{"id":2402,"date":"2018-07-24T14:35:32","date_gmt":"2018-07-24T17:35:32","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=2402"},"modified":"2018-07-24T14:35:32","modified_gmt":"2018-07-24T17:35:32","slug":"forca-de-trabalho-e-ideologia-oxigenio-das-relacoes-do-capital","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/forca-de-trabalho-e-ideologia-oxigenio-das-relacoes-do-capital\/","title":{"rendered":"For\u00e7a de trabalho e ideologia, oxig\u00eanio das rela\u00e7\u00f5es do capital"},"content":{"rendered":"<p><strong>For\u00e7a de trabalho e ideologia, oxig\u00eanio das rela\u00e7\u00f5es do capital.\u00a0<\/strong>Por Gilvander Moreira<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2403 alignleft\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/karl-marx-35-728-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/karl-marx-35-728-300x225.jpg 300w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/karl-marx-35-728.jpg 728w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em muitas passagens de <em>O Capital<\/em>, o fil\u00f3sofo Karl Marx se refere \u00e0 classe dominante, integrada por capitalistas, especuladores de bolsa, propriet\u00e1rios de terra, e \u00e0 classe prolet\u00e1ria, que \u00e9 composta pelos trabalhadores: todos aqueles que, n\u00e3o tendo outra coisa, s\u00e3o obrigados a vender sua for\u00e7a de trabalho. S\u00e3o trabalhadores das ind\u00fastrias, das f\u00e1bricas, assalariados, trabalhadores camponeses, entre outros, que vendem sua for\u00e7a de trabalho como mercadoria para os capitalistas. De uma forma anal\u00f3gica, podemos dizer que \u201ca mol\u00e9cula Trabalho encontra-se com a mol\u00e9cula Capital e produzem o ser do Capital\u201d (IASI, 2006, p. 91). A for\u00e7a de trabalho \u00e9 uma esp\u00e9cie de oxig\u00eanio para manter vivas as rela\u00e7\u00f5es do capital.\u00a0 No capitalismo, as classes sociais tecem rela\u00e7\u00f5es sociais de interesses contradit\u00f3rios entre capital e trabalho. \u00d3bvio que h\u00e1 diferencia\u00e7\u00e3o no interior da classe trabalhadora, na qual est\u00e3o os trabalhadores assalariados, entre os quais os qualificados (engenheiros, diretores, administradores etc.), a chamada classe m\u00e9dia \u2013 pequena burguesia -, que n\u00e3o \u00e9 propriamente uma classe, pois tem sempre identidade amb\u00edgua por estar mais voltada para a classe dominante e de costas para a classe trabalhadora. \u201cUm latifundi\u00e1rio \u00e9 propriet\u00e1rio de meios de produ\u00e7\u00e3o, mas, n\u00e3o os utilizando como capital e n\u00e3o contratando for\u00e7a de trabalho assalariada, n\u00e3o se constitui em burgu\u00eas, formando uma classe \u00e0 parte\u201d (IASI, 2011, p. 107), mas cumpre ressaltar que, no caso do Brasil, h\u00e1 uma estreita sintonia entre os grandes propriet\u00e1rios de terra que normalmente s\u00e3o as grandes empresas e empres\u00e1rios da cidade. Assim, os grandes propriet\u00e1rios de terra que est\u00e3o inseridos no agroneg\u00f3cio s\u00e3o intrinsecamente capitalistas, pois, al\u00e9m de lucrar com a renda da terra, compram a for\u00e7a de trabalho, produzem mais-valia e, assim, acumulam capital.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O conceito de classe \u00e9 relacional. H\u00e1 classe trabalhadora assalariada, porque h\u00e1 a classe capitalista propriet\u00e1ria dos meios de produ\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 apenas a determina\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica que define a classe, mas tamb\u00e9m a determina\u00e7\u00e3o sociocultural. A consci\u00eancia e a a\u00e7\u00e3o s\u00e3o fatores que constituem a classe. Em algum momento da hist\u00f3ria, as classes se tornam sujeitos hist\u00f3ricos, pois a hist\u00f3ria \u00e9 movida pela luta de classes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 necess\u00e1rio restar evidente o conceito de \u201cideologia\u201d que \u201csurgiu durante a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, primeiramente como o nome de uma nova ci\u00eancia fundada pelos assim chamados ide\u00f3logos franceses. Foi Destutt de Tracy que, em abril de 1796, introduziu esse conceito em uma confer\u00eancia proferida no Instituto Nacional de Paris. Por ideologia, Destutt de Tracy entendia uma ci\u00eancia das ideias que deveria ser a ci\u00eancia primeira e fundamental. Os ide\u00f3logos polemizavam contra a metaf\u00edsica e a ideologia e, politicamente, defendiam pontos de vista liberais. Napole\u00e3o, que inicialmente fora um disc\u00edpulo dos ide\u00f3logos, concebia \u201cideologia\u201d como fr\u00edvolas brincadeiras do pensamento e invencionices v\u00e3s e rejeitava sua influ\u00eancia sobre a pol\u00edtica. \u201cOs ide\u00f3logos franceses entendiam \u2018ideia\u2019 como representa\u00e7\u00e3o obtida sensivelmente e acreditavam, com isso, ter encontrado um fundamento seguro para toda filosofia. Napole\u00e3o, por\u00e9m, d\u00e1 ao conceito o significado de um conte\u00fado que transcende a empiria e a realidade, de modo que, para ele, a ideologia representa apenas um racioc\u00ednio e uma teoria desessencializada e distante da pr\u00e1tica, uma forma de pensamento com pretens\u00f5es ileg\u00edtimas a uma validade pr\u00e1tica. Com Napole\u00e3o, o conceito de ideologia se torna um conceito pol\u00eamico, com o qual os advers\u00e1rios pol\u00edticos devem ser desqualificados\u201d\u201d (DIERS, nota n. 14, <em>apud<\/em> MARX; ENGELS, 2007, p. 548).