Pescadores/as / Vazanteiros/as de MG: luta pela regularização de seus territórios e fim da violência, em Belo Horizonte, MG -13/11/2017.

Pescadores/as / Vazanteiros/as de MG: luta pela regularização de seus territórios e fim da violência, em Belo Horizonte, MG -13/11/2017.

Comunidades Pesqueiras/Vazanteiras de Minas Gerais, localizadas às margens do rio São Francisco, acamparam, segunda-feira, 13/11/2017, em frente ao prédio do Ministério da Fazenda, em Belo Horizonte, MG, onde também funciona a Superintendência do Patrimônio da União (SPU) de Minas Gerais, e lá continuam acampadas. Pescadores e Pescadoras/Vazanteiros e Vazanteiras lutam pela regularização dos seus territórios e pelo fim da violência praticada contra as comunidades tradicionais por fazendeiros grileiros, jagunços e policiais da Polícia Militar de Minas Gerais. A situação gravíssima é a da Comunidade Canabrava, município de Buritizeiro, no norte de MG, que vive na região há cerca de um século, em área indubitável da União (confirmação feita por técnicos da Superintendência do Patrimônio da União, que estiveram no local), e, por isso, não pertencente ao fazendeiro que reivindica a posse da terra.
Nesse vídeo, abaixo, o depoimento de Irmã Neusa Francisca do Nascimento, do Conselho Pastoral de Pescadores e do Sr. Edmar Gomes da Silva, liderança da Comunidade de Canabrava.
* Reportagem em vídeo de frei Gilvander Luís Moreira, da CPT e do CEBI. Belo Horizonte/MG, 13/11/2017.

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Pescadores/as / Vazanteiros/as de MG: luta pela regularização de seus territórios e fim da violência, em Belo Horizonte, MG – 13/11/2017.Comunidades Pesqueiras/Vazanteiras de Minas Gerais, localizadas às margens do rio São Francisco, acamparam, segunda-feira, 13/11/2017, em frente ao prédio do Ministério da Fazenda, em Belo Horizonte, MG, onde também funciona a Superintendência do Patrimônio da União (SPU) de Minas Gerais, e lá continuam acampadas. Pescadores e Pescadoras/Vazanteiros e Vazanteiras lutam pela regularização dos seus territórios e pelo fim da violência praticada contra as comunidades tradicionais por fazendeiros grileiros, jagunços e policiais da Polícia Militar de Minas Gerais. A situação gravíssima é a da Comunidade Canabrava, município de Buritizeiro, no norte de MG, que vive na região há cerca de um século, em área indubitável da União (confirmação feita por técnicos da Superintendência do Patrimônio da União, que estiveram no local), e, por isso, não pertencente ao fazendeiro que reivindica a posse da terra. Nesse vídeo, o depoimento de Irmã Neusa Francisca do Nascimento, do Conselho Pastoral de Pescadores e do Sr. Edmar Gomes da Silva, liderança da Comunidade de Canabrava.* Reportagem em vídeo de frei Gilvander Luís Moreira, da CPT e do CEBI. Belo Horizonte/MG, 13/11/2017.Obs.: Inscreva no you tube no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander . E assista a outros vídeos de luta. Se gostar, compartilhe.Se assistir e gostar, compartilhe, sugerimos.

Posted by Gilvander Moreira III on Wednesday, November 15, 2017

Obs.: Inscreva no you tube no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander . E assista a outros vídeos de luta. Se gostar, compartilhe. Se assistir e gostar, compartilhe, sugerimos.

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