Desabafo do dia das cem mil lágrimas, de Alexandre Bollmann
Narração: Carmem Imaculada de Brito
Desabafo do dia das cem mil lágrimas, de Alexandre Bollmann
Vou dormir, viro pro lado
Calado diante de tudo que tenho lido,
Ouvido, escutado.
Vejo um povo sofrido, abandonado
Dono de uma dor indizível
E tudo isso parece invisível
Aos olhos de quem mais devia se importar
O poder que enxerga poeira no mar
Não consegue sequer fingir-se sensível
Quer tocar a vida, mas sem tocar a alma
Sem perceber todo o trauma
Tragédia, tristeza
Isso pra não dizer do medo, incerteza
De quando (e se) a tempestade passa
Dos cem mil motivos para ser compassivo
Revelar-se pessoa, coração de gente
Mostra-se indigente de solidariedade
Indiferente e, na realidade,
Sem capacidade para uma existência
Genuinamente humana.
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Edição e Divulgação: Frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs, do CEBI, do SAB e da assessoria de Movimentos Populares, em Minas Gerais. Acompanhe a luta pela terra e por Direitos também via www.gilvander.org.br – www.freigilvander.blogspot.com www.cebimg.org.br – www.cptmg.org.br – www.cptminas.blogspot.com.br
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