{"id":8558,"date":"2020-10-06T09:56:33","date_gmt":"2020-10-06T12:56:33","guid":{"rendered":"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/?p=8558"},"modified":"2020-10-06T09:56:36","modified_gmt":"2020-10-06T12:56:36","slug":"francisco-de-assis-nos-inspira-e-interpela-por-frei-gilvander","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/francisco-de-assis-nos-inspira-e-interpela-por-frei-gilvander\/","title":{"rendered":"Francisco de Assis nos inspira e interpela. Por Frei Gilvander"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Francisco de Assis nos inspira e interpela. <\/strong>Por Frei Gilvander Moreira<a href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/S\u00c3O-FRANCISCO-DE-ASSIS-OBRA-E-LOCAL-DESCONHECIDO.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8559\" width=\"652\" height=\"652\" srcset=\"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/S\u00c3O-FRANCISCO-DE-ASSIS-OBRA-E-LOCAL-DESCONHECIDO.jpg 960w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/S\u00c3O-FRANCISCO-DE-ASSIS-OBRA-E-LOCAL-DESCONHECIDO-150x150.jpg 150w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/S\u00c3O-FRANCISCO-DE-ASSIS-OBRA-E-LOCAL-DESCONHECIDO-300x300.jpg 300w, https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/S\u00c3O-FRANCISCO-DE-ASSIS-OBRA-E-LOCAL-DESCONHECIDO-768x768.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 652px) 100vw, 652px\" \/><figcaption><strong><em>Que foto SENSACIONAL! O p\u00e1ssaro azul, ao lado do p\u00e1ssaro escultura, olhando para S\u00e3o Francisco t\u00e3o atentamente como se de fato o ouvisse. Um raro e feliz flagrante de Jim Frazier.<\/em><\/strong><br><strong><em>ET : Esta escultura foi feita \u00a0dor FRANK C. GAYLORD \u00a0e se encontra na cidade de CHICAGO- ILIN\u00d3IS\/EUA.<\/em><\/strong> <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Um aut\u00eantico disc\u00edpulo de S\u00e3o Francisco\nde Assis me perguntou: \u201cO que significa Francisco de Assis para voc\u00ea?\u201d\nFrancisco de Assis me inspira e me interpela muito. Diante de Francisco de\nAssis, precisamos \u201ctirar as sand\u00e1lias\u201d, pois estamos diante de algu\u00e9m sagrado,\nm\u00edstico no verdadeiro sentido, pois de t\u00e3o humano se tornou santo, um irm\u00e3o\nuniversal.<\/p>\n\n\n\n<p>Em contexto de viol\u00eancia social, onde o poder\nreligioso encontrava-se em conluio com os poderes econ\u00f4mico e pol\u00edtico para\nassim oprimirem ainda mais os empobrecidos, Francisco de Assis n\u00e3o apenas fez\nOp\u00e7\u00e3o pelos Pobres, mas se tornou um pobre, um \u201cmenor\u201d entre os menores: os\nleprosos da \u00e9poca, os que eram mais exclu\u00eddos e execrados como impuros e terrivelmente\ndiscriminados. Francisco abandonou todo o luxo e as regalias da vida em uma\nfam\u00edlia nobre. Francisco carregou sempre em si a ternura e o amor infinito da\nm\u00e3e dele, o que o ajudou a compreender que Deus nos ama infinitamente.\nFrancisco pulou do cavalo e n\u00e3o aceitou participar de guerra para ampliar o\npoder econ\u00f4mico do pai fissurado para lucrar no com\u00e9rcio. Ele ficou do lado dos\nrebeldes de Assis, na regi\u00e3o da \u00dambria, It\u00e1lia. <\/p>\n\n\n\n<p>Na sua infinita ternura, Clara foi uma\nanja humana ao lado de Francisco de Assis. Com postura altaneira, Clara, ao se\nrecusar a aceitar os ditames do poder patriarcal presente no seu pai e no seu tio,\ndeve ter refor\u00e7ado em Francisco a coragem de romper com tudo o que o aprisionava.