{"id":824,"date":"2017-12-12T20:54:10","date_gmt":"2017-12-12T22:54:10","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=824"},"modified":"2017-12-12T20:54:34","modified_gmt":"2017-12-12T22:54:34","slug":"diante-da-mineracao-qual-a-nossa-teologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/diante-da-mineracao-qual-a-nossa-teologia\/","title":{"rendered":"Diante da minera\u00e7\u00e3o, qual a nossa teologia?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Diante da minera\u00e7\u00e3o, qual a nossa teologia?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Por Gilvander Lu\u00eds Moreira<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-826 aligncenter\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/mariana-minas-1-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/mariana-minas-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/mariana-minas-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/mariana-minas-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/mariana-minas-1.jpg 1650w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>No Semin\u00e1rio <em>Ecoteologia e Minera\u00e7\u00e3o: espiritualidades, resist\u00eancias e alternativas em defesa dos territ\u00f3rios<\/em>, realizado pela <em>Rede Igrejas e Minera\u00e7\u00e3o<\/em>, no munic\u00edpio de Mariana, MG, pr\u00f3ximo \u00e0 lama t\u00f3xica do crime continuado da VALE e Estado, dias 5, 6 e 7 de novembro de 2017, na Mesa de Di\u00e1logo \u201c<strong>Minera\u00e7\u00e3o e Teologias em conflito: qual a nossa teologia?<\/strong>\u201d, socializamos como pistas de reflex\u00e3o e a\u00e7\u00e3o o que segue.<\/p>\n<p>O estado de Minas Gerais se constitui de Minas e de Gerais. Na minha inf\u00e2ncia, h\u00e1 50 anos, no noroeste de Minas Gerais, no meio de muitas \u00e1guas, eu me sentia no meio de minas de \u00e1gua. No noroeste o inimigo n. 1 era o latif\u00fandio e os latifundi\u00e1rios, atualmente \u00e9 o agroneg\u00f3cio e o hidroneg\u00f3cio fomentado pelo Estado e pelo sistema do capital. No quadril\u00e1tero ferr\u00edfero e aqu\u00edfero de Minas Gerais, no meio de carretas de min\u00e9rio e de uma infinidade de crateras de minera\u00e7\u00e3o, estamos nas minas de min\u00e9rio, onde o inimigo n. 1 s\u00e3o as grandes mineradoras, o Estado acumpliciado e o sistema do capital que continuam insistindo que \u201co que importa \u00e9 exportar\u201d min\u00e9rio e muitas outras <em>commodities<\/em>, dando continuidade ao processo de invas\u00e3o e coloniza\u00e7\u00e3o iniciado em 1500, mas que se atualiza e se especializa cada vez mais nos dias atuais, produzindo, continuadamente, invas\u00f5es e explora\u00e7\u00f5es, sepultamento de culturas, de pessoas e da natureza. Nesse contexto de injusti\u00e7a socioambiental alarmante, a miss\u00e3o das Igrejas e das pessoas religiosas \u00e9 desafiante.<\/p>\n<p>A minera\u00e7\u00e3o golpeia os nossos povos, a m\u00e3e terra, a irm\u00e3 \u00e1gua e todos os organismos vivos. No Brasil, em uma sociedade de classes antag\u00f4nicas, h\u00e1 teologias antag\u00f4nicas. A nossa teologia deve ser a partir dos injusti\u00e7ados pela minera\u00e7\u00e3o. A minera\u00e7\u00e3o em grande porte \u00e9 idolatria, \u00e9 algo sat\u00e2nico, diab\u00f3lico. \u00c9 imposs\u00edvel ser pessoa seguidora de Jesus Cristo e de seu evangelho e ser, na pr\u00e1tica, c\u00famplice das mineradoras.<\/p>\n<p>No caso da destrui\u00e7\u00e3o de Bento Rodrigues, h\u00e1 ind\u00edcios de que as mineradoras Vale, BHP e Samarco estavam tramando comprar todas as casas dos moradores para no local ampliar a \u00e1rea de barragem de rejeitos. Quando as mineradoras e o Estado insistem em a\u00e7ambarcar territ\u00f3rios para amplia\u00e7\u00e3o da minera\u00e7\u00e3o \u00e9 preciso recordar que toda reintegra\u00e7\u00e3o de posse \u00e9 uma desintegra\u00e7\u00e3o de sonhos. Em uma sociedade desigual, com rela\u00e7\u00f5es sociais de opress\u00e3o n\u00e3o existe omiss\u00e3o, mas cumplicidade. Quem se omite se torna c\u00famplice dos opressores. Quem fica em cima do muro se abstendo de se comprometer com as causas e os destinos dos injusti\u00e7ados, faz a pior op\u00e7\u00e3o, pois, na pr\u00e1tica, fica do lado do opressor. A\u00e7\u00f5es filantr\u00f3picas, a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o humana e pol\u00edticas de assist\u00eancia social \u2013 algo t\u00edpico dos moderados &#8211; criam uma fachada para o capitalismo como se houvesse algo de bom no capitalismo. A l\u00f3gica e estrutura\u00e7\u00e3o do capitalismo s\u00e3o competi\u00e7\u00e3o, concorr\u00eancia e acumula\u00e7\u00e3o de mais-valia, concentrando cada vez mais poder e riqueza em poucas m\u00e3os e marginalizando cada vez mais as classes trabalhadora e camponesa. Segundo Istv\u00e1n M\u00e9sz\u00e1ros, dois grupos s\u00e3o respons\u00e1veis pela reprodu\u00e7\u00e3o do sistema do capital: a classe dominante e os moderados.