{"id":4007,"date":"2025-04-17T08:12:27","date_gmt":"2025-04-17T11:12:27","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=4007"},"modified":"2026-04-17T14:12:27","modified_gmt":"2026-04-17T17:12:27","slug":"17-4-2019-23-anos-do-massacre-de-eldorado-dos-carajas-martires-multiplicam-a-militancia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/17-4-2019-23-anos-do-massacre-de-eldorado-dos-carajas-martires-multiplicam-a-militancia\/","title":{"rendered":"17\/04\/2026 &#8211; 30 anos do massacre de 21 em Terra do MST em Eldorado dos Caraj\u00e1s, no Par\u00e1: m\u00e1rtires multiplicam a milit\u00e2ncia."},"content":{"rendered":"\n<p><strong>17\/04\/2026 &#8211; 30 anos do massacre de 21 Sem Terra do MST em Eldorado dos Caraj\u00e1s, no Par\u00e1: m\u00e1rtires multiplicam a milit\u00e2ncia. <\/strong>Por Gilvander Moreira<a href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"578\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Eldorado-dos-Caraj\u00e1s-massacre.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4008\" srcset=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Eldorado-dos-Caraj\u00e1s-massacre.jpg 800w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Eldorado-dos-Caraj\u00e1s-massacre-300x217.jpg 300w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Eldorado-dos-Caraj\u00e1s-massacre-768x555.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Dia 17 de abril, a 30 anos, em 1996, 21 vidas de trabalhadores rurais foram covardemente ceifadas pela Pol\u00edcia Militar do Estado do Par\u00e1, no massacre de Eldorado dos Caraj\u00e1s<a href=\"#_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>, que se tornou um divisor de \u00e1guas na hist\u00f3ria do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Em setembro de 1995, cerca de 3500 fam\u00edlias de trabalhadores camponeses, organizadas pelo MST, acamparam \u00e0 margem da estrada, pr\u00f3ximo \u00e0 Fazenda Macaxeira, no munic\u00edpio de Curion\u00f3polis, no Par\u00e1, reivindicando a desapropria\u00e7\u00e3o da \u00e1rea, considerada pelo Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (INCRA) como improdutiva e sem cumprir sua fun\u00e7\u00e3o social. No dia 05 de mar\u00e7o de 1996, os Sem Terra ocuparam a Fazenda Macaxeira. O presidente do Instituto de Terras do Par\u00e1 prometeu enviar 12 toneladas de alimentos e 70 caixas de rem\u00e9dios para o acampamento para amenizar a fome e acudir os doentes, mas n\u00e3o enviou. Em sintonia com as marchas do MST em 22 estados dirigindo-se \u00e0s capitais, em abril de 1996 \u2013 em Minas Gerais a Marcha foi de Governador Valadares a Belo Horizonte -, dia 10 de abril, cerca de 1500 fam\u00edlias do MST iniciaram uma Marcha para Bel\u00e9m, capital do estado, a 800 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia. Dia 16 de abril de 1996, os trabalhadores camponeses bloquearam a estrada PA-150 no Km 95, na \u2018cursa do S\u2019, pr\u00f3ximo \u00e0 cidade de Eldorado dos Caraj\u00e1s, exigindo comida para continuarem a marcha. Na manh\u00e3 do dia 17 de abril de 1996, chegou a not\u00edcia de que as negocia\u00e7\u00f5es estavam encerradas. Por volta das 16 horas, 155 policiais militares, sem identifica\u00e7\u00e3o, cercaram os camponeses do MST pelos dois lados da estrada, um pelot\u00e3o vindo de Paraopebas e outro de Marab\u00e1. Cumprindo ordens do governador Almir Gabriel, do PSDB, e do cel. M\u00e1rio Colares Pantoja, os 155 policiais militares assassinaram 21 Sem Terra e outros 56 foram feridos e mutilados naquele final de tarde do dia 17 de abril de 1996, que se tornou o Dia Internacional de Luta Camponesa. Segundo o m\u00e9dico legista Nelson Massini, houve tiros na nuca e na testa, indicando execu\u00e7\u00e3o sum\u00e1ria e premeditada de sete camponeses.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o\nmassacre de Eldorado dos Caraj\u00e1s, o MST deu um salto de qualidade e cresceu\nmuito, pois o sangue dos 21 camponeses tombados na \u2018curva do S\u2019 irrigou a\nsemente da luta pela terra em uma infinidade de outros territ\u00f3rios no campo\nbrasileiro. O governo federal acuado, no dia seguinte ao massacre, demitiu o\nministro da Agricultura Jos\u00e9 Eduardo Andrade Vieira e recriou o Minist\u00e9rio do\nDesenvolvimento Agr\u00e1rio. O MST fortaleceu sua atua\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, reconhecida\ndesde o dia 2 de fevereiro de 1993, quando 24 integrantes da Dire\u00e7\u00e3o Nacional\ndo MST foram recebidos pelo presidente Itamar Franco, conquistando segundo\nSt\u00e9dile \u201cstatus de interlocutor pol\u00edtico\u201d (ST\u00c9DILE; FERNANTES, 1999, p. 71). Em\n18 de dezembro de 1996, o Congresso Nacional aprovou nova lei prescrevendo o\naumento do valor do Imposto Territorial Rural (ITR) para as propriedades rurais\nimprodutivas, assim como o rito sum\u00e1rio que encurta os prazos da lei de\ndesapropria\u00e7\u00e3o de terras para fins de reforma agr\u00e1ria, mas beneficiou os\nlatifundi\u00e1rios que ganharam o direito de receber o pagamento da terra no\nmomento em que o INCRA iniciar a a\u00e7\u00e3o de desapropria\u00e7\u00e3o na Justi\u00e7a e ainda o\ndireito de avalia\u00e7\u00e3o do \u2018pre\u00e7o justo\u2019 do im\u00f3vel. E foi aprovado, ainda, o projeto\nque autoriza a intermedia\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico nos conflitos agr\u00e1rios. De\n1995 a 2000, o presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) recebeu em reuni\u00e3o uma\ncomiss\u00e3o de representantes do MST cinco vezes.