{"id":3076,"date":"2018-10-20T12:16:18","date_gmt":"2018-10-20T15:16:18","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=3076"},"modified":"2018-10-20T12:38:59","modified_gmt":"2018-10-20T15:38:59","slug":"povo-indigena-kiriri-nao-arreda-o-pe-da-luta-pela-terra-no-sul-de-minas-gerais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/povo-indigena-kiriri-nao-arreda-o-pe-da-luta-pela-terra-no-sul-de-minas-gerais\/","title":{"rendered":"Povo Ind\u00edgena Kiriri n\u00e3o arreda o p\u00e9 da luta pela terra no sul de Minas Gerais."},"content":{"rendered":"<p><strong>Povo Ind\u00edgena Kiriri n\u00e3o arreda o p\u00e9 da luta pela terra no sul de Minas Gerais.<\/strong><\/p>\n<p>Por Fernanda Borges<a href=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0\/#m_8611057633555230385__ftn1\">[1]<\/a><\/p>\n<figure id=\"attachment_2184\" aria-describedby=\"caption-attachment-2184\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2184 size-medium\" src=\"http:\/\/www.cptmg.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Kiriri-2-de-Caldas-MG-300x164.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"164\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2184\" class=\"wp-caption-text\">Divulga\u00e7\u00e3o:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.racismoambiental.net.br\">http:\/\/www.racismoambiental.net.br<\/a><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">No m\u00eas de mar\u00e7o do ano de 2017, doze fam\u00edlias do Povo Ind\u00edgena Kiriri,\u00a0vindas da Aldeia Kiriri de Barra, localizada no munic\u00edpio de Muqu\u00e9m do S\u00e3o Francisco, regi\u00e3o Oeste da Bahia,\u00a0ocuparam uma \u00e1rea, de aproximadamente cinquenta e cinco hectares, doada pelo estado de Minas Gerais \u00e0 Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), no munic\u00edpio de Caldas, na regi\u00e3o sul de Minas. Os moradores do bairro rural do Rio Verde, onde a \u00e1rea ocupada pelos Kiriri est\u00e1 localizada, garantem que n\u00e3o houve, desde o momento da doa\u00e7\u00e3o das terras, a presen\u00e7a de membros da UEMG no local.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No in\u00edcio da ocupa\u00e7\u00e3o, os Kiriri montaram algumas barracas de lona na localidade e ali permaneceram por pouco mais de um m\u00eas. Atualmente, passaram de 12 para 16 as fam\u00edlias ali instaladas em casas de pau-a-pique, cobertas por lonas ou telhas doadas pela comunidade. Desde o in\u00edcio da ocupa\u00e7\u00e3o, os Kiriri recebem ajuda da comunidade local. Contudo, foi no m\u00eas de abril de 2018, ap\u00f3s o recebimento de uma liminar de reintegra\u00e7\u00e3o de posse, que estes la\u00e7os entre o Povo Ind\u00edgena Kiriri e a Comunidade do Rio Verde se aprofundaram e se fortaleceram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No m\u00eas de agosto de 2017 realizou-se um acordo entre os ind\u00edgenas, o estado de Minas Gerais e a FUNAI (Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio) que deveria tentar encontrar outras terras para os Kiriri. Contudo, apesar desse acordo, j\u00e1 em mar\u00e7o de 2018, os ind\u00edgenas receberam uma decis\u00e3o judicial a partir de exig\u00eancia da UEMG para reintegrar-se na posse da propriedade.\u00a0 Com a aproxima\u00e7\u00e3o dos trinta dias de prazo para o cumprimento da liminar de reintegra\u00e7\u00e3o, diante de nenhuma resposta da FUNAI ou do estado de Minas Gerais, os Kiriri entraram em contato com o Governo de Minas. A partir do contato, realizado no m\u00eas de abril, o grupo soube que a decis\u00e3o do juiz, tomada em car\u00e1ter de urg\u00eancia, poderia ser cumprida a qualquer momento, j\u00e1 que a data limite para sa\u00edda da localidade foi estipulada para o dia quinze de abril de 2018. Diante daquela situa\u00e7\u00e3o de press\u00e3o para a retirada os ind\u00edgenas da \u00e1rea ocupada e informado por representantes do Governo de Minas sobre a exist\u00eancia de uma terra no munic\u00edpio de Patos de Minas, regi\u00e3o do Alto Parana\u00edba, os Kiriri decidiram, amplamente apoiados e influenciados por representantes do estado de Minas Gerais, a se mudarem para esta nova terra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, na segunda-feira, dezesseis de abril de 2018, os Kiriri recolheram seus poucos pertences e as telhas de suas casas e esperaram o caminh\u00e3o de mudan\u00e7a oferecido pelo estado de Minas Gerais chegar ao Rio Verde para dar in\u00edcio ao trajeto a ser percorrido at\u00e9 as terras de Patos de Minas. O caminh\u00e3o n\u00e3o chegou, mas a Comunidade do Rio Verde, sim. Com cartazes e pedidos de perman\u00eancia dos