<\/p>\n<p>Devemos sempre cuidar da linguagem que utilizamos. N\u00e3o h\u00e1 como fazer profecia com linguagem antiprof\u00e9tica e nem com pr\u00e1tica antiprof\u00e9tica. N\u00e3o podemos aceitar e nem navegar na linguagem das mineradoras e nem do sistema do capital. Temos que desconstruir as opress\u00f5es da pr\u00e1tica e as da linguagem das mineradoras e seus arautos.\u00a0 Por exemplo, n\u00e3o existe apenas conflito, mas viol\u00eancia, pois se fosse apenas conflito, dependendo do desfecho, poderia surgir algo positivo; as pessoas e os povos n\u00e3o s\u00e3o apenas atingidos, mas s\u00e3o violentados; os rios n\u00e3o est\u00e3o secando, mas est\u00e3o sendo secados. N\u00e3o houve \u201ccrime de Mariana\u201d, nem \u201ccrime de Bento Rodrigues\u201d, n\u00e3o foi acidente, mas aconteceu crime hediondo\/trag\u00e9dia da mineradora VALE + Estado (3 poderes) + poder midi\u00e1tico \u2013 que sempre enaltece o crescimento econ\u00f4mico sem mostrar as desgra\u00e7as socioambientais que gera); foi o maior crime ambiental da hist\u00f3ria; n\u00e3o aconteceu apenas dia 05 de novembro de 2015, mas continua acontecendo todos os dias h\u00e1 mais de 2 anos, j\u00e1 tendo mais de 50 pessoas mortas direta ou indiretamente por causa desse crime.\u00a0 N\u00e3o obstante a barb\u00e1rie das mortes, deparamo-nos com a destrui\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria de um povo, da sua cultura, a destrui\u00e7\u00e3o das hist\u00f3rias de vida, os conflitos familiares, a depress\u00e3o, a amargura&#8230; Enfim, \u00e9 latente a crueldade da lama t\u00f3xica que segue consumindo vidas e sonhos. O Estado n\u00e3o \u00e9 apenas omisso, \u00e9 tamb\u00e9m c\u00famplice.<\/p>\n<p>Como integrante do Movimento Cap\u00e3o Xavier Vivo, logo ap\u00f3s 2004, ano da Campanha da Fraternidade \u201c\u00c1gua, fonte de vida\u201d, testemunhamos o julgamento de um Recurso de Agravo no TJMG que buscava impedir a Licen\u00e7a de Opera\u00e7\u00e3o para a Mina Cap\u00e3o Xavier, da VALE, em Nova Lima, MG. Ap\u00f3s um voto sensato do relator, que em nome dos princ\u00edpios da cautela, e da prud\u00eancia e em respeito ao art. 225 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, defendia que a Mina Cap\u00e3o Xavier n\u00e3o podia iniciar a explora\u00e7\u00e3o do min\u00e9rio, os desembargadores, vogais 1 e 2, disseram que n\u00e3o entendiam nada de \u00e1gua e nem de min\u00e9rio. E que se o Governo de Minas tinha concedido o licenciamento ambiental, eles n\u00e3o tinham motivo para impedir a Licen\u00e7a de Opera\u00e7\u00e3o da mina.\u00a0 Assim, por 2 x 1, o TJMG, na \u00e9poca, liberou o in\u00edcio da opera\u00e7\u00e3o da Mina Cap\u00e3o Xavier. Seis anos depois, a Justi\u00e7a Federal deu ganho de causa a uma A\u00e7\u00e3o Popular que questionava a opera\u00e7\u00e3o da Mina Cap\u00e3o Xavier, porque iria ferir de morte os 4 mananciais de abastecimento p\u00fablico de Cap\u00e3o Xavier, que abastecia 10% da popula\u00e7\u00e3o de Belo Horizonte. Mas era tarde demais! A mineradora Vale j\u00e1 tinha aberto uma cratera de quase 1 Km de di\u00e2metro por 500 metros de profundidade. Esses julgamentos demonstram que juiz que pressup\u00f5e que o executivo \u00e9 infal\u00edvel e, por isso, n\u00e3o pode ser questionado, e justi\u00e7a tardia consumam injusti\u00e7as gritantes. Como dizia Rui Barbosa, &#8220;justi\u00e7a tardia nada mais \u00e9 do que injusti\u00e7a institucionalizada&#8221;.<\/p>\n<p>Por que ningu\u00e9m do poder judici\u00e1rio ainda n\u00e3o julgou e nem mandou prender os que mataram 20 pessoas dia 05 de novembro de 2017, no crime da mineradora Vale? Por que a caneta do judici\u00e1rio pesa tanto contra o povo da periferia, sobretudo os pretos e pobres? Por que o Sistema de Justi\u00e7a est\u00e1 mais preocupado em cadastrar e acusar pescadores acusando-os de crime de falsidade ideol\u00f3gica como vergonhosamente vem acontecendo em Governador Valadares e em outras regi\u00f5es, em uma aparente defesa do patrim\u00f4nio privado de quem causou, de fato, o pior crime da hist\u00f3ria da minera\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Somente discurso n\u00e3o liberta, \u00e9 necess\u00e1rio conviver com os