<a href=\"#_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> A\nprincipal arma de atua\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do MST durante esse governo foi a press\u00e3o\nexercida por meio das ocupa\u00e7\u00f5es de terra. Em 1999, Bernardo Man\u00e7ano (2000) defendia\na tese segundo a qual a luta pela terra s\u00f3 se torna exitosa pela ocupa\u00e7\u00e3o de\nterras. Apertado, o governo federal foi for\u00e7ado a promover pelo menos pol\u00edtica\nde assentamento em \u00e1reas de conflitos. <\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o\nmassacre de Eldorado dos Caraj\u00e1s, a rede de apoio internacional ao MST cresceu\nmuito. Uma rede de comit\u00eas de apoio ao Movimento nasceu e se espalhou por todos\nos pa\u00edses da Europa, nos Estados Unidos da Am\u00e9rica e em muitos outros pa\u00edses. O\nfot\u00f3grafo Sebasti\u00e3o Salgado fez uma mostra fotogr\u00e1fica sobre os Sem Terra do\nBrasil: <em>Exposi\u00e7\u00e3o Terra<\/em>, que foi\nexposta em 1997 em 40 pa\u00edses e em mais de 100 cidades brasileiras. Essa <em>Mostra Terra, <\/em>de Salgado<em>,<\/em> se espalhou pelo mundo afora e se\ntornou \u00e2ncora para o fortalecimento da Rede de apoio internacional ao MST que\nconseguiu reunir dinheiro na Europa para viabilizar a constru\u00e7\u00e3o da Escola\nNacional Florestan Fernandes (ENFF), em Guararema, S\u00e3o Paulo, inaugurada em 23\nde janeiro de 2005. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>FERNANDES, Bernardo Man\u00e7ano. <strong>A Forma\u00e7\u00e3o do MST no Brasil.<\/strong>Petr\u00f3polis-RJ:\nVozes, 2000.<\/p>\n\n\n\n<p>ST\u00c9DILE,\nJo\u00e3o Pedro; FERNANDES, Bernardo Man\u00e7ano. <strong>Brava\ngente. A trajet\u00f3ria do MST e a luta pela terra no Brasil. <\/strong>3\u00aa edi\u00e7\u00e3o.\nEditora Funda\u00e7\u00e3o Perseu Abramo, 2005.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: Abaixo, v\u00eddeos\nque versam sobre o assunto apresentado, acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 &#8211; 23 anos do Massacre de Eldorado dos Caraj\u00e1s<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_12876\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/qjWJMLg7NVI?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>2 &#8211; Especial &#8220;Feridas Abertas&#8221;\n&#8211; 20 anos do Massacre de Eldorado dos Caraj\u00e1s<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_12751\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/VUN-Gpd3nc4?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3 &#8211; Massacre de Eldorado dos Caraj\u00e1s (Nas Terras do Bem-Vir\u00e1)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=PlcVS_UPtdI\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=PlcVS_UPtdI<\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP<strong>\/<\/strong>SP; mestre em Ci\u00eancias B\u00edblicas; assessor da CPT, CEBI e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; E-mail: <a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> \u2013 <a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a> &#8211; <a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0Facebook: Gilvander Moreira III &#8211; No you tube canal FREI GILVANDER LUTA PELA TERRA E POR DIREITOS &#8211; No Instagram: @gilvanderluismoreira<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\">[2]<\/a> Cf. COSTA, Caetano di Carli Viana. <strong>Sonhos de abril. A luta pela terra e a reforma agr\u00e1ria no Brasil e em\nPortugal: os casos de Eldorado dos Caraj\u00e1s e Baleiz\u00e3o<\/strong>. (Tese de doutorado em Economia).\nUniversidade de Coimbra, 2014, especificamente o cap\u00edtulo VII (A luta\npela terra e a reforma agr\u00e1ria no Brasil \u2013 o caso de Eldorado dos Caraj\u00e1s), p.\n285-382.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref3\">[3]<\/a>\nA 1\u00aa reuni\u00e3o de lideran\u00e7as do MST com FHC se deu dia 27\/7\/1999; a 2\u00aa reuni\u00e3o,\ndia 02\/5\/1996; a 3\u00aa reuni\u00e3o, dia 18\/4\/1997, um dia ap\u00f3s tr\u00eas marchas do MST\nchegarem a Bras\u00edlia; a 4\u00aa reuni\u00e3o aconteceu dia 08\/7\/1999; e a 5\u00aa reuni\u00e3o, dia\n03\/7\/2000. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>17\/04\/2026 &#8211; 30 anos do massacre de 21 Sem Terra do MST em Eldorado dos Caraj\u00e1s, no Par\u00e1: m\u00e1rtires multiplicam a milit\u00e2ncia. Por Gilvander Moreira[1] Dia 17 de abril, a 30 anos, em 1996, 21<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":4008,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,22,44,49,27,30,25,29,43,26,32],"tags":[],"class_list":["post-4007","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-cebs-comunidades-eclesiais-de-base","category-direito-a-memoria","category-direito-a-terra","category-direitos-humanos","category-fe-e-politica","category-luta-pela-terra-e-reforma-agraria","category-movimentos-sociais-populares","category-pedagogia-emancipatoria","category-teologia-da-libertacao","category-videos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4007","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4007"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4007\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15081,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4007\/revisions\/15081"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4008"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4007"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4007"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4007"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}