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entendemos ideologia como todas as ideias produzidas pela classe dominante, ideias que mascaram e escamoteiam os conflitos sociais, injusti\u00e7as sociais e viol\u00eancias praticadas na sociedade capitalista sob o signo do capital. Com Marx e Engels definimos ideologia como \u201ca forma distorcida, carola e hip\u00f3crita, pela qual os burgueses expressam seus interesses particulares como interesses universais\u201d (MARX; ENGELS, 2007, p. 170). Com ideologia &#8211; ideias abstratas \u2013 atacam-se apenas ilus\u00f5es, mas n\u00e3o os verdadeiros poderes dominantes do mundo do capital (Cf. MARX; ENGELS, 2007, p. 232). Assim, segundo Marx, a ideologia pressup\u00f5e uma rela\u00e7\u00e3o social de domina\u00e7\u00e3o, o encobrimento da realidade conflituosa e violentadora de uma sociedade de classes antag\u00f4nicas e a apresenta\u00e7\u00e3o de ideias e concep\u00e7\u00f5es de mundo particulares como se fossem universais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 engano pensar a sociedade capitalista como sendo \u201ccomposta por apenas duas classes sociais: a burguesia (os capitalistas) e o proletariado (os trabalhadores assalariados)\u201d (OLIVEIRA, 2004, p. 34). Segundo Marx a sociedade moderna \u2013 capitalista \u2013 \u00e9 composta por tr\u00eas grandes classes: proletariado, burguesia e propriet\u00e1rios de terra. \u201cOs propriet\u00e1rios de mera for\u00e7a de trabalho, os propriet\u00e1rios de capital e os propriet\u00e1rios da terra, cujas respectivas fontes de rendimentos s\u00e3o o sal\u00e1rio, o lucro e a renda fundi\u00e1ria, portanto, assalariados, capitalistas e propriet\u00e1rios de terra, constituem as tr\u00eas grandes classes da sociedade moderna, que se baseia no modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista\u201d (MARX, 1986, p. 317).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marx, Engels e marxistas usam com frequ\u00eancia os termos \u2018produ\u00e7\u00e3o\u2019 e \u2018reprodu\u00e7\u00e3o\u2019. N\u00e3o podemos entender como se \u2018produ\u00e7\u00e3o\u2019 dissesse respeito apenas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de mercadorias e \u2018reprodu\u00e7\u00e3o\u2019 no sentido biol\u00f3gico de recomposi\u00e7\u00e3o das pessoas pela gera\u00e7\u00e3o e nascimento de novos seres humanos. Lefebvre precisa o sentido de \u2018produ\u00e7\u00e3o\u2019 e \u2018reprodu\u00e7\u00e3o\u2019 usado por Marx e Engels: \u201cNum retorno \u00e0s fontes, ou seja, \u00e0s obras da juventude de Marx (sem, no entanto, deixar de lado <em>O capital<\/em>), o termo produ\u00e7\u00e3o readquire um sentido amplo e vigoroso. Sentido esse que se desdobra. A produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o se reduz \u00e0 fabrica\u00e7\u00e3o de produtos. O termo designa, de uma parte, a cria\u00e7\u00e3o de obras (incluindo o tempo e o espa\u00e7o sociais), em resumo, a produ\u00e7\u00e3o \u2018espiritual\u2019, e, de outra parte, a produ\u00e7\u00e3o material, a fabrica\u00e7\u00e3o de coisas. Ele designa tamb\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o do \u2018ser humano\u2019 por si mesmo, no decorrer de seu desenvolvimento hist\u00f3rico. Isso implica a produ\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es sociais. Enfim, tomada em toda a sua amplitude, o termo envolve <em>reprodu\u00e7\u00e3o\u201d<\/em> (LEFEBVRE, 1991, p. 37).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por \u2018rela\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o\u2019 entendemos \u201co conjunto das rela\u00e7\u00f5es que se estabelecem entre as pessoas em uma sociedade determinada, no processo de produ\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es materiais de sua exist\u00eancia\u201d (OLIVEIRA, 2007, p. 36). Por \u2018rela\u00e7\u00f5es capitalistas de produ\u00e7\u00e3o\u2019 entendemos as \u201crela\u00e7\u00f5es baseadas no processo de separa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores dos meios de produ\u00e7\u00e3o, ou seja, os trabalhadores devem aparecer no mercado como trabalhadores livres de toda a propriedade, exceto de sua pr\u00f3pria for\u00e7a de trabalho\u201d (OLIVEIRA, 2007, p. 36). O\/a trabalhador\/a \u00e9 considerado\/a \u2018livre\u2019 no sentido de n\u00e3o ter propriedade alguma, al\u00e9m do seu pr\u00f3prio corpo. \u201cO capital n\u00e3o o priva apenas de mercadorias, reduzindo-o a consumidor marginal, mas priva-o, tamb\u00e9m, do conhecimento e do saber adequados \u00e0 compreens\u00e3o e \u00e0 explica\u00e7\u00e3o do capitalismo\u201d (MARTINS, 1989, p. 106). Enfim, \u00e9 por isso que a for\u00e7a de trabalho e a ideologia dominante s\u00e3o o oxig\u00eanio das rela\u00e7\u00f5es superexploradoras do sistema do capital.