u00e7a, pela viol\u00eancia, pela droga, pelo latif\u00fandio, pela exclus\u00e3o e por movimentos religiosos espiritualistas que enganam e alienam o povo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. Jesus n\u00e3o sentiu medo dos pobres, aproximou-se e procurou superar a fome que os golpeava e humilhava. Apareceram dois projetos para resgatar a cidadania do povo faminto. O primeiro foi apresentado por Filipe: \u201c<em>Onde vamos comprar p\u00e3o para alimentar tanta gente<\/em>?\u201d (Jo 6,5). No mesmo tom, outros disc\u00edpulos tentavam lavar as m\u00e3os: \u201c<em>Despede as multid\u00f5es para que v\u00e3o aos povoados comprar alimento para si<\/em>.\u201d (Mt 14,15). Filipe est\u00e1 dentro do mercado e pensa a partir do mercado. Est\u00e1 pensando que o mercado \u00e9 um deus capaz de salvar as pessoas. Cheio de boas inten\u00e7\u00f5es, Filipe n\u00e3o percebe que est\u00e1 dentro da idolatria do mercado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5. O segundo projeto \u00e9 posto \u00e0 baila por Andr\u00e9, um outro disc\u00edpulo de Jesus, que, mesmo se sentindo fraco, acaba revelando: \u201c<em>Eis um menino com cinco p\u00e3es e dois peixes<\/em>\u201d (Jo 6,9). Jesus acorda nos disc\u00edpulos e disc\u00edpulas a responsabilidade social, ao dizer: \u201c<em>Voc\u00eas mesmos devem alimentar os famintos<\/em>\u201d (Mt 14,16). Jesus quer que todos ponham m\u00e3os \u00e0 obra. Nada de desculpas esfarrapadas e racionaliza\u00e7\u00f5es que tranq\u00fcilizem consci\u00eancias. Jesus pulou de alegria e, abra\u00e7ando o projeto que vem de Andr\u00e9 (<em>Andros <\/em>= humano, em grego), anima o povo a \u201csentar na grama\u201d (Jo 6,10). Aqui aparecem duas caracter\u00edsticas fundamentais do processo protagonizado por Jesus para levar o povo da exclus\u00e3o \u00e0 cidadania na cidade e \u00e0 camponia no campo. Jesus convida o povo para sentar-se. Por qu\u00ea? Na sociedade escravocrata do Imp\u00e9rio Romano somente as pessoas livres e cidad\u00e3s podiam comer sentadas. Os escravos deviam comer de p\u00e9, pois n\u00e3o podiam perder tempo de trabalho. Era s\u00f3 engolir e retomar o servi\u00e7o \u00e1rduo. 1\/3 da popula\u00e7\u00e3o era escravo e outro ter\u00e7o, semi-escravo. Logo, quando Jesus inspira o povo para se sentar, ele est\u00e1, em outros termos, defendendo que os escravos t\u00eam direitos e devem ser tratados como cidad\u00e3os na cidade e camponeses no campo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6. Por que sentar na grama? A refer\u00eancia \u00e0 exist\u00eancia de \u201cgrama\u201d no local indica que o povo est\u00e1 no campo, na zona rural, e \u00e9 a partir de uma reorganiza\u00e7\u00e3o da vida no campo que poder\u00e1 advir uma solu\u00e7\u00e3o radical para a fome, a viol\u00eancia e todos os outros problemas que afligem o povo nas cidades. Em outras palavras, o combate que liberta da fome e da viol\u00eancia passa necessariamente pela realiza\u00e7\u00e3o de uma aut\u00eantica Reforma Agr\u00e1ria. N\u00e3o d\u00e1 para continuar a in\u00edqua estrutura fundi\u00e1ria no Brasil, com 2% da popula\u00e7\u00e3o sendo propriet\u00e1ria de quase 50% da terra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7. Jesus estimula a organiza\u00e7\u00e3o dos famintos. \u201c<em>Sentem-se, em grupos de cem, de cinq\u00fcenta, de dez&#8230;<\/em>\u201d (Mc 6,40). Assim Jesus e os primeiros crist\u00e3os nos inspiram que a resolu\u00e7\u00e3o dos problemas da fome, da cerca, da doen\u00e7a, da viol\u00eancia e da injusti\u00e7a s\u00f3 ser\u00e3o superados quando o povo marginalizado e exclu\u00eddo se organizar e partir para a luta. Jesus provoca a solidariedade conclamando para a organiza\u00e7\u00e3o dos marginalizados como meio para se chegar \u00e0 vida em abund\u00e2ncia para todos e tudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Concluindo&#8230;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em uma linguagem b\u00edblica, podemos dizer que os desafios das CEBs e dos Movimentos Populares irrompem sempre a partir de esterilidade e virgindade f\u00e9rteis. O profeta Ezequiel, por exemplo, atento aos sussurros e cochichos do Deus solid\u00e1rio e libertador, olhava para o povo exilado pelo imp\u00e9rio babil\u00f4nico e via como que um vale cheio de ossos. Pouco a pouco esses ossos come\u00e7am a se mexer, v\u00e3o se aproximando e se esfregando uns nos outros. Assim suscitam as energias, que viabilizam a irrup\u00e7\u00e3o de nervos e articula\u00e7\u00f5es, para, enfim, desaguar em uma ressurrei\u00e7\u00e3o de ossos tidos como ressequidos (Ez 37,1-14).