injusti\u00e7ados. S\u00f3 teremos \u00a0autoridade que inspira confian\u00e7a, se convivermos com quem realmente padece nas m\u00e3os do poder opressor. S\u00f3 ideias, por mais revolucion\u00e1rias que sejam, n\u00e3o libertam; s\u00f3 conscientiza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m n\u00e3o. Para transformar para melhor, \u00e9 necess\u00e1rio a\u00e7\u00e3o concreta que mude as condi\u00e7\u00f5es objetivas e materiais. Medo e des\u00e2nimo se combatem com lutas concretas. Quanto mais se luta mais coragem se adquire e menos medo se tem. A verdade que liberta \u00e9 a palavra e a pr\u00e1tica dos violentados que, agindo coletivamente, s\u00e3o capazes de enfrentar as mineradoras.<\/p>\n<p>A lama t\u00f3xica do crime da mineradora VALE em Mariana e em todas as comunidades existentes ao longo da Bacia do ex-rio Doce e os golpeados continuam gritando por socorro. O ex-rio Doce se tornou met\u00e1fora de todos os rios que tamb\u00e9m est\u00e3o sendo sacrificados no altar do deus mercado. A\u00e7\u00e3o miner\u00e1ria \u00e9 espada que apunhala a m\u00e3e terra. Pedir perd\u00e3o ou as Samarco reiniciar sua opera\u00e7\u00e3o em Mariana n\u00e3o resolve os graves problemas, nem faz diminuir os conflitos existentes. As Igrejas devem ser coerentes com o Evangelho de Jesus de Nazar\u00e9 e n\u00e3o h\u00e1 outro caminho que n\u00e3o seja o da op\u00e7\u00e3o de luta com e pelos que s\u00e3o v\u00edtimas da gan\u00e2ncia e da explora\u00e7\u00e3o das Mineradoras. Este clamor do povo, dos rios e da m\u00e3e terra tem que fazer parte de nossa teologia para que ela seja, de falto, uma ci\u00eancia a partir da f\u00e9 no Deus de Jesus Cristo, que n\u00e3o se calou diante das injusti\u00e7as, mas foi preso pol\u00edtico condenado \u00e0 pena de morte mais cruel de sua \u00e9poca que era a morte de cruz.<\/p>\n<p>Belo Horizonte, MG, 12 de dezembro de 2017<\/p>\n<p><strong>Obs<\/strong>.: Os v\u00eddeos, abaixo, ilustram o texto, acima: \u201cDepoimento de Marino \u2013 1\u00aa parte \u2013 no Semin\u00e1rio Ecoteologia e Minera\u00e7\u00e3o, em Mariana, de 06\/11\/2017.\u201d Assista tamb\u00e9m a 2\u00aa e 3\u00aa parte do depoimento de Marino, atingido pelo crime da VALE\/SAMARCO\/BHP\/ESTADO.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela FAE\/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP<strong>\/<\/strong>SP; mestre em Exegese B\u00edblica pelo Pontif\u00edcio Instituto B\u00edblico de Roma, It\u00e1lia;; assessor da CPT, CEBI, SAB e Ocupa\u00e7\u00f5es Urbanas; prof. De \u201cMovimentos Sociais Populares e Direitos Humanos\u201d no IDH, em Belo Horizonte, MG.<\/p>\n<p>E-mail: <a href=\"mailto:gilvanderlm@gmail.com\">gilvanderlm@gmail.com<\/a> \u2013 <a href=\"http:\/\/www.freigilvander.blogspot.com.br\">www.freigilvander.blogspot.com.br<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <a href=\"http:\/\/www.gilvander.org.br\">www.gilvander.org.br<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/gilvanderluis\">www.twitter.com\/gilvanderluis<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Face book: Gilvander Moreira III<\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_21415\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Ys_DEkRqDLk?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_12321\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/aeniDyqOqKA?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_13679\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dFnPz-wtl7I?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diante da minera\u00e7\u00e3o, qual a nossa teologia? Por Gilvander Lu\u00eds Moreira[1] No Semin\u00e1rio Ecoteologia e Minera\u00e7\u00e3o: espiritualidades, resist\u00eancias e alternativas em defesa dos territ\u00f3rios, realizado pela Rede Igrejas e Minera\u00e7\u00e3o, no munic\u00edpio de Mariana, MG,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":826,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-824","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/824","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=824"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/824\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":827,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/824\/revisions\/827"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/826"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=824"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=824"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=824"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}