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Refer\u00eancia <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IASI, Mauro Luis.<strong> Ensaios sobre consci\u00eancia e emancipa\u00e7\u00e3o. <\/strong>2\u00aa edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">_____. <strong>As metamorfoses da consci\u00eancia de classe: o PT entre a nega\u00e7\u00e3o e o consentimento<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">LEFEBVRE, Henri. Estrutura social: a reprodu\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es sociais. In: FORACCHI; Martins (org.). <strong>A vida cotidiana no mundo moderno<\/strong>. S\u00e3o Paulo: \u00c1tica, 1991.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MARTINS, Jos\u00e9 de Souza. <strong>Caminhada no ch\u00e3o da noite: emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e liberta\u00e7\u00e3o nos movimentos sociais do campo.<\/strong> S\u00e3o Paulo: HUCITEC, 1989.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MARX, Karl. <strong>O Capital<\/strong>, livro III, vol. III, tomo 2. S\u00e3o Paulo: Nova Cultural, 1986.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. <strong>A Ideologia Alem\u00e3<\/strong>: cr\u00edtica da mais recente Filosofia alem\u00e3 em seus representantes Feuerbach, B. Bauer e Stirner, e do socialismo alem\u00e3o em seus diferentes profetas (1845-1846). S\u00e3o Paulo: Boitempo Editorial, 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de. <strong>Modo de Produ\u00e7\u00e3o Capitalista, Agricultura e Reforma Agr\u00e1ria<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Labur Edi\u00e7\u00f5es, 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de; MARQUES, Marta Inez Medeiros (Orgs. ). <strong>O Campo no s\u00e9culo XXI: territ\u00f3rio de vida, de luta e de constru\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a social<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Casa Amarela e Paz e Terra, 2004.<\/p>\n<p>Belo Horizonte, MG, Brasil, 24 de julho de 2018.<\/p>\n<p><strong>Obs<\/strong>.: Os v\u00eddeos, abaixo, ilustram o texto, acima.<\/p>\n<p><strong>1 &#8211; Ilha das Flores Completo Melhor Resolu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_51115\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bVjhNaX57iA?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p><strong>2 &#8211; Silvinho\/MST: ORGANIZA\u00c7\u00c3O, CORAGEM, UNIDADE. Campo do Meio\/MG &#8211; 11\/12\/2017.<\/strong><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_12213\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/G_QK_aP87Fw?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p><strong>3 &#8211; Leonardo P\u00e9ricles\/MLB &#8211; 1a Parte &#8211; Encontro Estadual do Conselho da CPT\/MG -BH\/MG &#8211; 17\/11\/ 2017<\/strong><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_50529\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zqIjwVu2YlY?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP<strong>\/<\/strong>SP; mestre em Ci\u00eancias B\u00edblicas; assessor da CPT, CEBI, SAB e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. de \u201cMovimentos Sociais Populares e Direitos Humanos\u201d no IDH, em Belo Horizonte, MG.<\/p>\n<p>E-mail: <a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> \u2013 <a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &#8211; <a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Facebook: Gilvander Moreira III<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>For\u00e7a de trabalho e ideologia, oxig\u00eanio das rela\u00e7\u00f5es do capital.\u00a0Por Gilvander Moreira[1] Em muitas passagens de O Capital, o fil\u00f3sofo Karl Marx se refere \u00e0 classe dominante, integrada por capitalistas, especuladores de bolsa, propriet\u00e1rios de<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2403,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,40,27,25,29,32,18],"tags":[],"class_list":["post-2402","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-direito-a-cidade","category-direitos-humanos","category-luta-pela-terra-e-reforma-agraria","category-movimentos-sociais-populares","category-videos","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2402","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2402"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2402\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2404,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2402\/revisions\/2404"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2403"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2402"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2402"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2402"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}