A marginalização do artista. Como se fabrica marginas no nosso país.
Acompanhei de perto, ouvi e dialoguei com os artesãos de rua, os chamados “hippies”. Os vídeos, abaixo, revelam a pura verdade.
Triste ver a criminalização que a Mídia faz de quem busca viver com o mínimo, mas de forma autônoma. Triste conhecer jornalistas que se prestam ao papel indecoroso de estigmatizar os pobres. Preste atenção no vídeo-documentário, abaixo.
A marginalização do artista. Como se fabrica marginas no nosso país.
http://player.vimeo.com/video/27659191?autoplay=1
Abril de 2011. A intolerância ao diferente apoiada por uma campanha de higienização social em Belo Horizonte, assume ares de política repressiva de caráter criminal. A administração municipal de Belo Horizonte, polícia militar e mídia se associam na tarefa de criminalizar o artista de rua, artesãos nômades portadores de um patrimônio cultural brasileiro que deriva da resignificação do movimento hippie das décadas de 60 e 70 do século XX. Uma cultura com mais de 40 anos. Mas quem criminaliza o Estado? Com expressões próprias na arte, na música e no estilo de vida, os artesãos são perseguidos, saqueados em seus bens pessoais e presos por desacato ao exercer a legítima desobediência civil.
Mais informações: www.belezadamargem.wordpress.com
As agressões aos artesãos de rua continuam. Assistam:
1) Praça Sete Sitiada – Parte I – “Quem é o ladrão?”
www.youtube.com/watch?v=_0D8VIaF7Ao
2) Praça Sete Sitiada – Parte II – “O artista subjugado.”
www.youtube.com/watch?v=tw2W3wr4Gm0