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aprendemos que direitos s\u00f3 v\u00eam com a organiza\u00e7\u00e3o e luta da classe trabalhadora. Estamos numa sociedade de classe com interesses antag\u00f4nicos. A classe dominante sempre vai querer dominar e para isso tem que pisar na classe trabalhadora. Se essa n\u00e3o se une, n\u00e3o se organiza e luta, ser\u00e1 sempre sapo debaixo do p\u00e9 de boi. \u00c9 necess\u00e1rio meter o p\u00e9 no barranco e resistir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante da avalanche<em> <\/em>de injusti\u00e7as sociais e de devasta\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica em progress\u00e3o geom\u00e9trica sentimos, muitas vezes, uma grande impot\u00eancia. Parece que estamos caminhando para um apocalipse da vida sobre nossa \u00fanica casa comum, o planeta \u00c1gua, erroneamente chamado de planeta Terra. Mas a fina flor da experi\u00eancia b\u00edblica indica-nos que os momentos de crise s\u00e3o profundamente f\u00e9rteis. \u201cO deserto \u00e9 f\u00e9rtil\u201d, dizia Dom H\u00e9lder C\u00e2mara, o santo rebelde do nordeste. Padre Ibiapina, Padre C\u00edcero, Beato Z\u00e9 Louren\u00e7o, Ant\u00f4nio Conselheiro e tantos outros\/as transformaram situa\u00e7\u00f5es de crise em a\u00e7\u00f5es que fertilizaram a vida do povo. Sigamos o legado espiritual prof\u00e9tico desses homens de Deus e do povo. Em todas as pessoas h\u00e1 potencialidades que precisam ser acordadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 fundamental reconhecer que estamos participando de processos, de uma caminhada constitu\u00edda de uma infinidade de passos que devem ser articulados entre si. Se ficarmos contemplando apenas o tamanho do Golias, n\u00e3o perceberemos a for\u00e7a e a grandeza presente no pequeno Davi. O sistema opressor e depredador \u00e9 um gigante, mas tem p\u00e9s de barro. A hist\u00f3ria demonstra que, quando menos se espera, guinadas na hist\u00f3ria s\u00e3o dadas e os ventos come\u00e7am a soprar em outra dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nessa perspectiva lutam o povo das CEBs e dos Movimentos Populares, de m\u00e3os dadas. De 18 a 22 de julho de 2012, em Itabuna, na Bahia, o Nordest\u00e3o das CEBs, encontro preparat\u00f3rio para o 13\u00ba Intereclesial das CEBs, que acontecer\u00e1 na Diocese de Crato, no Cear\u00e1, de 7 a 11 de janeiro de 2014, nos convida: <strong>Vem, entra na roda com a gente! Voc\u00ea tamb\u00e9m \u00e9 importante&#8230;<\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<hr width=\"33%\" size=\"1\" \/>\n<p><a href=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=3#_ftnref1\">[1]<\/a> Frei e padre Carmelita, mestre em Exegese B\u00edblica, professor de Teologia B\u00edblica, assessor da CPT, CEBs, CEBI, SAB e Via Campesina; e-mail: <a href=\"mailto:gilvander@igrejadocarmo.com.br\">gilvander@igrejadocarmo.com.br<\/a> &#8211; <a href=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=3\">www.gilvander.org.br<\/a> \u2013 facebook: gilvander.moreira \u2013 Texto escrito em Belo Horizonte, dia 19\/03\/2012, dia de S\u00e3o Jos\u00e9, homem justo.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As CEBs e os Movimentos Populares a servi\u00e7o da vida no Nordeste e no Brasil. Gilvander Lu\u00eds Moreira[1] Sigamos o m\u00e9todo Ver-Julgar-Agir &#8211; m\u00e9todo da Teologia da Liberta\u00e7\u00e3o &#8211; para analisarmos o assunto \u201cCEBs e<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-166","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/166","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=166"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/166\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":261,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/166\/revisions\/261"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=166"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=166"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=166"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}