Kiriri naquela \u00e1rea, cerca de cinquenta pessoas ofereceram apoio e l\u00e1grimas de despedida ao grupo. Mesmo com este amparo da comunidade e com a visibiliza\u00e7\u00e3o do caso pela m\u00eddia local, os Kiriri partiram acreditando em uma promessa do Governo de Minas que se revelaria falsa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Representantes do estado de Minas propuseram que estas fam\u00edlias Kiriri ocupassem uma propriedade rural privada, localizada a setenta quil\u00f4metros da cidade de Patos de Minas, onde j\u00e1 havia uma ocupa\u00e7\u00e3o do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e de alguns ind\u00edgenas Xukuru-Kariri. Dessa forma, as fam\u00edlias Kiriri tiveram que deixar suas casas de morada no Rio Verde, deixando para tr\u00e1s camas, mesas, trabalho, planta\u00e7\u00f5es, al\u00e9m dos v\u00ednculos e afetos criados na comunidade de Rio Verde, em um domingo chuvoso, para irem para uma terra incerta, desconhecida e completamente desassistida pelo governo do estado de Minas Gerais e pela FUNAI.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A terra ofertada aos Kiriri em Patos de Minas n\u00e3o possu\u00eda \u00e1gua e n\u00e3o se configurava como uma terra f\u00e9rtil para o plantio. Ainda, os ind\u00edgenas n\u00e3o possu\u00edam trabalho nesta regi\u00e3o, bem como casas ou la\u00e7os afetivos locais. Ap\u00f3s a ida do Povo Kiriri para este munic\u00edpio, representantes do estado de Minas Gerais, que haviam prometido madeira e lonas para que estas fam\u00edlias constru\u00edssem barracos, n\u00e3o mais apareceram na localidade, nem atenderam as liga\u00e7\u00f5es do cacique do grupo e nem cumpriram as promessas. Assim, o grupo de ind\u00edgenas Kiriri sobreviveu alguns meses em barracos constru\u00eddos com cobertor. Al\u00e9m disso, devido \u00e0 falta de trabalho e de terras agricult\u00e1veis, os Kiriri passaram por necessidades b\u00e1sicas, como, por exemplo, a falta de alimentos b\u00e1sicos, como arroz e feij\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante dos diversos problemas enfrentados nas terras estranhas de Patos de Minas, os Kiriri decidiram voltar para o sul de Minas. Com a ajuda da comunidade rural do Rio Verde em Caldas, conseguiram um caminh\u00e3o para trazer suas coisas de volta \u00e0 localidade de Caldas. Assim, atualmente, as 16 fam\u00edlias est\u00e3o aguardando decis\u00e3o do estado de Minas Gerais, junto \u00e0 UEMG e \u00e0 FUNAI. Agora, com o profundo apoio da comunidade local de Rio Verde, os Kiriri est\u00e3o determinados a nunca mais sa\u00edrem da terra ocupada por eles em mar\u00e7o de 2017 e que, por decis\u00e3o judicial e press\u00e3o da prefeitura de Caldas, da Pol\u00edcia Militar e do Governo de Minas, tiveram que sair para uma aventura dolorosa em busca de terra em Patos de Minas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No dia 09 de outubro de 2018 cerca de quinze pessoas do Povo Kiriri do Rio Verde\/Caldas estiveram na Cidade Administrativa, na sede do Governo de Minas Gerais, em Belo Horizonte, MG, ap\u00f3s o recebimento de uma nova liminar de reintegra\u00e7\u00e3o de posse no dia 26 de setembro de 2018, para reuni\u00e3o com representantes do Governo de Minas e FUNAI, com o objetivo de pression\u00e1-los para que seja reconhecido o direito do Povo Ind\u00edgena Kiriri permanecer na terra que ocupam em Caldas. Nesta reuni\u00e3o, foram relatados os momentos de dificuldade vivenciados pelos Kiriri, bem como sua determina\u00e7\u00e3o de permanecer na terra que ocupam no Sul de Minas. Al\u00e9m dos quinze ind\u00edgenas presentes, a reuni\u00e3o contou com representantes da comunidade rural do Rio Verde, da FUNAI, da Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT) e do Centro de Documenta\u00e7\u00e3o Eloy Ferreira da Silva (CEDEFES). Neste encontro decidiu-se que representantes da Mesa Estadual de Di\u00e1logo e Negocia\u00e7\u00e3o se reunir\u00e3o com a UEMG para solucionar o conflito agr\u00e1rio, cultural, hist\u00f3rico e social.