\nCom olhar firme, Clara refutou a ordem do pai e do tio que queriam lhe impor um\ncasamento: \u201c<em>N\u00e3o cabe a voc\u00ea, tio, e nem a\nmeu pai, determinar se casarei e com quem<\/em>\u201d. Francisco nunca acreditou em\ncruzada e nem em nenhum tipo de guerra que para ele nunca poderia ser santa nem\njusta. Francisco acreditava na for\u00e7a do amor e jamais no poder das armas. Para\nele, \u201c<em>s\u00f3 o amor constr\u00f3i<\/em>\u201d. Francisco\nteve a grandeza humana de romper com seu pai patriarcal e autorit\u00e1rio, adepto\ndo mercado idolatrado e da escravid\u00e3o a tal ponto que chegou a amarrar o\npr\u00f3prio filho Francisco com correntes em um tronco e ainda teve a cara de pau\nde acusar o filho Francisco diante do bispo e de toda a nobreza: \u201c<em>A \u00fanica coisa que meu filho sabe fazer \u00e9\nexplorar o pai, ap\u00f3s come\u00e7ar a andar com um \u201cbando\u201d de leprosos<\/em>\u201d. Por\u00e9m,\nFrancisco viu mais profundamente: \u201c<em>Eu\ntenho outro Pai que \u00e9 Pai de todos n\u00f3s e quer que eu seja o \u00faltimo entre os\n\u00faltimos. Por isso renuncio a todos os meus direitos sobre seu nome e sobre seus\nbens<\/em>\u201d. Que maravilha de postura! Francisco abriu m\u00e3o do status, do prest\u00edgio\ne do poder, do luxo, da nobreza e da heran\u00e7a. Ali\u00e1s, heran\u00e7a \u00e9 uma das armas de\nreprodu\u00e7\u00e3o da desigualdade social. Especialmente na sociedade capitalista em\nque vivemos o m\u00ednimo que devia existir \u00e9 o imposto sobre heran\u00e7a com al\u00edquota\nde 50% e destinado \u00e0s \u00e1reas sociais para melhorar a vida do povo empobrecido. O\njusto seria a heran\u00e7a ser partilhada entre todos os filhos e filhas \u2013 a\nsociedade inteira &#8211; e n\u00e3o apenas com os filhos de uma fam\u00edlia nuclear. <\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio do S\u00e9culo XIII, em contexto\nreligioso de nega\u00e7\u00e3o do ensinamento e da pr\u00e1xis de Jesus revolucion\u00e1rio, Francisco\nde Assis se apaixonou pelo Evangelho de Jesus Cristo e tornou-se um feliz\ncaminhante, pobre, humilde, que buscava sempre consolar os aflitos. Francisco\nsempre foi faminto e sedento de justi\u00e7a, misericordioso, puro de cora\u00e7\u00e3o,\nconstrutor de paz, perseguido por causa da justi\u00e7a, insultado, caluniado, e, por\nisso, feliz e contente (Cf. Mt 5,1-12). Ele seguiu \u00e0 risca o Evangelho que diz\n\u201c<em>V\u00e1, venda tudo o que tem, d\u00ea o dinheiro\naos pobres,[&#8230;], venha e siga-me<\/em>\u201d (Mt 19,21), &nbsp;foi para onde ningu\u00e9m queria ir: para o meio\ndos leprosos, passou a viver com eles, os abra\u00e7ava e beijava, dormiu em pocilga\n(chiqueiro), inclusive. Esse exemplo de Francisco de Assis foi vivenciado por\nChe Guevara, argentino, m\u00e9dico e revolucion\u00e1rio. Esse homem foi imprescind\u00edvel\ne, quando percorria a Am\u00e9rica AfroLat\u00cdndia, che\u00adgando a um lepros\u00e1rio na selva\namaz\u00f4nica, foi advertido pela freira respons\u00e1vel para n\u00e3o entrar em contato com\nos leprosos, a n\u00e3o ser com luvas, para evitar cont\u00e1gio. No entanto, Che Guevara\nachava que n\u00e3o podia obede\u00adcer \u00e0s ordens da irm\u00e3, pois n\u00e3o queria que a sua\natitude de preven\u00e7\u00e3o aumentasse neles o sentimento de exclus\u00e3o. Por isso, de\nnoite, sem luvas, ele ia e abra\u00e7ava os leprosos e os acolhia como irm\u00e3os. Estes\nchoravam de emo\u00e7\u00e3o, porque Che os respeitava como gente. N\u00e3o houve nenhum cont\u00e1\u00adgio.