Poema “Nave Gaia”, de Lizaldo Vieira dos Santos
Narração: Carmem Imaculada de Brito
Poema “Nave Gaia”, de Lizaldo Vieira dos Santos
Mãe terra
Rainha Gaia
Aqui estão seus súditos
Tripulantes
Pedindo indulto
Perdão
Clemência
Pelos que falseiam a vida
Desprezando
Contaminando
Com esgotos
Chorume
Lixões
O sagrado solo
Por todos os lados
Banalizam a morte
Nas nascentes
Nos rios
As águas dos mares
Fedem aos borbotões
São veias entupidas
Por dejetos
E entulhos Inservíveis
Debilitando
Teus silos
Teus olhos
Tua mata ciliar
Estão definhando
As poucas matas e florestas
Torram
Viram pó
Curupiras
Curumins
Caiporas
Deram no pé
Á procura de outro paraíso
Nave Gaia
Não saia da raia
Reaja ao jogo do bandido
Não se dê por vencida
Não entregue seu legado
Portador de muitas vidas.
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