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resgatar a hist\u00f3ria da perspectiva dos povos ind\u00edgenas \u00e9 imprescind\u00edvel para a retomada das terras expropriadas das centenas de povos ind\u00edgenas que existiam em Minas Gerais. A arque\u00f3loga e historiadora Alenice Baeta, do CEDEFES, pontua com alegria: \u201cH\u00e1 muitas possibilidades de conex\u00f5es entre as mem\u00f3rias ind\u00edgenas pr\u00e9-coloniais do Vale do Rio Verde: o desterro dos povos Tupi-guarani que deixaram tantos vest\u00edgios de suas passagens e os importantes rastros de tantos outros povos ind\u00edgenas e africanos escravizados no per\u00edodo colonial no ribeir\u00e3o dos Bugre &#8211; uma importante chave entre os diversos passados que se unem na regi\u00e3o de Caldas, no sul de Minas Gerais. No limiar do s\u00e9culo XXI, a chegada dos Xucuru-Kariri advindos de Palmeira dos \u00cdndios, de Alagoas, e mais recentemente dos Kiriri que vieram da regi\u00e3o de Muqu\u00e9m do S\u00e3o Francisco, da Bahia. Esta terra banhada pelo Rio Verde e suas in\u00fameras cachoeiras \u00e9 mesmo sagrada, tendo sido aben\u00e7oada e escolhida por estes povos, para uma nova morada. Mas foi ainda abrigo ou ref\u00fagio do psicanalista, fil\u00f3sofo, pedagogo e escritor Rubem Alves, um dos fundadores da Teologia da liberta\u00e7\u00e3o que l\u00e1 tinha um lugar especial em Pocinhos do Rio Verde, que fez a grandiosa montanha \u2018Pedra Branca\u2019 ficar ainda mais encantada com os seus belos poemas. Em Pocinhos teria produzido tantos encontros, contos e textos t\u00e3o inspiradores para muitos. Atraiu para l\u00e1 um amigo muito peculiar &#8211; o nosso precioso mestre da hist\u00f3ria ind\u00edgena: o professor John Monteiro. Duas pessoas que certamente deixaram muitas saudades, mas legados inigual\u00e1veis e inesquec\u00edveis. Lembro-me de John Monteiro dando um semin\u00e1rio na UNICAMP sobre uma de suas obras: \u2018Negros da Terra\u2019&#8230; Que pessoa generosa, humilde, grandiosa, s\u00e1bia. Impressionante as suas percep\u00e7\u00f5es e saberes sobre este tem\u00e1rio. As leituras de seus textos sobre os povos ind\u00edgenas e suas trajet\u00f3rias inundam a nossa alma de luz e for\u00e7a. [&#8230;] Que as terras do rio Verde continuem a emanar tantas hist\u00f3rias lindas,\u00a0abrindo novos cap\u00edtulos das lutas, resist\u00eancias e conquistas dos ind\u00edgenas Kiriri do Rio Verde de Caldas, outros tantos cap\u00edtulos da longa hist\u00f3ria deste fant\u00e1stico povo guerreiro nas terras mineiras\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a ajuda dos encantados e com o apoio firme da comunidade do Rio Verde, do CEDEFES, da CPT, entre outros da grande Rede de Apoio, o Povo Ind\u00edgena Kiriri n\u00e3o arreda o p\u00e9 da luta pelo seu territ\u00f3rio, luta justa, leg\u00edtima e necess\u00e1ria. Viva a luta ind\u00edgena pelos seus territ\u00f3rios! Nenhum direito a menos!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Campinas, SP, 20 de outubro de 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0\/#m_8611057633555230385__ftnref1\">[1]<\/a>\u00a0Antrop\u00f3loga\u00a0Mestranda em Antropologia Social na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Obs<\/strong>.: Os v\u00eddeos, abaixo, ilustram o texto acima.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1 &#8211; Povo Ind\u00edgena Kiriri em luta e resist\u00eancia por territ\u00f3rio em Caldas\/MG. 09\/10\/2018.<\/strong><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_75167\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/kGUHcyx7aCA?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2 &#8211; \u00cdndios Kiriri &#8211; Minas em Rede<\/strong> (\u00faltima reportagem do \u201cMinas em Rede, no link, abaixo).<\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_35006\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/saDor6tAKAs?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Povo Ind\u00edgena Kiriri n\u00e3o arreda o p\u00e9 da luta pela terra no sul de Minas Gerais. Por Fernanda Borges[1] No m\u00eas de mar\u00e7o do ano de 2017, doze fam\u00edlias do Povo Ind\u00edgena Kiriri,\u00a0vindas da Aldeia<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3077,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,39,27,30,25,29,43,32,18],"tags":[],"class_list":["post-3076","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-direitos-dos-povos-indigenas","category-direitos-humanos","category-fe-e-politica","category-luta-pela-terra-e-reforma-agraria","category-movimentos-sociais-populares","category-pedagogia-emancipatoria","category-videos","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3076","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3076"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3076\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3078,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3076\/revisions\/3078"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3077"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3076"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3076"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3076"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}