\nPelo contr\u00e1rio! Melhorou o ambiente, que se tornou mais fraterno e, por isso\nmesmo, mais crist\u00e3o. Francisco dizia: \u201c<em>Lepra,\nminha melhor mestra<\/em>!\u201d Assim como Jesus de Nazar\u00e9, Francisco de Assis\nconvivia com as pessoas impuras, exclu\u00eddas e discriminadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Francisco de Assis, f\u00e9 em Deus\nexigia f\u00e9 em si mesmo e na for\u00e7a espiritual dos violentados da hist\u00f3ria e na\nnatureza, que \u00e9 sagrada. No meio de tantas injusti\u00e7as, Francisco ouviu o mais\nprofundo da mensagem divina: \u201c<em>Agora, v\u00e1,\nFrancisco, e restaure minha casa que est\u00e1 em ru\u00ednas<\/em>\u201d. Mais do que uma\nigrejinha local o que estava em ru\u00ednas era a igreja acumpliciada a podres\npoderes da pol\u00edtica e da economia. Francisco descobriu que para ser fiel ao\nchamado de Deus precisava estar junto aos leprosos. Dizia ele: \u201c<em>Somos todos leprosos, mesmo escondendo\nnossas chagas. Deus nos ama tanto, m\u00e3e, apesar de nossas chagas, que se doou a\nn\u00f3s na cruz nos mostrando todas suas chagas<\/em>\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 preciso recordar que o \u201ch\u00e1bito\u201d usado\npor Francisco era a roupa dos leprosos, \u201cdos irm\u00e3os em situa\u00e7\u00e3o de rua\u201d, era\nroupa de saco, \u201cchita\u201d da \u00e9poca, muito diferente do h\u00e1bito franciscano ou\ncarmelita de hoje, que pode soar como status. Francisco e seus irm\u00e3os\nmaltrapilhos foram expulsos do seu territ\u00f3rio. \u201c<em>N\u00e3o queremos voc\u00ea, Francisco, e este bando de maltrapilhos em nossas\nterras<\/em>\u201d, amea\u00e7avam os cavaleiros do poder repressor. Um cardeal, tipo <em>O Grande Inquisidor<\/em>, de Dostoi\u00e9vski, tentou\ndificultar o acesso de Francisco e seus irm\u00e3os ao papa: \u201c<em>Quatro maltrapilhos! Sua santidade n\u00e3o perder\u00e1 tempo com esses quatro\nmaltrapilhos<\/em>.\u201d <\/p>\n\n\n\n<p>Francisco dizia: \u201c<em>Se ningu\u00e9m estiver disposto a dar o primeiro passo e se ningu\u00e9m tiver a\ncoragem de perdoar, essa guerra n\u00e3o acabar\u00e1<\/em>\u201d. Ele se referia \u00e0 guerra das\ncruzadas. Hoje, a guerra que nos assola \u00e9 aquela na qual o sistema capitalista mancomunado\ncom as transnacionais e as elites subservientes \u00e0 idolatria do mercado imp\u00f5e\naos povos e territ\u00f3rios, amea\u00e7ando exterminar a vida humana sobre o Planeta\nTerra. Uns trezentos anos antes do iluminismo e do mercantilismo, que levaram \u00e0\nabsolutiza\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo branco, europeu e capitalista ao afirmar os direitos\nindividuais, Francisco de Assis j\u00e1 compreendia e testemunhava que o ser humano\nn\u00e3o \u00e9 superior aos outros seres vivos na natureza. Ele aprendeu e cultivou uma\nespiritualidade universal, ao ver que \u201c<em>todas\nas terras s\u00e3o santas<\/em>\u201d, n\u00e3o apenas Jerusal\u00e9m, e se encantou com a beleza e a\nsacralidade de toda a natureza. Por isso, para Francisco todos os seres vivos e\nintegrantes da natureza s\u00e3o irm\u00e3s ou irm\u00e3os: \u201cirm\u00e3o sol\u201d, \u201cirm\u00e3 lua\u201d, \u201cirm\u00e3\n\u00e1gua\u201d, \u201cirm\u00e3o fogo\u201d, \u201cirm\u00e3 e m\u00e3e terra\u201d, \u201cirm\u00e3 morte\u201d, &#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Nascido no ano de 1182, ap\u00f3s viver\napenas 44 anos, dia 03 de outubro de 1226, Francisco de Assis partiu para a\nvida plena e h\u00e1 800 anos segue renascendo, inspirando humanidade nos cora\u00e7\u00f5es\nde milh\u00f5es de pessoas. E tamb\u00e9m nos interpelando sempre. Dois anos depois de\nsua morte, foi reconhecido como santo pelo papa Greg\u00f3rio IX, n\u00e3o porque fez\nmilagres extraordin\u00e1rios, mas porque se humanizou plenamente e j\u00e1 era\nreconhecido pelo povo que teve a gra\u00e7a e a responsabilidade de conviver com ele.\nEnfim, Francisco de Assis se tornou outro Cristo e, ao ver, vivenciar e\nirradiar a espiritualidade de Francisco, Clara se tornou outra Maria Madalena.\nPor isso e muito mais, Jorge&nbsp;Bergoglio, ao ser escolhido papa, preferiu\nque fosse chamado de Papa Francisco<a href=\"#_ftn2\">[2]<\/a>. <\/p>\n\n\n\n<p>06\/10\/2020.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obs<\/strong>.: Os filmes e v\u00eddeos nos\nlinks, abaixo, versam sobre o assunto tratado acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1\n&#8211; Marcus Viana &#8211; Francisco de Assis (\u00c1lbum Completo)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_52149\"  width=\"810\" height=\"456\"  data-origwidth=\"810\" data-origheight=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/aiLJQXXb0Uw?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; 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&nbsp;Facebook: Gilvander Moreira III \u2013 Instagram:\ngilvanderluismoreira (Frei Gilvander Moreira)<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\">[2]<\/a> Gratid\u00e3o \u00e0 Carmem Imaculada de Brito, doutora\nem Sociologia Pol\u00edtica pela UENF, que fez a revis\u00e3o deste texto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Francisco de Assis nos inspira e interpela. Por Frei Gilvander Moreira[1] Um aut\u00eantico disc\u00edpulo de S\u00e3o Francisco de Assis me perguntou: \u201cO que significa Francisco de Assis para voc\u00ea?\u201d Francisco de Assis me inspira e<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8559,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,47,44,49,30,43,26,32,18],"tags":[],"class_list":["post-8558","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-direito-a-agua","category-direito-a-memoria","category-direito-a-terra","category-fe-e-politica","category-pedagogia-emancipatoria","category-teologia-da-libertacao","category-videos","category-videos-de-frei-gilvander"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8558","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8558"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8558\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8560,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8558\/revisions\/8560"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8559"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8558"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8558"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilvander.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8558"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}