Poema “Classe trabalhadora”, de Aldoir Betan
Narração: Carmem Imaculada de Brito
Poema “Classe trabalhadora”, de Aldoir Betan
Dos teus braços saem muitos frutos
Alimentos e materiais que se
Transformam em produtos
Ninguém olha pra esse lado
Tudo vai para o mercado
Sempre sobra muita coisa
E as sombras onde vão?
Dizia a lei de Gérson,
“deve-se levar vantagem em tudo”
E hoje essa é a lei da burguesia
Para explorar a nossa classe
Que trabalha e se arrebenta
Muitas vezes não agüenta
E aí se mobiliza
Chora, grita, sapateia, onde pisa
Uns descalços e sem camisas
Nos dizia Tomás de Aquino
Que previa este pepino
Nos deixou um livro escrito e sublinhado
Que pegar de quem tem muito não é pecado
Meeiro, arrendatário e operário
Todos ganham menos que um salário
E se não tiver emprego
Passa frio, passa fome e, nesse mundo,
É chamado de vagabundo
Bem a frente de nossas vistas
Muitos de nós concordamos
E a mão para o diabo nós damos
Defendendo os capitalistas
Que fazem tudo e se defendem
Com uma ética individualista
Mas um dia tudo muda
E a Deus nós pedimos ajuda
Com certeza ele escuta
Se nós não deixarmos de lutar
Não sermos covardes e fraquejar
Contra toda essa maldade
Defendendo a igualdade
Temos a ética da solidariedade
Pra uma nova sociedade
Todos juntos construir
Começando pela terra
Com o lema:
Ocupar, Resistir e Produzir
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